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Somos Tão Jovens
Críticas AdoroCinema
3,0
Legal
Somos Tão Jovens

O menestrel pop

por Roberto Cunha
Como fazer um filme sobre um ídolo de várias gerações, conhecido por posturas nada ortodoxas diante de preceitos passados de pai para filho? Embarcar no espírito revolucionário e chutar o balde, ou maneirar mais na tinta e assim dar um colorido, quem sabe, mais suave? Somos Tão Jovens prometia retratar o passado do cantor, compositor e poeta Renato Russo, e fez isso. Mas não será estranho ouvir alguém falar sobre uma sensação de que rolou um certo "descompasso e desperdício", resultando (com trocadilho) em tempo perdido. Será que dá para tanto?

Foto - FILM : 202610A produção aborda os primeiros contatos de Renato com o punk rock e a conturbada relação dentro do Aborto Elétrico, grupo que viraria o Legião Urbana e o Capital Inicial. Mas começando pelo começo, a afirmação sobre uma suposta perda de tempo reside no fato de que a obra foi realizada com total apoio da família e, portanto, era de se esperar que sobrariam informações incríveis e desconhecidas sobre o músico. Mas o roteiro escrito por Marcos Bernstein (do ótimo Central do Brasil), passa muito rápido e por muita coisa. "Esse é o meu novo eu", diz ele para a família e para você. Tá certo que são dispensáveis os detalhes da tal doença rara que o imobilizou, mas deixar de explorar o momento que o fez um "mobilizador de pensamentos", lendo e ouvindo muito, é não relevar os pilares da formação deste que viria a ser um verdadeiro menestrel pop.

Foto - FILM : 202610E por que cargas d'água o texto reforça a fixação por signos ou insiste em usar expressões "pinçadas" das músicas na construção dos diálogos? Mesmo que real, soou estranho e forçado. O que acontece também em um filme que tem tudo a ver com sexo, drogas e roquenrou, mostrar os dois primeiros "itens" de maneira velada. Estão lá as questões ligadas aos "meninos e meninas", mas a suavidade parece ser palavra de ordem. Para a turma ávida por ouvir as canções, elas são muitas e tocadas pelos atores no melhor estilo "do it yourself" da geração punk. E tem vááários títulos conhecidos nas vozes de outros grupos como o próprio Legião, o Capital e os Paralamas. Quais? "Fátima", "Eu Sei", "Química" e até "Faroeste Caboclo". Dito isso, um dos méritos da produção é dar aquela vontade de ouvir e de cantar. Mas pode ser inevitável sentir um gostinho de quero mais, tendo em vista que na ânsia de mostrar muito, não se mostra tanto quanto um catatau de gente gostaria. Essa troca de "estações", inclusive, chega a provocar uma quebra de ritmo, mas não compromete o longa dirigido por Antonio Carlos da Fontoura.

Entre as curiosidades, a participação de Philippe Seabra (Plebe Rude) como político, durante um show em que eles cantam "Que País é Este?", e um hit da discoteca ("Dance and Shake our Tamborine, do Universal Robot Band) tocando numa festa estranha com gente esquisita invadida pela trupe. Erros e acertos a parte, o elenco está bem e o destaque vai para o trio com mais espaço na trama, composto por Laila Zaid (Ana), Bruno Torres (Fê Lemos) e Thiago Mendonça, que mandou super bem como Renato Russo, com seus trejeitos e modulações de voz. Existem toques de humor e para os que buscam emoção, três momentos garantem essa cota: na hora de "Geração Coca-Cola", quando ele canta "Ainda é Cedo" e o terceiro é melhor deixar ser mesmo uma surpresa. "Será?"
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Comentários

  • Ivan S.
    Não sendo igual aquele filme de Cazuza ta valendo!
  • Diogo H.
    o filme é ótimo e o do cazuza também. 
  • Daiana Alves C.
    O filme é muito bom e realmente deixa com um gostinho de "quero mais". Além de que deixa com a maior vontade de ouvir e cantar as maravilhosas músicas da Legião e também vontade de voltar no tempo (no meu caso nascer a alguns anos atras) e viver aquela época!!!
  • Nivaldo B.
    O filme é tão artificial e pudico que até um episódio de Malhação é mais autêntico. Mas vale para matar a curiosidade sobre o nascimento da banda Legião Urbana.
  • Douglas F.
    muito bom o filme,vale a pena ver e rever,me tornei mais fã ainda do renato russo,e apesar de ter quase 2 horas de filme,achei que foi pouco,ficou no ar aquele gostinho de quero mais :Pja estamos esperando a parte 2 lol
  • Layla M.
    Muito bom o filme, mas ele realmente deixa o espectador com gostinho de Quero Mais. Que venha a parte II mostrando o auge da carreira do Legião e seu término com a morte do Renato Russo!
  • Naydson L.
    Gostei do filme, mas para mim faltou os últimos anos do artista, a descoberta da Aids, doença que o mataria, filho dele... Um pouco mais da vida do Renato...
  • Junior L.
    A vida pessoal do Renato foi uma porcaria, tanto que o destruiu. Neste filme deram muita enfase no lado gay do Renato, coisa que ele não fez muita questão de mostrar em vida. Pra que mostrar o Renato em um inferninho em Taguatinga? É repugnante... O Renato merecia muito mais em um filme... Mal falaram do Legião, o lado poeta do Renato e a profundidade de suas músicas. O ator é muito bom, mas o roteiro do filme é Péssimo!
  • Elton P.
    Acredito que o filme contêm muitos esteriótipos, principalmente com as citações de trechos das músicas em vários diálogos. Os atores que interpretaram o Dinho e o Herbert, por exemplo, ficaram muito forçados ao tentar imitar os seus personagens até na voz . Além disso, o Renato do filme é muito ''bonzinho'' e as suas atitudes dão um ar muito juvenil aos personagens. Houve muita ênfase no lado musical e acabaram deixando de lado os aspectos sociais, a força crítica das letras e a própria ditadura militar em si. O Renato da vida real era muito mais depressivo e de relacionamento muito mais complicado do que foi mostrado. No elenco, o protagonista foi ótimo, mas as atuações em geral foram de medianas para medíocres. O lado musical do filme foi ótimo, criando um atmosfera muito boa e com a sonoplastia excelente, inclusive relembrando algumas músicas que foram gravadas na época com arranjos não tão satisfatórios. Em diversos momentos o filme nos traz sentimentos nostálgicos, mesmo para quem não tenha vivido aquela época. Contudo,na minha visãol, o roteiro em si foi o de um filme comercial, muito aquém daquilo que se poderia esperar de uma biografia do Renato Russo.
  • PauloHenrique88
    Muitos falam que faltou mais!  mas só que o filme foi completamente anunciado dizendo que o enredo era apenas o começo da história de Renato Russo. Fui ver o filme no dia de estréia, e achei bem legal as partes musicais e as que Thiago Mendonça atuava, essas são um dos principais momentos do filme. Não sou tão fã do Legião Urbana, Capital Inicial, esses rocks que iniciaram-se no DF, acho que foi por isso que não gostei tanto do filme. Mas com certeza para você que é fã, vai adorar. Nele tem diversas curiosidades sobre a vida dele, as construções das músicas e outras coisas! Vamos encher a sala pessoal.... hehe
  • Kael Thomas L.
    Gostei do filme. Muito. Sou fã assumido e radical da Legião Urbana. Não gosto desses covers, acho isso caça-niquel demais. Fui ao cinema na estreia assistir o filme preparado para uma decepção. Mas me decepcionei mesmo foi com minhas expectativas: o filme é muito, muito melhor do que esperava!! Sinceramente, achei forçado demais (e somente isso e os sotaques estrangeiros dos personagens hehe) somente alguns diálogos em que ele citava as letras que seriam escritas. Fora isso... A Aninha, única personagem fictícia do filme foi uma ótima sacada! Até mesmo a versão (não original) da letra de "Ainda é Cedo", ótima!! Alguns criticam a postura de se mostrar o lado gay do Renato, coisa que ele sempre foi discreto. Ora, o filme se propõe a mostrar a vida dele! Há uma cena que demonstra essa discrição num diálogo com a Aninha. O Thiago Mendonça mandou bem. Até gestos, os trejeitos... Muito bom!  E o filme é para fãs. E fã mesmo gosta! O Phillipe Seabra como o político de Patos de Minas. O personagem Herbert Vianna, quando aparece, muito legal! Só cuidado! Tem uma hora que parece que ele escreveu a letra de "Eduardo e Monica" para o Dinho Ouro-Preto e uma namorado. Ledo engano!! Não mesmo!
  • Michael D.
    Meu DEUS que filme bom. Eu não sou da época do Legião, porém influenciado na escola e pelos meus pais, sou um fã assumido. Admito que cantei várias músicas no filme, que aliás, são bastantes. Amei o protagonista, que na minha opinião, deu um show de representação. Acho que o filme só peca por mostrar metade da vida do cantor, mostra muito pouco do Legião em si, mas o bom disso é que uma continuação pode ser aguardada. Será !?
  • Let?cia S.
    Achei q o filme deixou a desejar, tinham muitas coisas q poderiam ser  ressaltadas e foram esquecidas. As cenas não foram naturais exceto quando REInato pede desculpas a sua amiga em forma de musica. Queria ver mais coisas do Renato coisa  NATURAIS. Em uma comparação , o filme do Cazuza é muuuuuuito natural e ótimo. Enfim  esperei um pouco mais 
  • Luciano A.
    O filme em geral muito pobre e simplório, mesmo sendo uma biografia os fatos apareciam sem um contexto geral, tudo muito confuso com clichés forçados, onde refrões das musicas são citados como parte dos diálogos, tudo muito artificial e favorável. Quanto a fase da doença óssea de Renato,  que durou cerca de dois anos, foi pouco explorada no filme, e é nessa fase  que ele cria sua banda imaginaria e é influenciado por poetas e músicos e revoluções, idealiza e cria esboços do que mais tarde seria a Legião Urbana... Isso também não é mostrado com clareza no filme. Seus conflitos, ideologia e convicções são pouco explorados, o cara era complexo considerado um poeta um génio a frente do seu tempo, mesmo na adolescência. Quem é fã como eu que fui até em shows da Legião, conhece as musicas de trás pra frente sabe que faltou. Pontos bacanas:  - Achei legal mostrarem em que as musicas foram baseadas(inspiradas). - A actuação fodastica do Thiago Mendonça. Ficou muito bom, incorporando os trejeitos do Renato.
  • Gabriel V.
    Somostão jovens:   Comoagradar uma legião de fãs? Fãs de várias idades, que viveram com a mesma realidadedo nosso "Trovador Solitário", e outros que mal foram apresentadospor uma época onde o rock respirava a ditadura! Ofilme é uma bibliografia de Renato Manfredini Júnior, o lendário Renato Russo(interpretado por Thiago Mendonça). O mesmo começa mostrando um jovem, queacaba de sofrer de uma doença óssea rara, a epifisiólise, deixando-o na cama,por alguns meses. Lugar onde começa uma longa viagem pela história do rock,entre os livros os discos e revistas do assunto. Renatoentão, se vê solitário, e passa a ouvir bandas punk’s que começam a fazersucesso na mesma época na Inglaterra. É quando sua amiga Ana Claúdia (LailaZaid), ajuda-o a se recuperar e voltar a viver o mundo lá fora. Nesteprimeiro momento já é colocada uma das relações mais emocionantes que o filmemostra - a relação entre Renato e Ana, que pode ser traduzida como uma grandeamiga, e também uma grande paixão. Ofilme é linear, e desvenda os momentos em que as musicas foram compostas, e osagentes causadores. Revela o despertar da arte de Renato, passando pelo oAborto Elétrico (juntamente com suas crises existenciais), até chegar ao grandeclímax, o primeiro grande show da Legião Urbana, no Circo Voador. Osfãs do rock, que foram aos cinemas, para fazer possíveis comparações com o filme“Cazuza – O tempo não para”, certamente se decepcionaram em alguns quesitos. Asatuações de certa forma são até boas, mas as falas são mecânicas, “quadradas”,sem muita expressão, colocando boa parte do trabalho dos atores para os ares(problemas mais encontrados no inicio do filme). E em alguns momentos, creioque a edição poderia ter ajudado melhor. Assimcomo o Cazuza feito por Daniel de Oliveira, o Renato Russo de Thiago Mendonçase destacou no meio do elenco, o ator foi bem feliz em diversas maneiras, tantonos gestos, na fala, como até mesmo no jeito único de dançar de Renato Russo.Embora dê de perceber, uma pequena mudança do inicio do filme, onde opersonagem age de uma maneira mais “afeminada”, com gestos mais estereotipados.Mesmo assim, seria uma crueldade diminuir o trabalho do ator, por algo tãopequeno. Nofinal da analise dos personagens, foi notório que as primeiras cenas tiveramuns resultados bem inferiores que as cenas que prosseguiam a história. Pareceque os atores ainda estavam em processo de criação, e o texto ainda não estavatão incorporado nos mesmos. Paratodo o fã de Legião, vai ser notaria a falta do baixista Negrete (RenatoRocha). Mas em contra partida, é interessante ver a ótima relação de “amor eódio” que é vivida pelo protagonista do filme e por Fê Lemos (Bruno Torres),baterista do Aborto Elétrico, gerando cenas enérgicas e “bem loucas”. Élindo ver cada apresentação, que o filme nos proporcionou. Afinal de contas,todos que estavam ali para apreciar a obra, sabiam as letras na ponta dalíngua. Foibonito ver no elenco dos espectadores, crianças, adolescentes, adultos, atémesmo idosos (ainda mais por ter ido assistir o filme no dia das mães)! Afinalestávamos falando de um ídolo, daqueles incomparáveis. Que mesmo com uma vidadepressiva e muitas vezes reservada, fez refletir dentro de todos nós suas lindasletras e melodias. Ofilme é facilmente indicado para os fãs, que sairão felizes de verem a históriado seu ídolo. E até mesmo para aqueles que têm o interesse de conhecer um poucodo movimento punk de Brasília (pra ver a diversidade dos assuntos). Sãodiversos temas, mas certamente o que mais me emocionou, e que me fez derramaralgumas lágrimas foi à linda interpretação da musica “Ainda é cedo”, que nofilme é dedicada para Ana Claudia, confidente de Renato, qual no decorrer dahistória acaba se desentendendo com o mesmo. Que em um ato de desculpa ehumildade dedica a musica para a amiga, que infelizmente não está no presenteno show, mas que no meio da apresentação aparece, revelando um sentimentobonito, de uma menina que lhe ensinou quase tudo que ele sabia, e que perdidosse agarraram porque não tinham mais ninguém... Comesta pequena ligação de acontecimentos e da letra da musica “Ainda é cedo”,encerro minha analise, proporcionando ao filme 4 estrelas. Mas por ser um grandefã, e não tanto em comparação do nível do cinema nacional nos últimos anos!
  • Gustavo A.
    O filme contém um erro gravíssimo: Em nenhum momento é citado o baixista Renato Rocha(o Negrete), que gravou alguns dos melhores discos da Legião Urbana!!!Um erro imperdoável,a meu ver!!!!
  • Nalu d.
    Apesar alguns acharem que foi superficial e talvez tenha sido, eu gostei muito. Me emocionei,gargalhei e chorei. Uma vida muito intensa que com certeza não daria para se contar em tão pouco tempo. Thiago Mendinça e Laila Zaid foram maravilhosos.
  • ?lida d.
    Acabei de assistir ao filme! Dou três estrelas.Concordo que deixou a desejar em muitos aspectos.Faltou explorar a formação cultural do Renato e a influência da família em sua vida que, no filme, pareceu alheia as suas crises e dramas pessoais, aspectos estes também muito mal explorados. Se há relatos de que Renato era um cara deprimido, complexo, introspectivo, então por que não abordaram isso? Por que não mostrar como a família se comportava diante disso?O período em que Renato ficou enclausurado por causa da doença óssea que o imobilizou foi retratado de maneira superficial. Justamente o período em que ele mais se dedicou à leitura e mergulhou em si mesmo.O uso de drogas sequer foi mencionado. Mas o filme fez parecer que os jovens daquela época só conseguiam se divertir com muita bebida alcoólica e cigarros.Por outro lado, discordo que a homossexualidade tenha sido mal abordada. Ficou claro que ele era homossexual em várias cenas. O que esperavam? Cenas de sexo e luxúria? Totalmente desnecessário. Até porque, ele ainda era muito jovem e ainda estava se descobrindo.Outro ponto que me desagradou foi a participação muito pequena dos personagens de Bonfá e Villa-Lobos. Poucas falas e pouca informação quanto à relação de Renato com os dois.A "supervisão" da família de Renato na construção da história certamente prejudicou o filme. Parece que fizeram o filme de maneira bastante conveniente para os pais do cantor e para seu filho.No mais, é um filme agradável de se assistir, embora deixe aquele gosto amargo de quero mais!
  • Josiel Augusto M.
    Adorei, amei, me emocionei e chorei demais...Me surpreendi com a história de algumas músicas...Claro que o filme foi pouco pra riqueza que é Renato Russo, mas eu adorei!!!!!!Disso tudo, só uma coisa restou, nunca mais teremos outro Renato Russo!!!!!!Adoro, amo tudo da Legião Urbana!!!!
  • Ivan V.
    Um bom filme.Porém nada de excepcional,quem espera ver uma história muito completa sobre o Renato Russo pode se decepcionar.Mas é interessante conhecer a história do início do Legião.Pra quem conhece bem a biografia do artista,vai sempre achar que ficou detalhes importantes na história,mas devemos lembrar que é um filme comercial,pra ser exibido em no máximo 1:45 min.
  • Leandro V.
    Um bom filme, porem achei muito pouca a participação do tão esperado Legião... será q estão preparando uma continuação?
  • Tatiana Sartori Rodrigues
    Um bom filme, porém achei que iria ver as construçõesdas músicas, saber como ele fez tal musicas como "Pais e Filhos", masmal dá a entender e pronto já esta pronta e ele já as escreveram, queria saber porque Renato Rocha não foi citado, gostaria de saber também onde foram parartantas e tantas recordações que tenho dos shows que a banda fez? Faltou muitahistória, e sobrou desperdício, mas saí do cinema com a sensação de que gosteido filme, foi bom, mas poderia ser melhor, não retratou o Renato Russo poeta,mas alguém que está perdido!!! Mas valeu a pena!
  • Reinaldo B.
    Excelente o filme, vale a pena assistir.
  • Adriano D.
    Achei legal, mas muito mais legal para quem gosta curte um "cinepiopoca", ou tem uma banda(meu caso), agora para o publico de Legião(como eu também), acho que a coisa já fica meio que "passável", também acho que o Bruno Torres alternou momentos ótimos vivendo Renato, porém em minha opinião, algumas vezes ele exagerou a mão, chegando a beirar a "canastrice", o roteiro preferiu não se comprometer com situações mais polêmicas sobre a adolescência do Renato e sua relação com o Aborto...enfim, acho que o resultado final ficou legal, como filme e entretenimento, porém mediado com a biografia do Renato.
  • Andreza B.
    Acho que faltou um pouco de "escracho".Gostei muito do filme pela nostalgia que nos inunda na sala de cinema.Logo no início da sessão, quando começa a tocar o instrumental de "Tempo Perdido" a emoção veio muito forte, mas ao longo do filme senti falta da visceralidade e do escracho peculiares àquela geração.Com relação a isso, acho que o especial "Por Toda Minha Vida" do Renato foi mais fiel e mais emocionante de se ver, mas o filme me conquistou pelos relatos e pela biografia, não só do Legião, mas de toda uma geração.
  • VITOR HUGO
    Ao sair do cinema, tive a sensação de que faltou um algo mais, ou talvez muito mais. Não fui um fã de carteirinha da banda do Renato Russo, por isto não sabia exatamente o que ficou faltando, mas agora, ao ler a crítica do Roberto Cunha, tive uma percepção mais aproximada do que poderia ter sido e não foi.
  • Lei A.
    Era preciso mais tempo no filme para contar a vida dele. O ator é baixinho em relação a Renato Russo, mas mandou muito bem!
  • Carlos A.
    o instrumental de tempo perdido foi emocionante mas eu amei o filme
  • Carlos A.
    boa pergunta Leandro boa pergunta
  • House
    Sou fã do Legião e para mim faltou só uma coisa: Legião UrbanaO filme fala mais do Aborto Elétrico do que do próprio Renato e da Legião.
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