Título original: (The Spirits Within)
Lançamento: 2001 (EUA)
Direção: Hironobu Sakaguchi
Atores: Alec Baldwin, Steve Buscemi, Peri Gilpin, Ming-Na.
Duração: 106 min
Gênero: Animação
Status: Arquivado
Em pleno ano de 2065, o caos e destruição rondam a Terra. Um meteoro atingiu o planeta e lançou ao longo de toda a superfície terrestre milhões de aliens, que têm por objetivo extinguir toda a vida do planeta. Com isso, as cidades foram abandonadas, a população foi dizimada e os poucos seres humanos que restam precisam encontrar meios para sobreviver. Um deles é a Dra. Aki Ross, uma bela e determinada cientista que foi infectada de forma mortal pelos aliens e tem a chave para descobrir o ponto fraco de seu oponente. Agora, com a orientação de seu mentor científico, Dr. Sid, e a ajuda do esquadrão militar Deep Eyes, comandado pelo capitão Gray Edwards, a Dra. Ross busca salvar não apenas o planeta Terra mas também a si mesma.
Eduardo Rodrigues Gomes da Rosa em 07/01/2001Nota: 3.5
O filme é belíssimo! Porém só posso dizer belíssimo pra trilha sonora, vozes e ANIMAÇÃO! O roteiro de "Final Fantasy" é muito fraco. Descartando a parte ruim do filme, o roteiro, FF tem lindos cenários 3D, uma perfeição com os detalhes que deixam o espectador esquecer o fraco roteiro. A dublagem de vozes está perfeita, sincronizada com os movimentos dos lábios. O filme é ótimo para os fãs de computação gráfica e para os maníacos da série FF. Pena que esse roteiro ( pela 4ª vez ) não é rico como as histórias de FF jogadas pelos gamemaníacos...
Leandro Gantois em 11/01/2001
Assisti um dos filmes mais chatos e intermináveis de toda minha vida. Este filme não mereceu de jeito nenhum toda a badalação que fizeram, o filme é um porcaria!Primeiro: o filme tenta (ao menos) mostrar uma boa animação, mas quizeram fazer algo tão bom que ficou uma coisa totalmente artificial. Aquele cabelo daquela mulher parece macarrão. Segundo: assim como a animação, o roteiro também é super artificial. É o que o filme tem de pior, fica sempre naquela mesma coisa, até chegar o final, que é uma porcaria também."Final Fantasy" é um lixo impagável, interminável e acima de tudo artificial. Será que Mariah Carey está pior do que essa tal de Dra. Aki Ross? Será que "Fora de Casa!" é pior? Tenho minhas dúvidas!
Paulo S. Cligório em 03/01/2001Nota: 4.5
Finalmente "Final Fantasy" entrou em cartaz. 90% do filme você fica se perguntando se os atores e cenários não são reais, pois está muito perfeito e é difícil perceber que tudo é virtual. Claro que tem algumas poucas cenas que você percebe. O filme é bom, é um pouco sombrio e com uma narrativa enigmática, mas nada que atrapalhe a história. No campo da ficção cientifíca é nota 10, como um filme em geral é nota 8. Mas valeu cada centavo gasto para fazer o filme. Quem ainda não viu, recomendo a ver nem que seja pelo fato histórico. Com certeza os próximos filmes terão muito da tecnologia empregada em "Final Fantasy".
Alexandre Bigaiski em 13/01/2001Nota: 3
No ano de 2065 a Terra está tomada pelo caos e destruição. O planeta foi atingido por um meteoro, trazendo consigo aliens, que têm como objetivo dizimar toda a raça humana.Os alienígenas que vieram à Terra junto com o meteoro morreram devido ao impacto; no entanto, restaram os espíritos desses aliens. A Dra. Aki Ross (voz de Ming-Na), o Dr. Sid (voz de Donald Sutherland) e o esquadrão Deep Eyes, comandado pelo capitão Gray Edwards (voz de Alec Baldwin), têm a missão de destruir esses espectros para salvar o planeta da total destruição. O filme é todo feito em animação. Um trabalho sem dúvida excelente. Existem partes do filme que não conseguimos distinguir entre o que é real e o que é produzido por computador. As personagens têm um movimento muito natural, deixando qualquer um impressionado. Sem dúvida é um dos pontos fortes do filme. Em contrapartida, os pontos fracos são vários. Além de as personagens não serem atores reais (o que elimina um pouco o sentimento humano), a história é fraca. Vocês já devem ter lido críticas de filmes sobre videogame que dizem a mesma coisa. Realmente é muito difícil produzir um filme a partir de uma história de videogame. Estou certo de que o filme agradou muito mais quem conhece o jogo do que quem nunca ouviu falar ou nunca o jogou. Mesmo assim, o filme apresenta uma história completa e possível de se entender mesmo para quem não conhece o jogo. "Final Fantasy" é um filme divertido e bom de se assistir com pipoca e guaraná na mão, mas não deixa de ter o mérito da boa produção realizada. Recomendado para quem quer diversão, e também para aqueles que gostam de ficção científica e animação em 3D. O mérito do filme, sem dúvida, é a computação gráfica.
Francisco Russo em 05/01/2001Nota: 3
"Final Fantasy" é um filme que precisa ser analisado sob duas óticas diferentes. Em matéria de animação o filme é fascinante, representando sem nenhuma sombra de dúvida uma nova revolução no gênero. O modo de se mexer dos seres humanos ainda não é perfeito e certas situações, como choro, ainda não convencem o suficiente em matéria de animação. Mas ainda assim o que se pode ver em cena é algo muito mais desenvolvido do que já fora visto em qualquer outro filme e merece aplausos para toda a equipe de produção. Outro ponto positivo do filme é a dublagem, que está muito boa e ajuda consideravelmente na composição de cada um dos personagens. Por outro lado, "Final Fantasy" é um filme recheado dos mais tradicionais clichês cinematográficos. O filme tem um ritmo lento, com poucas cenas de ação, e o final na verdade é uma espécie de anticlímax, já que não traz emoção ao público. Além do mais, o roteiro ainda possui seus buracos - por que oito espíritos? como se chegou à esta conclusão? o que diferencia um espírito escolhido de um comum? Considerando como um todo, "Final Fantasy" é um filme de razoável para bom, que impressiona pelos seus efeitos especiais e desaponta pela sua história confusa e recheada de clichês.
Henrique Miura em 02/01/2001Nota: 1
Lamentável!!! O filme é muito chato - nunca joguei o joguinho, pois nem gosto de games, mas com certeza deve ser bom pelo sucesso que ele obtém - mas este filme é totalmente desgastante, chato e o pior, interminável! Quando parece que aquela chatice vai acabar o final vai se alongando cada vez mais e, pior ainda, o que acontece é o mais óbvio possível!!! Mas uma coisa é impossível negar: a animação computadorizada ficou muito boa. Longe de ser perfeita, mas sem dúvida inovadora - não é perfeita pois a movimentação dos personagens é lamentável, deixa o filme mais monótono do que ele já é e os personagens são muito inexpressivos. Às vezes o roteiro traz piadas irônicas que não funcionam devido à falta de expressão!!! Mas o cabelo da Aki ficou fantástico (e ela tambem!!), mas é uma pena o vilão do filme ser tão podre!!! Ele não consegue criar nada, é uma figura apagada durante todo o filme. E outro ponto positivo é quando os humanos perdem o espírito e morrem, principalmente quando aquelas criaturas puxam os espíritos, muito bem feito!!! A história é uma furada total, esse negócio de futuro da Terra depende deles, a Terra já está toda destruída, a Terra tem espírito e assim por diante é uma palhaçada que poderia muito bem ser encerrada em poucos minutos. Aliás, em vez de filme isso aqui poderia muito bem ser um daqueles desenhos que passam de manhã em qualquer canal de tv, era só encurtar a trama, fazer alguns cortes e diminuar as cenas idiotas (o filme está cheio!!). Aí pronto, dava meia hora e dava para ser um desenho, poderia até ser divertido!!! Pelo o que eu tenho visto nas opiniões de todos, o filme está dividido em 2 grupos: os que acharam genial e os que se decepcionaram. Se tivesse que entrar para um dos 2 com certeza entraria para o grupo dos decepcionados (em certo ponto até me decepcionou!!). Mas o fato é que eu já não esperava muito, já que desde o início notava-se a preocupação da criação dos personagens por computador e nunca falava-se em história e conteúdo e isso o filme não tem nada. "Final Fantasy" é um filme chato, interminável e se encaixa bem também, além de ter um clichês podres, algumas choradinhas dos personagens, um sentimentalismo bobo e que acabou sendo um filme inútil. Fuja!!!!
Marcos Junior, Colaborador em 06/01/2001Nota: 3
O filme foi muito bem feito, alguns personagens pareciam muito reais, mas fica nisso. O roteiro não traz nada de fascinante, a história passa rapidamente e não precisa pensar muito para entender deixando o filme bobo demais para quem gosta de raciocinar. E para completar ainda tentaram fazer cenas de beijo (que atingiu o objetivo) e choro (que só se percebe pela voz da personagem) que deixava claro que o objetivo era mostrar do que a animação era capaz. Um filme para ver sem compromisso e para apreciar do que as animações são capazes.
Michel Kobelinski em 10/01/2001Nota: 5
Final Fantasy e a deusa da Terra MICHEL KOBELINSKI Hironobu Sakaguchi, diretor de "Final Fantasy: The Spirits Within" inaugurou uma nova fase na cinematografia mundial, utilizando recursos da computação gráfica para criar mais uma obra-prima no gênero de ficção científica. As personagens foram criadas em computador com sofisticados efeitos visuais, aproximando-se das características e movimentos humanos. A heroína virtual, Dra. Aki Ross, foi escolhida pelos leitores da revista Inglesa Maxim como uma das 100 mulheres mais atraentes. Esta técnica, que completa agora quarenta anos, ampliou as possibilidades de interatividade entre o homem e a máquina, sendo suas primeiras aplicações as militares e industriais. Seu idealizador, Ivan Sutherland, desenvolveu, na época, o projeto de defesa aérea dos Estados Unidos, manipulando figuras bidimensionais em tela de computador. Hoje este recurso dissipa um pouco a névoa entre o mundo real e o imaginário, criando simulações, efeitos especiais, naves interestelares e armamentos sofisticados, espetaculares.O tempo em que o episódio transcorre é o ano 2065, onde o meteoro Leonid colidiu com os montes Cáspios e liberou espectros invisíveis de alienígenas que se alimentam da energia de seres vivos. Os sobreviventes, resguardados em cidades barreiras, lutam pela existência humana. Os cientistas do centro Bioetéreo, Dra. Aki Ross e Dr. Sid, protegidos pela tropa Deep Eyes, tentam manipular uma freqüência de energia coletando espectros espalhados pelo mundo para eliminar a presença extra-terrena. Aki Ross, infectada mortalmente, busca através do conhecimento e do enigma presente em seus sonhos uma solução para a continuidade da vida na Terra. Entretanto, o General Hein se opõe as suas pesquisas e, obstinadamente, decide colocar em prática uma alternativa imediata, atacando de forma definitiva a fonte de espectros, sem avalizar as conseqüências.Os roteiristas Al Reinert, Hironobu Sakaguchi e Jeff Vintar compuseram um enredo que explorou de maneira sutil a relação entre elementos ficcionais e "teorias recentes" sobre a origem e manutenção da vida no planeta, nos arremetendo para as questões que envolvem as transformações científicas, técnicas, econômicas e ambientais. Na década de 1970, James Lovelock e Lynn Margulis causaram constrangimento à NASA e à própria comunidade científica internacional, salientando que a vida em nosso planeta não ocorre apenas pelas condições adequadas que conhecemos, mas também porque a vida as mantêm. Esta visão global, ou holística, considera a evolução conjunta das espécies e dos ambientes. Ao novo conceito de ecosfera, isto é, o de Terra como um planeta vivo, William Golding denominou-a Gaia, em referência à deusa da Terra na Grécia Antiga que surgiu após o Caos e gerou o Céu (Urano), as Montanhas e o Mar (Ponto). De sua união com Urano nasceram os Titãs e os ciclopes. Como Urano era cruel com seus descendentes, Gaia instruiu seu filho CRONOS a castrar-lhe. Entretanto, quando este ia lançar os testículos de seu pai ao mar, algumas gotas de sangue atingiram sua mãe, fecundando-a. O resultado de tudo isso causou a separação definitiva entre a Terra (Gaia) e o Céu (Urano) e o nascimento das Fúrias. Além disso, Lynn Margulis, inicialmente desacreditada no meio científico, trabalhou no projeto Biosfera II (no deserto do Arizona) e, no laboratório da Universidade de Massachusetts, complementou esta teoria afirmando que as células eucarióticas são composições simbióticas, nas quais duas células procarióticas se juntaram e originaram o protoplasma. Ela declarou em 1989: "Não há uma única característica química em animais e plantas que já não esteja presente na bactéria"; "De todos os organismos na Terra, somente a bactéria é individual". (Newsweek, 1989). "Final Fantasy" trabalha com paradigmas da imaginação humana, a origem da vida, o surgimento de vida com capacidade fotossintética, a busca por formas de vida extra-terrestre e a formação de uma consciência histórica, cultural e ecológica. As idéias de Lovelock e a afirmação do ecólogo gaúcho J. A. Lutzemberg "Tudo é e todos somos GAIA", por exemplo, aproxima-se do argumento usado na animação gráfica - "Toda vida nasce de GAIA e cada vida possui um espírito", "(...) A vida na terra retorna a GAIA levando consigo suas experiências, permitindo Gaia viver e crescer" - e, procura sustentar a história baseando-se no discurso científico. Inevitavelmente a narrativa emprega parte da estrutura dos contos populares, com heróis, encantamentos e final feliz, mas traz algumas inovações. O espectador é persuadido, ao longo história, pelo enigma que surge no fluxo de consciência da personagem, Dra. Aki Ross. A recorrência aos sonhos, ao mesmo tempo em que desvela progressiva e lentamente o segredo que permitirá salvar a humanidade da catástrofe iminente, serve como elemento de sua incriminação e confinamento.A oposição entre o bem e o mal é, em certos momentos, difusa. Os espectros eram apenas o resultado de ações pretéritas, de confrontos entre espécies e a dilapidação de recursos naturais num planeta desconhecido. Assim, as personagens lutaram contra algo ameaçador, lutaram contra sua própria natureza, evidenciando conflitos ideológicos e pessoais. A protagonista, Dra. Aki Ross, é tida como a última esperança, mas a salvação da humanidade só é possível através de sua cura. O estereótipo do General Hein, representando simultaneamente o herói às avessas, antes de tudo um homem guiado pelo desejo de vingança e a descrença em relação à utilização dos recursos científicos e a melhoria de qualidade de vida dos homens. O indício de que a ambigüidade exige uma postura e mesmo uma mudança na maneira de agir se manifesta no sacrifício do capitão Gray Edwards, que abandonou o ceticismo transcendendo a uma paixão terrena. Esta idéia no filme levanta uma discussão histórica acerca do papel da ciência na contemporaneidade e é uma referência clara às discussões entre os filósofos da ciência e os cientistas quanto aos termos descrição e explicação dos fenômenos.Outro destaque do filme é a relação estabelecida entre valorização do papel da mulher na História das Ciências e mensuração da natureza. O mito estabelecido pela Cultura Tradicional para o mundo feminino é reavaliado. Se a Dra. Aki e Gaia podem gerar vida não são apenas femininas, frágeis e dependentes, ambas são sábias, fortes, ativas e dominantes. Durante o período de sistematização das ciências, em geral no século XIX, a biologia e a antropologia diferenciavam os seres humanos e destituíam a presença feminina, ressaltando apenas sua função biológica e sua inferioridade intelectual para a sociedade. No segundo caso, a formação do capitalismo e a industrialização no Ocidente criaram um modelo econômico de exploração sem precedentes, distanciando-se dos elementos culturais e sociais. Hironobu Sakaguchi explorou a dualidade entre os conceitos, mecanicista e organicista presentes nas culturas Ocidental e Oriental. As primeiras referências partem do livro Gênesis e se reportam à destruição da Terra pelo dilúvio. Contudo, prevalece o misticismo oriental e as referências ao "espírito" e à energia vital de seres vivos e da própria Terra. A partir de Descartes e, depois, com Newton, a oposição entre espírito e matéria consagrou a visão de ambiente natural fragmentado e sem vida, o que difere do misticismo oriental, que considera a integração de todas as coisas e do que é percebido. Assim, o final do filme é emocionante, a felicidade e a esperança não são individualizadas, são coletivas, e dependem da fé e perseverança dos homens. Necessitamos olhar para a história da humanidade e compreender o que fizemos ao planeta e a natureza humana, assim, da mesma forma que o geólogo Charles Lyell, no século XIXI, descobriu o presente como chave de interpretação do passado na Terra, de maneira oposta, numa visão holística, entenderemos que a resolução de nossos problemas nesta era de extremismos e de utopia instantânea, no qual o modelo ocidental de progresso e a fragmentação dos saberes produziram simultaneamente o triunfo, a fragilidade e uma mudança significativa no sistema de valores, estão ligados a uma visão introspectiva. A resposta para os nossos anseios está dentro de cada um de nós. Este é o dilema ético que se passa na trama de "Final Fantasy": ou tomamos consciência de nossas ações históricas, sociais e econômicas ou pereceremos diante dos problemas que criamos ao equilíbrio evolutivo da vida no planeta e a manutenção de suas condições biológicas, físicas e químicas.
Anderson de Oliveira em 08/01/2001Nota: 2.5
Excelente produção, é a melhor computaçao gráfica que eu já vi em toda a minha vida! Este é o forte de "Final Fantasy", porém a história é viajona demais e o roteiro deveria seguir realmente a linha do game de mesmo nome para ser mais interessante. Finalizando, é legal!
Renato Rosatti em 12/01/2001Nota: 4
Em 10/08/01 estreou a super produção "Final Fantasy" (Final Fantasy - The Spirits Within), num trabalho em conjunto entre os EUA e Japão. É uma aventura de ficção científica totalmente animada por computador em sofisticadas técnicas digitais no que há de mais avançado nesse tipo de tecnologia no mundo. O filme é inspirado num famoso e consagrado vídeogame de aventura que já foi lançado em várias versões e tornou-se muito popular com grande sucesso de vendas, e representa a evolução contínua da união entre os games e o cinema. Na verdade, é um ambiente diferente que tem suas características e atrações particulares. Foram gastos quase quatro anos no projeto todo e mais de 137 milhões de dólares na produção de um filme que resultou num impressionante show de efeitos visuais, mostrando nosso planeta Terra devastado por uma invasão alienígena e personagens tão bem detalhados que parecem atores reais. No ano de 2065, após uma catastrófica invasão de criaturas alienígenas vindas em um meteoro, chamadas de "fantasmas", a humanidade vivia confinada em pequenos grupos de sobreviventes em cidades conhecidas como "barreiras", que eram protegidas da ação nociva dos seres invasores, os quais se alimentavam da energia interior das pessoas. Uma cientista, Dra. Aki Ross (dublada por Ming Na), auxiliada pelo experiente Dr. Sid (dublado pelo veterano Donald Sutherland), tentam combater os alienígenas através de estudos científicos e teorias espirituais segundo as quais todas as formas de vida possuem um espírito específico cujas manifestações podem ser colhidas. Esses espíritos combinados criariam uma onda de enorme intensidade e contrária a dos espíritos alienígenas, sendo a única forma de deter seu poder maléfico sobre o planeta. A própria Dra. Ross é contaminada pelos fantasmas, o que permite um elo de comunicação em seus sonhos com o passado dos alienígenas onde ela viaja até o planeta deles e descobre os acontecimentos que os levaram a atravessar o espaço e chegar em nosso planeta num fragmento de meteoro. Mas ela consegue se manter viva como cobaia das experiências do Dr. Sid e ambos, auxiliados por uma equipe militar formada pelo Capitão Gray Edwards (dublado por Alec Baldwin), o Sargento Ryan Whittaker (Ving Rhames) e os oficiais Jane Proudfoot (Peri Gilpin) e Neil Fleming (Steve Buscemi), partem para um confronto final com os invasores fantasmas. Para atrapalhá-los, surge em seu caminho um determinado oficial militar de alta patente, o General Hein (James Woods), homem arrogante e descrente das teorias espirituais, que imagina destruir tudo com um alto poder de fogo concentrado na cratera do meteoro. As imagens são belíssimas com tomadas da Terra devastada, do planeta dos invasores, naves espaciais, cidades futuristas e as criaturas alienígenas que mais parecem espectros gigantescos e monstruosos. Os personagens são quase reais, tanto que levantaram até questionamentos preocupantes de atores de verdade quanto aos seus futuros no cinema, mas percebe-se claramente a performance artificial dos atores virtuais, garantindo que o verdadeiro cinema só é possível mesmo com os tradicionais "humanos" de carne e osso. Mas há espaço para todas as manifestações e "Final Fantasy" tem suas qualidades e interesses como um filme totalmente produzido por computador, assim como, o cinema “tradicional” , com atores de verdade atuando e passando emoções "reais" continuará sempre trilhando seu caminho de entretenimento construindo seu legado na história dessa arte fascinante.
Filme endereçado para pessoas de bom gosto por cinema e musica , uma digna homenagem a um d...
por Benedito, 13/02/2012 às 17:24
...trabalho em uma locadora e quando me pedem uma indicação de filme bom,eu sempre indico ...
por jaime vida video, 13/02/2012 às 17:19
Muito bom!!! Um suspense de tirar o fôlego e com grandes astros do cinema!
por Lidiane, 13/02/2012 às 17:15
Mais um dos romances da minha lista, filme sensível, história maravilhosa muito lindo sem...
por B.Boy Jc, 13/02/2012 às 17:13