Média
4,1
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Tudo
Tudo na trama é ótimo, como o ator vivenciou isso ele fez o filme parecer real eu estou completamente apaixonado por esse filme estou de boca aberta
Tem dias em que você está cansado e só quer assistir a um filme no qual seu cérebro não precise trabalhar tanto. E eis que resolvi colocar essa bomba para assistir. Existe uma diferença enorme entre filmes sem grandes pretensões intelectuais e filmes simplesmente ruins. Uma produção pode ser descompromissada, até mesmo absurda, mas ainda assim conseguir entreter, seja por um personagem carismático, uma cena de ação bem coreografada ou uma história minimamente interessante e coerente dentro de sua própria proposta. Enfim, esqueça tudo isso, porque *Máquina de Guerra* parece fazer questão de seguir o caminho oposto.
Os personagens são construídos a partir de todos os clichês possíveis desse tipo de produção, mas conseguem ser tão irritantes que chega a dar raiva. A começar pelo protagonista, interpretado pelo insosso **Alan Ritchson**, uma espécie de Sam Worthington da segunda divisão (ou seria da terceira?). Seu personagem é sisudo do início ao fim, não demonstra qualquer carisma e parece ter sido concebido para ser uma mistura de Rambo, Exterminador do Futuro e o sujeito mais inteligente da humanidade. É invulnerável, incansável e, aparentemente, mais esperto do que qualquer civilização extraterrestre capaz de atravessar o espaço.
Mas o que realmente incomoda são as inúmeras conveniências de um roteiro que parece não conhecer limites para o absurdo. Temos uma máquina alienígena praticamente indestrutível, capaz de pulverizar soldados, resistir a explosivos e armamentos militares, mas que, por alguma razão, se mostra incapaz de eliminar justamente o protagonista. O equipamento demonstra uma precisão mortal quando o alvo é qualquer personagem secundário, mas parece sofrer de uma súbita incompetência sempre que precisa acertar nosso herói. Em determinado momento, os soldados conseguem escapar de uma sequência de disparos enquanto descem um penhasco, como se a máquina tivesse decidido dar uma trégua. Em outro, mesmo depois de perseguições, explosões e situações que deveriam deixar qualquer pessoa completamente incapacitada, nosso protagonista continua funcionando como se tivesse acabado de sair de uma academia.
As coincidências também são um espetáculo à parte. Durante um treinamento em que os soldados utilizam munição de festim, eis que surge armamento com munição real exatamente quando o roteiro precisa. E o ápice da genialidade fica reservado para o confronto final, quando uma máquina construída por uma civilização tecnologicamente muito superior à nossa, imune a praticamente tudo, acaba derrotada porque nosso herói descobre que basta entupir seu sistema de ventilação com pedras para fazê-la superaquecer e explodir. Sim, uma ameaça extraterrestre que desafia o poderio militar da humanidade acaba sendo vencida graças a uma solução digna de um problema de radiador de caminhão. E, evidentemente, o protagonista encontra o equipamento necessário, consegue atrair a máquina para o lugar certo e executa seu plano praticamente sozinho. Tudo acontece na hora exata, da maneira exata e com a precisão que somente um roteiro preguiçoso consegue proporcionar.
O problema não é exigir realismo de uma ficção científica sobre máquinas alienígenas assassinas, mas perceber que até o absurdo precisa respeitar alguma lógica dentro do universo que o próprio filme estabelece. Quando tudo que o protagonista tenta fazer dá certo, quando os perigos só funcionam contra personagens descartáveis e quando cada dificuldade encontra uma solução milagrosa, desaparece qualquer sensação de risco ou tensão. Não há surpresa, não há envolvimento e, principalmente, não há motivo para se importar com o destino de ninguém.
No fim, o filme consegue uma façanha curiosa ao transformar uma premissa que poderia render uma diversão despretensiosa em uma experiência cansativa e irritante. Chega um momento em que a sucessão de coincidências, clichês e soluções absurdas faz com que você simplesmente desista de levar qualquer coisa a sério. E o pior é que nem como entretenimento descompromissado ele consegue funcionar. A única expectativa que resta não é descobrir como o protagonista vai sobreviver, porque isso já sabemos desde os primeiros minutos, mas quanto tempo ainda falta para esse sofrimento finalmente acabar.
Os personagens são construídos a partir de todos os clichês possíveis desse tipo de produção, mas conseguem ser tão irritantes que chega a dar raiva. A começar pelo protagonista, interpretado pelo insosso **Alan Ritchson**, uma espécie de Sam Worthington da segunda divisão (ou seria da terceira?). Seu personagem é sisudo do início ao fim, não demonstra qualquer carisma e parece ter sido concebido para ser uma mistura de Rambo, Exterminador do Futuro e o sujeito mais inteligente da humanidade. É invulnerável, incansável e, aparentemente, mais esperto do que qualquer civilização extraterrestre capaz de atravessar o espaço.
Mas o que realmente incomoda são as inúmeras conveniências de um roteiro que parece não conhecer limites para o absurdo. Temos uma máquina alienígena praticamente indestrutível, capaz de pulverizar soldados, resistir a explosivos e armamentos militares, mas que, por alguma razão, se mostra incapaz de eliminar justamente o protagonista. O equipamento demonstra uma precisão mortal quando o alvo é qualquer personagem secundário, mas parece sofrer de uma súbita incompetência sempre que precisa acertar nosso herói. Em determinado momento, os soldados conseguem escapar de uma sequência de disparos enquanto descem um penhasco, como se a máquina tivesse decidido dar uma trégua. Em outro, mesmo depois de perseguições, explosões e situações que deveriam deixar qualquer pessoa completamente incapacitada, nosso protagonista continua funcionando como se tivesse acabado de sair de uma academia.
As coincidências também são um espetáculo à parte. Durante um treinamento em que os soldados utilizam munição de festim, eis que surge armamento com munição real exatamente quando o roteiro precisa. E o ápice da genialidade fica reservado para o confronto final, quando uma máquina construída por uma civilização tecnologicamente muito superior à nossa, imune a praticamente tudo, acaba derrotada porque nosso herói descobre que basta entupir seu sistema de ventilação com pedras para fazê-la superaquecer e explodir. Sim, uma ameaça extraterrestre que desafia o poderio militar da humanidade acaba sendo vencida graças a uma solução digna de um problema de radiador de caminhão. E, evidentemente, o protagonista encontra o equipamento necessário, consegue atrair a máquina para o lugar certo e executa seu plano praticamente sozinho. Tudo acontece na hora exata, da maneira exata e com a precisão que somente um roteiro preguiçoso consegue proporcionar.
O problema não é exigir realismo de uma ficção científica sobre máquinas alienígenas assassinas, mas perceber que até o absurdo precisa respeitar alguma lógica dentro do universo que o próprio filme estabelece. Quando tudo que o protagonista tenta fazer dá certo, quando os perigos só funcionam contra personagens descartáveis e quando cada dificuldade encontra uma solução milagrosa, desaparece qualquer sensação de risco ou tensão. Não há surpresa, não há envolvimento e, principalmente, não há motivo para se importar com o destino de ninguém.
No fim, o filme consegue uma façanha curiosa ao transformar uma premissa que poderia render uma diversão despretensiosa em uma experiência cansativa e irritante. Chega um momento em que a sucessão de coincidências, clichês e soluções absurdas faz com que você simplesmente desista de levar qualquer coisa a sério. E o pior é que nem como entretenimento descompromissado ele consegue funcionar. A única expectativa que resta não é descobrir como o protagonista vai sobreviver, porque isso já sabemos desde os primeiros minutos, mas quanto tempo ainda falta para esse sofrimento finalmente acabar.
O filme é incrível, no momento que começou eu fiquei vidrado, tenho o hábito de mexer no celular enquanto vejo mas esse filme me pregou do início ao fim, o tempo inteiro fiquei nervoso junto com os personagens, ao fim do filme em minha mente deixei claro que se tiver um 2 filme eu quero ir ao cinema só pra ver em Full hd. RECOMENDO!
Eu não tenhk palavras o suficiente para descrever o qual incrível e bem feito esse filme é, maravilhoso e perfeito, drama, suspense, ação, plot twist, estão absolutamente perfeitos!!
Filme muito bom.. Otimas cenas de Acao.. Suspense.. o Filme te prende ate o fim! Vale a pena cada minuto em frente a Tela
Mano filme maravilhoso, filmes que hoje em dia não se fabrica mais e tem que aproveitar,
o povo que não gosta disso é o povo que não gosta filme pura testosterona.
Recomenda assistir do começo ao fim sem ficar dando pausa, porque é ação toda hora, um dos melhores filmes para você que nunca realmente pegou um filme para assistir recomendo pega esse filme e assistir de uma vez só.
Tem que aproveitar né porque a própria Netflix só faz filme ruim mas nessa ela acertou um a cada três anos kkkk.
o povo que não gosta disso é o povo que não gosta filme pura testosterona.
Recomenda assistir do começo ao fim sem ficar dando pausa, porque é ação toda hora, um dos melhores filmes para você que nunca realmente pegou um filme para assistir recomendo pega esse filme e assistir de uma vez só.
Tem que aproveitar né porque a própria Netflix só faz filme ruim mas nessa ela acertou um a cada três anos kkkk.
Filme simples,.com aquelas cenas de explosões, o herói sofrendo e não acontece nada com ele, e no final os americanos são sempre os heróis
Máquina de Guerra me surpreendeu do início ao fim. O filme consegue equilibrar ação, tensão e drama de uma forma muito envolvente. Em vários momentos, senti a tensão e o desespero dos personagens como se estivesse vivendo tudo junto com eles, o que me deixou completamente presa à história.
O que mais gostei foi a persistência do protagonista. Mesmo diante de situações extremamente difíceis, ele continuou lutando e tomando decisões, mostrando muita determinação e coragem. Isso tornou a jornada dele ainda mais marcante.
Além das cenas de combate, o filme também faz refletir sobre liderança, política e as consequências da guerra. As atuações, a fotografia e a trilha sonora ajudam a criar uma atmosfera intensa do começo ao fim.
Definitivamente amei o filme e recomendo para quem gosta de histórias de guerra que vão além da ação e conseguem transmitir emoção e fazer o espectador sentir o peso de cada momento. Para mim, merece 5 estrelas.
O que mais gostei foi a persistência do protagonista. Mesmo diante de situações extremamente difíceis, ele continuou lutando e tomando decisões, mostrando muita determinação e coragem. Isso tornou a jornada dele ainda mais marcante.
Além das cenas de combate, o filme também faz refletir sobre liderança, política e as consequências da guerra. As atuações, a fotografia e a trilha sonora ajudam a criar uma atmosfera intensa do começo ao fim.
Definitivamente amei o filme e recomendo para quem gosta de histórias de guerra que vão além da ação e conseguem transmitir emoção e fazer o espectador sentir o peso de cada momento. Para mim, merece 5 estrelas.
Meu, fazia anos que não via um filme assim, a indústria do cinema estragou todos os filmes 2025, os filmes 2026 agora vieram para superar. Simplesmente obra prima esse filme, roteiro bem construído, personagem bem construído, historia bem construída com ponta para um 2° filme. A historia principal é incrivel, diferente de outros filmes de guerra.
Atores excelentes, acertaram muito no elenco. Obra prima demais, recomendo e assistiria novamente
Atores excelentes, acertaram muito no elenco. Obra prima demais, recomendo e assistiria novamente
Um filme de ação, com foco em ação, um ótimo filme de guerra, emociante, tem seus erros, é um pouco de fan boy americano, mas é legal de se ver, aberto pra continuações de um universo legal
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