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Joao Victor Tavares Kietzmann
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0,5
Enviada em 21 de julho de 2026
Barbie poderia ter sido uma comédia leve, criativa e nostálgica sobre uma personagem que marcou gerações. Em vez disso, o filme transforma uma marca de brinquedos em um manifesto feminista raso, carregado de caricaturas, discursos panfletários e uma visão infantilizada das relações entre homens e mulheres.
O principal problema não é o filme abordar desigualdade, identidade feminina ou expectativas sociais. Esses temas poderiam render uma história inteligente e equilibrada. O problema é a forma como tudo é apresentado: mulheres são constantemente tratadas como vítimas de um sistema masculino opressor, enquanto os homens aparecem como inseguros, incompetentes, emocionalmente dependentes ou moralmente inferiores.
Ken não é desenvolvido como personagem. Ele funciona como uma piada prolongada sobre a masculinidade. Quando conhece o mundo real, entende o patriarcado de maneira absurda, como se ser homem significasse dominar mulheres, admirar cavalos e impor uma estética exageradamente masculina. O roteiro não demonstra interesse em compreender os homens, apenas em ridicularizá-los.
Barbielândia também revela a incoerência central do filme. No início, as Barbies ocupam todas as posições de poder e os Kens vivem sem representação política, profissão relevante ou propósito próprio. Essa estrutura é apresentada como divertida e aceitável. Quando os Kens assumem o controle, entretanto, o filme trata imediatamente a situação como opressão. A mensagem implícita é evidente: concentração de poder é condenável somente quando beneficia os homens.
O discurso feminista da personagem Gloria sintetiza a proposta do filme. A cena tenta emocionar ao listar expectativas contraditórias impostas às mulheres, mas não existe qualquer tentativa de reconhecer que homens também enfrentam cobranças sociais, como a obrigação de serem fortes, bem-sucedidos, provedores, confiantes e emocionalmente controlados. O sofrimento feminino é tratado como uma questão social; o sofrimento masculino, como motivo de piada.
Até mesmo o conflito final evita qualquer reconciliação verdadeira. As Barbies manipulam emocionalmente os Kens, provocam conflitos entre eles e retomam o poder. Depois, oferecem pequenas concessões políticas, reproduzindo exatamente o tipo de desigualdade que o filme afirma criticar. Não há igualdade, diálogo ou cooperação. Há apenas a substituição de uma dominação pela outra, celebrada porque o grupo vencedor é feminino.
Visualmente, o filme é competente. Os cenários são elaborados, o figurino é criativo e Margot Robbie e Ryan Gosling demonstram carisma. Porém, qualidades técnicas não salvam um roteiro que reduz questões humanas complexas a slogans ideológicos. A produção prefere aplausos fáceis, referências políticas e discursos prontos a construir personagens profundos.
Barbie não defende igualdade. Defende uma narrativa na qual mulheres devem ser compreendidas e valorizadas, enquanto homens podem ser diminuídos, manipulados e ridicularizados sem que isso seja considerado problemático. É uma obra que critica estereótipos femininos enquanto reforça estereótipos masculinos.
Como entretenimento, é cansativo. Como reflexão social, é superficial. Como defesa da igualdade, é contraditório. E como filme voltado para um público amplo, desperdiça completamente a oportunidade de promover respeito mútuo entre homens e mulheres.
Nota final: 0/10. Uma propaganda feminista visualmente sofisticada, mas intelectualmente desonesta, moralmente desequilibrada e narrativamente vazia.
Lacração do começo ao fim. Querem desconstruir justamente o que tornou a boneca tão famosa. Já que nao tem capacidade de criar novos personagens famosos (que vão de encontro com a ideologia, pois ninguem compraria, entao tentam destruir os existente). Do mesmo jeito que tentam fazer com todos os outros super-heróis, personagens etc de sucesso. A atriz é linda, mas o filme é uma porcaria.
Gostei bastante! A história é bem interessante, gostei de como eles usaram as pautas contra o patriarcado, retrata bem os estereotipia também, é um filme que te emociona... O elenco é bom, a trilha sonora é incrível! Recomendo!
Apesar de parecer tosco e infantil, o filme retrata diversos temas importantes na construção de padrões de comportamento. Não é um filme para crianças.
Filme inteligente e fora dos padrões. Levanta críticas muito relevantes com muito humor e perspicácia. Uma verdadeira surpresa. O que parecia fútil é na verdade uma grande reflexão sobre o universo feminino.
There are some things that I found a bit heavy for a character aimed at children, it has swearing, feminism, but apart from that I thought it was very cool, dynamic, and magical.
(Filme assistido entre segunda e terça, 1 e 2 de dezembro de 2025)
Pra não dizer muita coisa, o elenco desse filme é aleatório demais. Kkkkkk Mas já que eles tiveram a proeza de fazerem um filme sobre ela, um de Hot wheels é aguardado, e que caprichem nele!
Eu adorei o filme. Não tinha expectativa e no fim me deparei com uma reflexão sobre o "mundo Barbie", muito bem construída além de ser uma homenagem a boneca e sua criadora. É leve com momentos divertidos, atuação excelente e a trilha sonora também é muito boa. Enfim, recomendo. Assista sem pré conceitos e irá se surpreender
É UM FILME MUITO BOM SÓ PECARAM NA CLASSIFICAÇÃO INDICATICA POIS, A CENAS QUE CRIANÇAS DE 10 ANOS NÃO PODERIAM VER COMO O FINAL DA BARBIE INDO PARA A GINECOLOGISTA!!!
Que filme sensacional, acabando com o preconceito de muitos é um filme com uma comédia interessantíssima um fluxo muito legal de se assistir e uma história realmente boa é muito impressionante o quanto esse filme é bom.
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