Um Corpo Que Cai

Um Corpo Que Cai 2010-05-22 Francisco

Título original: (Vertigo)

Lançamento: 1958 (EUA)

Direção: Alfred Hitchcock

Atores: Kim Novak, Barbara Bel Geddes, Tom Helmore, Raymond Bailey.

Duração: 128 min

Gênero: Ficção

Status: Arquivado

5           10 29 5

(29 votos)

                   

Sinopse

Em São Francisco, um detetive aposentado (James Stewart) que sofre de um terrível medo de alturas encarregado de vigiar uma mulher (Kim Novak) com possíveis tendências suicidas, até que algo estranho acontece nesta missão.

 

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Elenco

Kim Novak

(Madeleine Elster)

  • Barbara Bel Geddes (Marjorie "Midge" Wood)
  • Tom Helmore (Gavin Elster)
  • Raymond Bailey (Mdico de John)
  • Konstantin Shayne (Pop Leibel)
  • Ellen Corby
  • Lee Patrick
  • Henry Jones
  • James Stewart (John "Scottie" Ferguson)

Comentários

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carlos_alberto_09 em 28/01/2012

Um excelente filme, uma obra-prima.

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Melody em 30/12/2011Nota: 9     

Como é bastante discutido, em “Um Corpo que Cai”, o desenrolar da trama se divide em duas partes. Na primeira, se destaca o mistério. O espectador quer entender o que há por trás das ações de Madeleine. Envolvidos por esse mistério, participamos do filme, brincamos de detetive, tentamos descobrir o que acontece junto ao Scottie.

Na segunda parte, o mistério é revelado aos espectadores, enquanto só é desvendado aos poucos por alguns personagens. Nesse ponto do filme já sabemos o que houve e temos noção do desfecho, mas continuamos seduzidos, esperando que os personagens captem as pistas que aparecem ao longo das cenas. Somos meros espectadores novamente, ansiosos pelo desenvolvimento dessa parte da trama.
O final do filme, entretanto, apesar de amarrar bem a história, é cômico, me garantiu boas risadas.

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Guifen em 24/12/2011Nota: 10     

Nunca tinha assistido um filme tão velho. Esse foi o 1° que voltei no tempo para apreciar a obra de Alfred Hitchcock. E foi maravilhoso. Deu pra perceber o porquê dele ser considerado um mestre da 7a arte. mesmo tão antigo "Um Corpo Que Cai" já apresenta um enredo criativo e absolutamente original para a época, e que viria a ser a inspiração pra muitos outros suspenses futuros. As atuações são incríveis, os diálogos simples, porém eficientes. E a direção perfeita, dando a linearidade necessária que um filme do gênero precisa (e que dificilmente encontramos hoje em dia!).Porém,para apreciá-lo temos de reconhecer que o ritmo do longa é "moderado" devido a época de sua produção, fim da década de 50 = recursos tecnológicos praticamente inexistentes, cenários simplistas, pouca maquiagem, pouca imagem. É muito mais "expressão" do que "ação". É muito mais criatividade do que técnica. A genialidade do mestre do suspense está em evidência em "Um Corpo Que Cai": cenas clássicas, a origem de tudo que vemos hoje em dia, uma verdadeira aula de cinema, provando que não é preciso grandes computadores ou bilheterias para se chegar ao sucesso, mas sim inteligência e bom gosto, o que Hitchcock tinha de sobra. Nota:10

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Odacyr Roberth em 23/08/2011

Realmente é um filme muito bom, diria até ótimo, mas por tudo que já ouvi falar, as minhas expectativas foram muito além do que o filme realmente é. Talvez se eu não tivesse criado tanta expectativa sobre ele, teria-o achado melhor do que achei. O final é totalmente imprevisível! Como é que se poderia saber de toda a história da usurpação, do corpo verdadeiro que caiu e do último instante magnífico do filme (o último minuto é a melhor parte do filme). Nota 8.4.

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Ricardo em 22/09/2010Nota: 3     

Esperava mais deste filme. Muitos o consideram o melhor filme do diretor, mas está longe disso. O filme é no máximo bom, com uma história interessante, mas com interpretações caricatas e final previsivel.

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Razabu em 26/07/2010Nota: 5     

Meu filme favorito.
Preciso falar mais?
Simplesmente a obra-prima de Hitchcock.

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Rafael Vespasiano em 19/03/2010Nota: 5     

Um corpo que cai:


Uma obra-prima que mistura muito bem, e por isso mesmo só podia ser de Hitchcock, romance com suspense; o envolvimento amoroso entre James Stewart e Kim Novak é um romance surreal, obsessivo, possesivo, que envolve questões existenciais. É um trilher psicológico de alto nível. A fobia de altura de Stewart é bem explorada quando ele tem que proteger uma mulher que possui tendências suicidas. Muito bom! Ótimo suspense, com pitadas de romance. nota: dez!

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ASCC em 19/02/2010

Juntamente com Janela indiscreta, o melhor filme do mestre do suspense. A fotografia e a trilha sonora são extraordinárias e a história do filme é envolvente. O trabalho de James Stewart, no papel do detetive que sofre de acrofobia é simplesmente maravilhoso, mas, para mim, quem rouba a cena é Kim Novak, que nunca foi grande coisa como atriz, mas recebeu um prêmio de Hitchcock com o duplo papel de Madaleine Elster (ou melhor, a simulação de Madaleine Elster) e Judy (sua verdadeira identidade). Quando Judy aparece com sua verdadeira identidade, já na 2ª parte do filme, ela está tão diferente, não apenas fisicamente (cor do cabelo, penteado, maquiagem), mas também no comportamento, que chegamos até a ter dúvidas se se trata da mesma atriz. A semelhança com a mulher por quem o detetive se apaixonara é apenas leve. Lamento que a atriz não tenha sido indicada ao Oscar, pois este é o grande momento de sua carreira em termos de qualidade de trabalho. Para aqueles que criticam o enredo dizendo que um verdadeiro detetive verificaria se a mulher que caiu da torre era a mesma que ele seguia, lembro que a personagem de James Stewart se apaixona por aquela mulher e a paixão cega e tira qualquer isenção. Ele já não age mais como um detetive que segue uma mulher para investigar o que estava se passando por ela, mas como um homem apaixonado que tenta, a tudo custo, salvar sua amada de uma tendência suicida. Quanto à personagem Judy, ela é uma espécie de marionete, tanto nas mãos de Gavin Elster, que a transforma na personagem Madaleine Elster, sua esposa, não a verdadeira, mas a inventada, como nas mãos do detetive, que, ao encontrá-la, busca obsessivamente transformá-la para ter de volta a mulher que não conseguiu salvar da morte. Nas duas oportunidades, Judy se deixa transformar. Na primeira, por interesse; na segunda, por amor. 

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Eduardo Araújo em 04/01/2001Nota: 5     

1- Personagem principal emocionalmente envolvido com o caso.2- Fobia e complexo de culpa do protagonista.3- Mistério sobre Carlotta Valdez.Como se não bastasse isso , Hitchcock brinca com o público como uma garota brinca com bonecas Barbie. No primeiro ato sabemos tanto quanto Jimmy, no segundo ato sabemos mais que Jimmy (o que nos faz ter pena de todo o sofrimento do protagonista) e no final do filme voltamos a saber tanto quanto Jimmy.Porém, esse filme não seria o mesmo sem a trilha sonora hipnótica de Bernard Herrmann e as excelentes abertura por Saul Bass e cena do pesadelo. Hitchcock explora neste filme muito romantismo, o que favorece o suspense e fortalece o emocional do personagem e faz o público se envolver mais com o filme.Hitchcock acertou neste filme, considerado um entre os 10 maiores filmes e recentemente restaurado numa versão divina para DVD! Agora, cá entre nós, quem não gostaria que algum diretor por aí fosse possuído pelo espírito de Hitchcock ? :)

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Roberto Moutinho Costa em 07/01/2001Nota: 3.5     

Filme fabuloso. Uma história de suspense do início ao fim, com personagens perfeitos pra história. James Stewart está bem (na medida do possível para seu talento), e Kim Novak está tão linda como sempre. Assista que não se arrependerá.

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