1245105985 thehoursposter01 thumb

As Horas

titulo original: (The Hours)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Stephen Daldry

atores: Meryl Streep , Julianne Moore , Nicole Kidman , Eileen Atkins , Linda Bassett

duração: 114 min

gênero: Drama

status: arquivado

envie
comentar
newsletter
twitter
rss
favorito
separar os e-mails por vírgulas
limitado em 600 caracteres

Faça o login, para usar essa ferramenta.

ficha técnica:

  • título original:The Hours
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 54 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.thehoursmovie.com/
  • estúdio:Scott Rudin Productions
  • distribuidora:Paramount Pictures / Miramax Films / Buena Vista International / Lumière
  • direção: Stephen Daldry
  • roteiro:David Hare, baseado em livro de Michael Cunningham
  • produção:Robert Fox e Scott Rudin
  • música:Philip Glass
  • fotografia:Seamus McGarvey
  • direção de arte:Nick Palmer, Mark Raggett e Judy Rhee
  • figurino:Ann Roth
  • edição:Peter Boyle
  • efeitos especiais:Double Negative

imagens - 15

As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas As Horas

sinopse:

Em três períodos diferentes vivem três mulheres ligadas ao livro "Mrs. Dalloway". Em 1923 vive Virginia Woolf (Nicole Kidman), autora do livro, que enfrenta uma crise de depressão e idéias de suicídio. Em 1949 vive Laura Brown (Julianne Moore), uma dona de casa grávida que mora em Los Angeles, planeja uma festa de aniversário para o marido e não consegue parar de ler o livro. Nos dias atuais vive Clarissa Vaughn (Meryl Streep), uma editora de livros que vive em Nova York e dá uma festa para Richard (Ed Harris), escritor que fora seu amante no passado e hoje está com Aids e morrendo.

elenco:

comentários

para deixar um comentário você precisa fazer o login
Default thumb
Cleber
02/01/2002
nota:Rate010
Três excelentes atrizes, um roteiro muito bom e uma montagem fabulosa fazem um filme sensacional. A história se alinha brilhantemente e Nicole, Julianne e Meryl dão tudo de si. Junto temos um Ed Harris novamente fabuloso."
Default thumb
Gabriela Diasa
03/01/2002
nota:Rate05
Não sei como ganhou tantos Globos de Ouro. O filme foi o pior, mas a interpretação das atrizes foi a melhor. Sem dúvida "The hours" não merece além do que já ganhou, apenas por ter como símbolo básico as atrizes Meryl Streep, a Nicole e a Juliane Moore. Vale a pena assistir, para você se decepcionar com o desperdício dos grandes atores que lá estavam trabalhando."
Default thumb
Antônio Carlos Gomes Junior
04/01/2002
nota:Rate010
É fabuloso! Um drama que conseguiu me agradar em tudo, pela densidade, pela carga dramática e principalmente pela competência do casting. O elenco está perfeito, a Julianne Moore, minha preferida, está magnética como a Laura. Só tenho elogios!"
Default thumb
Rodrigo
05/01/2002
É, certamente, o melhor filme do ano, dividindo este prêmio com o também perfeito "Chicago". Nicole Kidman dá a performance de sua carreira e merece ganhar o Oscar, assim como Julianne Moore. A edição do filme é sensacional, assim como a trilha sonora. Merecidamente indicado a 9 Oscars, As Horas é um filme memorável e inesquecível."
Default thumb
Carlos
06/01/2002
nota:Rate03
Se você ainda não viu, perca essa oportunidade. Não vá. Eu tinha visto dois tipos de críticas a respeito de As Horas: algumas totalmente desfavoráveis, outras altamente elogiosas. Fui desarmado, torcendo pra que fosse bom. Mas achei muito ruim. No começo, a única coisa a me perturbar foi o menino, pois de todos os personagens ele me parecia o mais sorumbático e perturbado, muito estranho, aquela casa parecia pavorosa, fria, sem luz, sem energia positiva... coisa que só se justificou no final, quando soubemos que ele era o cara da Aids. Achei o desempenho dos atores mediano e o Ed Harris não fez nada que merecesse ser indicado pro Oscar de coadjuvante. Os diálogos que me disseram profundos sobre a existencia, a morte, etc, me pareceram fracos... Bem, penso que toda a vez que alguem em Holywood tenta fazer um filme europeizado, acaba com a obra ficando meio caricata... Acabam ganhando uma Palma de Ouro aqui, outro Urso não sei das quantas ali, acho que meio de reconhecimento e incentivo dos intelectuais... Uma coisa que tem diferente no filme é a trilha sonora em tons mais elevados, que o Philip Glass diz numa entrevista que foi feito pela primeira vez, colocando-se os tons nos mesmos níveis das vozes dos atores e não muito abaixo delas, como se faz sempre. A idéia era fazer com que a músiva virasse meio que "personagem" do filme e acho que isso eles conseguiram. Também tem muito beijo na boca de mulher que eu não sei pra quê, a não ser que toda a mulher seja meio Eleanor Roosevelt e não tenha sido informado disso. Acho que até o roteiro do cinema deve ter estranhado. Talvez o livro que gerou o filme seja melhor, pois, dizem, é complexo e todo mundo imaginava que seria díficil de filmar, etc..."
Default thumb
Henrique Miura
08/01/2002
nota:Rate06
Chegar aqui e dizer que "As Horas" (The Hours) é um filme pré-fabricado para ganhar um punhado de Oscars, é entrar em um território mais do que questionado. Mas, ao assistir o filme, é impossível fugir desse clichê para comentar o filme. Lá estão presentes os maiores elementos para conquistar os velhotes puristas da acadêmia: trilha sonora melosa e arrebatadora cifrada por Philip Glass (o mesmo de "Kundun"), diálogos de efeito pré-fabricados para arrancar lágrimas da platéia, e claro, uma narração em Off para no final, deixar tudo com cara de grandioso, recheado de profundidade e reflexão. Tudo certinho, burocraticamente inseridos por Stephen Daldry. Não que "As Horas" seja um filme ruim, até pelo contrário, é bom. Porém, não deixa de ser uma obra decepcionante. Não sei de onde tiraram que Stephen Daldry é um grande diretor. Seu "Billy Elliot" era um filme vencedor por causa de seu descompromisso, seu encanto e sua forma simplista de emocionar. Não existia nada estupendo no filme, e muito menos na direção - mas logo veio a midia e tranformou o cineasta em um gênio instantâneo. Em "As Horas", o diretor só cumpre o aluguel (definitivamente, não é uma visão particular), realizando um cinema técnico, que tem sua emoção calculada, com estratégias para mexer com os sentimentos do espectador. Está adaptação do livro homônimo de Michael Cunningham (que inclusive ganhou o prêmio Pulitzer), conta a história de três mulheres, que carregam em suas vidas, muita coisa em comum e entrelaçadas. A narradora é Virginia Woolf (Nicole Kidman), a escritora de "Mrs. Dalloway" (ou se preferir "A Senhora Dalloway"), uma mulher infeliz, amargurada, que vive sob ajuda médica por causa de suas tendências suicídas. Paralelamente, Laura Brown (Julianne Moore) é uma mulher que vive na década de 50, e é igualmente infeliz - e pensa na auto-destruição também. Em 2001 temos a terceira parte, com Clarissa Vaughn (Meryl Streep) cuidando de um poeta portador do vírus H.I.V, chamado Richard, interpretado com extrema competência por Ed Harris. É normal ao final de "As Horas", você ficar com a sensação de que não entendeu algo. O filme durante boa parte, é sútil e implícito. Até aí, tudo bem. Mas, de uma hora para outra (digo, quando ele quer fechar seu ciclo e suas pretensões), muda essa postura. O elo de ligação direta entre as histórias é fácil, busca soluções que acabam dando o filme uma cara de esquemático, parecendo uma daquelas fórmulas manjadíssimas de Hollywood. Por isso, você acaba ficando sem saber ao certo se realmente capturou a alma do filme. Se no início o filme sugeria um tipo de ligação entre as histórias, para finalizar ele resolve inserir um novo, onde repensando o começo, acabamos assistindo uma obra de ficção sem grandes atrativos. Por isso, a única coisa que transforma "As Horas" em um bom filme, é seu elenco de botar inveja em qualquer um. As três peças centrais estão exepcionais: Nicole Kidman, atuando debaixo de uma pesadíssima maquiagem reaperfeiçoada por efeitos, empresta para sra. Woolf uma força impressionante; nivelada com a parceira pela melhor atuação, temos Julianne Moore impecável na pele de uma mãe comum, que vive de dilemas e situações dificeis - transparecendo humanidade e sofrimento nos olhares e em gestos. A brilhante Meryl Streep acaba ficando meio deslocada por causa das excelentes atuações das parceiras e por causa do extraordinário elenco que cerca a sua trama (com Harris roubando a cena), mas também está em uma atuação digníssima. Mas final, o que "As Horas" tem para falar, transmitir, aprofundar-se? Enfim, qual é a idéia e as discussões do filme? Esse é um detalhe a ser respondido também pela ligação das histórias, o filme é sobre aquilo que existe fragmentado em todas as tramas. Ou seja, solidão, infelicidade, doença (Aids e Depressão), homossexualismo (nas três tramas as personagens beijam outra mulher na boca, com sentimentos incognitos), e principalmente a morte. O filme parece ter a inteção de falar sobre a morte, levantar discussões existenciais. Porém, só consegue ser feliz em sua análise em uma estratégia batida, com a personagem em diálogos explicando tudo sobre a morte, o que ela significa para a pessoa que morreu e para as pessoas que ficaram. Das 9 e exageradas indicações que o filme recebeu ao Oscar, merece levar três. Um de Melhor Atriz para Nicole Kidman, que depois que saiu da sombra de Tom Cruise, vem demonstrando um talento impressionante, e outro para Ed Harris de Melhor Coadjuvante (apesar de Cooper estar muito bem em "Adaptação", o que irá ser uma briga feia), que nas poucas vezes que aparece, acaba conseguindo um dos melhores momentos do filme; e por último, Julianne Moore, que deve levar de Coadjuvante (apesar de ser tão principal quanto a Nicole), desbancando Streep, que não foi indicada por "As Horas", mas sim por "Adaptação", mas curiosamente, ela está melhor aqui do que no esquisito filme de Kaufman/Jonze. Nas outas seis indicações (filme, diretor, figurino, edição, trilha sonora e roteiro original), o filme apesar de competente em algumas, não merece levar - principalmente filme, onde é, até onde os que vi, o pior candidato."
Default thumb
Anderson Rottlisberger
09/01/2002
nota:Rate010
Meses atrás, li o romance ganhador do pulitzer de 1999, “As Horas” (de Michael Cunningham) e pensei: “ Fabuloso. Duvido que consigam adaptar esse livro às telas de cinema”. Quando soube que Scott Rudin tinha comprado os direitos, fiquei pasmo e decidi esperar para ver. Assisti “As Horas” em seu lançamento (ainda com uma pontinha de ceticismo, apesar das críticas elogiosas) e não deu outra: saí trêmulo da seção! gostei tanto que fui duas vezes ao cinema. Não encontro palavras para dizer o quão majestoso é esse filme. David Hare fez uma esplêndida adaptação literária, que sem dúvida ganhará o Oscar. Detalhes ínfimos do livro que eu consideraria descartáveis (tratando-se de um filme) foram incluídos de uma maneira muito sutil. A montagem do filme também merece ser destacada, pois está simplesmente magnífica. Só não entendi porque não indi caram esse filme ao Oscar de melhor maquiagem, pois está originalíssima. Mas vamos ao que interessa: as atuações. Tiro o chapéu para Nicole Kidman, pois é muito difícil interpretar um personagem tão complexo como Virginia Woolf e ela o fez brilhantemente, galgando um novo patamar nesse quesito e com certeza ganhará o Oscar de melhor atriz. Julianne Moore (a minha preferida) está PERFEITA! Retratou com êxito Laura Brown, uma dona de casa desesperada e descontente com a vida que leva. Ela só não foi indicada ao Oscar de melhor atriz por esse filme porque a academia quis prestigiar seu outro trabalho (“Longe do paraíso”) mas mesmo assim, Moore ainda leva o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Já Meryl Streep me decepcionou. Apesar de estar muito bem caracterizada como Clarissa Vaughn, sua atuação deixou a desejar. Ed Harris, então...a melhor performance de sua carreira! também deverá levar o Oscar de melhor ator coadjuvante. Outro ponto que me agradou muito foi a trilha sonora, d o mestre Philip Glass, que está soberba e se encaixa muito bem com a temática do filme. É o meu favorito ao Oscar 2003. Um belíssimo trabalho de Stephen Daldry, inesquecível. Realmente genial."
Default thumb
pedro1asakura
10/01/2002
nota:Rate010
Excelente. O filme é impecável em todos os aspectos; o roteiro é bem interessante, boa fotografia, bem produzido, direção segura de Daldry, e claro, atuações inacreditáveis de Ed Harris, Nicole Kidman, Juliane Moore e Meryl Streep (que merecia uma indicação ao Oscar). Talvez Kidman não esteja tão boa, pois talvez Daldry ou o próprio livro As horas não ponham nenhuma essência na personagem Virgina Woolf. É concerteza um dos melhores filmes que eu ja vi; tocante, emocionante."
Default thumb
Líviaa
12/01/2002
nota:Rate08
A história é muito interessante e tem uma penca de atores de peso. Mas achei que o personagem e a interpretação da Juliane Moore foi mais forte e marcante que a da Virginia (Nicole Kidman), ela aparecia muito pouco. Me irritou o fato do público ficar rindo quando as atrizes se beijavam. Ninguém tem mais sensibilidade para ver esse tipo de filme?"
Default thumb
Pedro Malafaia
13/01/2002
nota:Rate09
É um filme delicadíssimo, com atuações marcantes e visual tão tocante quanto a trama. A trilha sonora também dá essa sensação de fragilidade que comanda as vidas das personagens. Em suma, bonito filme, sem dúvida um dos mais bem montados dessa nova safra de concorrentes ao Oscar - destaque para Julianne Moore, a melhor entre as três principais atrizes."
Default thumb
Ricardo Balata
14/01/2002
nota:Rate010
Soberbo! Nem Virginia Woolf imaginaria ser ver retratada de tal forma nas telas. Um filme denso, construído de forma sensível pelas interpretações de Nicole Kidman, Juliane Moore e da sempre ótima Meryl Streep. Se a Academia demonstrar o mesmo interesse que teve por Moulin Rouge em relação a Chicago, As Horas pode sair do Oscar com algumas estatuetas na bagagem!"
Default thumb
Sabrina R. Baltora
15/01/2002
nota:Rate010
É tão difícil, é tão difícil para mim escrever sobre esta obra de arte. Todos os adjetivos parecem soar falsos. Todos os elogios, pequenos. É difícil escrever sobre um filme que simplesmente alcançou o posto de o melhor que eu já vi. Como? Como descrever a sensação que me arrebatou durante os 114 minutos de reprodução? Bom, mas eu vou tentar. O que este filme tem de tão especial? Se eu dissesse que o roteiro, baseado no livro de Michael Cunningham, é brilhante, eu não estaria mentindo. Mas apenas isso não pode ser considerado a causa da minha paixão. Se eu disser que todo o elenco está perfeito, sobretudo as três atrizes principais, eu tb não estarei mentindo, pois, junto comigo, o Juri do Festival de Berlim, que deu o urso de prata para as três atrizes, tb estaria... mas ainda acho que não está aí o motivo. Se eu jurasse que a direção é leve, luminosa, delicada e perfeita para tentar suavisar o peso e a profundidade da história, eu também não poderia ser processada por falso testemunho. Acho que tudo junto pode justificar 60% do meu deslumbramento, do meu carinho por esta obra. No entanto, refletindo bem, eu acho que é o fato de contar tão bem, tão honestamente, tão veridicamente a desordem interior, o desespero, a emoção limite de três mulheres em épocas diversas que me conquistou definitivamente. Além disso, para unir estas três, temos um livro: Mrs. Dalloway. Este escrito por Virginia Woolf, uma escritora inglesa que viveu nos anos 20, que é uma das personagens principais, maravilhosamente interpretada por Nicole Kidman (que cada vez mais se confirma como a melhor atriz da atualidade). Lido por outra personagem, Laura Brown (vivida por Julianne Moore), uma dona de casa norte-americana dos anos 50 que está grávida do segundo filho e que embora viva em um ambiente de tranqüilidade e aparente felicidade, se sente vazia e vê seu desespero crescendo com o passar das horas, horas sempre iguais, horas sem nenhuma esperança de mudança, sem nenhuma expectativa, sem nenhuma ansiedade, só a ansiedade provocada pelo nada. Por outro lado, Clarissa Vaugham, uma nova iorquina bem sucedida, dona de uma editora, mulher cosmopolita do século XXI, se identifica paradoxalmente com Mrs. Dalloway. E tudo o que deseja no momento é que sua festa, para seu melhor amigo e seu grande amor do passado, dê certo. No meio dos preparativos, pressente o vazio daquela arrumação, sente falta da época em que o amava e se desespera com as horas que a esperam sem ele. Ainda me sinto frustrada por não conseguir exprimir em palavras a beleza deste filme. Talvez seja preciso ouvir a música que permeia a história... talvez seja preciso ouvir o murmúrio das águas do rio de Sussex... ou talvez simplesmente perceber o olhar melancólico de Clarissa (Meryl Streep)."
Default thumb
Cézar
16/01/2002
nota:Rate010
AS HORAS com certeza é um dos 3 melhores filmes do ano. A história transborda de sentimentos e isso é fantástico! Se você está a fim de um filme bem rodado e com ótimos atores, como Nicole Kidman, Julianne Moore, Meryl Streep, Ed Harris e Jonh C. Reilly, não perca As Horas. Nicole Kidman está melhor do que nunca, sendo a atriz do ano. Julianne rouba as cenas e Meryl faz a ligação do dramalhão de Daltry! Merece os Oscars de Atriz, Filme, Roteiro Adaptado, Atriz Coadjunvante, Ator Coadjunvante, Trilha Sonora e Edição. Excluindo o figurino, que não é o tal. Não perca, é de ficar na mente!!!"
Default thumb
Dulhano Luidy Trevisan Dornelles
17/01/2002
nota:Rate010
Tudo o que há e possa vir a exisitr de mais belo está sintetizado em The Hours. É um dos filmes mais adultos que Hollywood já fez. Intradúzivel em todos os sentidos. Nicole Kidman, Meryl Streep, Julianne Moore e Ed Harris fazem o melhor trabalho de sua carreira. Tecnicamente, também, o filme trata-se de uma obra sem precedentes. Do belíssimo roteiro à incomensuravelmente competente edição. Edição esta que fez com que a união de todos os setores se tornasse a perfeição que todos poderão ver na tela. Enfim desejo à Miramax e à Paramount boa sorte, e que, merecidamente, a academia faça juz a este mágnifico trabalho."
Default thumb
Michel Araújo Jucá
18/01/2002
nota:Rate010
Muito bom!!! Só pelo fato de ter 3 ótimas atrizes já valeria a pena assitir. Sem contar do excelente roteiro e na edição. São 3 hitórias que parecem não conseguir se separarem, e tudo isso sem se perder uma vez vez sequer. Ao terminar você pode ficar meio perdido, tentando entender quem contou a história de quem, mas isso não é a única coisa estranha, ver Nicole Kidman com aquele nariz foi bem mais esquisito."
Default thumb
Christian Jafas
19/01/2002
nota:Rate08
Denso. Essa é a primeira palavra que vem a mente durante a projeção do filme As Horas. Mesmo não sendo muito longo cheguei cansado na reta final. Esse é aquele tipo de filme que precisa de atenção, não dá para conversar ou se distrair, você tem que estar mergulhado nele do início ao fim. Então por que tinha um casal de velhos filhos da puta falando o tempo todo? Desculpem. Não resisti, quase tive um ataque no cinema, mas consegui me controlar. Voltando ao assunto que faz vocês lerem esse blog ... a montagem dos primeiros minutos é de tirar o fôlego. Um belo trabalho. O filme é fracionado e a trama pula de um estágio a outro. São três momentos distintos e densos. Por isso não vá ver As Horas pensando em pegar aquela gata nele ou vice-versa. Ainda na montagem, vemos o ritmo lento ser amenizado com belos planos, mesmo longos, são bonitos e entrecortados de forma a criar o clima que o filme exige. Dentro desse clima flutuam três grandes atrizes Julianne Moore, Meryl Streep e Nicole Kidman. Esse ano deveriam distribuir várias estatuetas douradas! Mas como a festa e a premiação são apenas política ... alguém vai ser privilegiado por motivos não convencionais. Meryl Streep continua eficiente e ótima, ter uma atriz como ela no elenco é um prêmio para qualquer produtor, e Nicole Kidman se enfeiou para dar vida a Virginia Woolf, mas isso todos sabem. O texto realmente pedia atrizes de peso para não ficar mais pesado ainda, sem elas o filme perderia metade do seu atrativo. As Horas não é um filme de diretor ou de roteiro, é um filme de atores, um filme feito para o elenco brilhar, e elas brilham e muito, mesmo envolvidas num clima tão denso."
Default thumb
Danilo Ribeiro
21/01/2002
nota:Rate09
Em 'As Horas', Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore - (excelentes!) - dão vida a um dos filmes mais contundentes e profundos dos últimos anos! Três histórias incríveis que se entrelaçam de forma magnífica! Sem mencionar a brilhante participação de Ed Harris. Imperdível!"
Default thumb
Breno Moura
22/01/2002
nota:Rate010
"As Horas" não é um filme fácil de entender. Após duas horas de um espetáculo de roteiro e atuações, fica a pergunta: "o que quis dizer?". Simplesmente que a vida e o destino depende justamente do que fazemos e não do que deixamos de fazer. Se a qualquer hora, quisermos deixá-la, podemos. Destrinchando os piores momentos da vida das três personagens - Virginia Woof, Laura Brown e Clarissa Vaughn -. `As Horas` é triunfante em todas as suas cenas. A história, extremamente bem escrita e com certeza adaptada, capta o espectador para o interior da vida medíocre e cercada pela doença de Virginia Woolf, pela falsa felicidade de Laura Brown e pelo difícil momento da reflexão sobre decisões de Clarissa Vaugh. Todas elas estão ligadas. Uma forte ligação. Todas tem vidas. E todas tem problemas. Tocante e emocionante, `As Horas` imerge na depressão e na tristeza, trazendo um brilhante retrato do suicídio e da infelicidade. `As Horas` conta com um brilhante elenco: Julianne Moore (Laura Brown) - certamente, a grande personagem do filme e que estabelece a relação entre as outras duas. Moore faz desse papel o melhor de sua carreira e deve surpreender a todos por uma merecida vitória no Oscar. Nicole Kidman (Virgina Woolf) - imersa num brilhante trabalho, Kidman tem talento e vontade de surpreender. Merece todas as laureas. Meryl Streep (Clarissa Vaughn) - não brilha tanto, mas a firmeza de sua atuação nos faz sucumbir diante de sua vida banal e triste. "As Horas" é um filme que fica na memória. Na minha demorará para desaparecer."
Default thumb
Alexandre Fernandes
23/01/2002
nota:Rate010
É um filme bastante comovente, denso e com roteiro de cinema europeu. O grande trunfo é que tem melhores qualidades técnicas que um filme europeu e possui uma trilha sonora que dá pra retirar lágrimas de qualquer um."
Default thumb
Edevílson Pereira
24/01/2002
nota:Rate010
Um filme simples, com um elenco de primeira e uma direção primorosa. O Oscar já deveria vir com o nome de Nicole gravado nele. Para ver e refletir, seria o suícidio uma fulga uma liberdade?"
Default thumb
Juliana Saboyaa
25/01/2002
nota:Rate010
Este, com certeza, foi o melhor filme que já vi. Todas as atrizes estão maravilhosas. Estou torcendo para que ganhe muitos Oscars. A trama é maravilhosa, a trilha de Philip Glass é tocante e Ed Harris dá um show de interpretação. É um dever de todo ser humano ir ver este filme maravilhoso."
Default thumb
Adriana Rebelloa
26/01/2002
nota:Rate05
Vale mais pela atuação das atrizes do que pela história. Na minha opinião as mensagens passadas me pareceram confusas, mal expressadas. Saí do cinema com a seguinte questão "E...?""
Default thumb
Georgiaa
27/01/2002
nota:Rate010
Um livro perfeito nem sempre significa um filme perfeito. Mas, As Horas é exemplo de magnitude, é o retrato perfeito do livro, é denso, lindo e acompanhado de ótima trilha sonora. Para os que não têm capacidade de apreciar filmes como este, "Fica com ele" já chegou nas locadoras e "Inferno" vai entrar agora em cartaz."
Default thumb
Lua
28/01/2002
nota:Rate010
Achei totalmente maravilhoso!! Além da historia ser fantastica, o filme conta com um show de interprataçao das atrizes Nicole Kidman, Julianne Moore e Meryl Streep. Como acho Nicole Kidman a melhor atriz do mundo, gostei mais ainda do filme. Todos trabalham mto bem, uma otima trilha sonora. Valeu todos os premios q ganhou e foi indicado, principalmente o oscar de Nicole."
Default thumb
Heládio Riva Junior
30/01/2002
nota:Rate010
Tristemente humano e profundamente melancólico. Música linda e comovente (em certos momentos parece até "mais Um" personagem desse filme maravilhoso). Meryl Streep é a propria 'Mrs. Dalloway', que começa seu dia comprando flores e o vê acabar num suicídio. Lésbica, ela vive mergulhada no apartamento de Richard (Ed Harris), um poeta que tem Aids e é sua grande paixão. As outras atrizes não se comparam a Meryl, pois são apenas boas atrizes. Meryl é mais que uma atriz notável, é uma instituição. Eu recomendo, pois trata-se de uma chance para apreciar o talento da atriz, que se dedicou para representar com fidelidade.
Default thumb
Rodrigo Oliveira
31/01/2002
nota:Rate010
Um filme maravilhoso, que te faz pensar em seus conceitos e marcado por brilhantes atuações nunca vistas reunidas em um filme. Vale a pena conferir. Mas é um drama viu...se vc é fã de "American Pie" ou outros filmes idiotas, nem assista, para não fazer mais comentários idiotas e inconpreendidos sobre o filme."
Default thumb
Thiago Sessegolo
01/02/2002
nota:Rate010
A trilha sonora é perfeita e totalmente envolvente, faz com que o filme fique mais próximo, mais real. Atrizes que dispensam comentários, sem palavras, adorei o filme Chicago mas acho que As Horas deveria ter levado o Oscar de melhor filme."
Default thumb
Bárbara Kristensena
02/02/2002
nota:Rate09
Acabei de voltar do cinema, onde estive prestigiando um dos melhores filmes que já vi em minha vida. Não que já tenha visto muitos (já vi sim, muita porcaria...) ou que tenha conhecimento suficiente para poder julgar assim um filme, mas, para mim, "As horas" é algo magnífico. Pouco sei a respeito das funções da arte cinematográfica, assim como pouco sei reconhecê-las exatamente num filme, mas parece-me que em "As horas" foi quase tudo perfeito! (não digo perfeito porque, tomada pela emoção que foi constante durante o filme, certamente deixei algo para trás). O roteiro é mágico, a fotografia é fantástica, a trilha sonora (aquela musiquinha repetitiva e crescente que toma a alma e sobe o sangue) é reflexiva. O elenco é indiscutível. Nicole Kidman está inenarrável! A impressão que dá é que se ela estivesse linda como é (e não disfarçada com aque le nariz) não teria incorporado tão bem a introspectiva Woolf. Juliane Moore está magnífica: sensível, sofrida, verdadeira; assim como Meryl Streep que, além de tudo, está portando uma beleza (estranhamente) leve, como nunca antes e Ed Harris, não somente por causa da impressionante maquiagem, está completamente tocante. A direção é algo tão sensível e sincronizado que chegou-me a arrepiar o corpo. A seqüência inicial do filme, quando os créditos ainda rolam, é algo que nunca havia visto de sensibilidade, sincronia e perfeição. A todo instante do filme havia uma sensação de que não existia um passado, um presente ou um futuro, mas que todas estavam em uma atmosfera somente delas, onde as coisas aconteciam simultaneamente; como se fosse algo perfeitamente sobrenatural. Sobrenatural, é assim que qualifico "As horas". Sinto que vou ficar tocada com o filme durante alguns dias ainda, repensando e sofrendo e sentindo e pensando e deixando esmaecer toda a profundidade e beleza es tampada na tela das salas frias do cinema."
Default thumb
Maurício Lago Magro
03/02/2002
nota:Rate04
Não me julgo ser incapaz de entender sentimentos alheios desesperados e confusos, apenas não consigo transparecê-los dentro de minha mente. As Horas é complicado para o cérebro masculino. Mas mesmo assim, vale a pena assistí-lo. Com tanta confusão mental, você se convence que é, apesar de tudo, feliz."
Default thumb
Mariaa
04/02/2002
nota:Rate02
NÃO DÁ PARA ACREDITAR QUE ALGUÉM TENHA TÃO PÉSSIMO GOSTO AO ESCREVER UM FILME COM MULHERES SE BEIJANDO, COM HOMENS FALANDO QUE ESTÃO APAIXONADOS POR ALUNO . ISSO ME PARECE PROPAGANDA DE GAYS OLHANDO PARA A FRAQUEZA HUMANA. A ESCRITORA QUE SE MATOU FEZ A MELHOR ESCOLHA, ANTES MORRER QUE CEDER A ALGO QUE TODOS SABEMOS QUE É A DEGRADAÇÃO DA PERSONALIDADE."
Default thumb
Rodrigo
05/02/2002
Um filme para dar um Oscar a Nicole. Coisa que ela já merecia pela safra lamentável de atrizes americanas. O filme é superficial fingindo ser sentimental e profundo. Tenta atrair um público simplista e carente, principalmente mulheres que adoram estórias com lágrimas e doenças."
Default thumb
Dudlei Oliveira
06/02/2002
nota:Rate09
O filme consegue passar uma mensagem que é pouca entendida pelo homem: o momento em que a vida começa a se tornar pesada. Passar esse tipo de sentimento ao público exige muita sensibilidade, trabalho e talento de toda a equipe envolvida no projeto do filme. O filme consegue transmitir sensações de uma maneira que não sejam "monopolizadas" por uma visão única do diretor, mas apresenta uma visão bem generalizada do sentimento dos seres humanos.
Default thumb
Renato Cabral
07/02/2002
nota:Rate09
O melhor filme do ano! Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore arrebentam interpretando estas três grandes mulheres principalmente Vírginia Wolf, o filme é tão bom que faz as pessoas sairem dos cinemas querendo saber quem é Virginia Wolf e ainda querendo ler os dois livros As Horas e Mrs. Dalloway, ambos ótimos.
Default thumb
Diogo Melo
08/02/2002
nota:Rate010
Perfeito. Bem interpretado e um Oscar bem merecido para a Nicole. Uma simples lição de vida, que vale a pena ser visto muitas vezes. Só acho que Meryl Streep merecia pelo menos a indicação para Melhor Atriz Coadjuvante."
Default thumb
Eduardo
09/02/2002
nota:Rate010
Resposta para Maria. Acho que cada pessoa tem o direito de ter a sua própria opinião, pessoalmente eu adorei o filme, este é um daqueles filmes que você sai absolutamente mudo, as lutas e sofrimentos que são apresentados são universais e imediatamente causam identificação, são coisas que a maioria das pessoas passa na vida, só é preciso um pouco de inteligência para abstrair e ver a mensagem que é passada. Gostaria também de deixar minha revolta a respeito de sua resposta, e dizer que homofobia é crime, cada pessoa tem o direito de levar a vida do jeito que bem entender, mulheres se beijando e homens se apaixonando é o que acontece com mais ou menos 10% da populaçao do mundo, e que a fraqueza humana como a palavra mesmo diz é humana, não gay, mesmo que fosse, se todos olhassem para essa fraqueza ao invés de fingir que ela não exite em todos nós ela deixasse de existir, e as pessoas talvez fossem realmente melhores e não precisassem julgar as outras para se sentirem bem, isso para mim é que é degradação de personalidade, precisar falar de outras pessoas para se sentir bem."
Default thumb
Fábio Saad
10/02/2002
nota:Rate010
Marcou a minha vida, pensei que já havia visto cinema, ou que não poderia ne emocionar mais que, cinema paradiso, ou bird asas da liberdade, ou em nome do pai. porém este filme mostra que a arte do cinema transcende grandes locações; que a verdadeira arte é colocar o espectador em contato com seus proprios fantasmas. Simplesmente maravilhoso."
Default thumb
Rodrigo Bertolazzi
11/02/2002
nota:Rate010
Muito bem interpretado, não só Nicole como July e Ed mereciam o Oscar por sua atuação, um filme que fala sobre as dificuldades de se encarrar a vida de frente, simplesmente magnífico em todos seus aspectos, sentimental, dramatico e maravilhoso."
Default thumb
Luís
12/02/2002
nota:Rate010
Um dos melhores filmes que já vi! Meryl Streep, Nicole Kidman e Julianne Moore estão simplesmente brilhantes. Mesmo o filme mostrando três histórias de três mulheres de epócas diferentes em 2 horas, consegue deixar centralizar a obra de Virginia Woolf sem ser cansativo. Tudo no filme é perfeito: o elenco, a trilha sonora, a mensagem que transmite ao público. Imperdível!"
Default thumb
Dielisea
13/02/2002
nota:Rate010
Dou dez pela Meryl Streep, pois como sempre ela esta fabulosa. Já Nicole Kidman não sei como ele ganhou o Globo de ouro e o Oscar ela é uma pessima atriz, para falar a verdade eu a odeio. Meryl que merecia os premios."
Default thumb
Matheus
14/02/2002
nota:Rate010
Desde "Razão e Sensibilidade", eu não assistia uma obra tão marcante quanto essa! Uma estória complexa, comovente,interessante como um "simples" dia na vida de cada um de nós. Ótimo texto, excelentes interpretações. Uma obra de arte!"
Default thumb
Matheus Oliveira
15/02/2002
nota:Rate010
As Horas da um show de competencia tem um roteiro magnifico a direção de Stephen Daldry e muito coerente alem das atuaçoes perfeitas de Julianne Moore. Nicole Kidman(sempre perfeita) enfim o triunfuo de um elenco perfeito.
Default thumb
Tiago dos Santos
16/02/2002
nota:Rate010
Acredito que o filme merece a maior nota por mostrar de forma fiel, a alma. Não somente a feminina, a alma humana. Uma obra de arte fiel a uma outra obra de arte, da grande Virginia Woolf, confesso que foi espantoso a forma de como o autor fez o roteiro do filme, o livro, que eu havia lido antes somente para assistir ao filme, ficou claro, mostrou o homem em todos a sua loucura. E com certeza a mensagem fica: "É preciso encarar a vida de frente, entende-la, para depois, descarta-la!"
Default thumb
Rafael Linhares
17/02/2002
nota:Rate07
Gostaria mais se tivesse entendido melhor.... O filme com certeza merece ser assistido mesmo porque TODAS as suas atuações mereciam pelo menos uma indicação ao Oscar... A história é bem forte, mas pacata ao mesmo tempo. E mesmo sendo bem confusa, em momento algum chega a ser monótona."
Default thumb
ciro
17/02/2002
nota:Rate010
Um drama maravilhoso, o melhor filme que já vi. Meryl Streep e Juliane Moore dão um show. Nicole Kidman não merecia nem a indicação ao Oscar. O interessante é que toda a tristeza e todo a depressão do filme consegue ser quebrada pela leveza de Laura e Clarissa Vaughn."
Default thumb
Ananda Andradea
18/02/2002
nota:Rate09
Pessoalmente não gosto muito de filmes de drama, mas esta obra belíssima me tocou pela sutileza em que foi retratado os problemas complexos dessas mulheres incríveis em épocas tão distintas.Achei maravilhosa a maneira em que suas vidas giravam em torno do universo do livro de Virginia Woolf e gerou um final surpreendente para o filme."
Default thumb
Carolina Dutraa
19/02/2002
nota:Rate07
É um filme interessante, com boas atrizes, mas sinceramente eu esperava mais com um elenco de peso. O roteiro é confuso, as atitudes das personagens são injustificadas. É diferente de tudo o que já asssisti. Mas vale a pena ver."
Default thumb
Siarom
20/02/2002
nota:Rate010
Sensibilidade a flor da pele.'Não se acha a paz fugindo da vida'', diz Virgínia. É um filme sobre sentimentos pacionais que não podem ser julgados. Uma mãe que deixa família e filhos, uma escritora sufocada por uma falsa paz em uma cidade pacata da Inglaterra,e uma mulher atual que organiza festas para cobrir a solidão. São personagens densos, questionadores da vida comum: sofrem, amam, lembram, uma pilha de sentimentos durante 24 horas. É uma obra que faz um ser humano sensível repensar sua vida, e o falso conforto que acomoda e nos faz fechados aos limite da vida perfeita. Com atuações sufocantes e elementos simbólicos reflectivos, As horas é uma obra eterna e universal, uma catarse de sentimentos femininos: as mulheres são sem duvida seres maiores, e só um filme feminino pôde refletir cruelmente a felicidade, a vida, e as formas de viver."
Default thumb
leonardo
21/02/2002
nota:Rate010
Não há o que dizer sobre esse filme. A única coisa a fazer após vê-lo é pensar nele e trazê-lo à tona. Olhar a vida nos olhos e sorrir para ela, mas, antes de descartá-la, comprar flores. Comprar você mesmo as flores."
Default thumb
Orestes Chaves
22/02/2002
nota:Rate05
Se houvessem alguns remédios pra depressão no tempo de Virginia Woolf talvez este filme seria só um melodrama. A história se passa em três épocas distintas, uma a da escritora inglesa Virginia Woolf (Nicole Kidman) em 1923; outra de Laura Brown (Julianne Moore), uma dona-de-casa, esposa de um ex-combatente, em 1951 e enfim em 2001 com a editora Clarissa Vaughn (Meril Streep). "Mrs. Dalloway", o livro de Woolf, é o "personagem" que interage com as três mulheres não muito normais desse filme, que parece ser feito "na medida" para ganhar algumas estatuetas, mas que apesar de ser indicado para nove categorias, só ganhou uma, a de melhor atriz para Kidman. Parece um filme "cabeça" pois envolve literatura, loucura, morte, algumas interpretações maneiristas (Kidman), mas o óbvio percorre toda a narrativa para que todo mundo que assista possa se sentir inteligente e "cult". As horas passam e nada mais."
Default thumb
Arethaa
23/02/2002
nota:Rate010
Um dos melhores filmes dramáticos dos últimos tempos, As Horas, que além de ser encabeçado por um elenco de primeiríssima categoria - Meryl Streep, Nicole Kidman, Juliane Moore e o irreconhecível Ed Harris - trata com uma fiel sensibilidade as mais profundas emoções e experiências do ser humano, personificadas em três histórias paralelas, fazendo com que o espectador experimente deleitáveis Horas."
Default thumb
Daniel de Almeida Thiengo
24/02/2002
nota:Rate05
Pode-se resumir o filme em uma palavra: monotono. Um dramalhao sem o menor sentido. Tragedias em cima de tragedias que ocorrem na vida de tres mulheres (interligadas de forma obscura) sem muita explicacao de porque ocorrem. Nem as brilhantes interpretacoes das atoras salvam a falta de enrredo. Apesar disso como todo filme feito vale a pena ser visto pelo menos uma vez."
Default thumb
Rodrigo Oliveiraa
26/02/2002
nota:Rate03
As pessoas para parecerem intelectuais e observadoras de um bom filme alegam que "As Horas" trasparece ser um bom filme, mas nao concordo com isso. O filme é cansativo, depressivo, sem sentido. Os unicos pontos que ele merece são pelas atrizes de peso nesse drama."
Default thumb
Leandro
27/02/2002
O filme é maravilhoso, você vai adorar... se você for uma mulher cheia de problemas e crises existenciais... Se não, faz o seguinte: deixe sua namorada ir assistir o filme com as amigas enquato vc vai jogar bola com os amigos!! Acredite, depois vc vai me agradecer.
Default thumb
Marcus Rocha
28/02/2002
Acho que zero é pouco para um filme tão ruim. Que perda de tempo. O filme parece que acaba no meio, sem mais nem menos. Melancólico e sem enredo. Parece mais uma apologia ao homossexualismo, pois só tinha gay e lesbica. Só achei interessante a trilha sonora(+-) e a atuação de Nicole Kidman. Definitivamente não vale a pena.
Default thumb
Juliana Borgatoa
01/03/2002
nota:Rate010
Não consigo entender como alguém possa dizer que "as horas" é um filme sem conteudo...pelo amor de Deus..o filme fala tudo! fala da angustia do ser humano, da própria essencia, mostra mto bem como é dificil viver uma vida, como somos complexos...o filme é imperdível!
Default thumb
juliano
02/03/2002
nota:Rate010
Um filme belíssimo do começo ao fim.Temos uma Nicole Kidman esforçada, que como recompensa levou o Oscar de melhor atriz, mas não era para tanto,o importante é que a ex-senhora Tom Cruise não compromete, já que temos no elenco uma fenomenal Julianne Moore e uma fantástica, maravilhosa, excepcional e todos os adjetivos possíveis para essa Deusa-Monstro Sagrado, e tudo o que mais possa chamar: Meryl Streep. A mulher é de tirar o chapéu, ela consegue ser diferente em cada papel que interpreta, e isso não é pouco. O diretor Daldry já mostrara seu talento em sua estréia cinematográfica, Billy Elliot, confirmando em As Horas ser um dos melhores diretores da atualidade.
1254246322 no carro thumb
Elisa von Groll
29/09/2009

As tres estão maravilhosas, mas a Nicole se destacou com certeza! Maravilhosa! Mereceu o Oscar!


votos dos usuários

4
58 voto(s)

crítica do adorocinema

publicidade

últimas notícias

tags