O filme é denso. Faz refletir os valores familiares. A melhor atuação da Meryl Streep - melhor inclusive do que aquela que lhe rendeu o oscar em A Dama de Ferro. Dupla inédita com Julia Roberts, também impecável.
O termo dysfunctional family, pra mim é um grande pleonasmo.. Desde cedo sai do esquema "familia".. nunca convivi muito bem com a dinamica familiar.. tema chato pra mim.. cansativo.. e nada relacionado a este tema me surpreende.. a junçao de familia e religiao é algo que me enche o saco literalmente ate porque nao da pra separar esses dois pilares da sociedade.. igualmente hipocritas .. entao.. sim.. a performance das atrizes centrais .. impecável.. sou fã de carteirinha das duas.. Meryl Streep e Julia Roberts.. mas de resto..bem boring!!!! podemos passar sem..
Um bom filme. Um drama pesado em uma família americana, descompensada, do interior. Acho difícil isso acontecer em famílias brasileiras, nós ainda temos um grande respeito por essa instituição chamada família, espero não estar enganado. Um chamado urgente obriga toda a família a se reunir novamente. Nessa reunião as verdades e surpresas aparecem. A história é interessante e o enredo adequado, o desfecho, na minha opinião, a lição de moral, é que não ficou como deveria, apesar de Meryl Street, acho que faltou diretor. Vá e tire suas conclusões.
O filme tem uma temática que abre um leque de possibilidades para ser explorado. Escolheu-se uma família desestruturada e se fez dela “um álbum” cujas fotografias revelam o que há de pior, com direito à traição, manipulação, intimidação, ódio, rancor, etc e tal. O tom sarcástico e corrosivo dos diálogos levam consequentemente a plateia a boas gargalhadas, mas sem antes nos fazer lembrar do fato de que as experiências relatadas nas telas são espelhos que refletem tristemente a realidade de algumas famílias. Os diálogos são rápidos o que, não fosse o competente elenco, este filme teria sido um fiasco. Entretanto, a magistral interpretação de Meryl Streep e Julia Roberts (ambas protagonistas, mas estrategicamente apresentadas pelos produtores como atriz principal e coadjuvante, respectivamente, para evitar concorrência direta nos principais prêmios do cinema) trazem brilho próprio ao filme. O elenco de coadjuvantes também é primoroso, numa perfeita interação nos diálogos entre os personagens. O Oscar 2014 certamente promete incluir ao menos os nomes das duas citadas atrizes entre as nomeadas aos prêmios de Atriz Principal e Coadjuvante. E na categoria de Roteiro, acho que também tem muita chance de concorrer (e até de ganhar !). Este é um filme daquele tipo que merece ser visto de novo. Aguardo a saída em DVD.
Achei o filme excelente, faz muito tempo que não assistía um filme americano tão bom. O que mais me impressionou é que, inserido num drama familiar não muito incomum, o diretor, numa rápida frase (quando a Meryl Streep explica o interesse naquela caixa do banco) da uma passada por quatro geracões que é o miolo de toda a tragedia.
Só a reunião desse elenco incrível já valeria a conferida nesse filme, por mais que não seja uma obra excepcional. Obviamente as melhores cenas se dão justamente devido aos ótimos atores, com destaque fácil para os embates entre Meryl Streep e Julia Roberts, que têm, de longe, as melhores cenas. Chris Cooper, Ewan McGregor e Margo Martindale também têm boas atuações, como de costume, mas o destaque se dá também pela presença da pouco conhecida Julianne Nicholson, fazendo uma das três irmãs dessa família desestruturada. Já a decepção fica por conta de Juliette Lewis, que não diz muito a que veio, até porque não teve muito tempo em cena pra isso, e Abigail Breslin, que teria exigido uma quantia extra caso ganhasse o Globo de Ouro e/ou o Oscar por sua atuação. Coitadinha, ela não corre o risco de ficar um pouco mais rica, pois sua personagem é a das mais mal construídas. E é aí que mora o problema de Álbum de Família. São muitos personagens para pouco tempo de filme, e alguns deles são muito pouco trabalhados. O romance proibido de Ivy (Julianne Nicholson) com seu primo Little Charlie (Benedict Cumberbatch) causa interesse, mas é tratado com muita superficialidade justamente por falta de tempo. Isso para citar um só exemplo. De resto, o filme traz ótimas cenas de lavação de roupa suja em família, onde uma mãe megera magistralmente interpretada por Meryl Streep tem que enfrentar a todos, principalmente à personagem de Julia Roberts, por suas inúmeras divergências comportamentais e de temperamento. O final é pouco criativo, e até mesmo anticlímax, mas não apaga diálogos afiados e bem escritos, à la Tennessee Williams, além de atuações dignas de prêmios.
Gostei, mas, achei excessivamente dramático. Dramalhão mesmo. Os personagens vivem situações terríveis, sempre beirando o limite. O destaque, sem dúvida, é o inspirado elenco encabeçado pela divina, maravilhosa, sensacional Meryl Streep . Essa mulher faz uma das interpretações mais extraordinárias e emocionantes que já vi. Aplausos eternos!
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