Na Hollywood de 1927, o astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin) começa a temer se a chegada do cinema falado fará com que ele perca espaço e acabe caindo no esquecimento. Enquanto isso, a bela Peppy Miller (Bérénice Bejo), jovem dançarina por quem ele se sente atraído, recebe uma oportunidade e tanto para traballhar no segmento. Será o fim de sua carreira e de uma paixão?
Diamond Films+
Por assinatura
Veja todas as opções de streaming
Prime Video
Alugue a partir de R$ 11,90
Veja todos as ofertas online
5,0
Obra-prima
O Artista
O TEMPO NÃO PARA
por Roberto Cunha
Existem filmes que fazem enorme sucesso com a crítica, mas não junto ao público. Isso não significa que um dos lados esteja errado, mas que existem maneiras diferentes de se perceber uma obra. Quando pipocaram indicações, prêmios e muito blábláblá sobre O Artista, parecia ser ele mais um para dividir opiniões. Se acontecer, porém, não será pelo fato de ser "cabeçudo" demais ou popularesco. Na verdade, sua sutileza e simplicidade o fazem interessante e, talvez, seja essa a razão do encantamento que tem gerado. Na história, George Valentin (Jean Dujardin) é um astro do cinema mudo. Veterano, engraçado e extremamente vaidoso, tem certeza de que as pessoas sentam nas salas escuras para vê-lo e não o filme. Quando a indústria cinematográfica vira os olhos (e os ouvidos) para o cinema falado, sua vida vira do avesso. Tudo porque a jovem atriz Peppy Miller (Bérénice Bejo), que ele apoiou e acab
Ler a crítica
2:36
2:27





36 Notícias e Matérias Especiais
-Fantástico filme.Confesso que me vi na pele das pessoas que viam cinema naquela época.
-Virei fão de Berenice Bejo depois de ter assistido ela nesse filme.O filme te leva pra uma série de emoções e alegria.A trilha sonora é nota dez.
-Virei fão de Berenice Bejo depois de ter assistido ela nesse filme.O filme te leva pra uma série de emoções e alegria.A trilha sonora é nota dez.
Bela homenagem ao tempo do cinema mudo. Estamos acostumados a ver “Remakes” onde o novo supera o antigo com novas tecnologias, novas cores e novos efeitos especiais. Aqui a proposta foi inversa, fazer um filme velho nos dias de hoje e o resultado é surpreendente.
O filme em nada lembra os dias de hoje, a cenografia, os carros, o vestuário, tudo enfim parece acontecer na década de 30. A história é bastante singela, mas emociona a ...
Leia Mais
Leia Mais
Este filme é realmente uma obra prima!!!!! Lindo demais, de uma sensibilidade impressionante...AMEI!!!!! Não foi à toa que levou 5 estatuetas no Oscar!!!
O cinema como sétima arte é fenomenal em todos os sentidos que ele é feito. E aqui temos um belo exemplar dele. Com uma simplicidade gigante, este filme, na mesma proporção, nos cativa, emociona, entretém e nos faz refletir sobre as idéias e o quanto elas são valiosas por mais simples que seja. Parabéns, a esta Obra-prima memorável!
Incorporando o clima do filme
Durante as filmagens, o ator Jean Dujardin mudou-se para uma casa construída em 1930, nem isolada, em Hollywood Hills.
Ensaio em estúdio de bambas
A dupla Jean Dujardin e Bérénice Bejo ensaiaram suas cenas de dança no mesmo estúdio de Debbie Reynolds e Gene Kelly.
O mesmo papel no cinema mudo
A atriz Penelope Ann Miller já tinha interpretado a famosa atriz do cinema mudo Edna Purviance em Chaplin (1992).
curiosidades
Nacionalidade
França
Distribuidor
PARIS FILMES
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
8 curiosidades
Orçamento
12 000 000 USD
Idiomas
Inglês, Francês
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2011, Melhores filmes Romance, Melhores filmes de Romance de 2011.