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    Quase Memória: Tony Ramos e Ruy Guerra explicam porque "a realidade é menos importante do que a magia" (Exclusivo)
    Por Bruno Carmelo — 21 de abr. de 2018 às 10:15
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    Na adaptação do livro de Carlos Heitor Cony, um homem encontra a si mesmo.

    Depois de muito tempo em gestação, finalmente o livro "inadaptável" de Carlos Heitor Cony chega aos cinemas. Estreou essa semana Quase Memória, história de um homem adulto (Charles Fricks) que encontra a si mesmo, em versão idosa (Tony Ramos). Surpresos, eles começam a refletir sobre o pai (João Miguel), que evoca lembranças diferentes para cada um.

    O projeto ficou a cargo de um dos maiores diretores do cinema nacional: o veterano Ruy Guerra, conhecido por obras do Cinema Novo como Os Cafajestes (1962) e Os Fuzis (1963) e, mais recentemente, por Estorvo (1998) e O Veneno da Madrugada (2005).

    O diretor faz uma adaptação livre e lúdica, misturando aspectos realistas com outros teatrais e fantásticos. O AdoroCinema teve a oportunidade de conversar em exclusividade com o autor e com Tony Ramos. Eles discutem "a obsessão pelo tempo" e o fantasma da ditadura militar, que marca o filme e volta a rondar a política nacional em 2018.

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