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Reinaldo P
1 crítica
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1,5
Enviada em 26 de julho de 2026
Um dos piores filmes que já vi. Perdi meu tempo. Acho que o roteirista estava malucão. O diretor e produtores idem. Filme sem pé e sem cabeça. Nem tentando ver metáfora você consegue entender o enredo. O trailer é mais interessante que o filme.
Filme fraco. Pela sinopse achei que tivesse uma criatura, pessoas estranhas, ou algum fenômeno sobrenatural no filme, mas o filme é tão arrastado, não revela nada, os personagens são fracos, não tem carisma nenhum, o filme é confuso, não dá pra saber o que tá acontecendo, enfim, parei de assistir 20 minutos antes do filme acabar.
Homenagear as crianças que vivem em meio a guerra é nobre. Porém com um filme desses a única coisa que eu senti foi raiva. Pelo amor de Deus. Parece que não acaba nunca. Uma enrolação que faz o filme parecer ter 5 horas. Que tempo perdido. Como pode alguém escrever um filme tão ruim
É um dos melhores filmes que assisti nos últimos Surpreendente, comovente, criativo e impactante.
Mas não é para qualquer um. Não é pra quem quer um roteiro óbvio, clichê. O Filme exige que o expectador tenha noções rudimentares dos acontecimentos políticos e da atual guerra, no oriente médio.
Já no início, nas primeiras cenas, o filme te conduz hábilmente a te situar na questão dos refugiados de guerra:spoiler: uma família de 4 membros, abandonada numa pequena ilha deserta com um farol, aguardando o que seriam traficantes de pessoas resgata-los.
Mas no decorrer da história, coisas estranhas vão surgindo e o suspense se instala, deixando o expectador tenso, tentando entender que há de erado com a ilha e com a pequena família que está lá.
A história começa tomar um pé, quando o Patriarca mergulha e visualizar o corpo de uma criança com uma sapatilha vermelha. Nesse momento o expectador começa e imaginar que a ilha pode ser um local de descarte de pessoas. Mas as cenas seguintes aumenta o suspense, pois a menininha começa a perseguir o que seriam um 5° habitante.
A partir desse momento, as cenas seguintes a descreve o estado de alucinação e confusão dos personagens, até que o personagem do irmão da uma pista do filme: ele diz para irmãzinha, não se desesperar, que ela estava segura e que aquele é o farol que ela desenhou.
Essa é a parte emocionante do filme, pois da a entender que o filme é uma metáfora, que a ilha é uma elegoria, é um lugar de fuga na mente da uma criança que está no meio de uma guerra, pois as imagens aéreas da ilha, não condiz com os túneis de palha e com os locais explorados pelos personagens.
Nesse momento o barulho de bombas vão ficando mais intensos e o véu da ilha imaginária de uma criança, cair,e surge as ruínas de um imóvel real,completamente destruído por bombas, onde contrário a tudo um dos personagens assiste TV enquanto é possível ver a beleza e tranquilidade contrastante do mar mediterrâneo, através da enorme abertura na parede do que deveria ser uma sala, muito parecida com as cenas de GAZA que vimos o sofrimento dos palestinos nos últimos anos.
Filme não é para quem quer um roteiro mastigando. Ele brinca com as possibilidades de perigos reais que uma família fugindo de uma guerra pode enfrentar. Mas no final ele vem e joga no peito do espectador que a realidade é muito pior que qualquer fantasia cinematográfica. Chorei muito pensando nas crianças de Gaza, do Líbano e da África imaginando ilhas de fuga da realidade das bombas que dilacerando seus corpos e suas almas.
Devemos assistir ao filme com sensibilidade, pois ele nos coloca dentro da mente de uma criança traumatizada, mostrando o mundo através de sua percepção. A trama utiliza imaginação e fantasia como mecanismos de sobrevivência, o que torna a experiência imersiva e, ao mesmo tempo, angustiante. No entanto, a falta de explicações deixa a narrativa confusa em alguns momentos. Ainda assim, é um filme triste e reflexivo, que nos leva a pensar sobre o trauma e a forma como a mente infantil lida com a dor.
Um filme muito forte. Que nos remete ao imaginário de uma criança que vive em zona de conflito, sem entender o que ocorre ao seu redor, mas ao mesmo tempo vendo tudo desmoronar. Ao tentar entender cria sua própria ilha que vai desaparecendo aos poucos, a medida que o “monstro” (guerra) vai destruindo seu lar. Ainda assim consegue no mundo da imaginação criar momentos de alegria em suas brincadeiras. Perfeito! Consegue nos remeter a mente daquela criança e nos faz imaginar um mundo duro, triste e apesar de imaginário se fizermos alusão a guerra, nos sentimos totalmente dentro da tristeza de ver famílias destruídas e que não tem culpa de viver em zonas conflituosas.
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