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Kinsey - Vamos Falar de Sexo

titulo original: (Kinsey)

lançamento: 2004 (EUA)

direção: Bill Condon

atores: Liam Neeson , Laura Linney , Chris O'Donnell , Peter Sarsgaard , Timothy Hutton

duração: 118 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Kinsey
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 58 min
  • ano de lançamento:2004
  • site oficial:http://www.foxsearchlight.com/kinsey/
  • estúdio:American Zoetrope / Pretty Pictures / N1 European Film Produktions GmbH & Co. KG / Qwerty Films
  • distribuidora:Fox Searchlight Pictures
  • direção: Bill Condon
  • roteiro:Bill Condon
  • produção:Gail Mutrux
  • música:Carter Burwell
  • fotografia:Frederick Elmes
  • direção de arte:Nicholas Lundy
  • figurino:Bruce Finlayson
  • edição:Virginia Katz
  • efeitos especiais:

imagens - 10

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sinopse:

Em 1948 Albert Kinsey (Liam Neeson) abalou a conservadora sociedade americana ao lançar seu novo livro, "Sexual Behavior in the Human Male". O livro trazia uma ampla pesquisa, na qual Kinsey levantou dados sobre o comportamento sexual de milhares de pessoas. O assunto, até então pouquíssimo abordado, passa a ser tema de debates e provoca polêmica na sociedade.

elenco:

  • Liam Neeson (Alfred Kinsey)
  • Laura Linney (Clara McMillen)
  • Chris O'Donnell (Wardell Pomeroy)
  • Peter Sarsgaard (Clyde Martin)
  • Timothy Hutton (Paul Gebhard)
  • John Lithgow (Alfred Seguine Kinsey)
  • Tim Curry (Thurman Rice)
  • Oliver Platt (Herman Wells)
  • Dylan Baker (Alan Gregg)
  • Julianne Nicholson (Alice Martin)
  • William Sadler (Kenneth Braun)
  • John McMartin (Huntington Hartford)
  • Veronica Cartwright (Sara Kinsey)
  • Kathleen Chalfant (Barbara Merkle)
  • Heather Goldenhersh (Martha Pomeroy)
  • Dagmara Dominczyk (Agnes Gebhard)
  • Benjamin Walker (Kinsey - 19 anos)
  • Matthew Fahey (Kinsey - 14 anos)
  • Will Denton (Kinsey - 10 anos)
  • John Krasinski (Ben)
  • Arden Myrin (Emily)
  • David Harbour (Robert Kinsey)
  • Judith J.K. Polson (Mildred Kinsey)
  • Leigh Spofford (Anne Kinsey)
  • Jenna Gavigan (Joan Kinsey)
  • Luke MacFarlane (Bruce Kinsey)
  • Bill Buell (Dr. Thomas Lattimore)
  • Lynn Redgrave

comentários

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Denílson
02/01/2004
nota:Rate07
O professor de biologia Kinsey depois de estudar o comportamento das vespas por anos se vê precisando resolver um problema pessoal que o leva a estudar o comportamento sexual das pessoas. Kinsey consegue, através de entrevistas, produzir um rico relatório sobre a vida sexual da sociedade americana em meados da década de 40. Polêmicas, suas obras causaram angústia, irritação, alívio e desconforto por todos Estados Unidos. KINSEY é um filme que vai mexer com tabus, com hipocrisia e com uma realidade no mínimo peculiar. Mas trata também de paixão, aliás num curioso campo onde podemos separar muito bem "sexo" (objeto de estudo) e "amor" (aquilo que não se estuda). Como podemos observar na bela construção da personagem Clara McMillan (esposa de Kinsey), vivida por Laura Linney. Quem espera de KINSEY, um filme repleto de tons e tomadas mirabolantes, se decepciona. Bill Condon tenta ser real, as vezes até demais, por algumas vezes lento, em alguns momentos realiza uma ou outra boa analogia. O destaque fica mesmo para a bela atuação dos Atores – Liam Neeson (Kinsey), Laura Linney ( Clara McMillan) e Chris O'Donell (Wardell Pomeroy) – Com ênfase na ardente cena do beijo entre Kinsey e Wardell. Assistir Kinsey é, sem dúvida um exercício das nossas diferenças e das nossas igualdades É falar de uma sociedade que vem há séculos se montando e se moldando nos mesmos dilemas e se calando sobre os mesmos assuntos, oque nos torna cada cidadão coletivamente comum mas totalmente peculiar individualmente, tal qual as vespas.
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Lídia Puccettia
03/01/2004
nota:Rate08
Bem, vou aproveitar o espaço para escrever sobre um filme que assisti nesses últimos dias. É interessantíssimo! Não sabia até então da existência desse professor "maluco" chamado Kinsey que revolucionou a visão sobre o sexo na década de 40. Achei incrível que numa sociedade tão puritana e racionalista, pudesse aparecer alguém como Kinsey para construir um projeto tão audacioso e incrivelmente bem justificado (na verdade essa foi a forma que tornou possível a existência do projeto - a razão no comando) Sem dúvidas a desmistificação do sexo teve efeitos sociais na cultura americana. Fiquei comparando o formato de pesquisa proposta por Kinsey e a proposta psicanalítica. Completamente distintos mas que como últimos esbarram naquilo que ainda não se sabe o amor. Enquanto Kinsey volta-se para as possibilidades do ato sexual para a melhoria da vida cotidiana. Freud volta-se para a linguagem para aquilo que não se diz, que se esquece como caminho da cura. Kinsey vai aos limites do prazer e Freud ao delírio do aparelho psíquico. Bem, o quero dizer com isso? Não sei. Talvez que a pesquisa de Kinsey cortou a censura pela ciência e Freud pelo delírio da psicanálise. Nesse caso só posso dizer uma coisa: eu também quero...
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Maria Améliaa
04/01/2004
nota:Rate010
Filme excelente. Didático. Retrata a influência positivista da época no que diz respeito às pesquisas, muito rebatida hoje em dia, mas é atualíssimo ao trabalhar com identidades sexuais, tabu para muitos em 2005! Recomendo. Lindo, triste, assustador. Humano, oras!
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Ramon Portela
05/01/2004
nota:Rate010
Um filme excelente e antes de tudo atual! Sim, apesar de Kinsey ser um filme que se passa nas primeiras décadas do século XX, temos aí um brilhante enfoque em uma questão muito delicada que vai além do sexo, chegando, assim, a nos mostrar um moralismo exarcebado que deixou, e diga-se de passagem ainda deixa, muitas pessoas cheias de informações errôneas, criando comportamentos absurdos e medos sem fundamento... Nada mais atual, na conjuntura mundial em que, por exemplo, o medo contra um "Império do Mal" se criou para justificar invasões deliberadas ou mesmo, em determinadas ordens internas, um reavivamento quase repressivo da liberdade sobre o próprio corpo em que políticas já comprovadamente eficazes de prevenção contra doenças venéreas e mesmo para evitar a gravidez são abertamente reprovadas por governantes em favor da abstinência só para que estes ganhem o apoio político de setores mais conservadores da sociedade. O exemplo do Professor Kinsey é algo que cai sobre o mundo atual como "um tapa de luva de pelica", pois mostra um homem que se revolta contra toda um conjuntura repressora e resolve fazer um estudo totalmente científico sobre um dos atos mais essenciais à vida em si, o sexo, mesmo que isso signifique ser perseguido, perder amigos, comprometer sua própria família, tudo isso em benefício da humanidade. Quanto a escolha de Liam Neeson para o papel, nada me pareceria mais acertado, pois ele é, com certeza, um dos melhores atores em atividade em nossos dias. Não consigo conceber o porquê de esse filme não ter ganho a repercução que merecia.
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Jeferson
06/01/2004
nota:Rate08
Muito bem dirigido e, principalmente, interpretado. Liam Neeson e Laura Linney estão excelentes neste que é, com certeza, um filme para se discutir. Falar de sexo hoje não é fácil, imagine em plenos anos 40. Com um orçamento modesto de 11 milhões de dólares, Bill Condon fez um filme sutil e honesto.
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Thaís Sagina
07/01/2004
nota:Rate010
Assisti esse filme a primeira vez por acaso, sem saber do que se tratava, embora ja tivesse lido uma resenha tempos antes na Veja. Saí mudada, maravilhada, tanto que voltei no dia seguinte. Não necessiariamente mudada porque o filme apenas organizou minhas idéias. O que "Kisey - Let´s talk about sex" fez foi esclarecer melhor as coisas pra mim. Ver o sexo do ponto de vista biologico e não moral não sei ainda se é o melhor a ser feito, mas eu não tenho duvidas de que é muito importante ter também essa visão. Muitos de nós sofremos, em algum momento da vida ou durante ela toda, por causa do sexo: por falta de informação, por vergonha, por medo.. e "Kinsey" vem para nos ajudar. É uma pena que nas duas vezes que assisti o filme vi varias pessoas saindo da sala de cinema. É realmente uma pena que mesmo depois de 60 anos (Kinsey iniciou seu trabalho na decada de 40) as pessoas ainda não estejam preparadas para falar sobre sexo.
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PazzoBaz
08/01/2004
nota:Rate010
Junção de ótimos atores,ótimo diretor,produção impecável e roteiro super coerente,o resultado é um filme que te prende do inicio ao fim,com algumas partes chatas,eu confesso,mas logo o filme se reergue e volta a prender. Um ótimo filme que merecia mais indicações ao Oscar,e mostra que os tabus sexuais existem para serem quebrados.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
09/01/2004
nota:Rate07
A cinebiografia de Alfred Kinsey (Liam Neeson) é interessante por vários motivos. Ver transposta para o cinema a vida do homem que ousou desbravar a sexualidade humana de forma científica numa época em que esse assunto era tabu, é o principal mérito do diretor Bill Condon (o mesmo de "A ÚLTIMA CEIA"). Também merece todos os elogios a abordagem histórica da sociedade americana das décadas de 40 e 50 do século XX. A exploração das motivações psicológicas que tornaram Kinsey um obcecado pelo estudo da sexualidade. Enfim, Condon nos fornece um retrato abrangente do homem cujo nome dá título ao filme. Bem, ao enredo propriamente dito. A infância de Kinsey não pode ser considerada como um período feliz. Seu pai era um pastor protestante repressor. Não à toa Kinsey passa a dedicar-se ao estudo de insetos e de animais para se isolar da companhia paterna. O pai nutria uma predileção pelo irmão mais velho de Kinsey. Ao graduar-se em zoologia e colecionar mais de 100.000 espécies de insetos, Kinsey passa a lecionar na Universidade de Indiana. Ele se apaixona por uma de suas alunas, Clara (Laura Linney), e casa-se com ela. E é importante que se diga que Kinsey era virgem quando se casou. A vida sexual do casal não era satisfatória, o que fez com que eles procurassem um especialista no assunto. A partir de então, a vida sexual foi desfrutada ao máximo pelo casal. Inúmeros estudantes procuram Kinsey para perguntar-lhe sobre dúvidas quanto à sexualidade, o que faz com que o nosso protagonista passe a se dedicar inteiramente ao assunto. Torna-se, então, professor de educação sexual. Suas aulas tornam-se as mais concorridas no campus da Universidade de Indiana. Ele consegue financiamento da fundação Rockfeller para fazer uma grande pesquisa da vida sexual da população norte-americana, fato que redundou no livro "O comportamento sexual do homem", em 1948. É claro que as opiniões sobre o livro foram as mais variadas. Não faltaram as recriminações dos setores religiosos e politicamente retrógrados. Em plena época em que o mcartismo imperava, a vida pessoal e sexual de Kinsey, cujos relacionamentos com o pessoal do seu grupo de pesquisa foram denunciados pela imprensa. Com isso, a fundação Rockfeller viu-se pressionada a não mais financiar os estudos de campo de Prok, como Kinsey era carinhosamente chamado pelos seus estudantes. Excelente filme, seja na atuação brilhante de Neeson e de Linney, seja pelo roteiro enxuto e elucidativo da importância de Kinsey para as ciências do comportamento do século XX. A cantora Madonna tem muito o que agradecer a este homem que lhe abriu as portas para ela poder abordar o sexo para as audiência em todo o mundo.
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Carlos
10/01/2004
nota:Rate08
Um filme basatnte interessante, mostrando bem ahipocrisia da sociedade americana nos anos 40, com atitudes perante o sexo que hoje soam absurdas. O elenco está soberbo. Destaque para Laura Linney, que passa perfeitamente a imagem de esposa que ama, acredita e apóia seu marido, apesar do sofrimento que isso lhe traz. Destaque ainda para a coragem e ousadia de Liam Neeson e Peter Saarsgard, em cenas de nu frontal e beijos apaixonados.
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Flávio Reis
11/01/2004
nota:Rate08
Muito bom o filme. Bela atuação de Laura Liney. Adorei... Só não dou nota 10 porque é um pouco pornografico, alias tinha que ser né o filme fala sobre sexo. É um filme maduro. Sinceramente falando Liam Neeson está em ótima atuação também, melhor do que os filmes anteriores. O final é maravilhoso.
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Denisea
12/01/2004
nota:Rate08
Confesso que me surpreendi com esse filme. Ao entrar na sala de cinema não imaginei que encontraria um filme de roteiro corajoso, criticando de forma irrefutável (por utilizar-se de uma história que realmente ocorreu) sua própria sociedade, tão puritana quanto hipócrita. Uma ótima direção e ótimos atores nos fazem repensar certos valores relativos à sexualidade, uma vez que, como o filme faz questão de enfatizar, a biologia É a diversidade.
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Bruno Simon Ribeiro
14/01/2004
nota:Rate07
Muito bom! O filme consegue ser divertido e tocante, ao mesmo tempo. Além disso, conta com as ótimas atuações de Laura Linney e de Liam Neeson. O filme consegue, em alguns momentos (principalmente no final), emocionar o espectador, ao mesmo tempo em que o diverte com as inusitadas situações retratadas e com os procedimentos pouco ortodoxos do cientista Kinsey. Imperdível!
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Fannea
15/01/2004
nota:Rate010
Tudo d bom o filme... sou aluna do curso de Psicologia e estamos vendo o filme para debatermos sobre essa sexualidade até os tempos de hoje. Infelizmente estamos no século 21 e quase nada mudou, as pessoas ainda se fecham e nçao debatem sobre um assunto tão bom de ser discutido e com isso reprimindo seus prazeres por um simples fato de não quererem ser informados e ajudados.
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Priscila Britoa
16/01/2004
nota:Rate010
O filme é fantastico !!! Trata um tema polêmico de forma sutil e nos convida a refletirmos sobre o valor do sexo para a sociedade, e não só a sociedade americana da década de 40, é um filme atemporal e que diz respeito à condição humana. Kinsey faz o exercicio fantastico de olhar o sexo de forma cientifica, livre de preconceitos, regras ou tabús, olha o sexo apenas como uma forma de relacionamento entre as pessoas, assim como elas comem, conversam, dormem ou se divertem, também fazem sexo... simples assim! Nos convida a enxergar o sexo de forma objetiva e cientifica desmistificando uma série de preconceitos e tabús comuns a diversas sociedades. Um filme que vai além da reflexão puramente sexual, reflete conflitos entre pais e filhos, mostra como traumas podem conduzir a vida das pessoas, traz exemplos de amor e lealdade incondicionaciois. É um filme genial que pode contribuir com a formação sexual de todo ser humano.
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André Luís Neri de Souza
17/01/2004
nota:Rate010
Sensacional! Adorei esse filme, uma tématica polemica,um elenco bem discontraido,e o melhor muita irreverencia.O filme chega a ser constrangedor ,mas isso é que o deixa um bom filme.
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Denise Gisele Chaves Aquinoa
18/01/2004
nota:Rate07
Esse filme è muito ousado, em si tratando de sexo assunto que envolve muitos tabus. Kinsey foi com certeza um grande pesquisador, que revolucionou atè mesmo a metodologia usada pela ciência. Fazendo pesquisas relacionadas a vivência dos entrevistados, conseguindo respostas objetivas e espontâneas. Mas de certo modo não levou em conta os sentimentos, fazendo tais pesquisas baseado apenas no "animal humano". O Filme nos leva a refletir sobre a hipocresia da sociedade da època, sobre ètica profissional e moral familiar.
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Fernando Schiavi Leite
11/01/2010
nota:Rate08

Um filme maravilhoso! Um retrato profundo da sexualidade feminina e masculina nos anos 50 é abordada de maneira ousada, intrigante e corajosa por Bill Condon. Liam  Neeson, Laura Liney e Peter Sarsgaard estão soberbos em seus papéis. Além de tudo o filme conta com uma direção de arte, fotografia e trilha sonora marcantes e irretocáveis! Pela temática não é um filme para toda a família, mas não deve deixar de ser apreciado quando possível. Imperdível!


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