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Anne S
13 seguidores
65 críticas
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4,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
Um filme aparentemente arrastado, mas tão intenso, sendo quase impossível desviar a atenção da tela em meio aos diálogos que levam a situações que levam as personagens ao nervosismo contido ou descontrolado, decepções, dores, desabafos, rebeldia e a uma atmosfera de "viver é preciso". Julia Roberts simplesmente excelente na personagem que tem que ter equilíbrio mesmo com sua vida pessoal desmoronando e em meio a tantas situações complexas que enfrenta ao retornar à casa de sua mãe. Mãe esta vivida por Meryl Streep, cuja vida por si só a deixou experiente e amarga , enfrentando agora um novo desafio, o que a faz ter uma língua ferina que é o centro de praticamente toda a história, pois oque ela diz influencia a todos. Todo o longa se passa no curto espaço de alguns dias, mas que retrata a vida inteira de cada uma. É mesmo um álbum de família. Final que pode parecer melancólico, mas que é o desfecho desses dias visceralmente verdadeiros, que nos mostra que o prosseguir não será exatamente como antes.
Ninguém escolhe seus parentes, isso é fato. Mas sempre quando alguma pessoa não gosta de alguém da família e é obrigado a ver aquele ser nas reuniões ou aniversário de parente, se torna algo desagradável e até pode gerar brigas dependendo da personalidade daquelas pessoas. O caso é que toda família tem alguém que não se bica e todos tem seus problemas, por mais que achamos os nossos parentes meio pirados sempre vamos ver parentes de nossos amigos sendo piores. Uma coisa que esse filme faz é por todos os problemas que uma família pode ter em uma única, gerando assim a parentada mais problemática que o cinema já viu. A história é baseada em uma peça de teatro de Tracy Lets que também escreveu o roteiro desse filme que é dirigido por John Wells e fala sobre as irmãs Bárbara (Júlia Roberts), Ivy ( Julianne Nicholson) e Keren (Juliette Lewis) que são um tanto desunidas, mas depois de um grave acontecimento precisam passar o final de semana com a mãe doente (Meryl Streep) e conviver com os revelações e escândalos que vão acontecendo durante esses dias em família. O filme tem um pouco de comédia e drama, há coisas que acontecem aqui que são pesadas e até bem corajosas, e outras que te fazem rir muito, um humor que vem no momento certo, principalmente da personagem da Meryl Streep que é cruel e desumana com os próprios parentes, é muito curioso ver o quão parecida a personagem da Julia Roberts é com mãe e o quanto ela detesta isso. Junte tudo seguindo por interpretações fabulosas dessas atrizes. E não só delas já que o elenco também é muito forte, temos Benedict Cumberbatch, Chris Cooper, Evan McGregor e Abigail Breslin fazendo os personagens secundários e todos eles estão muito be, cada ator tem seu momento de brilhar dando ao filme um espetáculo interpretativo O diretor, mesmo não tendo o olho muito bom pra ângulos e planos de câmera, segue a linha peça de teatro, ele aposta em seu elenco e em cenas mais longas que movimentam muito bem o filme através de diálogos (que na maioria dos momentos são muito bons). Assim ele cria pelo menos uma grande cena icônica que é a do jantar, a cena dura, acho que quase dez minutos e todos do elenco falam e xingam e um assunto mais leve da brecha para um assunto mais pesado que leva a brigas que vão carregar o filme até o final, é disparada a melhor cena do longa por ser muito real como qualquer jantar de parentes. O principal problema do filme são as várias subtramas envolvendo os personagens. São subtramas fortes, interessantes e polêmicas. O problema é que elas são mal concluídas. Você tem uma ideia do que pode ir a acontecer com esses personagens, mas nenhuma cena que mostre uma conclusão ou um brilho maior do elenco secundário, é muito frustrante não saber como aquele personagem irá reagir ao saber de tal informação ou se vão contar pra ele e isso junto com a cena final tornam a conclusão desse filme bem mais ou menos. Interpretações fortíssimas, tramas fortes e polêmicas com um bom uso de humor tornam esse filme fortemente recomendável. Uma ótima história sobre como nossas atuais atitudes podem afetar a vida das nossos filhos e netos, algumas pessoas podem comparar ele com uma novela mexicana, e eu não discordo completamente delas, é uma novela mexicana das boas.
Ninguém escolhe seus parentes, isso é fato. Mas sempre quando alguma pessoa não gosta de alguém da família e é obrigado a ver aquele ser nas reuniões ou aniversário de parente, se torna algo desagradável e até pode gerar brigas dependendo da personalidade daquelas pessoas. O caso é que toda família tem alguém que não se bica e todos tem seus problemas, por mais que achamos os nossos parentes meio pirados sempre vamos ver parentes de nossos amigos sendo piores. Uma coisa que esse filme faz é por todos os problemas que uma família pode ter em uma única, gerando assim a parentada mais problemática que o cinema já viu. A história é baseada em uma peça de teatro de Tracy Lets que também escreveu o roteiro desse filme que é dirigido por John Wells e fala sobre as irmãs Bárbara (Júlia Roberts), Ivy ( Julianne Nicholson) e Keren (Juliette Lewis) que são um tanto desunidas, mas depois de um grave acontecimento precisam passar o final de semana com a mãe doente (Meryl Streep) e conviver com os revelações e escândalos que vão acontecendo durante esses dias em família. O filme tem um pouco de comédia e drama, há coisas que acontecem aqui que são pesadas e até bem corajosas, e outras que te fazem rir muito, um humor que vem no momento certo, principalmente da personagem da Meryl Streep que é cruel e desumana com os próprios parentes, é muito curioso ver o quão parecida a personagem da Julia Roberts é com mãe e o quanto ela detesta isso. Junte tudo seguindo por interpretações fabulosas dessas atrizes. E não só delas já que o elenco também é muito forte, temos Benedict Cumberbatch, Chris Cooper, Evan McGregor e Abigail Breslin fazendo os personagens secundários e todos eles estão muito be, cada ator tem seu momento de brilhar dando ao filme um espetáculo interpretativo O diretor, mesmo não tendo o olho muito bom pra ângulos e planos de câmera, segue a linha peça de teatro, ele aposta em seu elenco e em cenas mais longas que movimentam muito bem o filme através de diálogos (que na maioria dos momentos são muito bons). Assim ele cria pelo menos uma grande cena icônica que é a do jantar, a cena dura, acho que quase dez minutos e todos do elenco falam e xingam e um assunto mais leve da brecha para um assunto mais pesado que leva a brigas que vão carregar o filme até o final, é disparada a melhor cena do longa por ser muito real como qualquer jantar de parentes. O principal problema do filme são as várias subtramas envolvendo os personagens. São subtramas fortes, interessantes e polêmicas. O problema é que elas são mal concluídas. Você tem uma ideia do que pode ir a acontecer com esses personagens, mas nenhuma cena que mostre uma conclusão ou um brilho maior do elenco secundário, é muito frustrante não saber como aquele personagem irá reagir ao saber de tal informação ou se vão contar pra ele e isso junto com a cena final tornam a conclusão desse filme bem mais ou menos. Interpretações fortíssimas, tramas fortes e polêmicas com um bom uso de humor tornam esse filme fortemente recomendável. Uma ótima história sobre como nossas atuais atitudes podem afetar a vida das nossos filhos e netos, algumas pessoas podem comparar ele com uma novela mexicana, e eu não discordo completamente delas, é uma novela mexicana das boas.
Quem está esperando um bom Drama com excelentes atuações vai se deliciar nesse maravilhoso filme. Streep está brilhando junto com Roberts. índico a todos que curtem um bom e inteligente roteiro.
Filme excelente. Juntar Meryl Streep e Julia Roberts só poderia dar em show mesmo, as duas estão perfeitas e arrasaram. Um drama familiar, um filme denso, porém magnífico. Eu recomendo.
Um espetáculo! Aborda da forma mais verídica que eu já vi os dramas familiares, alguns cotidianos e outros mais peculiares. O elenco é incrivel e a cada cena nos deixa mais boquiabertos com uma história cheiia de reviravoltas e intrigas. É um filme puro Drama e nesse gênero se apoia o tempo inteiro no decorrer da história. Aprovadíssimo!!! 4,5 / 5
Dificil de decidir qual das atuações são melhores, se é Roberts ou Streep.Logo na primeira cena, quando somos tomados pelo clima árido que as personagens são colocadas. A semelhança das personagens e da trama, logo me remeteram ao livro de J.K Rowling ´The Casual Vacancy´, no que diz respeito a profundidade dramatica que as personagens tem. E não é somente a trama principal e suas histórias paralelas que levam este filme a ser digno de cinco estrelas, mas também o sentido de humanidade que ele carrega. Nenhuma das personagens tem uma vida fácil, todas tem sua cruz para carregar, uma mais pesada do que a outra, mas todas estão unidas por um mesmo propósito, existem mais semelhanças, genes, do que diferenças. São uma família, isso é indiscutível.
A personagem de Julia Roberts, que serve como uma balança para toda a família, resiste até o último segundo para manter a calma. Um filme para ser assistido, não simplesmente visto numa tarde qualquer, e refletir. Isso pode ocorrer com qualquer família
Filme triste e cético do começo ao fim. Reflete a fragilidade do carácter humano e a dureza da vida. O filme inicia propondo uma ideia contraditória da que na maioria das vezes temos como visão da vida - “a vida é muito longa”. Será? Pode ser muito longa se pensarmos em quantos episódios difíceis e árduos podemos viver e se pensarmos nas dificuldades e solidão da velhice. A saída pode ser pensada na oposição do que é mostrado no filme, ou no apoio da família durante as dificuldades da vida, no diálogo honesto e franco, no amor e no perdão frente a tantos obstáculos da vida. Não que a vida seja fácil, mas talvez seja possível um pouco de leveza e alegrias profundas no meio de dores e sofrimentos.
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