Além da Escuridão - Star Trek: Críticas - Página 10
Além da Escuridão - Star Trek
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Enviada em 16 de junho de 2013
Mas o que diabos está acontecendo com Hollywood? Não há como negar que "Além da Escuridão - Star Trek" levou a franquia a um novo patamar de ação e feitos especiais. Mas como em uma viagem em dobra, foi vertiginosamente rápido. O que me leva a refletir um pouco sobre o que Hollywood está passando agora. Uma onda de filmes feitos pela ação, e apenas por ela. Capitão Kirk, Spock, Uhura... Todos eles estão lá. Mas a essência de Star Trek se perdeu. J.J. Abrams entrega um filme para o grande público, mas não consegue entregar um filme para os fãs da série. Pois bem, o filme, sim, é bom. mas há muito do que se reclamar. Uma dessas coisas, por mais incrível que se pareça, é a ação desenfreada. Isso tira do filme vários momentos reflexivos e conversas bem mais elaboradas. Há poucos momentos calmos, pois o filme é intenso ao extremo. Filmado em 2D convencional e convertido para 3D posteriormente, até que se pensou até demais no formato. A grandiosidade vista na tela é linda, maravilhosa. As viagens, as brigas, os combates são todos bonitos. Mas não é necessário haver tantas explosões seguidas e tantos momentos de tensão. É preciso um pouco mais de calma. É para isso que existe o clímax em um filme. É ali que se solta toda a tensão guardada durante os conflitos dos personagens. Isso não ocorre em "Além da Escuridão". É tensão o filme todo, sendo liberada a cada cena. Ação pela ação. Mas deixando a reclamação de lado, há muitas coisas boas também. O vilão conduzido por Benedict Cumbertach é ótimo. Bom, em alguns momentos o ar misterioso e sua voz imponente não assustam mais e podem até parecer exagerados, mas ainda assim salva uma ótima atuação. Outro ator que se supera mais uma vez é Zachary Quinto. O Spock. Se havia alguma dúvida sobre sua escolha para o personagem, nesse filme elas são dizimadas como foi Vulcano. É, sem dúvidas, a melhor atuação do filme, que pode parecer fácil para alguns, mas definitivamente, não é. Chris Pine e Zoe Saldana continuam mantendo o mesmo ar de seus personagens, nem melhoram nem pioram, mas, assim como os outros, cravam seus nomes em seus lugares de direito como Kirk E Uhura. A parte técnica está impecável e isso não é novidade. Como dito, as cenas no 3D estão de encher os olhos. Melhor ainda se você for assistir no formato iMAX. A Enterprise mais parece uma personagem do filme quando, à bela trilha sonora, surge imponente na tela em vários momentos de glória - e desgraça. Até agora, o filme tem os melhores efeitos, edição e montagem de som do ano. O filme não possui um grande alívio cômico, mas suas piadas, quando existentes, são inteligentes e bem apropriadas. O que é um ponto bom do filme. Muitos já devem ter assistido o filme nas pré-estreias especiais, mas ainda tem muito chão para o novo filme da franquia - o último dirigido por Abrams, que já deixa um ar de Star Wars em Star Trek. O que posso dizer, resumindo tudo isso é que a ação feita para conquistar o novo público não pareceu suficiente. Então botaram mais ação. E mais. E então coisas muito importantes foram esquecidas e deixadas de lado. O teletransporte faz coisas que na série antiga era impossível por exemplo. O filme é um bom entretenimento, mas até certo ponto decepciona. E que o final proposto pelo filme marque os novos rumos da franquia, indo aonde o homem nunca foi. Se eu pudesse dar-lhe uma nota, "Além da Escuridão - Star Trek" não receberia nota máxima. Vida longa e próspera à Enterprise. E boa sorte ao diretor do terceiro filme. Vai ter que concertar muita coisa.
“Seu pai foi capitão de uma nave estelar por apenas 12 minutos antes de morrer. Salvou 800 vidas, incluindo a da sua mãe e a sua. Desafio a você a fazer melhor.” – capitão Pike (Star Trek – 2009). Esta frase deu início a muitas viagens e aventuras no espaço. Se não fosse o desafio de provar que podia fazer melhor, Jim Kirk nem teria entrado para a Frota Estelar. Quem não conhece esta grande franquia que existe há mais de 45 anos, criada por Gen Roddenberry? “Além da escuridão: Star Trek” estreou oficialmente na última sexta-feira, 14 de junho. Para quem gosta de muitos efeitos especiais unidos a um ótimo roteiro, não poderá perder esta ida ao cinema. Os queridos personagens voltam às telonas em 3D e Imax, sob direção de J.J. Abrams. Com grandes filmes e séries em seu currículo como Alias e Lost, ele já está garantido para o último filme de Star Wars. Os fãs que estão contentes pela nova escolha. O filme começa com Spock (Zachary Quinto) salvando um planeta primitivo da erupção de um vulcão. Correndo risco de vida, o capitão James T. Kirk (Chris Pine) quebra muitas regras para salvá-lo, por isto perde sua nave ao capitão Pike (Bruce Greenwood). Porém, John Harrison (Benedict Cumberbatch) ataca uma biblioteca pública para começar uma guerra contra a Frota. Kirk e sua equipe ficam com a missão de capturá-lo no império Klingon e evitar uma guerra. Fácil, não acham? O ator Cumberbatch, faz a série Sherlock, pela BBC, incorporando nosso querido detetive. Um grande ator que vem ganhando espaço na indústria cinematográfica e televisiva, que interpretou um vilão duvidoso, rancoroso e capaz de manipular os outros, tornando-o convincente neste papel. A equipe da Enterprise continua numa grande sintonia. Cada um com sua característica aporta uma ajuda à tripulação. Bones Mcsoy (Karl Urban) possui diálogos e situações engraçadas formada por sua descrença que tudo acabará bem e por muitos medos que possui. Hikaru Sulu (John Cho) é um fiel aliado, sempre disposto a acatar ordens de qualquer capitão. Nyota Uhura (Zoë Saldanha) é especialista em idioma e namorada de Spock. E por último, Scotty (Simon Pegg), um cientista louco e muito inteligente que conquistou seu espaço na nave. Com certeza o primordial é ser diferente para complementar a equipe. E como não falar da relação de amizade complicada e sincera de Spock e Kirk. Eles são muito diferentes, mas acho que por isto dão tão certo. Um é super inteligente e só segue regras, não consegue ter nenhum sentimento e o outro é impetuoso, corajoso e preza demais a amizade. Faria qualquer coisa para salvar a sua tripulação, prender o inimigo e proteger seus amigos. Mas além destas grandes atuações, o roteiro do filme foi muito bem trabalhado e desenvolvido por Alex Kurtzman, Roberto Orci e Damon Lindelof, com bastante ponto de giro e tensão, deixa a história mais dinâmica. O público fica com dúvidas até o momento final, podem esperar muita aventura e itens dramáticos na história. Porém, teve uma falha que foi a personagem da Dra. Carol Marcus, filha do comandante, que ficou perdida na história não fortalecendo seu personagem. Além de ser completamente desnecessária a sua aparição seminua. A atriz Alice Eve (Homens de Preto 3) também não foi convincente no papel. A edição de Maryann Brandon e Mary Jo Markey e os efeitos visuais dão um toque mais do que especial no filme, porque se nestes casos os efeitos não forem bons, perde a essência do longa-metragem. Star Trek é o tipo que precisa ser visto em Imax ou 3D e ao contrário do que muitos fazem, Abrams gravou em câmera Imax e depois a transformou em 3D. Como é uma franquia muito antiga, eles resolveram trazer pela 8ª vez um ator para interpretar seu personagem no longa, sabe quem é? É fácil identificá-lo. Foi o único a participar tantas vezes com seu personagem. Com muitos fãs ao redor do mundo, o novo filme já arrecadou US$ 387 milhões só com as 3 semanas de pré-estreia. Realmente é um grande filme para quem gosta de ficção-científica, muita ação e aventura, com um ótimo roteiro e efeitos visuais. Desejo a todos um bom filme! É só escolher 3D ou em Imax, o que você preferir.
Além da Escuridão - Star Trek simplesmente superou todas as minhas expectativas. Tudo foi perfeito, do vulcão em erupção no começo do filme até a luta final de Spock e John Harrison (Khan). Ele é com certeza um dos melhores filmes que eu já assisti, senão o melhor.
Este trabalho pode até fazer parte de uma nova trajetória do legado Star Trek, mas aqueles que são apaixonados por ficção científica e que adorariam "viajar através da dobra" com certeza vão se apaixonar por este filme. E claro, lembrando-nos sempre da famosa frase conhecida pelos trekkies: "Para audaciosamente ir aonde nenhum homem jamais esteve".
Para aquele fã ‘exigente’ e ‘radical’ de Jornada nas Estrelas, (como EU) que se mantém totalmente fiel aos costumes antigos, posso dizer que J.J Abrams - que agradou no primeiro longa – não decepciona no segundo. Sendo fascinado pelo gênero (tenho em minha estante a série original, Deep Space Nine e Enterprise, mais todos os filmes), posso dizer que o novo Kirk fez com que eu esquecesse o imponente Jonathan Archer (protagonista da série “Jornada Nas Estrelas: Enterprise”), que, na minha opinião, trouxe uma nova dimensão para um capitão de uma nave tão renomada. E sim, vou rever a série novamente (devido a estreia desse longa tão aguardado)…Enfim, vamos ao que interessa. Em 2009 foi possível ver um retorno da franquia em forma juvenil, onde o famoso capitão Kirk era um rebelde (e muito inteligente) que não sabia aproveitar seus momentos de sorte. O fato é que se compararmos com a série clássica, podemos ver que na versão antiga não tivemos possibilidade de ver Kirk nascer, crescer e ,infelizmente morrer. A composição feita há 3 anos atrás mostrava que era tudo que queríamos ver e um bocado mais. Tão grandioso e impactante quanto seu antecessor, Além da Escuridão equilibra-se entre fazer todo tipo de referência ao filme anterior e reverência a elementos já consagrados daquele universo. Todos sabemos que Jornada Nas Estrelas nunca foi uma grande geradora de dinheiro, mas sim de seguidores e paixões adquiridas ao longo de tantos anos de uma franquia que nunca morre (e assim espero), pois imortalizar novamente um Spock ou Kirk tem lá suas dificuldades e transformar essa paixão em bilheteria – e consecutivamente dar sobrevida à série – é o papel do produtor. E se o primeiro grande acerto do longa concentra-se em seus atores, o segundo está no personagem do excelente Benedict Cumberbatch, que construiu um vilão tão ameaçador quando o Nero do primeiro filme, mas muito mais tridimensional e inteligente, considerando que suas ações surgem sempre pautadas por uma motivação ideológica – até certo ponto compreensível – e que acaba moldando as próprias escolhas que Kirk e Spock fazem à medida em que a trama ganha dimensão. Cumberbatch está aterrorizante, lúcido e fascinante o tempo todo. Na verdade, ele é o vilão que Nero (Eric Bana) não conseguiu ser no primeiro longa – e suas motivações e revelações devem arrancar aplausos dos fãs, pois foi de uma total sensibilidade que, ao vê-lo chorar, lagrimas desceram de meus olhos também. O diretor remete ao espectador a combinação perfeita de sequências de ação de cair o queixo com dramas pessoais cativantes, que faz desse filme uma intensa obra de entretenimento, ancorada por aquilo que considera-se uma das mais excitantes performances de um elenco já visto em um gênero tão repudiado pela maioria. O curioso de tudo é o que Abrams recuperou a dinâmica que define o real poder da franquia Jornada nas Estrelas e a utilizou de uma forma que ressoa forte com o público, pois é difícil acreditar que uma sala de quase 300 pessoas estaria com apenas 5 lugares disponíveis em pleno sábado às 21h. Para um filme sci-fi é praticamente um Oscar.
Se voltarmos ao passado, especificamente ao filme de 1982 (A Ira de Khan), posso dizer que em "Além da Escuridão – Star Trek" será possível sentir a ira de Spock, que foi algo ‘super‘, magnífico e chocante. Foi difícil ver a natureza Vulcana ‘morrer’ e aflorar seu lado mais humano possível em cenas que me fascinaram ao extremo (como aplaudia sem vergonha em pleno cinema e gritava a cada cena chocante com os amigos Kirk e Spock), fazendo desse longa algo majestoso e puro. A fantasia e os efeitos visuais utilizados nos alienígenas mostra o por que o Star Trek de 2009 conseguiu ganhar o Oscar de Melhor Maquiagem e é passível de voltar a acontecer, pois é algo fenomenal, sem sombra de dúvidas.
Resumindo durante a exibição que eu fui, pude ouvir em diversos momentos aplausos de outros fãs exaltados (eu era um deles) e posso afirmar que Além da Escuridão – Star Trek é uma linda odisseia no espaço para toda a família, onde aquele que não é Trekker terá a chance de ter entretenimento empolgante, tornando-se um verdadeiro Trekker no :As viagens da Enterprise estão apenas começando novamente e em velocidade "TRANS-WARP" - AUDACIOSAMENTE INDO ONDE NINGUÉM JAMAIS ESTEVE !!!
Um filme para marcar definitivamente a série como a melhor produção de ficção cientifica de todos os tempos, muito melhor que o primeiro filme, com a melhor trilha sonora que já tive o prazer de apreciar. Os personagens são fantásticos, cenários muito bem construídos, os primeiro 15 minutos de filme já dão o clima de como será a aventura.
Todas as minhas expectativas acerca do novo filme da franquia, reinicializada em 2009 por J.J Abrams, estão enormes. A volta do diretor, o amadurecimento dos atores, os pôsteres e trailers de divulgação, por exemplo, criaram um espírito de espera e ansiosidade fortíssimos. Fico feliz em escrever, que, Além da Escuridão- Star Trek corresponde à toda minha imaginação sobre ele.
Ainda tive mais algumas surpresas em relação a narrativa. É ágil (tem ótimos ganchos como uma série televisiva), gostosa e divertida. Mas, tenho pequenas restrições quanto à resolução da trama. Em algumas horas, eu estava mais ciente do que estava acontecendo e em outras fiquei, literalmente, "boiando".
Os efeitos especiais são inovadores, lindos (assim como Oblivion) e a ação é sempre bem conduzida por Abrams, que sabe como empolgar, informar e divertir bastante. Além disso, a trilha sonora de Michael Giacchinno já havia demonstrado ser bastante épica e coerente com a série original no primeiro filme e comprova isso mais uma vez aqui.
Mas, é lógico que preciso destacar a presença estonteante de Benedict Cumberbatch. Estrela da série Sherlock e o dragão Smaug de O Hobbit, o ator britânico tem toda a força necessária que o personagem pede, entrega-lhe uma voz grave e potente e ótima presença de vilão, sabe envolver a plateia e ser odiado por ela.
Ainda como diversão, o segundo Star Trek continua expandindo seus horizontes. O uso do 3D é coerente, rápido e eficaz, assim como os afiados diálogos escritos por Damon Lindelof, Roberto Orci e Alex Kurtzman, em geral, para a dupla central.
Acho que alguns personagens ainda não foram tão bem explorados quanto poderiam, como Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchim), Dr. McCoy (Karl Urban, por enquanto apenas o rabugento engraçado) e até mesmo Scotty (Simon Pegg, um pouco menos irônico do que no primeiro). Ao invés de desenvolve-los, os roteiristas criaram uma nova tripulante para integrar a nave: Carol Marcus, interpretada pela belíssima Alice Eve, uma espécie de interesse amoroso para Kirk, mas que não acontece, ocasionando a inutilidade da personagem e da atriz (que tem direito a uma cena de calcinha e sutiã).
Em suma é isso: Além da Escuridão- Star Trek é uma delícia de divertimento repleto de qualidade, bem dirigido por J.J Abrams, com efeitos visuais deslumbrantes e um vilão memorável. Isso sim é ficção científica e não o que nos foi mostrado em Depois da Terra.
os trekker podem respirar aliviados,j.j abrams conseguiu mais uma vez: "além da escuridão" é a melhor coisa já feita sob a bandeira de star trek. essa continuação eleva a enésima potencia todos os elementos que funcionaram no longa anterior:ritmo intenso,ação espetacular,humor afiado e ótimas atuacões de todo elenco que mantém sua quimica notável o vilão memorável é vivido com garra por benedict cumberbacht .o excelente ator deita e rola no papel e nos entrega um vilão tão intenso quanto o coringa de heath fim temos que tirar o chapéu mais uma vez para o grande diretor j.j abrams,é incrível como ele sabe anabolizar a narrativa para agradar o público de hoje,sem no entanto deixar de lado os elementos que fizeram da série um longa e próspera para j.j abrams e para sua reimaginação de um dos maiores clássicos da ficção!
Na minha opinião, o filme aborda assuntos sociológicos que vai fundo nos aspectos egocêntricos, sem deixar de lado o ideal e os aspectos positivos e negativos do ser humano. O fato, é que os temas mais abordados são a amizade, a humildade e o egoísmo, que faz com que o personagem principal perca o que mais lutou para ganhar. O filme faz pensar como as pessoas são realmente e o que elas fariam para conseguir o que querem. O filme tem um roteiro maravilhoso, que faz uma pequena alteração no original, o que não deixa o filme muito diferente do que foi filmado no século passado. Os efeitos especiais do filme agradaram a todos, foi tudo muito bem feito e planejado, o que deixou a maioria dos que assistiram satisfeitos os aspectos do filme. A pergunta é: Será um sucesso? Tem tudo que um filme precisa para ser bem criticado.
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