Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
4,2
145 notas
Você assistiu O Dia do Chacal ?
Crítica da série
5,0
Enviada em 8 de dezembro de 2024
Eddie Redmayne brilha como o meticuloso assassino, entregando uma performance intensa e cativante. No entanto, a interpretação de Lashana Lynch como a agente do MI6, embora tecnicamente sólida, carece do carisma necessário para criar uma conexão mais profunda com o público. Sua personagem, Bianca, é moralmente complexa, mas a entrega de Lynch parece não atingir o impacto emocional esperado, prejudicando momentos chave da trama. Apesar disso, a série compensa com reviravoltas emocionantes e uma execução visual impecável, sendo um thriller envolvente para os fãs do gênero.
Crítica da série
3,5
Enviada em 8 de janeiro de 2025
"Atuação forte de Redmayne e visual atraente ofuscados por roteiro arrastado e escolhas de elenco frágeis."
A adaptação de O Dia do Chacal (2024), tenta modernizar o clássico thriller, mas resulta em uma experiência desigual. Eddie Redmayne brilha como o assassino frio e meticuloso, mantendo a tensão com uma atuação magnética. Porém, Lashana Lynch, como a agente Bianca Pullman, entrega uma performance apática que não sustenta o embate esperado. O roteiro, inflado com subtramas familiares desnecessárias, enfraquece o ritmo, ainda que a fotografia e as cenas de ação impressionem. Apesar de momentos de destaque, a série tropeça em sua ambição de atualização.
Marli D

1 crítica

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Crítica da série
4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2024
Adorei a série e amei o final, duro vai ser esperar pela 2a temporada! Só não gostei da Bianca, e o motivo é um só: a atriz não consegue transmitir emoção, zero carisma, ao contrário do Chacal. Não é a toa que todo mundo torce pelo assassino, o que seria um absurdo no mundo real. Mas a série é ótima, e espero que consigam manter essa qualidade na 2a temporada!
Crítica da série
1,5
Enviada em 4 de dezembro de 2024
Está ficando insuportável assistir obras dos EUA e Inglaterra, pelo exagero de ideologização esquerdistas, na qual, os mocinhos são negros, os casais íntegros são afrodescendentes, os honestos são homossexuais e os brancos e demais são os marginais, perversos e blá blá blá.

Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, a lacração continua: a mocinha e seu chefe são negros e agentes do M16 inglês, o Chacal é branquelo ruivo e sua mulher, uma pobre coitada latina, a vítima é um bilionário startup e homossexual que está trazendo justiça social contra os bilionários supremacistas que querem assiná-lo.

A protagonista tem cara e jeito de tudo, menos uma super "007" do M16 inglesa. É a eterna narrativa de dividir o mundo entre os "negros" e homossexuais bons e os brancos casados maus. É só mais uma obra de pura propaganda ideológica.
Crítica da série
2,0
Enviada em 21 de novembro de 2024
Roteiro batido e rebatido. As únicas coisas interessantes são as armas e carros sofisticados. O resto é de déjà vu8 huá mais de 50 anos.
Diego C

8 críticas

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Crítica da 1 temporada
1,0
Enviada em 28 de novembro de 2024
Pra mim foi uma enorme decepção. Cheia de clichés, partes mal contadas, personagens desnecessários e o pior de tudo, lacração no final. Daí eu me pergunto, pra que aquilo no final? Se fosse para promover a multiplicidade cultural, seria trabalhada durante todo o produto, de uma forma para que a sociedade aceitasse, entendesse, compreendesse e compadecesse. Da maneira que foi trabalhada foi uma e exclusivamente para lacrar. Uma tentativa desesperada, vil e covarde de usar fatores psicológicos de assemelhação e troca afim de alienar o público.
Crítica da série
5,0
Enviada em 23 de novembro de 2024
Series muito bem feita, fazia muito tempo que eu não assistia uma série não empolgante, aguardando pelos novos episódios..
EddieFox

1 crítica

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 5 de dezembro de 2024
Li o livro original há duas décadas, então minhas lembranças não são frescas, mas isso não diminuiu o impacto da nova adaptação de O Dia do Chacal. A série atualiza de forma inteligente a história de 1971, adaptando-a aos desafios de um assassino no contexto da vigilância digital e das mídias sociais, o que torna a narrativa surpreendentemente contemporânea.

Entre os pontos altos, destacam-se a produção de altíssima qualidade, com locações deslumbrantes, cenas de ação elaboradas e uma direção excepcional. Eddie Redmayne entrega uma performance memorável, criando um vilão tão cativante que é difícil não simpatizar com ele, especialmente considerando a atuação de Lynch como a agente do MI6, Bianca Pullman, que deixa um pouco a desejar. Em muitos momentos, a narrativa nos faz torcer pelo 'vilão', o que adiciona uma camada interessante à trama.

Embora a série abuse de alguns clichês do gênero, ela compensa com uma execução tecnicamente impecável. No final, O Dia do Chacal oferece uma experiência cinematográfica de alta qualidade, entregando um básico-bem-feito com grande competência e estilo.
Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2024
Não é uma série pra pessoas que em tudo vê ideologia ou lacração! E sim para quem sabe se aproveitar de uma bela adaptação! É chato ver pessoas tão pobres de inteligência desmerecendo o roteiro, o elenco e as interpretações incríveis dos atores!

O Ed foi sensacional do início ao fim! Não vejo a hora da segunda temporada!
wirlon

1 crítica

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Crítica da série
4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2024
Apesar de um roteiro meio padrão, a série mostra muita criatividade nos planejamentos dos ataques, mas a perseguição é meio batida.

Mesmo assim, é intrigante e tensa. Recomendo muito!
Crítica da série
3,0
Enviada em 1 de janeiro de 2025
Achei que a série seria livre da "lacração" mas pelo visto essa desgraç*** empregnou nos filmes e séries a série tinha tudo pra ser ótima mas foi apenas ok!
Matheus

1 crítica

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Crítica da série
2,0
Enviada em 24 de dezembro de 2024
Essa série é como aquele pastel de feira, grande, bem frito, dourado, bonito, mas quando você morde fica triste pois o conteúdo é apenas vento. O começo da série faz você pensar que vai ser um jogo de gato e rato, que nada... O assassino é até legal mas não mantem o mistério, entregam tudo sobre o personagem e suas motivações nos dois primeiros episódios. A agente carece de carisma, muito por culpa do roteiro, ela simplesmente não da liga com a trama, mesmo sendo a principal parece ser uma adjuvante sem sal seguindo uma storyline diferente. Em resumo: se cortassem toda a enrolação desnecessária de cada episódio poderiam cortar pela metade o número de episódios produzidos, melhorando e muito o nível da série.
Crítica da série
5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2024
Acho espantoso que algumas pessoas querem criticar a série porque há gays, pretos e casamentos interraciais... Mano, na Europa? Será que essas pessoas já colocaram o pé nesses países? Como ele acha, por exemplo, que estarão as pessoas em Londres? Como ele acha que o padrão londrino de etnia é? E em Paris? Pegue alguns exemplos atuais... o maior corredor de Fórmula 1 atual do Reino Unido é de que Etnia? E o melhor jogador de futebol francês? Criticaram a etnia do principal alvo do Chacal (e de que quebra a sua sexualidade). Mano... Steve Jobs, caraca! Qual era mesmo a etnia dele? E aí vamos ao fato de haver um casal homoafetivo... Nos dias de hoje, várias pessoas do universo LGBTQIAP+ não necessitam mais viver no armário. E fazem parte da sociedade. Mas, pera aí, tem uma fala sobre lacração nisso... Onde? Alguém levantou bandeira nesse sentido? Não, apenas mostraram que isso existe, que as relações humanas, sejam interraciais, sejam intersexuais, acontecem. No caso do assassino... cara, ele simulou a própria morte e foi viver em outro país. Estatisticamente, qual seria a chance de conhecer uma nativa do local?
São comentários imbecis, apenas sustentados por uma necessidade aberrante de polarização político-partidária. E aí se esquecem da estória. Um diz que o roteiro é o mesmo... Mas é óbvio que seria! É baseado em um livro e, no mínimo, duas obras cinematográficas (uma de 1971 e outra, com Bruce Wills, no final dos anos 90). Nossas relações sociais mudaram ao longo desse tempo e o cinema deixou de retratar apenas uma parcela da população para retratar todas elas. As pessoas tem que deixar de lado essa visão idílica e eugenista de um arianismo de personagem e passar a enxergar a vida como ela é. Todos esses tipos existem e isso não é lacração p... nenhuma!
A série é boa, especialmente para mostrar que muitas vezes, os agentes do MI6 vão ter mesmo aquela vibe xoxa de funcionário público, aquele desânimo, aquela rotina enfadonha. O assassino vai ter mesmo cunhado chato, explorador, sogra por vezes enxerida e esposa que fecha os olhos para como o cara consegue dinheiro. Ou vice-versa, porque podem (e com certeza existem) mulheres que também tem vidas duplas nesse sentido. E o que é interessante desse remake é isso. Ed não é nem mesmo um cara com uma presença tão marcante assim porque precisa passar batido. E a falta de sal em algumas ocasiões o favorecem. Esquecer algumas coisas no local, falhar, tudo isso faz parte da existência humana. O que se chama de clichê é na verdade licença poética, liberdade de entreter sem virar documentário. Pois isso é o que encanta e dá amálgama à trama.
Encarem isso como entretenimento, sem folhetim ideológico e sem querer uma reprodução de documentário. Em suma, assistam com mais tranquilidade e sejam menos chatos. O programa é bom pra cacete! Só peguem a pipoca e calem a m... da boca (ou travem os dedos idiotas antes de fazerem comentários imbecis).
Vale a pena. Para quem acha que não, use o controle remoto ou o botão de sair do celular (virtual ou não). É bem simples e até cérebros mais limitados conseguem.
Crítica da série
4,0
Enviada em 31 de dezembro de 2024
Série ótima o único defeito foi a personagem que investigava o chacal usava pessoas inocentes como se fosse nada pra faz r justiça matando e destruindo famílias
Crítica da série
1,0
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Shakal gay é uma apelação e mudança drástica.
Não recomendo a série que foge da originalidade.

Lacrou essa série kkkkk

Fraca e muito sem sentido.