Produção boa, enredo bacana, alguns clichês sobre bruxaria e pequenas originalidades na criação de um universo fantástico. Até aí tudo bem. Porém, a gigantesca chatice no galã/vampiro/super/mega/príncipe que protege a mocinha (embora ela seja muito mais poderosa, mas não faz nada sem ele do lado, não toma decisões sem ele e vive em função do que sente por ele). Nossa, é imensamente tedioso e ultrapassado essa megalomania em cima da figura do homem. Vale a pena ter paciência pela produção e pela história das outras personagens, as quais são muito, mas muito mais interessantes e menos soberbas do que o tal do vampiro salvador de bruxa. Todo mundo sabe que, quando se trata do tema bruxaria, o foco é o universo feminino e, no caso dessa série, isso é uma decepção. Para resolver isso, ajudaria muito se o nome da série fosse outro, de modo que representasse melhor a proposta de uma série sobre vampiros, cujo foco é um vampiro homem branco, melhor que todos, sabichão, super herói. Quem não se importa com isso, é uma série que ajuda a passar o tempo.
É uma série que começa legal, passeia pela história e mostra que desigualdade e discriminação existe até entre as criaturas, pois os demônios não apresentaram nenhum poder. Mas o pior foi a superficialidade com a qual tratou personagens importantes que tinham muito a oferecer, como a Satu. No início ela é superpoderosa e depois não tem nem uma briguinha pirotécnica e voadora entre ela e a Diana? Que sem graça. Tudo foi muito fácil pra Diana, no começo sendo rejeitada mas com algum discurso pseudo-intelectual ela convencia todos a amá-la. Me poupe, série fraca e com final medíocre.
Na verdade a descoberta não é das bruxas e sim de quem assiste: o mundo sempre foi povoado por criaturas de corpo humano, mas com poderes sobrenaturais, mas que sempre foram perseguidas pelos terríveis humanos sem poder algum, só o da difamação, o que foi suficiente para mantê-las escondidas e morrendo de medo. A beleza da Teresa Palmer , de Matthew Goode e os cenários são as únicas coisas que salvam esta série bem Sessão da Tarde.
Gostei demais da primeira temporada. A química entre os atores principais é perfeita Porém, a segunda temporada foi altamente cansativa. Mal casaram, parecem estar em crise. Uma superproteção com a bruxa principal até demais. Os efeitos especiais deixaram a desejar..:a história em si também... muita enrolação, enchimento de linguiça na segunda temporada a tornou chata e cansativa. Pensei várias vezes em desistir e não assistir mais. Vou iniciar agora a terceira temporada. Se continuar na idade média e com muita enrolação e drama, deixarei de assistir a série...
O enredo é interessante, com direito a viagem no tempo. Buscou abordar temas importantes como discriminação e diversidade, com um pano de fundo místico e mágico. O que mais me chamou a atenção foi a série fugir do clichê de par romântico adolescente. Os personagens são mais maduros e condizentes com um romance mais maduro. No entanto, este é o único não clichê , já que a série é repleta de outros lugares comuns. No geral, vale a pena assistir. Série possui início meio e fim, acho que não terá 4 temporada.
Primeira temporada bem interessante, legal de assistir. Segunda temporada decaiu bastante, muita enrolação e atuação dos atores um pouco forçada. A terceira temporada é péssima, virou um dramalhão e uma lacração, personagens aleatórios e sem qualquer relevância surgindo do nada, tem-de que fazer um grande esforço para conseguir assistir até o fim.
Delícia de série pra quem gosta do tema! Além do que, ela se desenvolve e conclui rapidamente, sem se arrastar, deixando inclusive gostinho de quero mais. A química dos protagonistas é impecável e a temática das criaturas não humanas bem desenvolvida. Deixa um pouco a desejar para explicações de tradições, rituais e de algumas partes do enredo, como se conferisse ao público a obrigação de ler os livros em que se baseou a série para que ele possa entender melhor. Mas no geral, diverte e entrega uma ótima história. Gostei muito!
protagonistaz toscos demais, além de terem 0 carisma ficam agindo como adolescentes de 15 anos sendo que tem mais de 40 anos nas costas. os vilões são 100% mais gostáveis e uma das únicas coisas que me fez querer acompanhar essa bomba
Achei uma versão atualizada de Crepúsculo, mas como passei da idade de filmes teen, o filme, que não tem essa classificação, realmente não me agradou! A história de uma moça [não menina], bonita e frágil, que não domina ou potencializa seu próprio poder, vira alvo e ao mesmo tempo bibelô de um vampiro [viril, bonitão, fortão [e gostosão p quem curte o tipo]. Ela, claro, sabe de nada inocente, já cola e defende o cara. E é isso! Ela corre dos poderes [sério? Ela quer ser normal! Hahahaha!], o povo corre atrás dela e ela corre atrás do bonitão que mantém aquela marra de homem cheio de mistérios... Tem uma equipe que trabalha e diz amém para ele! Interessante, que além dos clichês do homem branco fod@o, bruxaria sempre é associada ao universo feminino, mas que é subjugada pelos vampiros na série, universo majoritariamente masculino. Até as vampiras ficam a mercê... os demônios, então, nem tem vez...
A Discovery of Witches é, sem dúvida, uma das melhores séries já produzidas dentro do gênero sobrenatural. Com uma narrativa envolvente, personagens complexos e uma ambientação de tirar o fôlego, a série consegue unir romance, magia e mistério de forma elegante e emocionalmente poderosa. Baseada na trilogia All Souls de Deborah Harkness, a história acompanha Diana Bishop, uma bruxa relutante e historiadora, que se vê no centro de uma conspiração milenar ao descobrir um manuscrito mágico. Ao lado do vampiro Matthew Clairmont, ela embarca numa jornada que desafia as regras do mundo sobrenatural — e do próprio coração. O que torna A Discovery of Witches tão especial é sua maturidade narrativa. Ao invés de apostar em clichês adolescentes, a série constrói um romance adulto, profundo e cheio de nuances. A química entre Teresa Palmer e Matthew Goode é palpável, e seus personagens evoluem de forma convincente ao longo das três temporadas. A ambientação é outro ponto alto: Oxford, Veneza, castelos medievais e bibliotecas antigas criam uma atmosfera rica e sofisticada. A fotografia e trilha sonora elevam a experiência, tornando cada episódio visualmente encantador. Além disso, o universo mágico é bem estruturado, com regras próprias, criaturas distintas (bruxas, vampiros e daemons) e conflitos políticos que adicionam camadas à trama. A série não se limita à ação — ela mergulha em temas como identidade, legado, poder e amor proibido. Mesmo com alguns momentos mais lentos, A Discovery of Witches se mantém firme como uma obra que respeita a inteligência do espectador e entrega uma fantasia adulta, emocional e memorável. Para quem busca uma história sobrenatural com profundidade, essa série é simplesmente imperdível.
Uma das melhores séries de fantasía e romance pra quem gosta de livros do mesmo gênero, sendo uma série curta com 25 episódios no total e muito fluida. Se tornou uma de minhas preferidas, amo esse romance meio que proibido dos dois.
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