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    Altered Carbon
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    Média
    4,4
    519 notas e 59 críticas
    distribuição de 59 críticas por nota
    14 críticas
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    6 críticas
    3 críticas
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    Igor C
    Igor C

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    Crítica da 2 temporada
    2,0
    Enviada em 5 de abril de 2020
    Que queda drástica que a série deu em relação a primeira, perdeu toda a química e roteiro fantástico que tinha. Decepcionante.
    Daniel Soares
    Daniel Soares

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 21 de dezembro de 2020
    Gostei da série, uma premissa muito interessante e bem construída cheia de mistérios e ação, tem uns exageros ou outros (oque é comum em produções de ação) e alguns momentos meio entediantes mas nada que comprometa a série. Merecia ser melhor divulgada.
    Cesar Silva
    Cesar Silva

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 11 de setembro de 2020
    A série é realmente muito boa, mas deve ser analisada em todo seu conjunto, pois a primeira temporada tem um aspecto bem monótono e sem ação que é resgatado na segunda, sua filosofia é exemplar, e não se trata da mente em si, como retratados em outras séries, mas sim da imortalidade e suas consequências, da arrogância do ser humano. E uma distopia muito interessante, e abre bastantes questionamentos, e vai além disso se tornando ótima para entretenimento.
    Rodrigo Barcelos
    Rodrigo Barcelos

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 15 de fevereiro de 2021
    Visionária, a série mostra um futuro desordenado e cruel, fruto da ganância do homem por poder e imortalidade, onde o valor da vida não é nada, já que basta trocarmos de corpo caso algo de ruim aconteça (morte). O que nos leva a seguinte pergunta: o que seria capaz de saciar o homem se esse fosse imortal?
    Vanderson C.
    Vanderson C.

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 24 de março de 2020
    Bacana, muitos efeitos, história se complica um pouco mais o desenrolar é bom. Vale sim a pena... Nota 4
    Manuh Costa
    Manuh Costa

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 4 de março de 2020
    Eu gostei particularmente da primeira temporada porque por ser mais introdutória ao universo das Capas, trouxe uma uma distopia bem sucinta sobre a sociedade atual, achei que os efeitos da primeira foram muito bons, essa segunda temporada já foi mais sombria, a tela escura demais, não colaborou em nada assistir de noite, gostei que parte do elenco participou da segunda e gostei das atuações, o desfecho também ficou bem interessante, trouxe muitas dúvidas e respostas que estavam pendentes na primeira temporada, inovador também foi trazer mais a presença feminina nessa segunda temporada com mais figuras representativas, por isso minha nota é 4, espero que tenha a terceira!
    Rodrigo Herman
    Rodrigo Herman

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    Crítica da 2 temporada
    3,0
    Enviada em 2 de abril de 2020
    A segunda temporada consegue dar boa continuidade à história e ao universo apresentado anteriormente e há um minimo de coerência. Prende minimamente a atenção, porém, tem menos ganchos que estimulem uma maratona mais compulsiva. Assistidos 7 episódios da temporada, o sétimo em particular (deveria ser um ponto alto para o fechamento) é arrastado sem sentido. No geral é inferior à primeira temporada na questão de trama e roteiro. Em determinados momentos, parece apressada e superficial, com reviravoltas clichês e previsíveis. O expectador não é desafiado a pensar quem é o "culpado" ou "qual o motivo", (apesar de haver esta tentativa com determinado personagem) ou "como ele vai escapar desta". A ação é bem coreografada, porém, determinadas situações e ferimentos desafiam à lógica, dando a impressão de cena forçada. Há um ressalva sobre este ponto. Em determinados estilos de narrativa, como animês ou filmes do Tarantino (adoro!), onde isso já é esperado, não chega a ser um ponto negativo. Mas uma série mais "séria", por mais ficcional que seja, fica destoante. O excesso de sentimentalismo das IAs também destoam, visto que nem mesmo os humanos apresentam emoções tão fortes nesta temporada. A atuação geral dos atores é mediana, com pouca expressão. Algo que incomodou bastante é que a cidade parece ter 10 metros quadrados. Tudo parece "in door". Não há tomadas amplas ou situações que expressem distância entre os lugares. Por exemplo, é recorrente a situação dos personagens irem para algum lugar aparecem instantaneamente no destino, sem cenas intermediárias para dar a impressão de tempo de deslocamento para nosso cérebro. Resumo: a segunda temporada passa e até diverte. Mas o roteiro precisa ser melhor desenvolvido para uma terceira temporada.
    Plassede J.
    Plassede J.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 4 de fevereiro de 2018
    É incrível como todo mundo agora é critico, muita gente sendo obrigada a falar que a série ou filme foi ruim só para ter atenção... Assista, se não te comover, animar ou der medo, it's ok! não tem problema. existem outras pessoas como vc que também não gostaram e isso também é ok. Eu só acho que nós temos que parar de tentar forçar nossos gostos nas outras pessoas. Mas falando sobre a série: Faz tempo que eu não tenho que pensar para acompanhar os fatos de uma série, normalmente é tão clichê que chega a ser chato. Não que essa não seja, ela tem alguns plots que vc vê acontecendo bem antes mas no geral, acompanhar o desenrolar da história é muito maneiro, o roteiro não te entrega tudo de uma vez e final é inesperado, apesar de não ser um bom final NA MINHA OPINIÃO, tomara que seja um gancho para a próxima temporada.
    Gustavo M.
    Gustavo M.

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 13 de fevereiro de 2018
    4,5 estrelas porque é previsível em alguns momentos e cai em alguns clichês que parecem inevitáveis, mas é perfeitamente um universo cyberpunk dominado por pessoas imensamente ricas, poderosas e com corpos aumentados, extremamente oposto ao mundo das pessoas "embaixo", ou embaixo. Fotografia fantástica, roupas condizentes com um universo cyberpunk, ótimo elenco e atuação. A série tira você do mundo entediante do cotidiano, faz sua mente viajar em possibilidades e seus sentimentos andarem junto com ela. Um suspiro de alívio pra quem curte cyberpunk.
    Matheus H.
    Matheus H.

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 24 de fevereiro de 2018
    O universo criado é muito interessante e rico porém a história contada é bem aquém do que poderia e do meio pro final fica mto mais uma porradaria ciberpunk do que qualquer outra coisa
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 4 de março de 2018
    Esta é uma série que lida com algumas questões já abordadas em trabalhos clássicos, como Blade Runner, Ghost in the Shell, etc. E por isso mesmo faz questão de homenageá-las em seu design. Dessa forma, é curioso ver como a megalópole é retratada como um misto entre esses dois trabalhos citados. Mas não se trata de uma cópia de nenhum deles. Antes disso é uma revisita a uma distopia como aquelas, que une elementos em comum para fazer uma série ligeiramente bem humorada em seu tom irônico.
    Tainá M.
    Tainá M.

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    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 3 de fevereiro de 2018
    Sinceramente, eu não achei a série tão boa assim quanto estavam prometendo. Ela não é ruim, mas está bem longe de ser muito boa. Vou pontuar as coisas que me incomodaram. Primeiramente achei o roteiro bem confuso, principalmente no começo. A prerrogativa da série é super interessante, afinal ela se baseia num futuro bem distante na qual os humanos dominam a imortalidade. Porém os primeiros episódios foram construídos de uma forma que a narrativa mais atrapalha do que auxilia quem está assistindo. A série tem vários núcleos paralelos que em si servem pra amarrar a narrativa principal, mas a forma como o roteiro pontua essas narrativas é bem desconexa e dificulta a compreensão geral. Outro pronto que me incomodou bastante é que senti falta de um maior aprofundamento sobre as questões filosóficas,religiosas, sociais e políticas sobre a imortalidade. A série mostra no começo certo impacto social e a população contra os cartuchos, mas nada que faça realmente a gente questionar os efeitos disso na vida humana. Também trata com muita rapidez sobre a troca de corpos, sem sequer pontuar as contradições e inquietações que um ser humano pode sofrer durante o processo de adaptação em um novo corpo. Na verdade esse processo nem existe na série. Isso pode até não ser o elemento principal da série mas não teria nem como não ser abordado. Isso nos leva a uma outra questão: Tak. Acredito que o grande elo de questionamento desse futuro distópico seja o Tak, mas, quando ele é interpretado pelo Joel Kinnaman a série simplesmente perde a essência. O Tak do Kinnaman parece mais a reencarnação do Robocop, que por ironia ele também interpretou no cinema a pouco tempo atrás. Ele é como um robô, sem expressão, sem vida e duro. Ele não é um mal ator, mas também não é um ótimo ator. Em contraponto o Will Yun Lee, que interpreta o Takeshi do passado, é carregado de emoção e isso prende muito mais a atenção do expectador na série. Acreditei na dor do Takeshi através dele, somente. Alias, o ponto da narrativa que mostra o Tak virando um emissário e o questionamento sobre a imortalidade apresentado através da Quell é muito bom (outra ótima atriz). A interpretação da Martha Higareda como Kristin cresce ao longo dos episódios e eu me vi torcendo por ela também, assim como as outras personagens (a família Elliot, Poe). Fotografia boa, direção de arte muito boa, a ambientação da série foi muito bem feita. Acredito que se talvez na próxima temporada eles voltassem a utilizar a capa asiática do Takeshi, interpretada pelo Will Yun Lee, a série ganhasse um pouquinho mais de vida e mais empatia dos espectadores pelo personagem principal. spoiler: O Kinnaman nem precisa ser descartado, ele pode voltar a ser capa do Ryker como o próprio final deixa a entender, mas como personagem principal não dá.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2018
    Não há com contestar a competência da Netflix com obras originais, sejam elas animações, filmes ou séries, talvez esse último o tipo de produção que mais chama atenção. Muito dessa positividade recai sobre a autenticidade de suas produções que, vide regra, mantém a criatividade a cargo de seus produtores quase sem restrições. ALTERED CARBON é uma nova empreitada da empresa com pompa de grande produção e repleta de pontos destacáveis. A ficção que mostra uma sociedade capaz de armazenar a memória das pessoas em dispositivos móveis chamados de cartuchos para reposição em novos corpos, denominados "capas", abre brechas filosóficas extremamente interessantes. A começar pela capacidade de controle existencial, que extrapola o campo do físico, deixando dispositivos tecnológicos ditarem quando e como as pessoas poderão prosseguir em vida. E não só disso a série impressiona, mas há que citar a abordagem política, racial, financeira e todo o tipo de contextualização em que a humanidade mostra-se incapaz de evoluir, não levando a sua falência social, mas mostrando como os aspectos monetários ditam as regras em qualquer circunstância temporal, até nas escolhas de seus corpos. Tecnicamente, como é de se esperar, ALTERED CARBON salta aos olhos, desde sua fotografia belíssima digna de superprodução, realçando cada ambiente com planos e iluminação que visam pontuar e destacar a cena com maestria. Efeitos visuais, coreografias de luta, nudez e violência extrema ajudam a moldar aquela realidade distópica com abordagens quase sensoriais. Protagonizado pelo excelente Joel Kinnaman, cujo personagem Takeshi Kovacs é uma amálgama nítida entre as circunstâncias atemporais destacadas no ótimo enredo, sinal de que os 10 episódios compõe uma narrativa que não só entretém pela humor moderado e competente, mas também pela ação bem elaborada e discussões interessantes para quem tem uma boa bagagem política e social.
    Pedro B.
    Pedro B.

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 3 de fevereiro de 2018
    Achei a série muinto Boa,a primeiro melhor do ano,a fotografia é excelente, roteiro bem complexo E lutas muinto bem coreografadas,personagens legais,mais alguns tem pouco ou nenhum desenvolvimento, servem mais ao seu propósito,o de resto é ok,a série não e algo muinto inovador,de vez em quando cai em alguns clichês,mais não quer dizer que é ruim,cgi é de brilhar os olhos,a vilã da serie não é incrível,achei ela bem mais ou menos,o protagonista é f*da,adorei os 3 atores que fizeram o tão a Espero ansiosamente a 2 temperada
    Lisiane M.
    Lisiane M.

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 4 de fevereiro de 2018
    Estou no 5 episódio e gostando desta série. Na real eu adoro muito ficção científica e temas futuristas e de projeção em problemas sociais misturado com pode da tecnologia e religião!! É tudo que está serie tem além da fotografia que lembra muito Blade Runner. Mas também acho que alguns pontos podem melhorar além da atuação dos atores.
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