Notas dos Filmes
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    30 grandes filmes sobre o cinema
    Por Rodrigo Torres — 26 de jan. de 2016 às 20:20
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    Quando a sétima arte descortina os artistas, os bastidores, a criação, as possibilidades, enfim, a própria sétima arte.

    O cinema enquanto paixão, tributo, história e obsessão.

    A paixão pelo cinema

    Cinema Paradiso (1988)

    Tão simples quanto terna, encantadora, a história de amizade entre Totò e Alfredo retrata o cinema como uma paixão que liberta e cativa as melhores emoções e experiências nas pessoas, sempre as unindo.

    Cine Holliúdy (2012)

    Ambientado no interior do Ceará da década de 70, o Cinema Paradiso brasileiro acompanha Francisgleydisson (Edmilson Filho), um pequeno empresário que precisa vencer a popularização da TV para continuar atraindo o público para sua sala de cinema. Para isso, o dono do Cine Holiúdy usará de bom humor, criatividade e paixão pelas artes marciais e pelo cinema como um todo. Uma pequena joia nacional, já prestes a ganhar uma continuação.

    Ode ao cinema

    A Invenção de Hugo Cabret (2011)

    O Oscar 2012 foi curioso, com os principais filmes na disputa investindo numa bela ode ao cinema. A homenagem de Martin Scorsese à História de sua profissão conta a estória de um menino que testemunha a magia da sétima arte em sua terna idade — dele e do cinema —, vivendo e observando eventos que remontam diretamente aos primeiros clássicos. A imagem acima referencia cena antológica de O Homem Mosca.

    O Artista (2011)

    Se Hugo é um filme americano ambientado na França e que homenageia o cinema deste país, O Artista tornou-se o grande vencedor do Oscar 2012 fazendo exatamente o contrário. Michel Hazanavicius conta a história de um astro do cinema mudo norte-americano que se vê descartado após a chegada do som. Sendo assim, a linguagem que resta a George Valentin (Jean Dujardin) é a dança, o musical, num desfecho que denota a singeleza e o romantismo da Hollywood de outrora.   

    Cinema mudo: o fim de uma era

    Crepúsculo dos Deuses (1950)

    O fim da era muda rendeu dois dos maiores filmes sobre o cinema. Billy Wilder se apropriou das sombras do expressionismo alemão para moldar o espectro próprio de Hollywood. Ali habitou uma profunda crise moral, encontrando em Norma Desmond (Gloria Swanson) sua mais terrível personificação. A reação da personagem diante das câmeras na cenal final de Sunset Blvd. são o retrato mais marcante desse declínio histórico.

    Cantando na Chuva (1952)

    O tributo de Gene Kelly a esse período foi bem mais lúdico. Apesar disto, Singin' in the Rain é possivelmente o filme que mais bem retrata o crítico momento na Era de Ouro do Cinema Americano, revelando boa parte dos problemas de cunho técnico (captar o áudio, decorar roteiro, improvisar menos), ético (empréstimo de vozes) e histórico (o ostracismo de atores) nos primeiros anos do cinema falado.

    Hollywood

    Mapas para as Estrelas (2014)

    A imagem de Agatha (Mia Wasikowska) ajoelhada sobre a Calçada da Fama ilustra bem o estranho e até perigoso fascínio que Hollywood desperta nas pessoas. Irônico, mordaz, David Cronenberg realiza uma crônica sobre a fama e o sucesso em Los Angeles pelo prisma de quem os busca ou deles foge, de quem goza dessa conquista ou se deprime (e enlouquece) por tal perda. Inteligente e bem-sucedido em sua proposta, o filme retrata os efeitos de uma indústria insana por meio de personagens que, mesmo quando bem-sucedidos, só emanam decadência.

    Cidade dos Sonhos (2001)

    O epíteto de Hollywood se materializa no sonho (figurado) frustrado da aspirante a atriz Diane Selwyn (Naomi Watts). Veja, leia sobre, reveja e preencha as lacunas possíveis dessa que é apenas mais uma obra-prima do cineasta David Lynch.

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