A Própria Carne
Média
3,4
28 notas

12 Críticas do usuário

5
3 críticas
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1 crítica
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Pedro Leal
Pedro Leal

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1,0
Enviada em 29 de março de 2026
A muito tempo não sentia vergonha assistindo um filme. Se tratando da prepotência na fala dos criadores, nos últimos tempos. Me preparei para uma obra prima. Mas precisei aceitar que pra tanto discurso, o resultado foi péssimo.

Me pareceu uma grande palestra em todas as falas, vícios de RPG, tudo precisa ser explicado, até o nome do criador do clorofórmio. Como se o filme e roteiristas estivessem implorando para ser levado a sério. Mas no final, eles mesmos conseguiram fazer a gente rir. Uma pena.
Felipe Lopes
Felipe Lopes

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 26 de janeiro de 2026
Fácilmente classificaria como o pior filme que eu já vi, é nítido pela cinematografia que parece um curta metragem, começa introduzindo um suspense interessante mas falha muito em entregar o que propõe que seria terror, com um final ridículo. Não recomendaria o tempo que o filme tem.
Nelson J
Nelson J

51.028 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de dezembro de 2025
Filme sem climax, cujo o mérito é tratar dos horrores e falta de sentido da guerra. Momentos toscos, mas passa.
Junior Jose
Junior Jose

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de dezembro de 2025
esse aplicativo é muito bom esse aplicativo é bom demais dá para assistir muitos filmes da hora gostei desse aplicativo
Patrick Derick
Patrick Derick

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de dezembro de 2025
O spoiler:
o filme prometia entregar muito porém pra mim não entregou nada, sei que o orçamento era baixo porém bruxa de Blair tbm era e foi incrível, eu fui pela propaganda e apoio ao jovem nerd talvez eu coloquei expectativas de mais e me decepcionei.
Meca Chase
Meca Chase

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de dezembro de 2025
Vou dar uma avaliação papo 10 pro filme sem esses blablabla de critico pai que usa chat GPT pra comentar, o que deixa mais escrachado ainda que essas avaliações são genéricas. Vamos lá, a voz do Percy é braba demais (mesmo dublador do Joe em The Last Of US), trás um ar bem legal de suspense e carrega peso na fala. Se olharmos pra produção do filme os cara fizeram milagre com troco de pinga sem aqueles 1milhão de patrocinadores, acho que deveríamos avaliar bem o filme e apoiar a ideia indo no cinema e deixando criticas construtivas para nosso cinema nacional que tem muita OBRA ESPETACULAR e tirar essa ideia da população que só fazemos filme de comédia mequetrefe. Enfim, eu curti o filme, tem pontos a melhor, claro! Mas que se lasque, pra mim, o filme tem pegada de MainStreaming e cinema profissional. Tão de parabéns todos os envolvidos. E que ideia massa abordar a guerra do Paraguai e tentar trazer pro fantástico a história, dá pra ver que não foi falta de desenvolvimento dos roteiristas e sim falta de orçamento e limitação, então pra mim o filme ta nota 10! Espero que faça dinheiro para continuarem arriscando e experimentando essas ideias novas, chega de só comédia e filme em favela e corrupção, nosso país não é só esse buraco.
Jobs A
Jobs A

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de novembro de 2025
Não consegui gostar e pela primeira vez tive vontade de sair do filme por achar que não teria fim, mesmo tendo uma hora e meia de filme apenas.

Sou fã do jovem nerd e gosto de muitos conteúdos, mas esse para mim foi um produto no qual muitos dizem ser bom, mas para mim não é melhor do que uma novela mediana
Pedro Farias
Pedro Farias

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de novembro de 2025
Fui assistir A Própria Carne com o coração aberto — especialmente por admirar o trabalho do Jovem Nerd e a coragem de investir em cinema de gênero no Brasil. No entanto, a experiência acabou decepcionando.

Desde os primeiros minutos, o filme tenta impor tensão através de uma paleta escura e uma trilha constante, mas o efeito soa forçado. A atmosfera é criada por artifício, não por narrativa. Falta densidade, falta história — e o resultado é um suspense que quer ser opressivo, mas acaba vazio.

As personagens não despertam empatia nem provocam interesse. Falta humanidade, e o espectador permanece distante. Os diálogos, por sua vez, são monótonos — sempre no mesmo tom e intensidade, sem ritmo ou variação emocional. Além disso, a mixagem de som é incômoda: as vozes soam excessivamente próximas do espectador, sem qualquer ambiência. Em muitos momentos, parece que foram dubladas em estúdio, e não gravadas no ambiente da cena, o que quebra totalmente a imersão. Por algum motivo, as vozes e os espaços do filme simplesmente não pertencem um ao outro.

Outro problema grave está na espacialidade. Mesmo com um cenário reduzido, o filme não consegue nos situar. Não entendemos como os cômodos da casa se conectam, nem onde o celeiro está em relação à residência. Essa desorientação geográfica não é intencional — é resultado de uma direção que não domina a mise-en-scène. Num filme de terror, o espaço é um personagem; aqui, ele é apenas um borrão.

Percy entrega uma boa atuação, talvez a mais consistente do elenco, mas sua performance parece limitada por uma direção que não sabe como valorizá-la. Os diálogos são engessados e a direção de atores carece de naturalidade, transformando o que poderia ser tensão em artificialidade.

No fim, o que mais incomoda em A Própria Carne é a insistência em parecer um filme tenso, mesmo sem ser. Tudo é montado para impor peso e gravidade, mas sem nunca construir de fato essa sensação. Faltam momentos de respiro, de humanidade, de contraste. O início, por exemplo, poderia ter mostrado os guerreiros em um ambiente mais realista — com luz natural, cores abertas e um pouco de vida — antes que a escuridão se instaurasse. Esse contraste daria contexto, criaria vínculos e tornaria o horror genuíno. Sem isso, o filme permanece fechado em sua própria estética, tentando ser denso sem nunca realmente sentir.
MIGÜEL PV
MIGÜEL PV

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de novembro de 2025
O cinema brasileiro volta a surpreender com “A Própria Carne”, dirigido por Ian SBF, uma produção que prova como o gênero do terror pode ser usado não apenas para assustar, mas também para refletir sobre a condição humana e a história do país.
Paulo Weber
Paulo Weber

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de novembro de 2025
Muito potencial, pouca entrega.
Fui assistir "A Própria Carne" com uma expectativa considerável. A premissa é excelente: um filme de terror nacional ambientado durante a Guerra do Paraguai, misturando horror histórico com elementos que parecem saídos de Lovecraft. Infelizmente, a sensação que ficou ao final da sessão foi de profunda frustração.
Na minha opinião, o filme é bem fraco e desperdiça completamente o cenário que criou.
O principal problema de "A Própria Carne" é o seu roteiro. A história, que segue três soldados desertores encontrando uma casa isolada, parece não saber que rumo tomar. O filme introduz vários elementos interessantes — o trauma da guerra, o passado dos personagens, a mitologia sombria do local — mas não desenvolve nenhum deles de forma satisfatória.
Tudo parece superficial. Os arcos dos personagens são rasos e as motivações mudam de forma abrupta, sem muito sentido.
Além disso, o ritmo é muito lento. O filme gasta um tempo enorme construindo uma atmosfera de tensão que, no final, não leva a lugar nenhum. A direção tenta criar um clima "cult" e sufocante, mas acaba entregando apenas tédio. As cenas se arrastam e os diálogos, que deveriam construir o suspense, muitas vezes soam forçados ou expositivos demais.
Quando o horror finalmente acontece, ele é rápido e pouco impactante. O clímax é apressado e a resolução dos conflitos é anticlimática, deixando uma sensação de "só isso?".
Apesar de uma boa fotografia e uma atuação esforçada do elenco (especialmente de Luiz Carlos Persy como o fazendeiro), eles não conseguem salvar um roteiro que parece mais uma colcha de retalhos de ideias boas que nunca se conectam.
Veredito: É uma pena. O cinema de terror brasileiro tem tido ótimos momentos, mas "A Própria Carne" não é um deles. É um filme que tinha tudo para ser memorável, mas que se perde na própria indecisão e não entrega nem suspense, nem terror. Não recomendo.
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