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    O Nascimento de uma Nação
    O Nascimento de uma Nação
    Data de lançamento 10 de novembro de 2016 (2h 00min)
    Direção: Nate Parker
    Elenco: Nate Parker, Armie Hammer, Mark Boone Junior mais
    Gêneros Biografia, Histórico, Drama
    Nacionalidade EUA
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    Imprensa
    2,8 19 críticas
    Usuários
    3,8 70 notas e 7 críticas
    Adorocinema
    4,0
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    Sinopse e detalhes

    Não recomendado para menores de 14 anos
    Nat Turner (Nate Parker), um escravo letrado e pregador, é usado pelo seu proprietário Samuel Turner (Armie Hammer) para acalmar os escravos rebeldes. Depois de testemunhar inúmeras atrocidades, no entanto, ele decide elaborar um plano e liderar o movimento de libertação do seu povo.
    Título original

    The Birth of a Nation

    Distribuidor Fox Film do Brasil
    Ver detalhes técnicos
    Ano de produção 2016
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 4 curiosidades
    Bilheteria no Brasil 1 757 entradas
    Orçamento -
    Idiomas Inglês
    Formato de produção -
    Cor Colorido
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -

    Críticas AdoroCinema

    4,0
    Muito bom
    O Nascimento de uma Nação

    12 Anos de Escravidão versão “faca na caveira”

    por Renato Hermsdorff
    O Nascimento de uma Nação é uma história de vingança que começa nos bastidores. Em 1915 (!), O Nascimento de uma Nação, filme de D.W. Griffith, fez um estrondoso sucesso, acompanhando o conflito de duas famílias de ideais opostos durante a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos. A obra retratava os negros (interpretados por brancos de cara pintada, no pior estilo blackface) como selvagens e, de quebra, ainda fazia uma propaganda da Ku Klux Klan.Durante sete anos – e mais de um século depois –, o realizador Nate Parker, negro, se debruçou sobre um projeto que irônica e brilhantemente ele batizou de... O Nascimento de uma Nação, filme sobre... vingança que ele escreveu, produziu, dirigiu e (o que mais? Ah...) ainda protagoniza, como ator.Para tanto, ele resolveu desenterrar a figura histórica de Nat Turner, um personagem real, escravo que fez fama por liderar uma rebelião em 18...
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    O Nascimento de uma Nação Trailer Original 1:56
    O Nascimento de uma Nação Trailer Original
    9 330 visualizações
    Pela web

    Elenco

    Nate Parker
    Nate Parker
    Personagem : Nat Turner
    Armie Hammer
    Personagem : Samuel Turner
    Mark Boone Junior
    Personagem : Reverend Walthall
    Colman Domingo
    Personagem : Hark
    Ficha completa

    Críticas de usuários

    Eduardo M.
    Crítica positiva mais útil

    por Eduardo M., em 18/03/2018

    5,0Obra-prima
    Incrível história , assistir filmes como esse , é o que nos faz amantes de cinema e de histórias verídicas .
    Nelson J
    Crítica negativa mais útil

    por Nelson J, em 01/01/2017

    3,5Bom
    Filme retrata a luta de um escravo que conseguiu se alfabetizar pela Bíblia e lutar pelo fim da escravidão, mesmo com ...
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    Todas as críticas de usuários
    43% (3 críticas)
    43% (3 críticas)
    14% (1 crítica)
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    7 Críticas de usuários

    Fotos

    41 Fotos

    Curiosidades das filmagens

    Título

    O filme utiliza de maneira consciente o mesmo título de O Nascimento de Uma Nação, filme de 1925 que narrava a história dos Estados Unidos de maneira preconceituosa e utilizava atores brancos para interpretar personagens negros, usando uma técnica de maquiagem conhecida como black face.

    Investimento recorde

    O filme foi comprado pela Fox Searchlight por U$17,5 milhões, no maior negócio já fechado na história do Festival de Cinema de Sundance.

    Filmagens

    O longa foi rodado em 27 dias.
    4 curiosidades

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    Comentários

    • Andries Viljoen
      Será que é possível separar a arte do artista?- Desde a sua estreia arrebatadora no Festival de Sundance em janeiro de 2016, o filme tem lutado uma batalha difícil. Isto é especialmente decepcionante como começou em 2016 no topo da colina. A produção foi recebida com elogios quase unânimes de plateias e críticos completamente extáticos. Depois foi comprado pela Fox no maior acordo de aquisição da história de Sundance. No entanto, alguns meses se passaram e acusações de estupro centradas no cineasta Nate Parker e roteirista Jean Celestin ofuscaram completamente a produção. Para piorar o ator demonstrou sua aparente falta de empatia em entrevistas sobre o assunto.O filme, contudo, é uma poderosa e imperfeita lição de história da vida e da morte de Nat Turner, um pastor negro que liderou uma insurreição de escravos nos E.U.A em 1831. O que não se pode negar é a paixão que Nate Parker tem por esta história em cada quadro. Ele aproveita todas as oportunidades possíveis para fazer algo novo com a câmera e exibir a excelente fotografia, especialmente em algumas sequências sonhos, onde quase se torna metafísico.A trama faz observações verdadeiramente pungentes sobre religião através da lente da violência. Fica claro que o diretor está muito mais preocupado com o caráter de seu protagonista e como a religião o transformou em um líder mítico do que qualquer outra instância. Embora, o filme pode ser desigual, especialmente no terceiro ato, ainda alcança momentos de beleza e horror enquanto observamos Nate Turner em uma violenta e necessária rebelião contra o pecado da escravidão. É um filme brutal em certo aspecto que pode ter falhas enfadonhas, talvez falte audácia e sadismo que fizeram de Coração Valente (1995) uma produção “Oscarizada”. O que nos resta é um filme admirável, agitado, falho, simplista, mas importante, que sem dúvidas merece ser conhecido.
    • Andries Viljoen
      Não é de se estranhar que o diretor desse filme pediu dicas a Mel Gibson quanto ao final e tenha contratado o editor de Coração Valente. Esses dois filmes são muito semelhantes em estrutura. Ambos abraçam a liberdade artística, ignorando os fatos em favor de uma historia épica (não que isso seja intrinsecamente ruim) e possuem um herói com começo apolítico que desperta por conta de uma agressão feita a seu interesse amoroso, iniciando uma revolução e acabando como mártir.Interessante ver o papel da religião nesse contexto de escravidão e como a interpretação da Bíblia cria ideias totalmente antagônicas, servindo então não como um manual absoluto, mas como uma ferramenta, ignorando certas passagens para se chegar ao seu objetivo.Nate é ótimo ator (infelizmente no privado uma pessoa horrível), um diretor competente, mas um roteirista limitado. Muitos diálogos por vezes artificial e com comparações forçadas de Nat com Jesus, em especial na cena onde um xamã diz que ele é um profeta. Um destaque na direção é a cena final, mostrando como atos de revolta ressoam no futuro, por mais pequenos que sejam. É um longo processo, um passo de cada vez.
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