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André L.
8 críticas
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4,5
Enviada em 9 de junho de 2013
É um filme excepcional, que de imediato critica a forma norte-americana de intervencionismo na política dos países que eles têm interesse econômico. O filme é complexo, porém, de fácil linguagem. Possui humor, suspense, drama, política... é muito interessante. Um ótimo filme!
Ótimo filme, fez por merecer ao ganhar o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Tensão do começo ao fim. O filme já começa com bastante ação, mostrando a invasão da Embaixada dos EUA em Teerã por militantes islâmicos, da qual escapam apenas 6 funcionários. É justamente aí que se desenrola a trama, que fica cada vez mais envolvente e prende a atenção do espectador. Ben Affleck mandou bem como diretor e também como Tony Mendez.
Eu tenho uma coisa comigo , não gosto muito de filmes desse estilo . No caso que retrata e fala sobre política de diferentes países e ainda mais quando se é baseado em fatos reais. Mas sinceramente esse filme me surpreendeu. Não foi a toa que ganhou o oscar de melhor comédia , ação , e muito , mas muito suspense mesmo. Sofri junto com os personagens , sofri com os apuros que eles passaram no ndo. Uma excelente escolha pro final de semana.
Não gosto de filmes de conteúdo político, mas ARGO, baseado em fatos reais, foi fenomenal, digno do Oscar de melhor filme recebido em 2013, apesar do diretor ter sido preterido pela Academia, que nem sequer o indicou na categoria de melhor direção. Perfeita aula de história contada a partir de um roteiro primoroso.
Sou apaixonado por filmes baseados em fatos reais e acredito que essa história realmente mereceu um filme. Aliás, pessoalmente acredito que este filme é bem superior aos outros últimos ganhadores do Oscar (O artista, O discurso do Rei, Guerra ao terror).
Nota 9.0 por dois motivos. Primeiro achei que faltou explicar os detalhes do plano da missão. Ficou muito resumido. Em segundo lugar, houve vários clichês hollywoodianos de tensão só para colocar tensões sobre os telespectadores (exemplo: o telefone toca e ninguém atende até o último toque; ou então; o carro que esta fugindo dos caras maus tem um problema na marcha). (Aposto que estas coisas não aconteceram na realidade).
Cada vez mais o mundo nos mostra o quanto à violência se paga com violência. Tantos americanos como iranianos demonstram isso. Não importa (nunca importa) quem começa. O outro lado quer responder sempre de forma igual ou mais agressiva. Olhando as imagens que Argo nos passa, de um lado ou do outro, os dois povos, querem responder qualquer ato de violência com mais violência. Baseado numa história real, este filme nos mostra o sofrimento de reféns feitos pelo povo iraniano ao invadir a embaixada americana em Teerã. Seis funcionários conseguem fugir e se abrigam na casa do embaixador canadense. Ben Affleck filma de maneira documental. As imagens são misturadas com as reais feitas na época e dessa maneira penetramos no barril de pólvora que o Irã se tornou naquela época. Enquanto os EUA tentam negociar a libertação dos reféns na Embaixada um agente da CIA, Tony Mendes (vivido por Ben Affleck), tenta elaborar um plano para que se retirem os seis funcionários que estão na casa do cônsul canadense. A idéia: Criar um falso filme para tentar tirar clandestinamente os seis do Irã. A partir dessa idéia o roteiro começa a fazer várias piadas com Hollywood e por que não críticas. Inclusive uma com o próprio Ben Affleck quando pergunta a ele se o que ele quer agora é se tornar cineasta da noite para o dia. Lembrando que ele já fez dois filmes antes desse, sendo Medo da Verdade um filme muito bom. O filme escolhido é de um roteiro chamado Argo. O que significa não importa (a brincadeira com o nome do filme também é bem criativa). Entramos no processo de Hollywood para se conseguir fazer um filme. Daí em diante o filme intercala entre cenas de tensão com cenas descontraídas fazendo com que o espectador não fique somente com o que pode acontecer aos reféns e com os seis integrantes que fugiram da embaixada. Outro ponto forte do filme é que a personagem de Affleck é extremamente plausível. Ele não é um 007. Ele é uma pessoa normal como nós. Tem família e problemas. É fácil nos identificarmos com ele. Em uma cena, antes de partir conseguimos perceber o quanto ele gosta do filho e que o problema de família que ele possui o atormenta interiormente como faria conosco. Os seis refugiados na casa do cônsul canadense cada vez mais se mostram divididos com que decisão deve tomar. Dessa maneira as decisões a serem tomadas de um podem provocar a morte de todos. Só a partir do momento que formarem um grupo coeso irão vencer a adversidade. A Kombi alugada no Irã nos mostra isso, pois ali eles estão todos seguindo em frente de um mesmo objetivo. Quando chegamos ao final estamos presos na poltrona e não conseguimos mais sair da sala sem saber o desfecho daquelas pessoas. Ficamos tensos a cada cena. Assim nos fazemos a pergunta: Violência deve gerar Violência? Eu acredito que não, e acho que esse filme nos passa justamente a idéia ao contrário. É minha aposta para melhor filme no oscar 2013.
Bom filme. Inteligente, prende a atenção mais do meio ao final. Boa história e atuações. Achei um pouco "Americanizado", filme de Oscar mesmo, merecido. Não sei se de melhor filme, mas merecido.
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