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4,6
2416 notas
5
41 críticas
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Série Top, clássica e marcante para muitos. Uma das séries que tiveram mais revolução na época, com uma história boa, atores bons e uma comédia bem leve e infantil. Muitas frases e falas ficaram marcadas por causa dessa série. Vale muito a pena assistir, mesmo sendo uma série bem antiga.
Clássico.
Creio que daqui 40 anos, o Chaves ainda fará sucesso.
Creio que daqui 40 anos, o Chaves ainda fará sucesso.
Não tem e nunca vai ter nd melhor do que Chaves quando se trata de programa infantil, vejo até hj e não enjoo de assistir. É incrível como os personagens carismáticos dessa série empolga e nos faz rir até hj e vai ser um sucesso eterno, pois sempre será visto por quem gosta é pelas próximas gerações de crianças do mundo todo!
No início não achava muita graça, mas depois foi surgindo um interesse.
A partir daí ver essa série passou a ser uma ação muito divertida.
Dá pra rir de tanta idiotice.
A partir daí ver essa série passou a ser uma ação muito divertida.
Dá pra rir de tanta idiotice.
Inocência e irreverência.
Chaves é simples, nunca mudou, piratas até teorias em vários cenários, mas sempre a mesma essência. Assim conseguimos rir dos mesmos episódios sempre.
Chaves é simples, nunca mudou, piratas até teorias em vários cenários, mas sempre a mesma essência. Assim conseguimos rir dos mesmos episódios sempre.
Um clássico de comédia, sem apelações para piadas podres, muito bom!
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Eu amava chaves amava mas hoje não gosto não acho graça nenhuma não sei porque Chapolin eu ainda gosto como antes mas o chaves não. quando eu era criança só ligava a TV pra assistir chaves hoje não aguento nem ouvi falar não sei porque era o meu seriado infantil favorito.
melhor série de todos os tempos, pode assistir várias vezes e não perde a graça, roberto gomez bolanos era um genio, chaves nunca será esquecido, chaves é eterno, uma obra prima
Melhor série DE TODOS OS TEMPOS. Bolaños Top 5 GÊNIOS da arte DE TODOS OS TEMPOS. Em 2°, Chapolim e em 3°, The Office. E que me compre um sorvete.
A parte obscura da minha infância! O Chaves me deixava irritada, e a maldade dos personagens com ele me deixava indignada. Podem dizer que sou maluca, mas não gosto dessa série. Nunca me senti bem assistindo-a.
Chaves com Certeza e a melhor serie do Mundo e de todos os tempos, todos os Personagens sao Sensacionais e muitos egracados, e Chapolin Colorado tambem e a melhor serie do mundo, Eu Amo Chaves e Chapolin
Nostalgia pura relembrar esses grandes momentos. Mesmo já sendo conhecido todos os episódios, ninguém se cansa de ver e de rir das mesmas piadas.
Marcou época e segue marcando desde 72 é pra poucos,bem poucos !
Humor ingenuo e alegre que agrada todos gostos desde a criança ao idoso,menos que 5 é muita injustiça
Humor ingenuo e alegre que agrada todos gostos desde a criança ao idoso,menos que 5 é muita injustiça
Sim, aquele seriado mexicano que, décadas após sua criação, continua a ser uma das maiores provas de que a simplicidade pode ser genial. Ou, talvez, a prova de que a repetição exaustiva de piadas e situações pode, em algum universo paralelo, ser considerada arte. Vamos falar sobre essa obra-prima que, com seu orçamento modesto e cenários que pareciam ter sido montados com sobras de um bazar, conquistou o coração de milhões de pessoas ao redor do globo. Ou será que conquistou apenas porque não havia mais nada para assistir na TV?
Em primeiro lugar, é impossível não destacar o personagem título, Chaves, interpretado pelo incrível (e incansavelmente repetitivo) Roberto Gómez Bolaños. Chaves, o menino pobre que mora no barril número 8, é a personificação da ingenuidade e da falta de noção. Sua risada característica, aquela gargalhada que ecoa como um alarme de carro defeituoso, é ao mesmo tempo cativante e irritante. E quem não se emocionaria com suas profundas reflexões existenciais, como a famosa frase: "Foi sem querer querendo"? Nietzsche que se cuide, pois Chaves é o verdadeiro filósofo do século XX.
E não podemos esquecer dos outros habitantes da vila, um verdadeiro microcosmo da sociedade. Seu Madruga, o eterno devedor de aluguéis, é o herói trágico que tenta escapar do senhorio, o temível Senhor Barriga, cuja barriga é tão icônica quanto sua incapacidade de receber o aluguel. Dona Florinda, a mãe solteira que acha que seu filho Quico é um prodígio (spoiler: não é), é a personificação da arrogância materna. E Quico? Bem, Quico é a prova viva de que crianças mimadas podem ser tão engraçadas quanto insuportáveis. Sua frase "Mamãe, mamãe, me dá um dinheirinho!" é o grito de guerra de uma geração que cresceu sem entender por que ele nunca ganhava um centavo.
Ah, e como não mencionar Chiquinha, a parceira de aventuras de Chaves e a única personagem que parece ter um pingo de senso comum? E o Professor Girafales, cuja relação com Dona Florinda é tão óbvia quanto a falta de química entre eles? E o Jaiminho, o carteiro que nunca entrega cartas, mas sempre tem tempo para um cochilo? Cada personagem é uma caricatura tão exagerada que chega a ser genial. Ou talvez apenas ridícula. Difícil decidir.
O humor de Chaves é baseado em situações absurdas, piadas repetidas até a exaustão e um timing que, às vezes, parece ter sido calculado por um relógio quebrado. Mas, ei, funciona. Ou pelo menos funcionou para milhões de pessoas que riam das mesmas piadas pela milésima vez. Quem nunca se emocionou com a eterna briga entre Seu Madruga e Chaves, ou com as trapalhadas do Bruxo do 71, que nunca conseguia fazer um truque direito? É como um stand-up comedy que nunca muda o repertório, mas continua recebendo gargalhadas.
E então há os cenários. A vila é tão minimalista que parece ter sido construída com um orçamento de R$ 50 e um sonho. O barril do Chaves, a casa do Seu Madruga, a casa da Dona Florinda... tudo parece ter sido montado em um estacionamento abandonado. Mas, de alguma forma, isso só acrescenta ao charme. Ou talvez seja apenas a nostalgia falando mais alto.
Chaves é uma obra que desafia as convenções do que é considerado "qualidade" na televisão. É repetitivo, previsível e, às vezes, até absurdo. Mas é também incrivelmente cativante, engraçado e, acima de tudo, memorável. Talvez seja por isso que, mesmo décadas depois, ainda nos sentimos atraídos por esse mundo peculiar de barrils, aluguéis não pagos e piadas que nunca envelhecem. Ou talvez seja apenas porque não tínhamos mais nada para fazer na tarde de domingo. De qualquer forma, Chaves é, e sempre será, um fenômeno cultural. E, como diria o próprio Chaves: "Isso, isso, isso!"
Em primeiro lugar, é impossível não destacar o personagem título, Chaves, interpretado pelo incrível (e incansavelmente repetitivo) Roberto Gómez Bolaños. Chaves, o menino pobre que mora no barril número 8, é a personificação da ingenuidade e da falta de noção. Sua risada característica, aquela gargalhada que ecoa como um alarme de carro defeituoso, é ao mesmo tempo cativante e irritante. E quem não se emocionaria com suas profundas reflexões existenciais, como a famosa frase: "Foi sem querer querendo"? Nietzsche que se cuide, pois Chaves é o verdadeiro filósofo do século XX.
E não podemos esquecer dos outros habitantes da vila, um verdadeiro microcosmo da sociedade. Seu Madruga, o eterno devedor de aluguéis, é o herói trágico que tenta escapar do senhorio, o temível Senhor Barriga, cuja barriga é tão icônica quanto sua incapacidade de receber o aluguel. Dona Florinda, a mãe solteira que acha que seu filho Quico é um prodígio (spoiler: não é), é a personificação da arrogância materna. E Quico? Bem, Quico é a prova viva de que crianças mimadas podem ser tão engraçadas quanto insuportáveis. Sua frase "Mamãe, mamãe, me dá um dinheirinho!" é o grito de guerra de uma geração que cresceu sem entender por que ele nunca ganhava um centavo.
Ah, e como não mencionar Chiquinha, a parceira de aventuras de Chaves e a única personagem que parece ter um pingo de senso comum? E o Professor Girafales, cuja relação com Dona Florinda é tão óbvia quanto a falta de química entre eles? E o Jaiminho, o carteiro que nunca entrega cartas, mas sempre tem tempo para um cochilo? Cada personagem é uma caricatura tão exagerada que chega a ser genial. Ou talvez apenas ridícula. Difícil decidir.
O humor de Chaves é baseado em situações absurdas, piadas repetidas até a exaustão e um timing que, às vezes, parece ter sido calculado por um relógio quebrado. Mas, ei, funciona. Ou pelo menos funcionou para milhões de pessoas que riam das mesmas piadas pela milésima vez. Quem nunca se emocionou com a eterna briga entre Seu Madruga e Chaves, ou com as trapalhadas do Bruxo do 71, que nunca conseguia fazer um truque direito? É como um stand-up comedy que nunca muda o repertório, mas continua recebendo gargalhadas.
E então há os cenários. A vila é tão minimalista que parece ter sido construída com um orçamento de R$ 50 e um sonho. O barril do Chaves, a casa do Seu Madruga, a casa da Dona Florinda... tudo parece ter sido montado em um estacionamento abandonado. Mas, de alguma forma, isso só acrescenta ao charme. Ou talvez seja apenas a nostalgia falando mais alto.
Chaves é uma obra que desafia as convenções do que é considerado "qualidade" na televisão. É repetitivo, previsível e, às vezes, até absurdo. Mas é também incrivelmente cativante, engraçado e, acima de tudo, memorável. Talvez seja por isso que, mesmo décadas depois, ainda nos sentimos atraídos por esse mundo peculiar de barrils, aluguéis não pagos e piadas que nunca envelhecem. Ou talvez seja apenas porque não tínhamos mais nada para fazer na tarde de domingo. De qualquer forma, Chaves é, e sempre será, um fenômeno cultural. E, como diria o próprio Chaves: "Isso, isso, isso!"
Épico,sensasiojal,incrivel,engraçado.faltam adigetivos pra definir chaves a série,quem numca chorou de rir com o seu madruga,o chaves ou o quico,em todos os episódios se mostrava epico,com um mito como o principal da história,Roberto Bolaños.melhor série mexicana.#estanoara30anos,#recomendado