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Leandro Mariani Pereira
13 críticas
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4,0
Enviada em 16 de maio de 2026
Show achei maneiro mesmo este filme lobisomem bom demais viu gente, divertido suspense e assustador, muito maneiras as cenas de lutas, gostei de verdade da história e das emoções que eu vivi fantástica a história de quando o pai de família e atacado por um lobisomem e em seguida ocorre transformações no seu corpo, e começa a se tornar um, no meio da floresta numa casa isolada no campo o público realmente consegue viver e tomar grandes sustos com as cenas que aparecerem no desenrolar da história, e o comportamento do personagem principal que e o próprio lobisomem vai se alterando até chegar o momento de se tornar uma terrível fera selvagem também show muito bom.
spoiler: Fui assistir esperando um filme de terror e suspense, mas na verdade ele está mais para um terror psicológico, com um drama familiar bem marcado. Faltou susto, faltou suspense e não posso deixar de mencionar que o filme é tão escuro em várias cenas que chega a atrapalhar a experiência. Em alguns momentos, mal dá pra ver o que está acontecendo.
spoiler: Senti que poderia ter sido melhor aproveitado, considerando o potencial do enredo e do elenco.
Curioso é que o filme mostra os Estados Unidos, mas na verdade foi gravado na Nova Zelândia, e as montanhas de lá, lindas, aparecem só duas vezes. Uma pena, porque talvez sejam o ponto mais bonito de todo o filme.
No começou parecia ser legal o filme ,mas do meio pro fim ficou tudo escuro não dava para ver quase nada que estava acontecendo,deixou um pouco a desejar do meio pro final.
O filme prometia entregar muita coisa no trailer, lembro de esperar uns 2 meses pra sair porque achava que seria a nova sensação de filme de Lobisomens. Porém o filme decepciona muito, o primeiro aspecto é de maquiagem o Lobisomem do filme parece mais é um cara que não fez a barba a algum tempo, o tempo de duração do filme é enorme 2h. Tive que me obrigar a terminar de assistir. Não tem nada no final que te prende a história é fraca e não explica origens de nada.
O filme inicia com uma atmosfera sombria e promissora, desenvolvendo bem sua narrativa no começo, mas logo o roteiro se perde completamente, tornando a história sem sentido. Para piorar, o design do lobisomem decepciona, lembrando mais um macaco do que um lobo, o que compromete ainda mais a proposta da obra.
Ótimo filme que, apesar de usar uma temática bem desgastada e muito explorada ultimamente, consegue explorar o suspense desde os seus primeiros minutos.
A introdução dos personagens é bem rasa e, com isso, não nos trás um apego aos mesmos, a não ser a relação fofa entre pai e filha. Essa introdução pífia que serve apenas como base do roteiro para justificar uma viagem (em direção ao desconhecido), meio sem sentido, dos personagens.
Logo após o início, o filme imerge em uma ação desenfreada, comete um clichê clássico, mas logo se acerta e passa a ter uma condução bem densa e imersiva.
Acompanhamos toda a clássica metamorfose do homem em animal e isso nos é apresentado meticulosamente e nos causa uma certa aflição, pois, apesar do personagem não ter tido uma construção profunda, seu entrosamento afetivo com seu par é ótimo. Então, quando começamos a vê-lo perder a sanidade, começamos a sentir um certo pesar tanto por ele quanto pela relação.
O medo nesse filme nem é tanto pela ameaça externa (que fica em segundo plano), mas sim pela própria transformação que ocorre com o personagem. Sabemos o que vai acontecer, só não sabemos quando. O perigo está tanto dentro quanto fora. Mas o que nos prende é no que está dentro.
O filme nos deixa em clima de tensão desde o seu início, ele tem um clima pesado e agoniante. O flerte com o gore explícito também ajuda a aumentar a sensação de desconforto.
Sobre atuações, elas não funcionam bem se analisadas de forma individual, mas funcionam melhor no conjunto. A Julia Garner é a mesma de sempre, inexpressiva e sem sal.. Lembrando o estilo Ryan Gosling/Jake Gyllenhaal, onde todos os seus personagens parecem os mesmos. Porém, ela não compromete o filme.
Podemos também destacar a fotografia belíssima fotografia. Porém, a ambientação não é boa. Em diversos momentos vemos os personagens indo e voltando para o mesmo lugar e isso irrita as vezes. A iluminação também é muito escura, claro, o que ajuda a aumentar a tensão e também pelo fato do filme se passar na maior parte do tempo à noite e sem fonte de luz, a não ser a da lua. Mesmo assim isso me incomodou um pouco, mas nada que comprometesse. A visão sensorial do lobo é algo pra se destacar também.
Um bom filme que retrata de forma digna a folclórica temática. Nota
Um filme que começa bem , mas quando o cara sabendo o que o espera em uma região no meio da montanha decide levar a mulher e a filha junto com ele. Absurdo.
Lobisomem é um filme de terror dirigido e roteirizado por Leigh Whannell. O filme conta a história de Blake (Christopher Abbott) um escritor que decide que junto com a sua família esposa Charlotte (Julia Garner) e filha Ginger (Matilda Firth) ir uma fazenda do seu pai em um local isolado. Porém, ao chegar na fazenda são atacados por uma estranha criatura. Após ser mordido, Blake começa a se comportar de forma estranha. A história tenha um grande potencial, em especial ainda no seu primeiro ato. Conseguiram levantar boas premissas narrativas para a construção da história sobre o Lobisomem. Mas a partir do segundo ato o filme foi se perdendo. O roteiro deixa a desejar em seu ritmo enfadonho e nas repetições de situações (principalmente após a família ficar presa dentro da fazenda). A fotografia do filme é escura e isso prejudica no sentido de perdemos a contemplação das bonitas paisagens do local. Parece querer mascarar a baixa qualidade gráfica do monstro. As atuações são rasas e pouco eficientes, em grande parte a culpa é da direção que deixa a história da família virar um grande clichê (casal esfriando relacionamento e decide viajar para uma fazenda isola para se reconectar e a única coisa que ainda sustenta a relação e a boa proximidade de Blake com sua filha). O filme é ruim e entretenimento bom para quem está com insônia.
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