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    5 cinebiografias que não agradaram seus protagonistas na vida real
    Por Renato Furtado — 8 de out. de 2017 às 09:23

    Quando a ficção perturba a realidade.

    A Rede Social
    1. A Rede Social +
    A Rede Social, de David Fincher, explora a vida de Mark Zuckerberg. Interpretado por Jesse Eisenberg, o criador do Facebook ficou muito descontente com o longa porque o roteiro de Aaron Sorkin reinterpreta e ficcionaliza demais suas motivações para desenvolver a rede social; segundo o bilionário, ele jamais teve a ideia de criar um império por causa de um coração partido ou para impressionar uma garota.
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    Semana após semana, novas cinebiografias são produzidas e/ou entram em cartaz nas salas de cinema ao redor do mundo. A curiosidade do público em relação à vida privada de grandes ícones e celebridades ou o desejo de conhecer mais a fundo a psique de personalidades controversas fazem com que o gênero continue sendo um dos mais rentáveis dentro da indústria cinematográfica.

    Entretanto, o fato de uma obra conquistar o público não significa que também vai agradar os seus objetos de análise. Quando qualquer vida, especialmente a de uma figura conhecida pela maioria das pessoas, é colocada sob profundo escrutínio, certos detalhes podem ser realçados, enquanto outros pontos são deixados de lado a contragosto dos biografados. Ainda que os roteiristas e diretores tentem equilibrar fatos reais e fatos cinematográficos, às vezes a verdade e a ficção entram em rota de colisão. Por isso, confira no slideshow acima 5 casos de produções que foram profundamente criticadas pelos personagens reais.

    E não perca os próximos lançamentos biográficos: Detroit em Rebelião, aclamado trabalho de Kathryn Bigelow sobre os violentos protestos raciais ocorridos na cidade estadunidense em 1967, chega às telonas brasileiras no dia 12 de outubro. Churchill, por sua vez, já está em cartaz — mas a atuação de Brian Cox como o célebre Primeiro Ministro Britânico muito provalmente não incomodará o biografado, não é mesmo?

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