Não recomendado para menos de 12 anos
Olívia (Olivia Corsini) é uma atriz que está ensaiando a peça "A Gaivota", de Anton Tchekov, quando descobre que está grávida. Enquanto a produção avança, o bebê dentro dela cresce e um acidente a afasta da montagem, que tem seu companheiro como protagonista. De repouso em casa por semanas, ela lida com as bruscas mudanças em sua rotina, seu corpo e sua vida em geral.
3,0
Legal
Olmo e a Gaivota
Diário de um bebê em gestação
por Francisco Russo
Petra Costa fez sucesso no circuito de arte com seu primeiro trabalho na direção, o revelador Elena. A comoção decorrente do documentário, que aborda com sensibilidade nuances em torno da depressão, fez com que existisse uma certa expectativa sobre o que ela faria a seguir. A resposta está em Olmo e a Gaivota, um filme bastante complexo em vários sentidos.
A começar pela própria produção do longa-metragem, dividida entre cinco países e com a chancela do oscarizado Tim Robbins como produtor executivo. Petra também não está sozinha na direção, dividindo a tarefa com a dinamarquesa Lea Glob, exigência do modelo de financiamento implementado. Entretanto, o maior desafio de Olmo e a Gaivota está diante das telas: trata-se de um filme dúbio, mais ficção que documentário, que ainda por cima conta com intervenções das próprias diretoras durante o processo de filmagens. Tudo para adentrar na inti
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2:00
8:10





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O filme passa ao longo da gravidez real de uma atriz italiana e seu marido em Paris. Com passagens no palco do teatro e reflexões psicológicas tenta relatar a nova experiência. Apesar de ser produzido por Tim Robins, não acredito que voe muito alto nas premiações.
Costa e Glob tiram partido de ter como personagem principal de seu documentário uma atriz. O que serve bem a seus propósitos de passear entre o registro mais tipicamente próximo do que se convencionou chamar de documentário e outros nos quais há uma visível elaboração fabular em cima da situação vivida pelo par central.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/05/filme-do-dia-olmo-e-gaivota-2015-petra.html
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Praticamente uma obra-prima. Após estrear na direção com o incomparável "Elena", Petra Costa consolida seu lugar no cenário mundial com este "semi-documentário" - todo falado em francês. Sempre consistente, o filme emociona progressivamente até seu ápice, num belo e singelo acabamento. Considero Petra a diretora mais importante do Brasil na atualidade.
Um filme luso-brasileiro no qual a língua menos falada é o português, em que uma das ‘peças’ do título apresenta-se apenas mais ao final, e com uma mistura quase lisérgica entre realidade e encenação. Como se não bastasse, ainda possui uma aparente falta de propósito certo ou tema central: assim é Olmo e a Gaivota, um filme que a depender de como for descrito pode parecer estranho ou simplesmente curioso. Ao assisti-lo, porém, ...
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Estréia em festival
O filme faz sua estréia mundial no dia 10 de agosto de 2015, no Festival Internacional de Cinema de Locarno, onde concorre ao Leopardo de Ouro na seção "Cineastas do Presente".
Prêmio
Em sua primeira exibição, no festival dinamarquês CPH:DOX 2014, o longa ganhou o prêmio de Melhor Filme Nórdico.
Nacionalidades
França,
Dinamarca,
Brasil,
Portugal
Distribuidor
PANDORA FILMES
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Francês, Italiano
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
2.35 : 1 Cinemascope
Número Visa
-