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Bicho de Sete Cabeças

titulo original: (Bicho de Sete Cabeças)

lançamento: 2000 (Brasil)

direção: Laís Bodanzky

atores: Rodrigo Santoro , Othon Bastos , Cássia Kiss , Luís Miranda , Valéria Alencar

duração: 80 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Bicho de Sete Cabeças
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 20 min
  • ano de lançamento:2000
  • site oficial:
  • estúdio:Buriti Filmes / Gullane Filmes / Dezenove Som / Imagens e Fábrica de Cinema
  • distribuidora:Riofilme
  • direção: Laís Bodanzky
  • roteiro:Luís Bolognesi
  • produção:Maria Ionescu e Fabiano Gullane
  • música:André Abujamra
  • fotografia:Hugo Kovensky
  • direção de arte:Marcos Pedroso
  • figurino:
  • edição:Jacopo Quadri e Letizia Caudullo
  • efeitos especiais:

imagens - 11

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sinopse:

Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas.

elenco:

comentários

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Jean Carlo Mari Fanton
02/01/2001
nota:Rate09
A interpretação de Rodrigo Santoro é magnífica! Convincente, o filme nos remete a um universo pouco explorado - talvez por receio - pela sociedade. A insanidade é encarada em sua realidade, e isso atribui ao filme certo mistério e fascínio. Vale a pena "pensar" sobre o fime, mas antes tem se que assistí-lo.
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Marcelo Santiago
03/01/2001
nota:Rate06
Nos EUA saiu "Garota, Interrompida", de que "Bicho de 7 Cabeças" é um parente brasileiro, que mostra a realidade brasileira do tema: mais pobre, mais suja, mais crua, enfim. O mau do filme está em seu roteiro circunstancial. A montagem é ruim. O som é ruim também. De bom, as atuações (tirando um ou outro doido e enfermeiro), e algumas cenas - não as "fortes", como a do choque, mas a do encontro da família no hospício: claustrofóbica ao ar livre.
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Tiago Superoito
04/01/2001
nota:Rate07
Talvez porque tenha sido tão aclamado em festivais, o filme chega prometendo mais do que realmente oferece. Não é uma grande obra, mas sim um trabalho promissor, apesar de um tanto imaturo. O roteiro é irregular e só fica bom mesmo nos últimos vinte minutos. A denúncia que o filme faz é necessária e os atores estão bem. O que empolga mesmo é o uso da trilha sonora (apesar de um certo exagero de Arnaldo Antunes) e a montagem picotada, pós-MTV.
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Henrique Miura
05/01/2001
nota:Rate010
Realmente é um filme incrivel, finalmente um grande filme brasileiro sério. Sem dúvida o melhor filme nacional que já vi, atuações geniais, uma denúncia contra os hospícios. O filme é bastante chocante!!!
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
06/01/2001
nota:Rate02
A sutileza da diretora Laís Bodanzky em delinear a psicologia dos seus personagens é digna de nota: existem os bons de um lado (aqueles que não fazem parte do mundo psiquiátrico), e existem os maus (aqueles que tiveram o infortúnio na vida de virem a trabalhar em Hospitais Psiquiátricos). Uma visão dialética de jardim-da-infância, uma espécie de gibi do pensamento hegeliano para crianças. Para a diretora e para Luis Bolognesi, o roteirista, os seres humanos são bidimensionais. O grande malefício do filme, em minha opinião, é servir para aumentar o preconceito já existente da sociedade em relação à Saúde Mental. Os doentes mentais são tratados de forma caricatural, assim como quem os trata. E dizer que esse filme ganhou 7 prêmios no festival de Brasília. Vejam a que ponto chegou o desespero de ter de se premiar algum filme num festival onde a quantidade e qualidade andam escassas!
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Renata Monteiro de Lima
07/01/2001
nota:Rate010
Um filme realista e que, diferente de muitos, nos faz pensar em algo que execramos na nossa sociedade - os loucos!! Fui assistir a esse filme esperando ver algo razoável e saí do cinema bastante impressionada; com a estória, com a direção dessa nova diretora - Laís Bodanzky que tem uma experência passada, única com o cinema, em que ela e o marido percorreram o Brasil levando o cinema itinerante para as pessoas que não tem acesso a salas de cinema - e com os atores, principalmente o Rodrigo Santoro que provou ser um ator com sensibilidade e expressão para fazer um personagem tão difícil como o Neto. Esse filme mostra para a nossa sociedade a realidade, nesse século 21 tão rico e modernizado (para alguns), de alguns de nossos institutos psiquiátricos e de nossos médicos. Parabéns a todos que fizeram esse filme, ao cara que escreveu o livro que deu origem ao filme e é muito bom poder reconhecer qualidade no nosso cinema brasileiro.
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Erika Liporaci
08/01/2001
nota:Rate010
Com certeza, um dos melhores filmes brasileiros já feitos. Erroneamente comparado com "Um estranho no ninho", a fita vai além disso. "Bicho de sete cabeças" não mostra apenas a decadência do sistema psiquiátrico. Mostra também o desmoronamento de outra instituição: a família, e como intolerância e falta de diálogo levam ao aniquilamento. Além disso, a montagem é ágil, a trilha sonora excelente, e o desempenho de Santoro - quem diria! - magnífico! Um filme obrigatório!
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Vítor Vicente
09/01/2001
nota:Rate010
Excelente! Incomoda quem assiste. É impossível sair da sessão como se nada tivesse acontecido, ele te faz refletir sobre várias questões que passam despercebidas e, além de tudo, a diretora passa uma realidade incrível!
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Thales Ramos de Oliveira
10/01/2001
nota:Rate08
Um filme muito bom. Forte, trilha sonora perfeita e uma direção segura. Santoro está muito bem no papel, assim como todo o elenco. É o tipo de filme que todos deveriam ver, pois nos coloca de frente com uma triste realidade que às vezes não temos coragem de enfrentar.
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Francisco Russo
11/01/2001
nota:Rate08
Creio que há muito tempo não via um filme em que tantos atores estivessem tão bem em cena. Brasileiro então realmente este é o primeiro em que vejo isto. O grande destaque de "Bicho de 7 cabeças" realmente são suas interpretações, desde Rodrigo Santoro e Othon Bastos até atores coadjuvantes, como Caco Ciocler e vários dos doentes mentais que se relacionam com Neto. A direção de Laís Bondanzky também merece destaque, sempre ousando ao mostrar o sofrimento de Neto dentro dos hospícios. Muito bom filme, merece ser o indicado brasileiro ao Oscar'2002.
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Edith Aragão
12/01/2001
nota:Rate010
O filme é visceral, humano e tocante. A realidade é abordada sem rodeios. Rodrigo Santoro foi uma surpresa: sua atuação está além das expectativas. Cássia Kiss não interpretou a mãe, ela "era" a mãe. Os personagens loucos estavam maravilhosos. A música em acompanhamento com o ritmo do filme está perfeita. A fotografia foi muito bem trabalhada com tons depressivos condizentes com a aura do filme. Além de ser um ótimo alerta para essa realidade psiquiátrica degradante que ocorre em nosso país.
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Diego Custódio Borges
13/01/2001
nota:Rate010
Imagine, você, um cara no final da adolescência. Como todo adolescente, não se entende com os seus pais. Acrescente ainda uma total falta de perspectiva de futuro e uma necessidade urgente de ser reconhecido. E para você não ficar paranóico, você fuma uns cigarrinhos de maconha. Algo relativamente comum, não ?? Entretanto, seu pai acha um cigarrinho. A partir daí, você acaba parando em um hospício e sua vida vira um inferno. Esta é a trama do ótimo filme, Bicho de Sete Cabeças. O título representa esse garoto interpretado de forma surpreendente por Rodrigo Santoro depois dessas internações em manicômios. Se opera um verdadeiro massacre físico e psicológico em relação aos internos. O filme retrata como o tratamento nesses lugares é desumano, cruel e grotesco. Além de trazer com uma realidade impressionante o estado e o tratamento dos loucos, mostrando de forma contundente a vida em um “hospital psiquiátrico” e clima de amizade que se forma entre os internos. Estes destacam a peculiaridade da situação e a estranheza de Wilson(Rodrigo Santoro) ao despertar no lugar. Este juntamente com os loucos nos dá um ambiente perturbado , fantasmagórico. Mérito dos atores que representam a massa de internos além das atuações de Caco Ciocler, Gero Camilo e outros. Outra grande sacada do filme é a referência a um poema de Fernando Pessoa sobre viver a vida fingindo ser o que não é e à carta ao pai de Kafka que inspira a carta mandada a Wilson ao pai depois de tantas internações. A par da sensação de estranheza do personagem principal nesse ambiente inóspito, junta-se a necessidade de urgência imprimida pela câmara da diretora Laís Bodansky. Tudo parece ser gritante. Constituindo um verdadeiro clima de hipocrisia e injustiça relativas a falta de diálogo na família e ao tratamento nos manicômios. Os pais de Wilson , Cássia Kiss e Othon Bastos, refletem a repressão (pai) e a falta de comunicação(mãe) entre pais e filhos. Daí a repercussão nos festivais de Recife e Brasília, onde a platéia ovacionou o filme. Além das ótimas atuações, uma direção que não escorrega e consegue manter o clima da história, um roteiro bem montado que permite o pleno desenvolvimento da trama, a trilha sonora e a participação de Arnaldo Antunes contribuem para que tudo transcorra em harmonia. Tudo se encaixa de que forma que a mensagem da película não se esvai, como algo que entra por um ouvido e saí pelo outro. É um apelo que ficará com certeza martelando seus miolos, se você continuar com eles intactos depois de assisti-lo. É uma expressão repetitiva, mais é um filme vigoroso como um direito de esquerda ou soco no estômago.
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Fábio Emerenciano
14/01/2001
nota:Rate07
Bom filme. Bem mais próximo ao "padrão americano de cinema". A história é básica e manjada, mas a interpretação do Rodrigo Santoro eleva bastante o nível do filme. A bela direção compensa o roteiro, que não traz nada demais. Tudo bem que é tudo baseado em fatos reais, mas a pouca duração do filme nos deixa com a sensação de "Já acabou? É só isso?". "Bicho de 7 Cabeças", ainda assim, é um programa pro fim de semana, mas daí pra se esperar um Oscar é muito exagero!
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Gustavo Henrique
15/01/2001
nota:Rate05
Com certeza um filme de produção e finalização acima da média dos nacionais. Porém, não aprofunda a personalidade de nenhum personagem, o que é um pecado ainda maior em um filme que tem como tema a loucura e os conflitos psicológicos. Comportamentos estereotipados e fatos espaçados sem a devida significância. Fora que parece que acaba na metade, meio que sem mais nem menos.
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Tati Soares
16/01/2001
nota:Rate09
Um filme forte e intenso, onde Rodrigo Santoro tem a oportunidade de mostrar que não é apenas um rostinho bonito. Conta também com a ótima atuação de Gero Camilo, que estava super espontâneo no personagem. Mais um grande filme do cinema nacional atual.
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Fernando Elias
17/01/2001
nota:Rate010
O filme é ótimo, tão bom que você se sente impotente no que diz respeito a tomar alguma atitude em relação ao personagem do Rodrigo. Também acho que todas as premiações foram merecidas. Eu sempre achei que o Brasil tem bagagem para competir com os grandes. Nós também somos grandes. Parabéns!
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Elis Motta
18/01/2001
nota:Rate010
Eu gostei muito mesmo do filme e recomendo a todos que conheço! Tudo é perfeito! A luz, a fotografia, o texto, a música, todos estes quesitos nos remetem a situação desesperadora vivida por Neto! Sem falar nas atuações de todos e, em especial, do Rodrigo Santoro, que mostrou mais uma vez não ser só mais um rostinho bonito! Gostaria de saber o nome da música principal da trilha sonora, se possível! Estão todos de parabéns! Pena os brasileiros não darem o devido valor aos filmes nacionais, que vêm provando não tratarem-se mais de porno-chanchadas e besteiróis!
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Renata Roberta Fernandes
19/01/2001
nota:Rate010
Assisti o filme no dia 18 de maio de 2002 e adorei tudo. Elenco maravilhoso, ótima história, tudo. Me agradei mais pelo realismo do filme, pois tenho em minha família uma história quase igual. Minha mãe é alcóolatra e também ia ser internada em um hospital psiquiátrico para desintoxicação, mas felizmente um amigo nosso disse o que faziam com todos os internos (inclusive os que não eram loucos) e meu pai resolveu colocá-la em uma clínica especializada em álcool e drogas. Foi bem melhor, pois lá ela pode se recuperar, não se curar, de uma forma bem mais saudável. O filme é super comovente, eu assisti com a minha mãe e ela me contou que não se chocou muito com as cenas porque já havia passado por quase tudo. Mas eu chorei muito e me emocionei pra valer. Parabéns por tudo e espero ver mais filmes assim.
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Erika Christina Damaso Gomes
20/01/2001
nota:Rate010
Um filme para ser apreciado do início ao fim. Retrata uma realidade pouco percebida dentro de nossa sociedade, além de nos levar à reflexão em relação a vários aspectos, tais como: relacionamento familiar com o adolescente, autoritarismo, a política suja de nosso país, a falta de comunicação e solidariedade perante essas pessoas. Sem contar com a originalidade do filme muito bem dirigido e elaborado e a excelente atuação do ator Rodrigo Santoro. Sem dúvida é um filme que relata uma história bastante dolorosa e verídica e que merece ser bastante aplaudido!
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ricardo
21/01/2001
nota:Rate03
Esperava muito mais. Muita estereotipado os internados na clinica psiquiatrica, nao diz o ano em que foi aquilo tudo. Ruim a qualidade do som, muita poesia que quebra o andamento do filme, trilha sonora alternando excelentes momentos (instrumentais) e momentos ruins...Final do filme deixa a impressao de....e depois, o que aconteceu?
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Luiz Alberto
22/01/2001
nota:Rate05
Fraco. O Haldol, o Neoleptil e o Dormodid que são dados ao Santoro não fazem efeito. Certos personagens parecem estar fora de efeito dos medicamentos, principalmente o negão. Fraca atuação dos doentes e do sequenciamento. Parece que o filme vai começar bem, devido a uma organização no inicio do roteiro. As cenas nos manicômios foram bem trabalhadas. Mérto para a produção delas.
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Alinea
23/01/2001
nota:Rate08
O FILME REALMENTE E MUITO BOM PORQUE RELATA A REALIDADE DE MUITAS FAMILIAS...E AS SITUAÇOES QUE SÃO OBRIGADAS A ENFRETAR, MUITAS VEZES POR ESTAREM EM SITUAÇÕES PRECARIAS QUE O PAIS NOS ENQUADRA!
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Ítalo Silva
24/01/2001
nota:Rate010
Eu adorei o filme, ele mostra o tratamento inregular das clínicas de recuperações de loucos coisa que o público presisa saber. além disso o elenco é maravilhoso além de rodrigo santoro, cassia kiss e othom bastos o filme conta com a participação do fantastico ator cearence gero camilo. o filme dambém é muito bem dirigido por laís bodasky.
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Beto Witz
25/01/2001
nota:Rate06
Claustrofóbico: é assim que posso denominar o filme. Eu devo ser muito ignorante mesmo para não ter gostado do filme. Minha nota é toda para a atuação de Santoro, que eu imagino que sem ele o filme não teria muitos elogios. Concordo com o fato de incitar a sociedade através de filmes polêmicos, uma característica do cinema nacional. Creio que é possível fazer um filme com tal denotação sem que seja tenso. O roteiro deixou a desejar, assim como a fotografia.
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Carola
26/01/2001
nota:Rate010
Gostei do filme, pois mostra a realidade brasileira, a falta de estrutura dos hospitais que tem como objetivo a cura dos pacientes mas na verdade é ilusão no pais em que vivemos termos esse tipo de hospital público sem corrupção.E a falta de experiência dos pais ao descobrirem que os seu filho usa drogas,internandos antes de um diálago.
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Helon Belmiro
27/01/2001
nota:Rate06
A musica tema foi bem encaixada, alem do que e maravilhosa. O filme nao e um Oscar de perfeicao, mas merece destaque mesmo que seja superficial na descricao de alguns estados psicologicos e comportamentos dos diretores de hospicios. Quem sai do filme pensando que a realidade e exatamente como foi mostrada nao tem uma boa educacao critica e nao sabe selecionar as informacoes, a mensagem que o filme quis passar.Mas isso e um problema ``pessoal`` dessa pessoa. Na minha opiniao nao foi so o Rodrigo que se deu bem na interpretacao e ate penso que faltou mais realidade. Ou o que as cenas de realidade provoca. O filme e sim interessante e da motivos para investigacoes no cotidiano.
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Camilla Acostaa
28/01/2001
nota:Rate010
Rodrigo Santoro não deixa mais dúvidas a respeito de sua atuação: ele é simplesmente incrível, e conseguiu provar que não é apenas mais um cara bonito, e sim um excelente ator! As cenas da tortura com choques, no manicômio são impressionantes, e chego a pensar que o próprio Rodrigo realmente sentía as dores da descarga elétirca em sua cabeça. Nota 10!
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Fernanda Luiza
29/01/2001
nota:Rate09
Fiquei muito assustada com o filme, sai do meu mundinho mediocre, chorei muito, por que o personagem, representando cada um de nós, foi tratado como um lixo, um animal, pricipalmente pela ignorancia de seu pai. Ter filhos é muito fácil, o dificil é saber quem ele é. Não fisicamente, mas saber quem é a pessoas que estamos criando. O que o filme nos mostra é a realidade da ignorancia vivida por muitos. Preferem virar as costas para a realidade e entregar o fato nas mãos da covardia do mundo.
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Luane Bittesa
30/01/2001
nota:Rate010
REALMENTE FOI O MELHOR FILME NACIONAL QUE ASSISTI. E REAL QUE E O MELHOR DA HISTORIA, POIS E INCRIVEL COMO AINDA EXISTEM PAIS QUE SIMPLESMENTE IGNORAM TAL TEMA, E DE REPENTE ATE PIORAM A SITUAÇAO! RODRIGO SANTORO FOI LINDO EM TODO O FILME, E ALEM DE MOSTRAR SUA BELEZA MOSTROU QUE REALMENTE E UM EXCELENTE ATOR! TODAS AS PESSOAS QUE PARTICIPARAM DO FILME ESTAO DE PARABENS DESDE O ELENCO ATE A PRODUÇAO!
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Fabia
31/01/2001
nota:Rate010
Se alguém duvidava do talento de Rodrigo Santoro, após assistir esse filme, teve que calar a boca.O filme é ótimo, chocante pra quem desconhece a situação dos manicômios no país, como a maioria de nós. O file mereceu todos os prêmios e Rodrigo também, pois esse filme é com certeza seu melhor trabalho até hoje.
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Giselly Camargo Cirqueiraa
01/02/2001
nota:Rate010
Sem dúvidas o cinema brasileiro tem si desenvolvido muito nos últimos tempos, uma prova disso é este sensacional filme que aborda e questiona temas atuais e polêmicos como drogas e loucura. O filme não é nem um pouco artificial, mesmo porque trata-se de uma história real adaptada de um livro, os tratamentos dados aos loucos, como eletrochoque, realmente existem até hoje,estão sendo condenados pela sociedade por se tratar de um tipo de tortura e não funcionar com muitas pessoas. Os atores são excelentes e os loucos parecem reais, é impressionante!
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Valdeck Almeida de Jesus
02/02/2001
nota:Rate010
O cinema brasileiro está reconquistando o seu espaço perdido para os enlatados americanos. Finalmente alguém acordou para investir nos nossos talentos, como é o caso do Rodrigo Santoro, um ótimo ator e que representou muito bem o seu papel neste filme. Eu tenho acompanhado todos ou quase todos os filmes brasileiros que estão sendo lançados, não somente pela "febre" que atinge a todos nós, mas também por causa do talento e do trabalho bem elaborado de direção, elenco, técnica, etc que tem premiado o público com pérolas como Bicho de Sete Cabeças. Espero que este processo continue, pois precisamos resgatar nossa cultura das mãos dos americanos e de seus sanduíches.
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Lucas Simões
03/02/2001
nota:Rate010
Gostei do filme pelo fato dele retratar o que a ignorância no assunto drogas pode fazer com uma família, pois nela não havia dialogo entre pais e filho, fazendo com q os primeiros tomassem uma atitude absurda mediante um problema. Que este filme sirva de alerta aos pais e aos filhos para que estes mantenham um dialogo constante para que mais casos como esses não aconteçam, já que vivemos em um país onde não se tem estrutura para se tratar doentes mentais e dependentes quimicos.
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Thaísa
04/02/2001
nota:Rate010
Esse filme é mto bom,mostra para os jovens q a droga n é boa...mais achei injusto a opinião do pai..pq o Rodrigo Santoro era sussegado e ficou pior...eles deviam ver a clínica melhor...e deviam orientar o filho melhor...mas mesmo assim..n tendo isso no filme..é o meu predileto..apesar de eu adorar suspenses.
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Jonas João da Silva
05/02/2001
nota:Rate010
Muito boa a produção e a atuação dos atores que com uma linguagem simples. Sem muitos rodeios o filme abre um leque de interpretações considerações e nos faz ver as coisas que acontecem de outra maneira, precisamos de filmes assim aqui no Brasil e não apenas os que tratam apenas de marginalidade,tráfico e prostituição.
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Ana Mariaa
06/02/2001
nota:Rate010
Sou trabalhadora da enfermagem e evitava essa parte da "Saúde" por achar que não tinha jeito e seria sempre assim.... mas, resolvi, depois de muitos anos fazer um curso em "saúde mental" por influência da reforma psiquiátrica e foi passado este filma para debates... Achei perfeito e que retrata apenas em parte o que é o nosso sistema "Saúde mental", mas bem elaborado e exelente atuação dos atores bem como da trilha sonora!!!! Mereceu os premios e merece muito mais pela coragem de retratar o que ainda vemos hoje em nossos manicômios, embora esreja mudando.
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Ramon Gimenez
07/02/2001
nota:Rate010
Um ótimo filme. Com uma perfeita atuação de Rodrigo Santoro e Gero Camilo. Foi a primeira vez que vi Gero em cena, e juro que pensei que ele fosse realmente uma pessoa problemática.É um filme que fala sobre a droga no ponto de vista familiar. Aquela preocupação com o filho e tudo mais. E também achei interessante a forma real que foi passada do filme. Fiquei revoltado com as cenas do manicomio, mostrando para todos a forma de tratamento dessas pessoas especiais. E todos nós sabemos que essa forma de tratqamento não acabou, todos nós sabemos que essas pessoas sofrem muito e estão situações precárias e ninguém oferece a mão para ajudá-las. Acho que deveríamos passar esses filmes para os nossos "CARTOLAS" para mostrarmos a situação do nosso país em relação a essas pessoas.
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Juliano Oliveira
08/02/2001
nota:Rate010
PARA MIM, É O MELHOR FILME QUE JÁ VI,POR PASSAR A MENSAGEM AOS PAIS, QUE FILHOS BUSCAM DE UMA FORMA O MELHOR CAMINHO E PRECISAM DE SEU APOIO, PAIS MUITO "QUADRADOS" ADOECEM SEUS FILHOS AMBOS ACABAM PERDENDO !!!! PARABÉNS A ESSE MARAVILHO FILME DA VIDA REAL!
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Rodrigo
09/02/2001
nota:Rate08
Parte do filme foi filmado aqui na minha cidade , franco da rocha , no hospital psiquiatrico do juquery, e eu posso observar diariamente os doentes mentais , e o que acontece no filme é a pura realidade , sem exageros , gostei do filme , mas o final deixou a desejar.
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Lilianea
10/02/2001
nota:Rate010
O FILME RETRATA A REALIDADE DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS, BEM COMO A "DISCRIMINAÇÃO" COM OS PACIENTES PORTADORES DE TRANSTORNOS MENTAIS. É UMA OBRA PERFEITA.
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Aline Gerseli Kottwitza
11/02/2001
nota:Rate010
Fiquei muito emocionada com a história relatada no filme... Incrível a interpretação dos atores. Um parabéns especial para RODRIGO SANTORO, pois superou as expectativas e surpreendeu a todos. Parabéns aos autores e diretores.
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Juliana e Carolinaas
12/02/2001
nota:Rate08
O filme é muito bom,retrata a verdadeira situação da relação de muitos pais e filhos no Brasil,mostrando que os pais devem ter mais confiança nos filhos e os filhos nos pais. Mas a trilha sonora deixa o filme um poco intediante.

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