Média
3,0
1216 notas
5
5 críticas
4
9 críticas
3
11 críticas
2
13 críticas
1
15 críticas
0
11 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Fim dos tempos é um filme de ficção científica/terror que contou com a direção e roteiro de Night Shyamalan. Na trama, acompanhamos Eliot (Mark Wahlberg), um professor de biologia para adolescentes, que tem sua rotina interrompida diante de um evento apocalíptico. Com a intenção de procurar salvar a sua esposa Alma (Zooey Deschanel), parte junto com seu amigo Julian (John Leguizamo) para atravessar o país e ficarem protegidos. Partido de uma premissa simplista; que uma toxina contida nas plantas se expalham diante do vento e retiram o senso de autopreservacao da espécie humana, Shyamalan inaugura uma má fase de suas obras. O filme ao menos nao perde tempo e vai logo apresentando sua problemática (embora que ainda obscura no primeiro ato) até pq o logo tem apenas 90 minutos. Embora tido como um filme B do cineasta, aqui temos novamente a temática sobre religião, ciência, família problemática, ou seja, os mesmos elementos de sempre. Aqui ainda é pior, pois é apresentada de forma rasa. É fato que o roteiro brinca com o absurdo, em um país sem comunicação e com pessoas que nao sabem bem o que fazer ou para onde ir. Com relação ao casal protagonista, percebemos a ausência de química: e não é pq o casal já vinha mal antes dos acontecimentos. Mas pelo fato do desfecho entre o casal, isto é quando a família está feliz, nao transmite grande emoção. Embora que a personagem Alma seja um pé no saco ( vide a cena em que Eliot procura pensar em uma solução em meio ao caos e ela fica perguntando o que se deve fazer). Fora a ideia de uma saída para jantar com um colega de trabalho que foi colocada ( poderia ser uma traição em si). No mais, é um filme para apenas se passar o tempo.
O filme é medíocre no geral. Fica a sensação de M. Night Shymalan escreveu o roteiro em uma tarde apenas. Não funciona como ficção científica, pois não há uma explicação clara para o fenômeno que acontece, e as teorias levantadas pelos personagens são bem toscas. Também não serve como suspense, pois as mortes e o comportamento dos personagens são igualmente toscos. Algumas pessoas dizem que o filme acaba sendo engraçado, mas isso não é verdade. A única sensação que esse filme causa é de frustração, pois é uma perda de tempo.
“Fim dos Tempos” é um filme que desperta opiniões divididas, mas, para mim, é uma obra que merece mais reconhecimento do que costuma receber. Por mais que muitos o critiquem, há algo profundamente interessante em sua proposta: a natureza, cansada de ser agredida e desrespeitada, reage contra a humanidade. Em vez de terremotos, maremotos ou incêndios, ela usa algo invisível — toxinas liberadas no ar — que levam as pessoas a tirarem a própria vida.
Essa ideia, por si só, já é poderosa. O diretor propõe uma inversão inquietante: o planeta, visto como algo passivo, assume o papel de força ativa e consciente, respondendo aos danos que sofre. O resultado é um suspense ambiental que mistura o terror psicológico à crítica ecológica. Não há vilões clássicos, apenas o reflexo da nossa própria destruição.
A atmosfera do filme é marcada por um clima constante de mistério e impotência. O vento que balança as árvores e o silêncio dos campos passam a carregar um peso ameaçador — como se o próprio ar se tornasse inimigo. Apesar de algumas falhas de ritmo e atuações que dividem opiniões, a narrativa se sustenta pela força simbólica de seu tema: o equilíbrio natural rompido pela arrogância humana.
O final, por outro lado, é enigmático — e é justamente isso que o torna fascinante. As toxinas, que dizimaram tantos, parecem poupar o casal protagonista e a criança que os acompanha. Essa escolha deixa uma sensação de ambiguidade: teria a natureza reconhecido naquele pequeno grupo um resquício de esperança? Talvez o gesto simbólico de cuidado e união entre eles seja a mensagem de que, enquanto ainda houver empatia e humanidade, o planeta não desistirá completamente de nós.
“Fim dos Tempos” pode não ser um filme perfeito, mas é uma obra que provoca reflexão. No fundo, ele não fala apenas sobre o colapso ambiental, mas sobre a necessidade de reconexão entre o homem e a natureza. A Terra, como o filme sugere, não precisa nos destruir — basta nos fazer enxergar que a ameaça maior sempre esteve dentro de nós mesmos.
PS: Eu amo esse filme
Essa ideia, por si só, já é poderosa. O diretor propõe uma inversão inquietante: o planeta, visto como algo passivo, assume o papel de força ativa e consciente, respondendo aos danos que sofre. O resultado é um suspense ambiental que mistura o terror psicológico à crítica ecológica. Não há vilões clássicos, apenas o reflexo da nossa própria destruição.
A atmosfera do filme é marcada por um clima constante de mistério e impotência. O vento que balança as árvores e o silêncio dos campos passam a carregar um peso ameaçador — como se o próprio ar se tornasse inimigo. Apesar de algumas falhas de ritmo e atuações que dividem opiniões, a narrativa se sustenta pela força simbólica de seu tema: o equilíbrio natural rompido pela arrogância humana.
O final, por outro lado, é enigmático — e é justamente isso que o torna fascinante. As toxinas, que dizimaram tantos, parecem poupar o casal protagonista e a criança que os acompanha. Essa escolha deixa uma sensação de ambiguidade: teria a natureza reconhecido naquele pequeno grupo um resquício de esperança? Talvez o gesto simbólico de cuidado e união entre eles seja a mensagem de que, enquanto ainda houver empatia e humanidade, o planeta não desistirá completamente de nós.
“Fim dos Tempos” pode não ser um filme perfeito, mas é uma obra que provoca reflexão. No fundo, ele não fala apenas sobre o colapso ambiental, mas sobre a necessidade de reconexão entre o homem e a natureza. A Terra, como o filme sugere, não precisa nos destruir — basta nos fazer enxergar que a ameaça maior sempre esteve dentro de nós mesmos.
PS: Eu amo esse filme
Que filme HORRÍVEL, é fim dos tempos mesmo, pois depois deste filme não consigo assistir mais nenhum filme kkkkkkkkkk
Eu sei que muita gente não curte o filme, nem mesmo os próprios atores. Mas eu gosto bastante, gosto da trilha sonora, da ideia central do filme (bom, sou bióloga e achei a ideia plausível para uma ficçao num filme). Apenas acho que poderiam ter melhorado um pouco o roteiro. Mas nem de longe é ruim como o pessoal fala, assisti mais de uma vez.
Filme: Fim dos Tempos
Elenco: @markwahlberg @zooeyschanel @johnleguizamo @ashlynsanchez @ohnospenny
Modelo: #suspense #epidemia
Duração: 1h 31m Ano: 2008
Minha opinião: Filmes semelhantes Um Lugar Silencioso, The Silence, Bird Box, Lugar Silencioso, Rua Cloverfeild, Próxima Parada Apocalipse,... É um daqueles filmes meio sem pé e sem cabeça, que aparece uma praga ou alien ou um vírus, do nada aparece e do nada desaparece. Onde todos devem evitar de fazer barulho ou qualquer tipo de som e respirar o vento que transmite tipo um neuro toxina que faz pessoas afetadas se suicidam. Fazendo uma grande parte a população morresse. A interpretação é boa dos atores e até de como desenrola o filme. Mas você fica na incógnita do que é o causador de tudo. Você começa com uma ? e termina da mesma maneira ? Temos cenas de tensão que nos segura. Mas ao final tudo desaparece e eles vivem felizes para sempre.
Roteiro e enredo sem pe e nem cabeça, mas que no roteiro do filme foram boas.
Vale apena assistir? Sim se você gosta este estilo de filmes.
Nota: 5
Elenco: @markwahlberg @zooeyschanel @johnleguizamo @ashlynsanchez @ohnospenny
Modelo: #suspense #epidemia
Duração: 1h 31m Ano: 2008
Minha opinião: Filmes semelhantes Um Lugar Silencioso, The Silence, Bird Box, Lugar Silencioso, Rua Cloverfeild, Próxima Parada Apocalipse,... É um daqueles filmes meio sem pé e sem cabeça, que aparece uma praga ou alien ou um vírus, do nada aparece e do nada desaparece. Onde todos devem evitar de fazer barulho ou qualquer tipo de som e respirar o vento que transmite tipo um neuro toxina que faz pessoas afetadas se suicidam. Fazendo uma grande parte a população morresse. A interpretação é boa dos atores e até de como desenrola o filme. Mas você fica na incógnita do que é o causador de tudo. Você começa com uma ? e termina da mesma maneira ? Temos cenas de tensão que nos segura. Mas ao final tudo desaparece e eles vivem felizes para sempre.
Roteiro e enredo sem pe e nem cabeça, mas que no roteiro do filme foram boas.
Vale apena assistir? Sim se você gosta este estilo de filmes.
Nota: 5
Filme péssimo. Comprova a minha teoria de que hoje em dia os estúdios lançam qualquer porcaria, pois sabem que as pessoas vão engolir de qualquer jeito e ainda vão achar que o filme é bom. Perderam totalmente o parâmetro do que realmente seria um bom filme. Fiz questão de assistir até o final para ver até onde todo aquele absurdo iria terminar. Absurdamente ridículo.
Bom filme, que nos faz refletir a respeito da ação humana sobre a natureza e da resposta que ela pode dar à humanidade.
Um filme muito bom, que além do início surpreendente, com aquela série de suicídios, aduz uma mensagem interessante de reação da natureza contra as agressões que sofre. Creio que o único senão foi deixar no ar a personalidade da velha enigmática que acolhe os fugitivos mas ao mesmo tempo os aterroriza. Essa parte deveria ter sido explorada um pouco mais, a meu ver. Quanto ao resto, agradou-me muito.
Nao é ruim como o povo fala. É um filme típico de M Night Shyamalan, bem intenso, com um mistério no ar que te prende pra saber o que é, só faltou o plot twist kkk. Possui uma explicaçao "plausível" para os eventos, não é uma obra prima, mas é um filme que tem começo,meio e fim. Dá pra assistir sem arrependimento.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa