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Thiago de Oliveira Ribeiro
9 críticas
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3,5
Enviada em 21 de junho de 2026
Filme bom pq gosto de histórias guerra, mas não engulo esses ALEMÃS coitadinhos. Como se nao soubessem nada sobre a guerra que eles criaram, como se nao soubessem o pq da guerra, o ódio dos cristãos, judeus, negros e etc. Tentaram mostrar a humanidade do lado que a história só mostra o contrário.
Um filme que sem dúvidas merece 5 estrelas, profundo, chocante, pra se refletir. De fato me senti na pele dos soldados que sentiam frio, medo, terror, angústia, fome, todos as sensações ruins que um ser humano pode sentir a guerra proporciona, e enquanto isso os poderosos sentam uns a frente dos outros em uma reunião para decidir o futuro dos soldados como em um tabuleiro de xadrez onde o peão sempre é derrotado primeiro... E pensar que depois de tudo isso a humanidade ainda continua se matando dia após dia, e temos o risco a qualquer momento da 3a guerra e provavelmente a última, já que as duas que houveram não foram suficientes pra nos aniquilar!!
Muito top mano, o filme mostra a brutalidade da primeira guerra mundial, o protagonista perdendo seus amigos de pouco em pouco, até no final ele acabar morrendo bem na declaração de Cesar fogo. spoiler:
Esse filme é muito impactante. Fala sobre como a 1 guerra mundial foi horripilante, mostrando desde as idealizações dos personagens no extremo patriotismo até a realidade nua e crua. Diferencia também como os poderosos ficam com raiva da comida não ser do mesmo dia e os soldados terem que comer resto de comida podre e com alegria. O principal é a mensagem e a reflexão que o filme passa que a guerra não chega nem perto de dar um recompensa muito menos gratificante, as cores protagonistas do filme são exatamente cinza ou uma temática mais escura por exibir como é tão triste e depreciativa as consequências da guerra (morte e mais morte), então eles chegam com essa idealização e percebem que os soldados do outro lado também tem uma vida, família, tudo isso esperando eles voltarem. Então realmente é um filme bem realista, vale a pena assistir para entender um pouco sobre a história mundial.
Excelente filme com imagens de alta qualidade. Mostra a futilidade da guerra e o descaso com a vida de jovens e de civis enquanto os generais, no conforto, tomam seus vinhos e comem bem ao redor de lareiras e mandam soldados para abatedouros.
Esse filme é simplesmente incrível. "Nada de novo no fronte" mostra o horror que é a guerra, a angústia que a guerra transmite, você fica desesperado parecendo que você tá nas trincheiras também e além disso você têm apego aos personagens, com o passar do filme você torce pra a guerra acabar e o acordo dar certo entre os países, você torce pra os soldados voltarem com vida, você vê que os soldados dos dois lados, digo França e Alemanha, você quer que eles voltem para suas casas. No filme você sente a tristeza dos dois lados tanto França tanto Alemanha. Infelizmente isso ocorreu em nosso mundo
Para quem gosta de filme de guerra, com certeza esse entrará na sua lista de favoritos. Com uma excelente fotografia, a história traz a tona diversos sentimentos. O final, por mais triste que seja, passa a mensagem que desde o início estava escancarada. Refletir sobre os ingênuos, inocentes, idealistas que entraram na guerra sem saber do horror que viveriam nos faz refletir mais sobre o contexto da época. A guerra matou a todos, ou roubou a vida ou roubou um pouco da sua sensibilidade/humanidade.
O contraste entre o luxo e a fome. A visão irrealista que as famílias tinham sobre o cenário. Ver os dois lados, um de frente para o outro e perceber que nesse contexto, não havia inocentes e culpados além daqueles que governavam tudo...
Ao contrário de muitos filmes de guerra de sucesso, que apresentam um tom quase lúdico, Nada de novo no front é feito e conduzido para retratar a guerra de uma perspectiva catastrófica, uma visão crua da guerra como uma tragédia devastadora. Um acontecimento decisivo, onde a lama prevalece, e o único consolo para aliviar seu sofrimento é um pedaço de pão seco e duro.
Nada faz sentido nesse cenário. Enquanto o filme avança, é-nos dado o segundo ato, que faz tudo parecer uma conquista antes de a realidade atingir com tudo. “Devolva o ganso, o fazendeiro vai tomar a sua arma”. Incursões aventurosas trazem alegrias passageiras, mas são logo sucedidas pelo peso da tragédia. Isso fica evidente quando os protagonistas leem uma carta escrita por um de seus familiares logo depois do início do segundo ato. Nada é brilhante. Nada faz sentido. A crueldade se faz sentir rápido em um campo de batalha. Não há como fugir e não há respostas fáceis.
“Jogue um pedaço de carne pra um cachorro e ele o pegará. Dê poder a um homem… O homem é um animal”. Pequenos, mas impactantes recursos de direção ajudam a passar a ideia de que eles estão presos em uma situação desoladora, pegos pelo cerco implacável da guerra, onde não há perdão nem salvação. A jornada ascendente do protagonista, portanto, não poderia dar em uma outra coisa além de um beco sem saída trágico. Seus ganhos, suas conquistas são insignificantes. A guerra apequena qualquer um.
Diante dessa realidade, o filme nos convence da necessidade de evitar qualquer guerra ou conflito armado de proporções consideráveis, através de quaisquer recursos possíveis, como o diálogo. Deve-se parar ou anular qualquer tentativa de declarar uma guerra inter-continental, porque isso não nos fará chegar a lugar algum.
Nem precisamos chegar a esse nível e essa amplitude que vemos no filme. Uma guerra só tira vidas, onde quer que seja travada. Um campo de batalha é um campo de cadáveres, outrora jovens soldados enviados para uma carnificina sem sentido da qual nunca mais voltarão.
A destruição é total. Todos esses elementos que o roteiro enfatiza muito bem são fortes e descrevem a situação como ela realmente é: uma ilusão. Uma ilusão aterradora. O sentimento que nos assalta, portanto, é aquele que nos impele a declarar, sem medo e sem acanhamento: nunca mais!
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