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Kamya
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Crítica da série
3,0
Enviada em 14 de maio de 2026
Série bem + ou -. O final foge um pouco do clichê e há alguns momentos interessantes que chamam atenção, mas no geral falta um diferencial marcante. A protagonista é extremamente irritante, eu tenho ansiedade generalizada e mal consegui assistir às cenas dela, acabei pulando várias. O viés político também é fortíssimo, quase sufocante. O elenco, como já comentaram, é bem fraco, com exceção do vilão, que realmente entrega um bom papel. spoiler: O que mais me agradou foram os momentos de amizade improvável pouco explorados entre a protagonista e o vilão.... justamente por serem opostos, a dinâmica ficou beem interessante.
Mas a série descartou isso rápido pra conseguir empoderar a mulher dele que é interesseira e entregou a melhor amiga 嵐
No final o vilão “magicamente” fica burro e irracional, lembrando muito a queda de qualidade que acontece em You.
No fim das contas, é uma série que até tenta sair do óbvio, mas não consegue sustentar suas próprias ideias.
Estou apenas no 2º episódio mas já irritado com as exageradas dúvidas e reticências da personagem da excelente atriz Claire Danes. Apesar dessa personagem ser uma mulher de personalidade forte, essa força não é demonstrada quando seu novo vizinho, o investidor imobiliário Jarvis Nile, interpretado pelo também ótimo Matthew Rys, praticamente invade sua casa querendo que ela assine uma petição para a construção de uma pista asfaltada no meio do bosque que circunda as residências de ambos e que ela é contra. Mas esse "não" é vacilante e inseguro, o que é percebido pelo bilionário Nile, acostumado a mandar e não a pedir, especialmente quando ela nem ao menos o questiona sobre não o ter convidado a entrar. E assim continua nos diálogos seguintes com outros e outras personagens, com destaque para o encontro no túmulo de seu filho de 8 anos com o autor do acidente que o matou dirigindo bêbado, quando a escritora Aggie Wiggs (Danes), a essas alturas já nervosa e tensa com o bloqueio criativo que não lhe permitia ir adiante com o novo livro, se revolta com a presença dos dois (o jovem estava com a mãe) e os expulsa aos gritos, sendo contida pela ex-esposa que, para surpresa de Aggie, também estava presente. De novo, nessa e nas outras ocasiões, sua postura é vacilante, como se ela não tivesse o direito de se impor, recebendo inclusive crítica de sua ex-companheira pela maneira rude com que tratou mãe e filho que tinham ido prestar homenagens ao defunto. Como assim? Ela encontra o assassino culposo do próprio filho colocando flores no túmulo e não tem direito a se revoltar com a cena? E ainda por cima é repreendida pela ex só pra acomodar uma situação que caiba na ideia do roteiro, assim como foi nos encontros com Niles? Bom, é óbvio que o erro está na falta de criatividade do roteiro que não cria situações que não sejam mais do mesmo, assim como a mulher que faz sexo com sutiã, marca registrada de roliúde e sua moralidade hipócrita. Até aqui vou dar nota 2,5. Espero aumentar até a conclusão da série.
ESCRITORA SAPATONA QUE MAL SABE FALAR.. SÓ FICA GAGUEJANDO...UM AGENTE DO DE BUTECO.. BÊBADO E RELAXADO...UM RICO COM UMA INTERESSEIRA... SÉRIE HORRÍVEL 掠嵐嵐
Série superestimada e explico. São 8 episódios cerca de 9 hs ou mais assistindo. Ocorre que na primeira metade já é revelado o mistério, então vc investe mais 5 ou 6 horas seguintes assistindo a um trailler policial como existem aos milhares. Conclusão: se fosse um filme seria muito melhor. Mesmo efeito e mesmo resultado. O clássico esticar um assunto ao máximo sem nenhum motivo.
Série boa mas nada excepcional, um bom entretenimento. Alguns clichês e situações improváveis, nada que atrapalhe o bom andamento da história. Valeu pela sensacional atuação de Matthew Rhys, conseguiu transmitir no olhar a psicopatia do personagem, compôs de maneira impecável o perfil do mentiroso e manipulador Nile Jarvis.
Acho que tenho algo pessoal com essa atriz (Claire Danes), não é possivel, muito mediana e sem graça a atuação dela, parei de ver Homeland, excelente série, pelo mesmo motivo. A primicia da série é legal, mas na pratíca é muito bobinha. Como um agente FBI faz uma cagada dessas e se lasca?! muito amador. Enfim, meu voto é não!
A série é ótima e esse site infelizmente está descredibilizado. Entro procurando críticas inteligentes e encontro um bando de marmanjo chorão incapazes de assistir qualquer coisa sem se afetarem com as vozes da cabeça “woke”. Série boa, imprevisível, bons plot twists.
Homens ricos e brancos são os malvados. Mulher lésbica e empoderada como heroína. Uma democrata negra querendo salvar o mundo.
Eu juro que, na cena em que colocam o agente do FBI sentado em uma cadeira para entregar o pen drive para um hacker, antes de aparecer a imagem da pessoa, eu falei: “É uma mulher.” Putz, colocaram uma mulher negra ainda.
Hacker é um nerd branco com autismo, caramba. Parem de inventar moda.
Sinceramente que série maravilhosa. Fantástica, eu terminei em 2 dias de tanto que prendeu a minha atenção. spoiler: Por um momento achei que ele fosse realmente inocente e no fim fiquei tão chocada quanto a Aggie! Amei amei amei
Parece que o roteiro do antagonista foi escrito por alguém muito bom, enquanto que o roteiro da protagonista por alguém que adora filmes de James Bond. As ações da protagonista na parte final da série passam do aceitável.
Se não tiver nada pra ver na Tv e não tiver nenhum compromisso,aí sim vale a pena,a série tem um começo bem interessante,mas só vai decendo ladeira a baixo,Tirando o Vilão que realmente fez um belo trabalho,o restante do Elenco e muito Fraco.
Os 3 primeiros episódios prometiam uma boa história, mas a partir do 4° perdeu força e os motivos instigantes. Poderia ter 6 episódios, e já daria conta do recado muito bem. Boa interpretação da dupla principal, mas "pintaram" com o cabelo do Nile ( sem trocadilho)! O que é aquilo, Deus do céu? Não é uma série para ser lembrada, apenas para " consumo imediato". Esclarecendo o comentário da sinopse: Antônio Campos dirige apenas alguns episódios, não a série toda.
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