Nada de Novo no Front
Média
4,3
535 notas

61 Críticas do usuário

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25 críticas
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8 críticas
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Alan
Alan

16 seguidores 361 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2025
A primeira e segunda guerra mundial já foram muito exploradas no cinema, com grandes filmes sobre o assunto. Então os novos filmes sobre o tema devem ter um diferencial, se pretenderem obter algum destaque. E Nada de Novo Front conquistou o seu espaço entre os filmes de guerra. Encena o conflito do ponto de vista dos alemães, focando no drama dos jovens que viveram o terror da primeira guerra mundial. As cenas de batalhas são de alto nível, o filme é bastante realista e sem final feliz. Não pode deixar de ser mencionada a bela fotografia. Estupenda a cena do soldado sob a neve na frente daquele portão. Muito bom o filme.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Sinopse:
O adolescente Paul é convocado para atuar na linha de frente da Primeira Guerra Mundial. O jovem começa seu serviço militar de forma idealista e entusiasmada, mas logo é confrontado pela dura realidade do combate.

Crítica:
"Nada de Novo no Front", dirigido por Edward Berger, é uma poderosa adaptação do romance de Erich Maria Remarque que traz à tona a brutal realidade da guerra de maneira sombria e visceral. Lançado em 2022, o filme se destaca não apenas por sua narrativa impactante, mas também pela impressionante qualidade de sua produção.

Desde as primeiras cenas, a película revela-se como um marco no gênero de filmes de guerra, com um realismo que transcende o que já foi visto. As sequências de combate são inquietantes e implacáveis, mostrando a violência e o desespero da batalha de forma crua. Essa abordagem realista, aliado a uma direção cuidadosa, faz com que o espectador sinta a tensão e o caos que os soldados enfrentam, desconstruindo todo o ideal romântico da heroína tão promovido pelo Estado.

A fotografia é deslumbrante e meticulosamente trabalhada, capturando tanto a beleza aterradora dos campos de batalha quanto a desesperança nos olhos dos soldados. Cada quadro é uma obra de arte, que nos transporta diretamente para a experiência angustiante de Paul Bäumer e seus companheiros. A paleta de cores apagadas e os cenários sombrios contribuem para criar uma atmosfera opressiva que é quase palpável.

A produção em si é digna de nota, com detalhes cuidadosos que ajudam a immersar o público na época e nas condições de vida dos soldados. Os trajes, os equipamentos e os efeitos sonoros são todos projetados para maximizar a autenticidade, fazendo com que a experiência de ver o filme seja tão intensa quanto reveladora.

Além de sua estética impressionante, o filme também acrescenta uma dimensão ao enredo ao incluir a trama das negociações do Armistício de Compiègne, que, embora não presente na obra original, oferece um contexto adicional que enriquece a narrativa. Esta abordagem mais ampla ressoa com a mensagem pacifista do romance e reforça a futilidade da guerra.

O filme é sustentado por atuações primorosas, especialmente de Felix Kammerer, que interpreta Paul Bäumer com uma profundidade emocional, capturando a jornada de inocência à desesperança. O desenvolvimento dos personagens é meticulosamente cuidado, permitindo que o público se conecte com os dilemas humanos enfrentados por cada soldado. A dinâmica entre eles, marcada por camaradagem e desespero, reforça a mensagem central sobre a desumanização que a guerra impõe.

"Nada de Novo no Front" é, sem dúvida, uma obra moderna que serve como um lembrete poderoso dos horrores da guerra, consolidando seu lugar como uma das adaptações mais impactantes já feitas.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Nada de novo no front foi o filme vencedor do Oscar de 2023 de melhor filme estrangeiro, e com méritos. O filme foi dirigido por Edward Berger que também escreveu o roteiro, além de Lesley Paterson e Ian Stokell. O filme conta os últimos meses da primeira guerra mundial, e acompanhamos a jornada de Paul Bäumer ( Félix Kammerer) que é recrutado no exército alemão (embora esse nao seja o desejo dos seus pais), após terminar o ensino médio. Bäumer é acompanhado por outros amigos seus da escola, e ainda acompanhamos alguma outras amizades feitas com outros soldados que já estava na guerra antes do nosso protagonista chegar. O filme vai nos proporcionando uma rápida saída do protagonista de um patriota e entusiasta pela guerra para alguém que passa a vivenciar os horrores da guerra e ter que cometer as mais terríveis atrocidades para sobreviver. A fotografia ajuda bastante a termos essa noção, pois as imagens durante a batalha e no pós, nos faz desaproximar dos horrores do campo de batalha ( criar uma repulsa). Importante dizer que entre os personagens principais vimos estampado em seu rosto o medo, o desespero de estar numa guerra. A outra questão trabalhada no filme é observamos como os grandes líderes, sentados em suas cadeiras e comendo uma boa comida tomam decisões, enquanto milhares de soldados estão morrendo no campo de batalha. É um filme impactante. De uma escalada impactante
Rafael S
Rafael S

1 seguidor 46 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de dezembro de 2024
Não gostei muito do filme. Não foi horrível, mas não é bom. As cenas de ação eram boas, mas de de resto, é chato, me deu sono e é difícil eu não gostar de filme.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de novembro de 2024
Cruel, sanguinário, intenso, arrepiante. Uma verdadeira obra prima que conta com uma ótima trilha sonora, fotografia e ambientação que montam cenas eletrizantes e fortes dos horrores da guerra.
igor Fenix
igor Fenix

24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2024
filme top, um ponto de vista interessante sobre a real guerra que aconteceu, vale a pena assistir esta verdadeira obra prima.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 25 de setembro de 2024
“Nada de Novo no Front” (2022), dirigido por Edward Berger, é uma adaptação da clássica obra de Erich Maria Remarque, que retrata a brutalidade e a desumanização da guerra durante a Primeira Guerra Mundial. O filme, que se tornou um sucesso na Netflix, não apenas reafirma a relevância do material original, mas também atualiza a narrativa com uma abordagem cinematográfica impactante, abordando temas universais de perda, camaradagem e o absurdo do conflito armado.

Um dos principais aspectos que se destaca em “Nada de Novo no Front” é a sua impressionante cinematografia, a cargo de James Friend. O filme apresenta uma estética visual poderosa que captura tanto a beleza quanto a horror da guerra. As cenas de batalha são meticulosamente coreografadas, utilizando uma combinação de planos longos e closes intensos que criam uma sensação de imersão no caos. A paleta de cores sombrias e a iluminação cuidadosamente trabalhada intensificam a atmosfera opressiva, refletindo o desespero e a angústia dos personagens. A maneira como a câmera se move e se posiciona, frequentemente em ângulos que evocam uma sensação de claustrofobia, permite que o público sinta a vulnerabilidade dos soldados em meio ao conflito.

A atuação do elenco é outro ponto forte do filme. Felix Kammerer, no papel de Paul Bäumer, oferece uma performance visceral e autêntica, capturando a transformação de um jovem idealista em um veterano marcado pela trauma da guerra. A evolução de Paul é central para a narrativa, e Kammerer consegue transmitir essa jornada com profundidade emocional, refletindo a perda da inocência e a desilusão que muitos jovens enfrentam ao serem enviados para a frente de batalha. O elenco de apoio, incluindo Albrecht Schuch como Stanislaus “Kat” Katczinsky e Aaron Hilmer como Müller, contribui significativamente, trazendo à vida a camaradagem e a solidariedade que surgem em meio ao horror da guerra.

O roteiro, baseado no romance de Remarque, é cuidadosamente adaptado para manter a essência da obra enquanto incorpora elementos contemporâneos que ressoam com a audiência atual. A narrativa não se limita a mostrar os horrores da guerra, mas também explora as consequências psicológicas que ela impõe aos soldados. O filme apresenta diálogos impactantes que expõem a futilidade do conflito e as promessas vazias feitas pelos líderes, ao mesmo tempo em que destaca a experiência visceral dos que estão em combate. Essa abordagem humaniza os personagens, permitindo que o público se conecte emocionalmente com suas histórias e, assim, compreenda a dor e o sofrimento que a guerra inflige.

Além disso, a trilha sonora composta por Volker Bertelmann, também conhecido como Hauschka, desempenha um papel crucial na construção da atmosfera do filme. As composições são sutis, mas carregadas de emoção, acompanhando a narrativa de maneira a amplificar a intensidade das cenas de batalha e a quietude dos momentos de reflexão. A música se entrelaça com os efeitos sonoros, criando uma experiência sensorial que imerge o espectador na realidade brutal do conflito.

Outro aspecto importante a ser destacado é a abordagem crítica do filme em relação à guerra e à militarização. “Nada de Novo no Front” não é apenas uma representação da luta física, mas uma meditação sobre os efeitos devastadores que a guerra tem sobre os indivíduos e a sociedade como um todo. O filme questiona o heroísmo glorificado muitas vezes associado ao combate, retratando-o como um ciclo interminável de dor e perda. Esse foco na crítica social é particularmente relevante em um mundo contemporâneo marcado por conflitos armados e discussões sobre a natureza da guerra.

A adaptação de Berger também se destaca por sua capacidade de evocar emoções profundas, fazendo com que o espectador reflita sobre as realidades do combate. O filme não apresenta uma visão romantizada da guerra, mas sim uma representação crua e honesta que pode ser perturbadora, mas necessária. Essa abordagem desafiadora é essencial para compreender a mensagem central da obra: a guerra não é uma aventura gloriosa, mas sim uma experiência que deixa cicatrizes profundas nos indivíduos e na sociedade.

“Nada de Novo no Front” é uma obra cinematográfica poderosa e relevante que se destaca por sua cinematografia impressionante, atuações impactantes, um roteiro sensível e uma trilha sonora envolvente. Ao adaptar um clássico da literatura, Edward Berger consegue criar uma narrativa que não apenas homenageia a obra original de Remarque, mas também a torna pertinente para as novas gerações. O filme serve como um lembrete doloroso das realidades da guerra, fazendo com que o público reflita sobre as implicações humanas e sociais do conflito. Para aqueles que buscam uma reflexão profunda e uma experiência cinematográfica significativa, “Nada de Novo no Front” é uma obra essencial que não deve ser ignorada.
Gustavo
Gustavo

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2024
Esse filme é um filme muito bom que fala sobre a realidade dos soldados no front de batalha na primeira guerra mundial.Ele também tem um efeito visual impressionante com várias explosões e o caos espalhado pelo campo de batalha.Esse filme também conta sobre a história do armistício que deu a Alemanha sua rendição na guerra
Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de julho de 2024
Há filmes de guerra que a observam como uma experiência sensorial (Dunkirk). Outros aliam a esta uma dose de dramaticidade – por mais eventualmente clichê que seja – como O Resgate do Soldado Ryan. Saudado por boa parte da crítica como um dos filmes destacados do ano de seu lançamento, esta nova adaptação do clássico romance de Remarque, já levado às telas por Lewis Milestone, e curiosamente numa metragem ainda maior que este (em 4 minutos), duração um tanto incomum para a época na qual foi lançado, quase um século antes deste, esta produção não chega a bom resultado com nenhum destes termos.

mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/07/filme-do-dia-nada-de-novo-no-front-2022.html
Netto Rocha
Netto Rocha

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de abril de 2024
Um filme maravilhoso,pode assistir sem dúvidas, vc vai ficar preso do início ao fim.
Uns dos melhores filmes de guerra que já assisti.
Recomendo muito.
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