José Padilha
José Padilha
  • Atividades
    Diretor, Produtor, Roteiristamais
  • Nacionalidade
    Brasileiro
  • Nascimento
    1 de agosto de 1967 (Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
  • Idade
    46 anos
Conectar com meu AdoroCinema
Tweet  
 

Biografia José Padilha

- Formado em Administração de Empresas pela PUC - Rio de Janeiro;- Fundou em 1997, junto com o fotógrafo e diretor Marcos Prado, a Zazen Produções;- Seu primeiro roteiro produzido foi o documentário para a televisão Os Cavoeiros, em 1999;- Sua estreia como diretor de cinema foi no premiado documentário Ônibus 174, de 2002;- Seu primeiro longa de ficção foi o sucesso Tropa de Elite, em 2007, um dos filmes mais pirateados da história;- Incluído na lista "10 Directors to Watch" da especializada ... Leia mais
  • 11 anos de carreira
    • 1 filmagem
    • 7 direções
    • 4 produções
    10 filmes lançados
  • 4,1média de notas sobre 5 2.893 notas para os filmes dele
Descubra toda a sua carreira em números
Topo

Filmografia José Padilha

Veja sua filmografia completa
Topo

Fotos José Padilha

45 fotos
Topo

Notícias relacionadas a essa personalidade José Padilha

53 notícias sobre essa personalidade
Topo

Vídeos José Padilha

Topo
  • Anderson

    José Padilha é antes de tudo um visionário, sim, muitos ''pensam'' que ele é um explorador das mazelas do Rio de Janeiro.


    -Mas o fato é que ele sabe como poucos ''espetar'' a ferida aberta da sociedade, gerando polêmica sim, mas sobretudo, nos fazendo pensar, refletir.


    -E faz isso com maestria!!!!!!

  • luciano da silva carneiro

    olha sou seu fâ


    e gostaria de um imail direto seu pois tenho um trabalho que talvez seja interessante


    abraço

  • Marcelo A. M. de Oliveria

    Concordo completamente!!!

  • verilandia resende dos santos

    JOSÉ PADILHA VOCÊ CONSEGUE ALCANÇAR UM PÚBLICO RESPEITAVELMENTE GRANDE E SE NO PRÓXIMO VOCÊ RETRATAR A VERDADE AINDA OCULTA QUE É O MOTIVO PELO QUAL O MUNDO PASSA POR ESSA VIOLENCIA ESSA CORRUPÇÃO TODA VOCÊ ADCIANARÁ UMA PÚBLICO DIFERENCIADO.BASTA PESQUISAR SOBRE OS PRINCIPADOS E PROTESTADE E RELATAR DE ONDE VEM AS FORÇAS DO MAU SERÁ QUE VOCÊ DESAFIARIA ESSAS FORÇAS OCULTA?   

  • Joana Lopo

    Gostaria de algum contato de José Padilha. Email, assessoria..

  • agathe

    Território que ninguém quer é uma ova! A disputa por territórios até então sem nenhuma importância para o poder público. Áreas apontadas como escória do Rio de Janeiro, subúrbios, palafitas, zona norte, zona oeste, baixa renda. Que há muito tempo ficaram esquecidas e guardadas nos becos, nas vielas, no zinco. Agora travam uma batalha sanguinolenta por seu controle. Enquanto o poder público e a elite brasileira subjugavam essas áreas, elas iam de qualquer maneira, desenvolvendo uma economia paralela. Não é tão fácil arranjar dinheiro né? E vendo que a vida é dura, os favelados assim chamados pela classe média, encontraram uma maneira muito perigosa para se firmarem no cenário consumista o tráfico de drogas. Tá, uma besteira, se não fosse essa guerra particular. Se só vendessem suas coisinhas, beleza; mais a coisa foi de mais, compraram armas e um material bélico que vai muito além de nossa imaginação. Sempre me perguntei, para que um fuzil? Uma arma de guerra letal e desumana, feita para confrontos de nação contra nação, para atingir um adversário a quilômetros. O que uma arma dessas faz na mão de um civil e em áreas denominadas limitadas para esse tipo de armamento. Alguém me diga, estou muito confuso e prestes a beber aguarrás; como é que essas armas destinadas às forças armadas foram parar no fim do mundo, alguém... Não tô entendendo... Alguém... O que tinha nessa bebida! Como um material bélico e letal desses vai parar na mão de insanos, alucinados. Em uma comunidade, em zonas de precariedade que não tem saúde, educação, trabalho, “dinheiro”. Pelo que eu sei, nunca ouvi dizer que existe fábrica de armas nessas áreas. Se bem que às vezes pinta uns maluquinhos que consertam e fazem manunteção delas, mais isso não justifica o contingente de armas dentro dessas áreas, e pelo que noticiam é uma quantidade enorme. Quem leva essas armas? E quem sofre com essas armas eim? Alguém... Por favor... O que colocaram no meu gin? Menores de doze, treze anos portando um fuzil que mal conseguem empunhar. Eu pergunto, nossa sociedade é muito louca ou estão querendo um extermínio em massa? Também nunca ouvi falar que existe refinaria de cocaína no morro, hoje pode ser que tenha sim, podemos dizer pequena refinaria, porque falta a matéria prima, quem fornece e quem manda pra lá? Não tenho notícia que a rapaziada tá plantando coca no morro. O que seria coisa muito inteligente. Esse mercado colombiano inflacionou a coca de tal maneira que cocaína vale ouro agora. Depois que os americanos começaram a cheirar e cotaram o preço da cocaína ficou um absurdo cheirar. Os americanos sabem encarecer a coisa, e depois ficam dando uma de bonzinho. Como se não ligassem para o mercado da coca colombiana. Investiram bilhões no Plano Colômbia, mandaram verdadeiro arsenal bélico para lá, e isso acontece desde o canal do panamá. Que me enganar me dá cachaça! Nem vem dizer que isso não dá dinheiro pra caramba. Tanto que enriqueceu essas quadrilhas que hoje esbanjam armamentos e isso é só o varejo! Imagina o atacado. Analisando a situação, sentado lendo jornal com meu pijama comprado em um shopping da zona sul, devo dizer que estamos perdidos, iludidos, e lubridiados! Um telegrama que li ontem no jornal das dez dizia que é o dinheiro, ih dinheiro, quem não gosta eim? Quer dizer que por dinheiro a rapaziada tá vendendo a alma. É só ter dinheiro que você compra o que quiser no mercado paralelo, compram a paz, a guerra, à popozuda e um monte de coisas para ingressar na economia mundial. Quem disse que quem compra armas não está inserido a economia mundial; pergunte a USA eles enriqueceram seus cofres por um tempão a troco da guerra fria. “ Mas nosso problema é coisa de pobre né”! E pobre não pode ganhar dinheiro, a não ser, que seja com trabalho honesto. Por ironia do destino, trabalho honesto que conheço para pobre; são doméstica, porteiro, office-boy, tudo muito digno mais ainda continua baixa renda. Tudo bem eu prefiro ganhar pouco e preservar minha integridade, mas vai falar isso para a rapaziada do bonde! Ou seja, como um cara vai correr com um fuzil em vielas e becos. Onde acontece um confronto quase cara a cara com seus inimigos. Sou do tempo em que o dono da boca tinha um três oitão e se babá-se a galera metia o pé! Isso evitava o confronto com a polícia, e por isso, os policiais sentiam-se muito superiores aos seus armamentos e evitava mortes desnecessárias e tiroteios aterrorizantes. Sujô joga o saco pra cima e sai no pinote! Ainda tem o problema de várias quadrilhas disputarem o controle do território. Já vimos muito isso acontecer aqui no Rio, quando o dinheiro rolava solto e quem ganhava a guerra continuava a distribuir a grana. Quem se importa com os feridos e os mortos? E como droga isso vicia, ganhar dinheiro mole também. A venda de substâncias ilícitas virou um tipo de negócio lucrativo. Eu nunca vi um troço desses? O cara tá lá no fim do mundo vendendo um negocinho, neguinho fica sabendo e vai, compra, sobe a parada, pega ônibus, carro, metrô, avião e vai lá comprar. O vendedor não tem que fazer nenhum esforço, quer dizer, de convencer o cara a comprar, como fazem na TV ou em lojas de produtos de 1.99. É uma coisa que vende igual água, alias, vende mais que água. Ninguém apela para o marketing, não tem propaganda e isso pode ser um bom objeto de estudo para as escolas de propaganda e marketing. Mesmo com tanta violência ainda se ganha dinheiro, não tem outro jeito. Quem vai fazer um currículo e que referências dariam para essas pessoas? Ai certos malucos também gostaram da idéia, mas não queriam vender drogas, se é que me entendem. Dominam o território e pedem colaboração dos moradores e oferecem alguns serviços para comunidade, território que ninguém quer é uma ova! Mais guerra, tiro, granada, porrada! Agora tem mais gente disputando esse bagulho! Loucura meus ilustres cidadões que vão à luta para ganhar o pão de cada dia! Acho engraçado que ninguém fala; o problema do Brasil é o dinheiro, tem pessoas que não tem paciência para juntar umas merrecas, aí partem para ignorância! Dinheiro também é problema nesse país! Não é possível que tanto confronto seja por nada, tanto tiro. Tem um pano de fundo, ah isso tem! O dinheiro meus caros amigos, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro! Foram anos e anos de evolução para esse mercado paralelo acontecer e o estado decide que isso tem que acabar; os territórios antes ocupados por quadrilhas narcotraficantes e outras coisas mais, tem que evacuar esses lugares para entrada do poder público. Como o tráfico aqui no rio desorganizou de tal maneira, e multiplicou-se de tal forma. Tendo um contingente de mão de obra muito elevado, que até tem gente na fila esperando uma baixa, para ingressar no bagulho! Com isso acaba sendo impossível ter o controle da situação. Até porque, são várias quadrilhas rivais, disputas e guerras. O problema dos assaltos e todo tipo de crimes contra a sociedade, que indireta ou diretamente está ligado a essas quadrilhas o que ficou insustentável para a população. Com eventos gravíssimos, confrontos armados que duram dias, meses, anos e ninguém tem mais sossego. E por causa desses confrontos em muitas áreas desvalorizam imóveis e trasformam-se em árias de risco, criando um clima de insegurança, medo e desesperança. Os últimos acontecimentos no Rio de Janeiro demonstram bem isso, ataques terroristas de quadrilhas que foram retiradas de áreas onde atuavam suas organizações criminosas, reivindicam com extrema violência suas áreas de domínio, que hoje são ocupadas pelas UPPS as Unidades de Policias Pacificadoras. Esse impasse entre o poder público e o poder paralelo sempre foi difícil e já dura há muito tempo; desde escolas na periferia ditas como tendo a proteção do estado, geridas pelo estado. Onde muitas das vezes quadrilhas se utilizam desses espaços, como correlação de força. Que determina sua influência, sua inserção dentro dessas áreas, que de certa forma, ocupam paralelamente esses espaços como que desafiando o estado e seu poder. Não é diferente quanto às periferias dominadas por essas quadrilhas que agora reagem contra o poder do estado. Como suas estruturas são muito precárias para enfrentamento do poder público, ou seja, a polícia; agora com ações desesperadas tentam retomar essas áreas, a troco de eventos terroristas e violência, já que as armas compradas na época de domínio, permaneceram em suas mãos. Estão promovendo um verdadeiro caos na cidade, roubando carros e queimando. Deixando alguns desses carros em lugares estratégicos da cidade. Queimando transporte coletivo, atacando policiais. Trazendo grande pânico a população, a sociedade está apavorada e o poder público tenta acalmar os ânimos com discursos e ações na área de segurança. Polícia na rua, blitz, operações em áreas dominadas pelo tráfico. Como dizem os jornais, quem deu esse poder a bandidagem? Quem levou aquelas armas para a comunidade? Quem levou a droga? O mais importante agora; quem cotou a cocaína no mercado, alguém pode me dizer? Analiso a situação lendo o jornal com meu pijama comprado em um shopping da zona sul. Estamos perdidos, iludidos e lubridiados. Será que é tudo jogada de mercado, de tratados, acertos e combinados. A democracia me parece tão distante, acredito que esse caso específico é coisa de polícia e bandido, espero que seja mesmo. Parece-me uma guerra, então é arma contra arma. Sei que não é só isso, mas agora é. Preocupa-me as comunidades e quantos inocentes iram se ferir nessa guerra. Gosto de gente, não da humanidade, mas dos humanos. Não quero meus semelhantes sendo bucha em uma guerra suja, como quase todas as guerras. E também espero o pior, não confio no sistema. E ficarei torcendo para que o mundo não acabe, já que essa é minha impressão das coisas. Vou ler meu jornal com meu pijama que foi comprado em um shopping na zona sul. E espero que esteja errado e que o pior seja só minha vida miserável. Ass, Cleofas agathe

  • Gabriel Farias

    Um cara que levou o cinema brasileiro a outro patamar.
    Gênio!

  • Malcolm X.

    O cinema nacional nas mãos desse cara se torna único,parabéns José Padilha,por mostrar o outro lado do cinema brasileiro.

  • Simone F.

    Jose Padilha, não me canso de assistir tropa de Elite, adoro este filme, retrata bem a nossa realidade. Gostaria muito de assistir a um terceiro filme. Sugestao o capitão Nascimento ser transferido para São Paulo e desbravar a podridão daqui. E parabéns pelo sucesso de sua carreira

Twitter
Top personalidades do dia

De acordo com o número de visualizações no site

Veja as Top personalidades