Média
4,1
270 notas
5
53 críticas
4
14 críticas
3
7 críticas
2
5 críticas
1
8 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Ótimo filme de ficção e com bastante ação e mistério, doido pra ver a continuação e descobrir novos mistérios sobre essa incrível invasão alienígena.
Sem dúvidas um dos melhores filmes que já assisti,É um daqueles filmes que você nunca vai esquecer além que daria uma ótima sequência,Quando vi o trailer achei que ia ser só mais um filme de guerra genérico mas me surpreendi pela história e pela qualidade apresentanda.
Muito fraco! A Netflix tinha tudo, orçamento, atores e uma base ansiosa querendo assistir o filme, porém ela não não consegue fazer fazer 1 diálogo crível ou humano. Quase que a gente enxerga o ator lendo o texto (não que a culpa seja do ator), mas aqueles diálogos são encontrados em QUALQUER FILME DE AÇÃO DOS ANOS 90-2000. Muito meia boca, parece que foi o Snider que dirigiu - rebel moon - achando que só precisa colocar atores famosos e em 4K que será garantia de sucesso. Eu, e creio que a maioria, não esperava que fosse o próximo resgate do soldado Ryan, porém fosse minimamente bom, tipo fall guy/o dublê. Reclamam de IA, mas escrevem como adolescentes na puberdade, A IA NUNCA FARIA UM ENREDO RUIM DESSE
Gostei muito de assistir Maquina de guerra, É um filme motivador,, prendi muito com essa história. Nota 1000
Filme superou minhas expectativas!
Muito bom!!!
Espero que a Netflix transforme em uma franquia e não demore muito para lançar a sequência.
Muito bom!!!
Espero que a Netflix transforme em uma franquia e não demore muito para lançar a sequência.
O filme é ruim demais! Mistura Rambo, Predador e é bastante raso. Essa de um super soldado americano traumatizado q salva o dia e só sobra ele no final é batido demais.
**Crítica | Máquina de Guerra**
Há filmes que respiram drama. Outros vivem de tensão. E há aqueles que simplesmente **não dão tempo para o espectador respirar**. **War Machine** pertence a esse último grupo. Lançado em **2024**, com aproximadamente **96 minutos de duração**, o longa mistura ação militar com ficção científica em um ritmo quase ininterrupto, criando uma experiência intensa que aposta no impacto físico da narrativa.
Dirigido por Patrick Hughes, o filme se apoia na presença forte de **Alan Ritchson**, que aqui confirma cada vez mais seu espaço no cinema de ação contemporâneo.
**Gêneros:** Ação, Ficção Científica, Guerra, Thriller
**Sequências:** Até o momento não possui continuação confirmada.
---
## Principais personagens e atores
* **Jake “81” Ritchson** — Alan Ritchson
* **Capitão Reeves** — Dennis Quaid
* **Sargento Torres** — Jai Courtney
* **Miller** — Willa Fitzgerald
---
# Enredo
A trama acompanha **81**, um veterano endurecido pela guerra. Após perder seu irmão e praticamente todo seu antigo batalhão em combate, ele carrega uma promessa que se tornou quase uma obsessão: entrar para a elite dos **Rangers**.
Mas o tempo não joga a seu favor. A idade já pesa e um problema crônico no joelho quase encerrou sua carreira militar. Mesmo assim, ele encara sua última oportunidade de provar que ainda pertence ao campo de batalha.
Durante o teste final de sobrevivência em campo, a missão toma um rumo inesperado: o esquadrão encontra um **robô de origem alienígena**, extremamente avançado e praticamente indestrutível.
Sem armas adequadas, cercados e com um companheiro gravemente ferido, o grupo entra em uma luta desesperada pela sobrevivência.
---
# História e construção narrativa
O roteiro segue uma estrutura clássica do cinema de ação: um protagonista resiliente, uma missão impossível e um inimigo aparentemente invencível.
Nada aqui é exatamente novo — mas a forma como a história é conduzida funciona. A narrativa não perde tempo com grandes explicações ou subtramas complexas. O foco é direto: **sobreviver e proteger o esquadrão**.
Essa simplicidade narrativa, quando bem executada, acaba sendo uma das forças do filme.
---
# Produção
A produção aposta em um estilo robusto e físico. O ambiente militar é retratado com certa crueza, e o cenário de campo de treinamento rapidamente se transforma em um verdadeiro campo de guerra.
O design do robô alienígena é um dos pontos altos da produção: ameaçador, pesado e tecnologicamente convincente.
---
# Fotografia
A fotografia privilegia tons frios e paisagens áridas, criando uma atmosfera de tensão constante. As sequências noturnas e de combate reforçam a sensação de perigo iminente.
Há uma clara intenção de aproximar o espectador da ação, com câmera muitas vezes próxima dos personagens, aumentando a imersão.
---
# Efeitos especiais
Os efeitos visuais funcionam muito bem dentro da proposta do filme. O robô alienígena é convincente, com movimentos mecânicos pesados e ataques devastadores.
As cenas de combate misturam efeitos práticos e digitais, criando momentos impactantes que lembram produções como:
* Predator
* Edge of Tomorrow
* Aliens
Todos filmes que misturam guerra com ficção científica.
---
# Atuações
**Alan Ritchson** domina o filme com presença física e carisma. Seu personagem é praticamente a definição do soldado resiliente: forte, obstinado e disposto a se sacrificar pelo grupo.
Ele entrega exatamente o que o papel exige: intensidade física e liderança.
O restante do elenco cumpre bem seus papéis, funcionando principalmente como suporte para a jornada do protagonista.
E fica cada vez mais evidente que **Ritchson vem se consolidando como um dos novos rostos do cinema de ação**, seguindo a tradição dos grandes heróis musculosos do gênero.
---
# Avaliação final
**Máquina de Guerra** é o tipo de filme que sabe exatamente o que quer ser: **um espetáculo de ação direta, intensa e cheia de adrenalina**.
Não tenta reinventar o gênero, mas executa bem aquilo que promete — combates intensos, tensão constante e um protagonista que carrega a narrativa nas costas.
Pode ser exagerado em alguns momentos, mas essa própria grandiosidade faz parte do charme do cinema de ação.
**Vale a pena assistir?**
Sim, principalmente para quem gosta de filmes militares misturados com ficção científica e batalhas intensas.
⭐ **Nota final:** **8,7 / 10**
Há filmes que respiram drama. Outros vivem de tensão. E há aqueles que simplesmente **não dão tempo para o espectador respirar**. **War Machine** pertence a esse último grupo. Lançado em **2024**, com aproximadamente **96 minutos de duração**, o longa mistura ação militar com ficção científica em um ritmo quase ininterrupto, criando uma experiência intensa que aposta no impacto físico da narrativa.
Dirigido por Patrick Hughes, o filme se apoia na presença forte de **Alan Ritchson**, que aqui confirma cada vez mais seu espaço no cinema de ação contemporâneo.
**Gêneros:** Ação, Ficção Científica, Guerra, Thriller
**Sequências:** Até o momento não possui continuação confirmada.
---
## Principais personagens e atores
* **Jake “81” Ritchson** — Alan Ritchson
* **Capitão Reeves** — Dennis Quaid
* **Sargento Torres** — Jai Courtney
* **Miller** — Willa Fitzgerald
---
# Enredo
A trama acompanha **81**, um veterano endurecido pela guerra. Após perder seu irmão e praticamente todo seu antigo batalhão em combate, ele carrega uma promessa que se tornou quase uma obsessão: entrar para a elite dos **Rangers**.
Mas o tempo não joga a seu favor. A idade já pesa e um problema crônico no joelho quase encerrou sua carreira militar. Mesmo assim, ele encara sua última oportunidade de provar que ainda pertence ao campo de batalha.
Durante o teste final de sobrevivência em campo, a missão toma um rumo inesperado: o esquadrão encontra um **robô de origem alienígena**, extremamente avançado e praticamente indestrutível.
Sem armas adequadas, cercados e com um companheiro gravemente ferido, o grupo entra em uma luta desesperada pela sobrevivência.
---
# História e construção narrativa
O roteiro segue uma estrutura clássica do cinema de ação: um protagonista resiliente, uma missão impossível e um inimigo aparentemente invencível.
Nada aqui é exatamente novo — mas a forma como a história é conduzida funciona. A narrativa não perde tempo com grandes explicações ou subtramas complexas. O foco é direto: **sobreviver e proteger o esquadrão**.
Essa simplicidade narrativa, quando bem executada, acaba sendo uma das forças do filme.
---
# Produção
A produção aposta em um estilo robusto e físico. O ambiente militar é retratado com certa crueza, e o cenário de campo de treinamento rapidamente se transforma em um verdadeiro campo de guerra.
O design do robô alienígena é um dos pontos altos da produção: ameaçador, pesado e tecnologicamente convincente.
---
# Fotografia
A fotografia privilegia tons frios e paisagens áridas, criando uma atmosfera de tensão constante. As sequências noturnas e de combate reforçam a sensação de perigo iminente.
Há uma clara intenção de aproximar o espectador da ação, com câmera muitas vezes próxima dos personagens, aumentando a imersão.
---
# Efeitos especiais
Os efeitos visuais funcionam muito bem dentro da proposta do filme. O robô alienígena é convincente, com movimentos mecânicos pesados e ataques devastadores.
As cenas de combate misturam efeitos práticos e digitais, criando momentos impactantes que lembram produções como:
* Predator
* Edge of Tomorrow
* Aliens
Todos filmes que misturam guerra com ficção científica.
---
# Atuações
**Alan Ritchson** domina o filme com presença física e carisma. Seu personagem é praticamente a definição do soldado resiliente: forte, obstinado e disposto a se sacrificar pelo grupo.
Ele entrega exatamente o que o papel exige: intensidade física e liderança.
O restante do elenco cumpre bem seus papéis, funcionando principalmente como suporte para a jornada do protagonista.
E fica cada vez mais evidente que **Ritchson vem se consolidando como um dos novos rostos do cinema de ação**, seguindo a tradição dos grandes heróis musculosos do gênero.
---
# Avaliação final
**Máquina de Guerra** é o tipo de filme que sabe exatamente o que quer ser: **um espetáculo de ação direta, intensa e cheia de adrenalina**.
Não tenta reinventar o gênero, mas executa bem aquilo que promete — combates intensos, tensão constante e um protagonista que carrega a narrativa nas costas.
Pode ser exagerado em alguns momentos, mas essa própria grandiosidade faz parte do charme do cinema de ação.
**Vale a pena assistir?**
Sim, principalmente para quem gosta de filmes militares misturados com ficção científica e batalhas intensas.
⭐ **Nota final:** **8,7 / 10**
O melhor filme do ano até agora, muito bom do início ao fim, recomendo muito. Quem tá dando nota baixa pra esse filme tá querendo outra coisa (Plot: não é um filme) enfim, assista com a sua família ou amigos e se devirta.
Atuações excelentes, o filme prende do início ao fim. Efeitos especiais incríveis, história bem construída.
O filme começou bom, um filme de guerra dos clássicos e com a expectativa do padrão de "Reacher". O filme realmente começou bom!
A expectativa que o filme dá no início é diferente da proposta da metade.
A mistura com ficção científica quebrou o andamento em uma linha diferente da proposta inicial.
Forçaram muito fugindo muito além da realidade, quase como "correr sem pernas". Forçaram...
O final do filme amarrou a ficção do inicio, aquela que distorceu o andamento e foi como um "ahhhh, bom, não ficou tão ruim assim".
Esperava mais do filme.
A expectativa que o filme dá no início é diferente da proposta da metade.
A mistura com ficção científica quebrou o andamento em uma linha diferente da proposta inicial.
Forçaram muito fugindo muito além da realidade, quase como "correr sem pernas". Forçaram...
O final do filme amarrou a ficção do inicio, aquela que distorceu o andamento e foi como um "ahhhh, bom, não ficou tão ruim assim".
Esperava mais do filme.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa