Ah, o Lanterna Verde de 2011… meu amigo, que VERGONHA ALHEIA EM FORMA DE FILME! Eu nem sei por onde começar, mas vamos direto ao ponto mais ridículo: a ARMADURA DIGITAL do Ryan Reynolds. Aquilo ali é o auge do constrangimento Parecia que tinham colado um uniforme de videogame barato em cima dele, feito no Paint 3D!
Sério, quem foi o gênio que achou uma boa ideia fazer a roupa toda em CGI? A textura daquilo é horrível, brilhante demais, com umas veias verdes piscando igual luz de Natal! Toda vez que o Hal Jordan aparece “transformado”, eu tinha que segurar o riso. Ficou tão artificial que parecia que ele tava em outro filme, isolado do resto da cena. E o pior: colocaram até MÁSCARA digital na cara dele! Nem isso deixaram o coitado usar de verdade. Resultado? Um boneco digital flutuando com a cara do Deadpool antes do trauma.
A atuação do Ryan Reynolds... olha, ele tentou, mas o roteiro não ajudou. Tentaram fazer um herói engraçadinho, mas ficou forçado, sem graça, e sem impacto nenhum. Você não acredita por um segundo que esse cara é digno do anel. Ele parece mais um estagiário da tropa dos Lanternas.
O vilão? Meu Deus... o Hector Hammond parece um meme ambulante. Uma cabeça inchada, suando o tempo todo, com cara de quem tá com enxaqueca crônica. E o tal do Parallax? Uma fumaça amarela gigante com cara de lombriga espacial. Medo? Nenhum. Vergonha? TODA!
E ainda tiveram a cara de pau de colocar aquele monte de alienígena com CG todo tosco, tudo com cara de plástico derretido. Era pra ser épico, mas parecia um desfile de carnaval feito com orçamento de R$ 5,00. E o enredo? Uma bagunça! Nada tem peso, nada empolga. É só um festival de efeitos mal feitos, piadinhas ruins e cenas que parecem esquetes de paródia.
No fim, o Lanterna Verde de 2011 é uma bomba verde voadora que explodiu na cara de todo mundo. É ruim, mal feito, vergonhoso, e a armadura digital… olha, devia virar estudo de como não fazer CGI em filmes de herói. Nota: menos lanterna, mais vergonha!