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A Cozinheira de Castamar
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Antonio
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Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de julho de 2021
A Cozinheira de Castamar. Há tempos eu e a patroa não dormíamos tão tarde, 03h30! Fizemos uma maratona de improviso com a nova série da NETFLIX, *A COZINHEIRA DE CASTAMAR*. Dos 12 episódios, assistimos 10 de um só fôlego! No dia seguinte, assistimos os dois episódios finais. Lembra um pouco a produção inglesa *DOWNTON ABBEY* e seus empregados futriqueiros. Também há elementos da série espanhola *GRAN HOTEL* 2011, da produtora *ANTENA 3*, mesma da *Cozinheira de Castamar*. Vale uma assistida. Divirta-se!
Não é uma obra prima, mas, é muito envolvente. Você vai assistindo, assistindo e quando vê não consegue mais parar. Ela é monótona, sem reviravoltas ou qualquer item surpresa, mas isto não a faz ser menos boa. Destaco que não é para todos os gostos, mas sim para aqueles que gostam do gênero drama tipo novela.. É série de época em que as mulheres usavam vestidos enormes e espartilhos e homens usam rabo de cavalo e laço. Recomendo!
Muito boa a série. Parece novela de época da Globo. História prende a gente. Mas o final do filme foi uma tragédia. Sinceramente não gostei do final,, esperava mais. Mas o filme em si é bom.
Série díspar, com andamento extremamente heterogêneo, cheia de altos e baixos, erros e acertos. O enredo é bom e consegue seduzir o espectador, apesar da história demorar demais para engrenar. Os três primeiros episódios são modorrentos, tudo acontece muito devagar e parece que a história não deslancha. Para compensar, os dois últimos episódios tem soluções tão abruptas, precipitadas e mal construídas, um ritmo tão frenético, que se porventura o espectador se virar para o lado, corre o risco de ficar sem entender o que aconteceu. Os cenários e figurinos são primorosos mas faltou pesquisa em vários elementos da reconstrução de época. Por exemplo, em 1720 os servos ainda não tinham sobrenome! Via de regra, quando foi necessário adotá-los, simplesmente "emprestavam" o sobrenome da família a qual serviam, ou a profissão que desempenhavam. Os pequenos deslizes teriam sido esquecidos e a avaliação da série muito melhor se o final não fosse tão abrupto e atabalhoado. Seria preferível haver 13 ou até 14 episódios mas deixar o final mais factível, mais convincente.
Já amo a competência e a sensualidade do ator Roberto Enriquez desde Vis a Vis. Neste novo trabalho, com a parceira de elenco Michelle Jenner, o admirei mais ainda. Amo histórias de época e romances pautados em honestidade, coragem e honra. A Cozinheira de Castamar me encantou! O casal protagonista consegue nos prender de uma forma mágica e sem apelações sexuais. Fazendo-nos compreender o pertencimento de almas que eles têm, mesmo antes da união dos seus corpos! Valeu muito a pena assistir.
A série é muito boa.. Apesar das partes com sexo explícito e desnecessário. Mas é só adiantar e ok. No mais, a série é envolvente, os protagonistas cativantes, as pessoas más têm o que merece! Muito bom!!
A série é bem envolvente, figurinos maravilhosos, porém muito previsível, bem novelão.. acho que poderiam até sintetizado numa miniséroe, pois quando chegou na metade já estava praticamente desenhado o final, para quem gosta de obras de época, vale muito, porém deixou um pouco a desejar...
Comecei a assistir e quase parei, pois parecia se tratar apenas de transas. Mas insisti e até que o enredo acabou me prendendo. Lindas imagens, figurino, mobilia. Amo essas coisas. spoiler:
Mas aí veio o fim e estragou o que poderia ser ótimo. Acabou a seco. Como engolir um comprimido sem água. Assim, correndo. Fica na imaginação se encontraram o bebê e se Gabriel casou com Amélia. Se Alice teve seu casamento com um belo vestido. Se o mordomo casou com a governanta. Como ficou a mãe de Castamar? Aceitou a Clara? Aceitou Amélia de volta? E principalmente como o duque deixou de ser duque e como foram os detalhes do casamento? Onde estavam os convidados? Só mais um capítulo e daria pra mostrar tudo isso. Que final mal feito! Uma pena.
Uma das melhores que ja vi. Os protagonistas tem uma ligaçao, uma quimica incrivel, achei que faltou a serie explorar um pouco mais isso, pois os dois estão quase sempre resolvendo problemas e se beijam poucas vezes, mesmo estando muito apaixonados.
A história é muito bem construída, a ambientação e fotografia também são maravilhosas. O final do último episódio é muito corrido, mas não compromete o valor da série.
Como sempre a Netflix assassina as obras originais e modifica para agradar ao público woke. Aonde que um conde, rico, com toda uma comunidade dependente de sua riqueza e com sua mae tb dependente, abandonaria isso tudo para ficar com uma mulher? Além de ridículo em qualquer época, naquela então seria inimaginável. Péssimo. spoiler:
Adoro romances de época, mas achei A Cozinheira de Castamar fraca, brega e sem emoção. Só fui até o final, porque não costumo abandonar séries pela metade e porque sempre esperava que os capítulos pudessem melhorar. Não li o livro em que a série se baseia, mas a impressão que dá é que eles correram com a história para que ela se encaixasse em uma única temporada. Os eventos que acontecem durante a trama são meio aleatórios, mal construídos, corridos. Os últimos minutos então, socorro. Os romances são forçados, gostei apenas do casal de criados que eram fofos, ganharam destaque, mas foram esquecidos no último capítulo. Ah, e claro, os amantes Sol Montijos e Francisco Marlango, que deram um tchan na série. A propósito foi através do ator bonitão Maxi Iglesias, que interpreta o Francisco, que nasceu meu interesse em ver a série, rs. Também não curto muito a tentativa de dar emoção à trama através da narrativa da personagem principal. Isso é MT comum em séries espanholas, mas não foi o suficiente e nem convenceu. Mas a fotografia, os figurinos, os cenários são lindos. É, dá pra passar a hora.
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