Título original: (The Station Agent)
Lançamento: 2003 (EUA)
Direção: Thomas McCarthy
Atores: Peter Dinklage, Patricia Clarkson, Bobby Cannavale, Raven Goodwin.
Duração: 90 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Finbar McBride (Peter Dinklage) anseia por uma vida tranqüila e reservada. No entanto, medindo um pouco mais de um metro, fica praticamente impossível para ele se misturar na multidão. Nascido com nanismo, Finbar escolhe então uma rotina de reclusão para fugir da atenção demasiada que a sua pequena estatura provoca. Ele passa a maior parte do tempo cuidando de sua maior paixão: os trens. Após uma série de eventos Finbar se muda para uma estação de trem abandonada, onde espera ter a paz que tanto deseja. Mas ele logo se envolve, involuntariamente, com um artista que acabou de sofrer uma terrível tragédia pessoal e com um vendedor cubano de cachorro-quente excessivamente amigável.
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alopes11 em 17/03/2011
...assisti este filme neste ultimo fim de semana, sublime, gostei demais.
e tem gente que faz filmes sobre Bruna Surfistinha, vai entender né!!
Cícero Antônio Simões Paranhos em 02/01/2003Nota: 4.5
É uma pequena obra prima.Mostra como pessoas diferentes e infelizes podem ser amigas e se ajudarem.Basta que saibamceder, entender um ao outro e sobretudo,aceitarem umas as outras.Viver é o mais importante!O filme prova que nada substitui o talento.
Iara Knijnika em 04/01/2003Nota: 4
Imagino que devido ao fato do protagonista do filme ser anão,algumas pessoas não sentirão vontade de ver o filme.E aí esta o engano.O filme é de uma sutileza e sensibilidade enorme.O Fin cativa a todos e nos mostra que tamanho não é documento.E que é possível viver só e, ao mesmo tempo, compartilhar com a solidão dos amigos verdadeiros.
Stella Rignolda em 08/01/2003Nota: 5
Um filme belíssimo , comovente , perfeito! Nos mostra como as pessoas são tão diferentes . Um homem triste , sozinho , sem amigos . Outro exessivamente amigável . Uma mulher desastrada . No fim se tornam grandes amigos . Um grande filme.
Rafael Fernandes em 07/01/2003Nota: 5
É simplesmente comovente e cativante, sem apelar para os extremos piegas ou teatrais. Trata não apenas da amizade que pode medrar entre pessoas inteiramente diferentes, mas também da necessidade tão comum de ter alguém ao lado, alguém com quem se possa conversar, rir e, tb, simplesmente estar.
Sílvia Amâncioa em 10/01/2003Nota: 5
O filme trata com uma tremenda sensibilidade a forma como as pessoas ditas "normais" se posicinam em relação aos anões e/ou pessoas "diferentes". Para completar, esse filme mostra a necessidade do ser humano em expor seus medos, fraquezas e suas revoltas. O personagem de Finbar, o anão, resume a dor da alma humana em busca de paz e aceitação. Mas sua busca vai além e ele encontra pessoas como problemas piores do que o dele e que estão, acima de tudo, tentando viver. Assim desenrola-se um trio de amizade de pessoas normais, com problemas normais que todo ser humano tem ou pelo menos um dia pode passar a ter.
Patrícia Cláudiaa em 06/01/2003Nota: 4.5
Sensibilidade a flor da pele. Difícil não se comover com a história entrecruzada de três solitários que descobrem algo muito valioso: "não adianta querer fugir do mundo... as pessoas estão ai... e ter amigos é o maior bem que um ser humano pode ter.".
Marinaa em 03/01/2003Nota: 4
Muito muito bom! Raramente o nanismo é tratado com tanta honestidade como neste filme. Com cenas engraçadíssimas e outras bastante tristes, este filme traz consigo um dos personagens mais divertidos da história do cinema, o cubano Joe.
Ricardo Pereira em 05/01/2003Nota: 4
"O Agente da Estação" é acima de tudo mais uma prova de que não é preciso um grande orçamento para se fazer um excelente filme além de reafirmar a importância capital que o já tradicional Festival de Sundance tem para o cinema americano. Trata-se de um filme bastante minimalista em termos de ação. Há uma personagem, um anão (Peter Linklage) que recebe como herança o prédio de uma antiga e desativada estação ferroviária. O lugar é propício ao recolhimento e ao isolamento que a personagem procura, mas dois vizinhos entram na sua vida: Joe (Bobby Cannavale), um jovem cubano extrovertido e tagarela que cuida do pai doente; e uma pintora (Patricia Clarkson) vagamente excêntrica que se encontra numa crise pessoal depois da morte do filho e que também procura afastar-se do mundo. A história que o filme conta é a da aproximação entre eles, da criação de laços afetivos quase familiares. O protagonista, como se disse, é um anão; mas essa é uma característica que se torna quase um detalhe, não é o fato da personagem ser um anão o elemento que mais a determina, nem se pode dizer que "O Agente da Estação" seja um filme sobre um anão. A verdade é que passada alguma estranheza inicial o espectador deixa ele próprio de prestar atenção na estatura de Finbar quer porque Peter Dinklage é um ótimo ator, quer porque, de fato, a personagem tem outras facetas que acabam por se impor. Por exemplo, a sua paixão/obsessão por trens, que no fundo é o principal sinal da bizarria da personagem. No filme, a função desse hobby é sobretudo uma maneira de reforçar a idéia de que a personagem vive num mundo próprio, à parte, um inadaptado que escolheu mergulhar no mundo dos trens assim como outros se dedicam ao aeromodelismo ou a colecionar selos raros por um prazer pessoal, muitas vezes, passivo de explicações, que às vezes assume o estranho papel de sentido para a vida. Mas Finbar não é uma personagem triste, pelo contrário, Finbar é alguém que se encontra razoavelmente satisfeito, que foi viver naquele lugar porque quis e que está sozinho também por opção própria. Há muitas pessoas assim e julgo que a maior parte de nós possa ter tido esta mesma tentação do isolamento em algum momento da nossa vida. A grande questão do filme não é essa, mas o tempo: durante quanto tempo podemos aceitar a solidão como uma saída? A austera sinceridade que Dinklage empresta ao seu personagem é a base fundamental do filme. O seu Finbar prende-nos desde o primeiro momento em que o vemos na tela, com os seus modos elegantes e a gigantesca humanidade que transmitem os seus olhos. Finbar assume bem a sua solidão; fala o suficiente e move-se com serenidade, com gestos precisos e medidos. "O Agente da Estação" é o primeiro filme de Thomas McCarthy, que tem trabalhado sobretudo no teatro (como ator, diretor e dramaturgo), participando de vez em quando como ator de alguns filmes e séries de tevê. Numa época em que se torna difícil saber onde termina um filme e onde começa o correspondente video-game, é muito gratificante encontrar pequenas maravilhas como este "O Agente da Estação" que nos comove manejando os melhores recursos de que sempre se valeu a arte de narrar: ter uma boa história e expressá-la por meio de boas personagens como Finbar, Joe e Olivia. Este estranho trio poderia ser o ponto de partida para um melodrama desatado e com um final trágico, na linha histérica de um certo cinema independente; mas não é o que acontece aqui. O diretor Thomas McCarthy, também roteirista, opta pelo traço amável, levando-nos pela mão com suavidade, sem excesso, até sairmos do cinema mais felizes do que entramos, com um sorriso agradecido das satisfações sutis, essas que sabemos especialmente duradouras e gozosas. Sem pieguice, "O Agente da Estação" funciona como mensagem profundamente otimista de como vencer a adversidade física, emocional e psicológica. De como é possível encontrar a nossa estação, a nossa própria New Foundland (é o sugestivo nome do pacato subúrbio de New Jersey onde a ação se desenrola), com muita calma e persistência, e com a ajuda dos amigos (mesmo que a única coisa que tenham em comum seja a solidão) e no caso de Finbar, também dos trens. Nesse campo, "O Agente da Estação" é, de certa maneira, o outro lado (otimista, aliás sempre filmado de jeito bem humorado) do mesmo espelho que, por exemplo, o inesquecível Popinga do célebre romance de Georges Simenon, "O homem que via o trem passar", era o lado pessimista.
reinaldo em 09/01/2003Nota: 5
A sensibilidade desse cara (Thomas Mc Carthy, o diretor e roteirista) é comovente. E é seu primeiro trabalho! A interpretação do Peter Dinklage é primorosa, merecia ganhar mais do que uma simples indicação. Um filme para se ter em casa.
BOMBA!!!Fuja desse picaretagem ,tudo é mau feito, mais um troféu abacaxi para a coleção ...
por Benedito, 14/02/2012 às 12:42
o melhor dos 7 sem duvida
por kabal_win, 14/02/2012 às 12:20
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03