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#BRUNO #
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Crítica da série
4,0
Enviada em 23 de março de 2026
Algumas atuações fracas mas no geral ficou bom.....
A série é baseada no acidente radiológico de Goiânia, em 1987, quando um aparelho de radioterapia abandonado foi aberto e o material radioativo (Césio-137) foi espalhado sem que as pessoas soubessem o que era. E a série acerta muito quando mostra que a tragédia não começou como tragédia, começou como curiosidade, ignorância e necessidade de ganhar dinheiro.
Na metade da série e já estou me esforçando pra chegar logo ao final. Atuações muito preguiçosas.
Jhonny Massaro, que interpreta o físico nuclear protagonista da série não envolve o espectador de jeito nenhum. O ator atribuiu uma atuação histérica ao personagem que chega a ser irritante.
Quem avisa amigo é: Tem muita inteligência artificial entregando mais emoção que Massaro e os colegas por aí. Depois a classe artística vai reclamar...
Em um Brasil com educação precária e uma desigualdade social muito grande, acontece um acidente até então sem precedentes, envolvendo um produto químico desconhecido, tendo como única referência algo como Chernobyl. Ao longo da série, a gente vê claramente a ignorância e o medo da população diante do que estava acontecendo, principalmente em relação ao desconhecido césio-137. Também vemos pessoas que viraram verdadeiros heróis, lutando contra o tempo e até contra a própria desinformação para evitar que a situação se tornasse uma catástrofe ainda maior. Eu achei que a série foi um pouco fraca na parte emocional. Talvez ela tenha tentado mostrar mais a realidade, principalmente o quanto a política falhou e o quanto muitas pessoas que hoje nem são lembradas tiveram um papel fundamental em salvar vidas e evitar algo pior. A série merecia muito mais destaque do que teve nas plataformas de streaming. Os atores estão de parabéns pelas atuações, mas, na questão das vítimas, eu senti que faltou mais emoção e profundidade.
Série muito boa, me senti envolvido pelo drama, porém faltou localizar um pouco mais os atores, apesar de ver muito o sotaque goiano alguns partes fazia falta , mais mesmo assim uma boa série !, outra coisa , poderia ter detalhado mais o final das outras vítimas
Não escutem as críticas, a série é irretocável, como produção cinematográfica (fotografia, maquiagem de ferimentos, efeitos especiais do pó do Cesio) e como série também. A série não aborda apenas questões químicas, apenas questões burocrática (faz isso muito bem por sinal, mas só isso não seria suficiente) ela retrata o mais importante o drama HUMANO das famílias, a culpa carregada por alguns personagens, e o caos social gerado em toda uma cidade e por que não dizer em todo um país. Além disso, retrata uma questão importante, o perigo da desinformação e da falta de letramento científico, fator que foi um dos responsáveis pelo acidente e dificultou e muito o manejo do acidente por parte da CNEM, e principalmente, sobre o descomprometimento completo de figuras de poder e entidades com a população. Por fim, acerta totalmente em tirar o heroísmo de instituições e colocá-lo nas PESSOAS, pois essas no alto de sua HUMANIDADE se dispuseram a ajudar, apenas pelo desejo de aplicar seus conhecimentos em prola da vida mesmo não tendo nada a ganhar e tudo a perder, inclusive a própria saúde, a própria vida.
Que série!!! Extremamente sensível, com uma fotografia impecável e uma construção narrativa que envolve do início ao fim. É impossível não se impactar com o peso da história real e a forma como tudo é retratado torna a experiência ainda mais intensa e dolorosa. Uma produção linda, mas profundamente triste e necessária.
Série tocante e comovente. Cicatrizes que são apagadas por ideologias políticas.. Excelentes atuais e mais uma vez retrata a negligência do governo... assim como Mariana e a COVID.
Fiquei impressionado com o apuro visual desta produção. A fotografia consegue transmitir a tensão e a escala do desastre de uma forma que te prende na tela desde o primeiro minuto. É nítido o cuidado técnico em criar uma atmosfera densa e imersiva.
A atuação dos atores é, sem dúvida, o ponto alto. O elenco entrega performances tão viscerais e autênticas que o tema acaba sendo abordado com uma profundidade rara. O trabalho de interpretação é tão realista que chega a ser frustrante: você sente uma raiva genuína da ignorância de certos personagens e das decisões tomadas diante de uma tragédia dessa magnitude.
É uma série que não apenas documenta ou dramatiza um evento, mas faz você sentir o peso das consequências humanas. Para quem gosta de tramas intensas e bem executadas, é um acerto em cheio da Netflix.
Série muito boa, que prende do começo ao fim. Não é preciso ser fã de física nuclear ou química para gostar dela, pois a história foca muito mais na trama social — das camadas mais baixas até o topo — do que no acidente em si. O Brasil subiu de nível com essa série.
Só assisti até o final pq a história é interessante e eu queria ver o desfecho, mas tirando a história em si a produção foi uma vergonha, os diálogos parecem que foram feitos para o telecurso 2000, as maquiagens preguiçosas, as perucas parecem que foram colocadas por uma criança de 09 anos e a cena do cachorro mordendo o cara foi a cena mais vergonhosa que vi de todas as séries que já assisti. Bate até uma tristeza ver que uma história tão importante quanto essa foi trabalhada dessa forma preguiçosa, e pior é saber que isso foi uma produção "profissional".
mini-série muito bem produzida com um bom elenco,a história mostrado uns dos capitulos mais tristes desse nosso país,mostrando falha dos nossos gorvenantes vendo interesse proprio e como sempre o povo que paga pela incopetência dos politicos que nós gorvenam,nesse episodio o governado de Goias só estava querendo tira o celsio dela de Goiania e despachar em outro estado.
Dialogos forçados, atuações deprimentes. As atuações fazem parecer que todas as pessoas da cidade estava sob efeito de alguma droga que as deixavam meio lesadas. Deprimente.
Emergência Radioativa é uma vergonha absoluta em todos os aspectos. Atuações medíocres, diálogos artificiais e ridículos, autoridades implorando coisas banais e absurdas para quem causou o caos...
Tudo soa falso e constrangedor. Pior ainda: os medidores de radiação (Geiger, cintilômetros) ligam na maioria das vezes só no meio da cena, bem no ponto crítico, sem rastreamento real, sem cuidado preventivo, sem lógica. Acontece várias vezes, como se fosse novela barata para criar tensão barata.
Um acidente único, grave e histórico como o do Césio-137 merecia um tratamento cinematográfico de respeito, algo impactante e fiel. Podiam ao menos ter assistido Chernobyl antes de lançar essa porcaria medíocre e preguiçosa. Infelizmente, o Brasil mais uma vez prova que não tem capacidade (ou não se esforça) para entregar algo à altura de um tema tão sério. Série vergonhosa, decepcionante e desrespeitosa com as vítimas.
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