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Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo

titulo original: (The Far Side of the World)

lançamento: 2003 (EUA)

direção: Peter Weir

atores: Russell Crowe , Paul Bettany , James D'Arcy , Edward Woodall , Chris Larkin

duração: 140 min

gênero: Aventura

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Far Side of the World
  • gênero:Aventura
  • duração:02 hs 20 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:http://www.masterandcommanderthefarsideoftheworld.com/
  • estúdio:20th Century Fox / Miramax Films / Universal Pictures / Samuel Goldwyn Films
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation / Buena Vista International
  • direção: Peter Weir
  • roteiro:Peter Weir e John Collee, baseado nos livros de Patrick O'Brian
  • produção:Samuel Goldwyn Jr., Duncan Henderson e Peter Weir
  • música:Iva Davies, Christopher Gordon e Richard Tognetti
  • fotografia:Russell Boyd e Sandi Sissel
  • direção de arte:Bruce Crone e Mark W. Mansbridge
  • figurino:Wendy Stites e Kacy Treadway
  • edição:Lee Smith
  • efeitos especiais:Asylum VFX / CafeEX / Industrial Light & Magic / Weta Workshop Ltd.

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sinopse:

Jack Aubrey (Russell Crowe) é o capitão do H.M.S. Surprise, um dos principais navios de guerra da marinha britânica. Com seu país em guerra contra a França de Napoleão Bonaparte, Aubrey é atacado por um navio inimigo mais poderoso, que fere boa parte de sua tripulação e ainda danifica o navio. Aubrey então se sente dividido entre cumprir seu dever e tentar derrotar o inimigo ou retornar para cuidar dos feridos.

elenco:

  • Russell Crowe (Capitão Jack Aubrey)
  • Paul Bettany (Dr. Stephen Maturin)
  • James D'Arcy (Tenente Tom Pullings)
  • Edward Woodall (Tenente William Mowett)
  • Chris Larkin (Capitão Howard)
  • Max Pirkis (Blakeney)
  • Jack Randall (Boyle)
  • Max Benitz (Calamy)
  • Lee Ingleby (Hollom)
  • Richard Pates (Williamson)
  • Ian Mercer (Sr. Hollar)
  • Robert Pugh (Sr. Allen)
  • Richard McCabe (Sr. Higgins)
  • Tony Dolan (Sr. Lamb)

comentários

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Luciana Ribeiroa
02/01/2003
nota:Rate03
Um dos piores filmes que já vi! Não tem hisória, não tem final...A primeira vez que durmi no cinema! A única coisa boa no filme é o Russell Crowe que é um exelente ator.A atuação de de Paul Bettany também é ótima. Senti até pena de atores tão bons terem participado de um filme tão insípido.
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Daniel Sá
03/01/2003
nota:Rate08
O filme esbanja competência, mas apesar dos esforços primorosos de produção, direção e principalmente de elenco, fica abaixo das expectativas, em grande parte pela falta de carisma da trama em si e por alguns erros de coesão que o roteiro apresenta na segunda metade. Ainda assim, são merecidas todas as indicações ao Oscar, sendo que o sempre fabuloso Russel Crowe foi injustamente esquecido. Paul Bettany também está perfeito. Em suma, é ao mesmo tempo uma recriação poética e realista de um universo fascinante.
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Carola
04/01/2003
nota:Rate09
A pergunta que não quer calar: Esse pode tirar o Oscar de Senhor dos Anéis?? Vamos pensar: É um filme interessante, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar. O capitão arrogante Jack Aubrey (Russell Crowe, perfeito) de um navio "ultrapassado" já remendado várias vezes, o HMS Surprise, fica o tempo todo perseguindo o navio Acheron, mas os inimigos franceses sempre estão à frente. Até que um belo dia Aubrey descobre um jeito de vencer "os franceses". E daí? Talvez isso não pareça empolgante (embora seja). Mas, durante essa perseguição vários fatores fazem o filme crescer. Pode não haver mulherzinha chorando em casa (embora Jack fale de uma várias vezes), mas tem outros "dramas": O menino que perde o braço mas sonha batalhar em guerra, o cirurgião-naturalista-amigo-do-capitão que o tempo todo quer ir para as Ilhas Galápagos capturar um pássaro raríssimo, o capitão que não sabe perder, enfim... Não acho palavras para descrever esse filme (não vou falar que é "Fascinante" porque a Mayumi já usou essa antes). Mas voltando à questão inicial: Pode tirar o Oscar de Senhor dos Anéis? Eu não tiraria. Não pelo fato de que eu não chorei no Mestre dos Mares e tenha chorado um pouco no Senhor dos anéis. Acontece que neste Mestre dos Mares você sente que falta alguma coisa. Talvez porque tenha toda essa espectativa em volta dele, talvez porque não saia da cabeça que o Sda TEM que ganhar dessa vez, afinal é a última chance... Não sei. Melhor filme e direção creio que não ganhe. Mas outra coisa me preocupa, que não é tirar do Sda: é impedir CDD de ganhar como Melhor Fotografia. Esquecendo essa história de "pegar Oscar dos outros", como puderam fazer isso com o Russell outra vez?? Poxa, pelo menos em 2002 ele foi indicado ao de melhor ator... Esse ano nem isso, embora ele - como sempre - estivesse perfeito!! Ele sabe passar o nervosismo, a alegria, a tristeza, o orgulho... Russell Crowe é bom. Sempre.
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Marco Túlio
05/01/2003
nota:Rate01
Filme fraco e sem objetivo. A trama do filme o leva a crer que alguma coisa de grandiosa vai acontecer mas apenas uma batalha sem grandes perdas é o clímax do filme. No final, que é apenas uma continuidade do filme, a tripulaçao de Russel é dividida e simplismente assim termina o filme. Muito fraco na minha opinião e nao merece o oscar de melhor filme.
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Marcos
06/01/2003
nota:Rate010
O filme me surpreendeu bastante.Esperava que fosse apenas mais um daqueles filmes de guerra.Existe uma mistura perfeita entre ficção e fatos históricos.Além disso, as relações entre capitão,médico e tripulação são abordadas com muita emoção e tomam a maior parte do filme.Curisidade:Existe um diálogo em português quando o navio inglês passa pelo Brasil.
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William Keylon Gonçalves Lopes
07/01/2003
nota:Rate010
Eu gostei muito da produção feita, pois o filme tem história, ele é exelente para quem gosta de filmes que o ator tem que pensar para fazer alguma coisa. Como Exemplo: A hora do disfarce. De onde ele poderia tirar esta idéia? A não ser com um bicho que se parece um "graveto". É bastante interessante, gostei d+.
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Lucillaa
08/01/2003
nota:Rate010
Não adianta chiar; com ou sem Oscar; com ou sem nascimento de filho que o afastou da premiação do Oscar; com ou sem casamento esquisito que desencantou milhares de fãs; com ou sem briga e tabefe, à parte estas particularidades bem comuns aos chamados gênios, Russell Crowe continua sendo uma presença imponente e garantia certa de bilheteria e de filmes bons! Como bem disse um crítico, é um ator raro, e de jeito nenhum as possíveis excentricidades da sua vida pessoal devem se confundir com o seu trabalho primoroso, e obscurecer o brilho único do seu desempenho - se é que mais da metade das chamadas excentricidades não passam de dor de cotovelo da mídia, em decorrência das atitudes de um homem com personalidade forte, que não lhes abre concessões na hora de mostrar o que o desagrada, durante as abordagens realmente sacais dos jornalistas em certas horas! Mestre dos Mares só vem corroborar isso: filme que de dentro de uma simplicidade bem tratada de enredo impõe um espetáculo majestoso, bem produzido e bem dirigido, é garantia de diversão certa para os apreciadores dos temas marítimos, com direito a batalhas cujo realismo chegar a saltar para fora da tela, tirando o fôlego dos expectadores. Russell Crowe é a chave de ouro; um regalo para os fãs, uma presença encantadora para os apreciadores da arte cinematográfica, ao poderem mais uma vez interagir com o seu magnetismo e carisma inconfundíveis! Os mal humorados que enterrem a sua dor de cotovelo! Imperdível!
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Daniel Roberto
09/01/2003
nota:Rate02
O filme é horrivel! A historia descreve a navegação francesa da época... E só! Você entra no cinema e sai arrependido de ter assistido um filme que não te passa nenhuma lição moral e irritado por ter jogado fora R$ 13,00. Valeu apenas pela pipoca (!)
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Rainor
10/01/2003
nota:Rate07
Filme de aventura náutica como a muito não se fazia. A ambientação é perfeita, conseguindo transmitir o clima de confinamento existente naquelas embarcações. Interessante notar a relação das crianças a bordo que, como era normal naquela época, eram tratadas como mini-adultos. Mas o filme tem falhas; como todo filme anglo-americano, tende a mostrar os franceses (ou qualquer outro povo) como traidores e incapazes; e, o maior dos problemas, o filme é longo demais, acaba cansando.
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Bóris Baitala
11/01/2003
nota:Rate04
O filme empenha-se na história de um comandante que quer viver a personalidade do Almirante Nelson.A paisagem é deslumbrante, como também é fantástica a figura dos navios.O filme em si, é cansativo. Quem escreveu a história, esqueceu de guarnecê-la com episódios de ação, necessários a espantar o torpor que envolve toda a exibição.Pela riqueza de detalhes, principalmente dos navios, das instalações e do figurino, o filme merecia ser mais cativante.
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Térciaa
12/01/2003
nota:Rate08
O filme é de boa qualidade, principalmente no que se refere ao conteúdo, pois retrata o espírito de competição marítima e a guerra comercial e territorial protagonizadas por Inglaterra e França. Ademais, a elaboração das cenas de combate e tempestades, enfrentadas pelos protagonistas, merecem reconhecimento. Finalizo mencionando os conflitos internos dos personagens que se dividem entre o dever e o sentimento de compaixão e amizade. No fim parece haver uma conciliação entre ambos.É bom conferir!
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Cláudio Grande Jr.
13/01/2003
nota:Rate07
É um bom filme, mas não é tudo isso que andam dizendo por ai. Apesar de tecnicamente perfeito, foi exagareda a indicação para 10 oscares. Russell Crowe, como sempre está bem. Melhor ainda Paul Bettany como o médico. Merecia indicação a ator coadjuvante. Só que aí seriam 11 indicações...
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Fernando Utsch
14/01/2003
nota:Rate09
Excelente filme, belas cenas das batalhas. O filme fica mais interessante com a passagem pela Ilha de Galápagos onde Paul Bettany (Dr. Stephen Maturin) que é um cientista fica boquiaberto com as novas espécies de animais que ele juntamente com o seu aprendiz descobrem. Russell Crowe arrebenta com uma das suas melhores atuações.
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Guilherme
15/01/2003
nota:Rate06
O que esse filme fazia no Oscar? O som, a edição de som, a edição das cenas e os figurinos são bons. Mas de resto, é duvidoso. A fotografia não merecia o Oscar que arrebatou. A direção e o roteiro são frouxos. Russell Crowe parecia não estar a vontade no papel e o espectador pode correr o risco de dormir enquanto assiste o filme. Um filme desinteressante que entrou de penetra na categoria Melhor Filme no Oscar.
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André Luís Ferreira
16/01/2003
nota:Rate02
Droga. Quando aluguei o filme, criei grande expectativa, mas logo vi se tratar de um roteiro super monótono. Dá sono o tempo todo e as poucas cenas de batalha existentes não convencem. Diálogos pobres e a atuação de Russel Crowe deixou a desejar.
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Thaísa
17/01/2003
nota:Rate04
Não merecia nem 2 indicações ao Oscar, quanto mais 10! Chato! Muito chato! Só vale pelo médico legal, e pelo garotinho lindo que perde o braço. Fora isso... Tudo muito CHATO!
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Francisco S. Souza
18/01/2003
nota:Rate010
A historia é muito interessante, trazendo ela para a realidade do meu trabalho onde gerencio 45 pessoas melhorei muito minha liderança, inclusive com os formadores de opinião. Ele é a chave para você liderar uma equipe para atingir as suas metas profissionais. Também me ensinou tomar decisões sem misturar com o lado emocional. Parabens para o diretor , os atores e toda a equipe . Excelente filme.
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PazzoBaz
19/01/2003
nota:Rate05
Gastaram muito e fizeram pouco. O filme possuiu um roteiro interessante, mas é muito mal explorado é caracterizado por uma certa apatia e fica devendo muito.
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Luís Jr.
20/01/2003
nota:Rate09
Um triunfo absoluto! MESTRE DOS MARES é prova convincente de que o cinema épico não foi feito apenas para encher os olhos com imagens grandiosas, mas também para encher o coração de surpresas maravilhosas e desnortear a mente com o poder de um grande diretor. Peter Weir é o homem. Ele sabe o que fazer com uma câmera na mão. Ele sabe fazer o espectador ver o que ele quer que seja visto. E nisto ele conseguiu fazer de MESTRE DOS MARES uma obra-prima de uma beleza arrebatadora. MESTRE DOS MARES é uma visão deliciosa de um universo fascinante - a dos grandes navios de guerra dos tempos de outrora. Como um mago da sétima arte, Peter Weir transporta o espectador para este mundo fascinante de 100 anos atrás e consegue transmitir com realismo obsessivo a atmosfera claustrofóbica e instável do interior destas naves marítimas - um interior escuro, sujo e apertado, mas ao mesmo tempo tão cheio de figuras familiares: o velho baú empoeirado jogado num canto, uns panos rotos largados para lá, pesadas cordas enroladas numa trave de madeira; figuras que povoavam as ilustrações coloridas dos livros infantis que líamos quando pequenos e que nos fazem sentir um conforto gostoso, embora rodeados por um ambiente do qual os protagonistas do filme não vêem a hora de se livrar. De repente, a câmera sobe e estamos a céu aberto carregados pelo vento com o sol refulgindo livre sobre nossas cabeças, plácida névoa da manhã adormecendo sobre as ondas calmas do oceano e majestosas velas brancas do grande navio impondo-se sobre os mortais marujos como castelos de nuvens erguendo-se do mar sem fim. Sem fim... Sim, um mar que não tem fim cerca a imponente embarcação por todos os seus lados como se não houvesse outra coisa no mundo além daquele pavimento azul de água. O mar é forte, tão belo, mas principalmente, assustador. Imagine o que é ser um marinheiro da Marinha Real Britânica, durante o pleno transcorrer das Guerras Napoleônicas, confinado a uma embarcação e por meses sem ver terra! Não é preciso imaginar. Peter Weir imaginou isso tudo para nós e nos permitiu visualizar, ouvir - e até tocar se você fechar os olhos por alguns segundos - esse universo mágico em MESTRE DOS MARES. Tempestades aterrorizantes, impressionantes batalhas navais e um fascinante passeio pelas paisagens exóticas das ilhas Galápagos cruzam o destino da expedição britânica a serviço de Sua Majestade, honrada com a tarefa de interceptar um navio francês nas águas do oceano Atlântico. Daí, o que se segue é é uma caçada tensa e emocionante pela costa do Brasil, pela extremidade sul do continente americano e pela imensidão do oceano Pacífico. Neste percurso, somos apresentados a personagens encantadores, com destaque para o Capitão Aubrey (Russell Crowe sensacional) e o Dr. Stephen (Paul Bettany igualmente ótimo). Cada marujo tem um gênio, uma força, um defeito. É impossível não se apaixonar por cada um deles. Durante o filme, eles passam a fazer parte da nossa família. E isso leva o epectador às lágrimas quando as trajédias do roteiro sobrevêm aos personagens. Uma epopéia tocante, emocionante e profundamente absorvente. Tecnicamente, o filme é magnífico. Tem lindíssima trilha sonora - grandiloqüente como um épico e clássica como a música da época. A encenação é obcecada com a perfeição. Os efeitos especiais são ótimos. E a fotografia é fantástcia, linda como uma pintura, na verdade, inspirada nos belíssimos quadros de episódios navais pintados no Século XIX. Cada imagem do filme como que foi pintada a mão pelo diretor de fotografia. São léguas e léguas de visões majestosas de navios guerra e das lindas velas brancas dos navios confundindo-se com as nuves e com a neblina ou com a fumaça dos tiros de canhão. Um espetáculo apaixonante! MESTRE DOS MARES é um épico inovador e surpreendente. Uma aventura excitante e um drama comovente. Com este filme, Peter Weir realizou um novo LAWRENCE DA ARÁBIA. Como o épico de Sir David Lean, MESTRE DOS MARES não tem ação eletrizante, não tem romance, não tem nem mulher, mas é um dos mais fascinantes filmes já feitos. Um gol de placa de um elenco irrepreensível, uma equipe técnica primorosa e um diretor talentosíssimo.
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Filipe
15/01/2010
nota:Rate04

A definição desse filme eh a seguinte: eh um filme bom se for levar em conta a direção, atuações, direção de arte, etc... Mas se vc quer ver um filme para se diverti e ver um filme com uma historia emocionante e um filme q te prenda, passe longe de Mestre dos Mares. Em questão de diversão, eh um filme fraquissímo, n tem nenhuma emoção, n tem historia, soh mostra o cotidiano dos homens no navio. um filme com qualidades técnicas mto altas, mas fraquíssimo pra quem procura uma boa diversão estilo 'pipoca'.


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crítica do adorocinema

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