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    No Mundo de 2020
    No Mundo de 2020
    Duração 1h 37min
    Direção: Richard Fleischer
    Elenco: Charlton Heston, Edward G. Robinson, Leigh Taylor-Young mais
    Gêneros Ficção científica, Drama, Suspense
    Nacionalidade EUA
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    3,3 16 notas e 1 crítica
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    Sinopse e detalhes

    Em 2022 a face da Terra está bem modificada. Em Nova York há 40 milhões de habitantes e o efeito estufa aumentou muito a temperatura, deixando o calor ficar quase insuportável. No entanto os ricos vivem em condomínios de luxo, onde belas mulheres são parte da mobília. Mas a comida está escassa para todos, tanto que um vidro de geléia de morango custa 150 dólares. Neste contexto é assassinado um milionário, William R. Simonson (Joseph Cotten), que quando viu que seria morto não esboçou gesto nenhum para se defender. O detetive Robert Thorn (Charlton Heston) é designado para investigar o caso e constata algo realmente estarrecedor.
    Título original

    Soylent Green

    Distribuidor -
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    Ano de produção 1973
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 1 curiosidade
    Orçamento -
    Idiomas Inglês
    Formato de produção -
    Cor Colorido
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -

    Trailer

    No Mundo de 2020 Trailer Original 3:21
    No Mundo de 2020 Trailer Original
    3 310 visualizações
    Pela web

    Elenco

    Ficha completa

    Crítica de usuários

    Claudio H.
    Crítica positiva mais útil

    por Claudio H., em 04/10/2019

    4,5Ótimo
    Vi este filme na época mais de uma vez!! 1973/4Achei fantástico!! As previsões do futuro, 2020!!, eram ...
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    Claudio H.
    Crítica negativa mais útil

    por Claudio H., em 04/10/2019

    4,5Ótimo
    Vi este filme na época mais de uma vez!! 1973/4Achei fantástico!! As previsões do futuro, 2020!!, eram ...
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    Fotos

    18 Fotos

    Curiosidade das filmagens

    Vários

    - O título original do livro de de Harry Harrison, "Make Room! Make Room!", não foi usado pelos produtores para evitar confusão por parte do público com a série de TV "Make Room for Daddy", que estava em exibição na época. - Último filme de Edward G. Robinson.- Durante as filmagens de No Mundo de 2020 o ator Edward G. Robinson já estava quase que totalmente surdo, sendo apenas possível escutar o que lhe diziam se falassem diretamente em seu ouvi... Leia Mais

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    Comentários

    • Andries Viljoen
      Sobre a degradação do meio ambiente, escassez de recursos, governos submissos a grandes corporações, certos; não previram a evolução digital (telefone, computador, internet, jogos)...o fato de preverem as mulheres como simples objetos (mobílias), não seria uma crítica ou ironia exacerbada ao feminismo radical vigente à época? Enfim, um clássico!O pessoal de 2020 ainda jogando fliperama estilo atari..???? aeheaheahO filme é uma produção de 1973, impossível imaginar sem fugir de mera especulação, o quão desenvolvida está a tecnologia em um futuro hipotético. De Volta Para O Futuro previu que hoje estaríamos usando carros voadores.... Isso que faz ficção científica legal. Tudo fica somente na especulação. Em 1973 um Atari (que seria colorido ao contrário do jogo no filme) seria algo como um jogo de XBox One em ultra HD! ...ache o filme Bem legal. Não exija tanto de um filme com quase 50 anos.
    • Andries Viljoen
      Achei interessante a associação entre a destruição do planeta e a destruição de seres humanos que são transformados em lixo. Só não concordei com a culpa imputada aos cientistas pela poluição ambiental.A destruição do homem e do planeta já havia sido explicada no século XIX por Karl Marx. Para ele, a causa dessa destruição estava na supremacia da multiplicação do capital sobre a felicidade humana e sobre a preservação da natureza. Ou seja, no capitalismo, as corporações são forçadas pela concorrência de mercado a colocar a produção do lucro acima de todas as questões éticas imagináveis. No filme de Richard Fleischer vemos a que ponto pode chegar a lógica do lucro das corporações com a tétrica... A época e o que o filme representa é mais forte que o filme em si. Uma ótima reflexão, mas um filme médio.Com o escândalo da Starbucks e as diversas enrascadas nas quais algumas redes de fast food têm se metido nos últimos anos, eu realmente me pergunto se Soylent Green é um filme de ficção científica. É aterrador, mas a gente não sabe mesmo o que tá comendo/bebendo.Nossos tataranetos podem vir a sentir a mesma nostalgia que Solomon 'Sol' Roth sentia de um mundo que ainda não tinha sido tão degradado durante a sua infância e que ele chamava de lar. De fato, o planeta é o nosso lar. Um lar maravilhoso, incrível. Não temos outro onde viver. Vejo e revejo esse filme de tempos em tempos, e a sensação de nó na goela que sinto quando termina a última cena não muda nunca. Uma obra de 1973 que é simplesmente f oda e de reflexão atual. Totalmente incrível de tão crível! E tempos difíceis para a humanidade que é recolhida por tratores como se fossem lixo. Soylent Green is people!. O enredo é interessante uma crítica válida ainda pros dias de hoje, mas o filme está tecnicamente datado e o roteiro poderia ser melhor.Uma curiosidade: Charlton Heston foi presidente da famigerada National Rifle Association por cinco vezes. Chuck Connors foi astro do seriado O homem do rifle. Dois atores devotados ao culto das armas.
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