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    Mulher-Maravilha: Fãs começam campanha para heroína ser bissexual nas telonas
    Por Katiúscia Vianna — 22 de set. de 2017 às 16:00

    A organização GLAAD está por trás da petição.

    Grande sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$ 800 milhões mundialmente, Mulher-Maravilha trouxe uma bela lição de representatividade, mostrando "girl power" nas telonas. Porém, tem gente pedindo que Diana não seja apenas um ícone de feminismo, mas também para a comunidade LGBTQ.

    A organização GLAAD começou uma campanha, pedindo assinaturas, para convencer a Warner Bros. de inserir a bissexualidade da Mulher-Maravilha de Gal Gadot no Universo Universo Estendido DC. Desde sua criação, essa característica de Diana Prince foi insinuada várias vezes nas HQs. Inclusive, o roteirista dos quadrinhos, Greg Rucka já afirmou que é "óbvio" que ela se apaixonou por outras mulheres quando vivia em Themyscira.

    "A ilha das amazonas era habitada somente por mulheres. Isso já deveria servir como razão para confirmar sua sexualidade, já que qualquer relacionamento romântico que ela teve antes de Steve Trevor teria sido com outra mulher. [...] Nós não nos sentimos representados. Somos chamados de nojentos, desonestos e confusos. Nos sentimos invisíveis. Retratar Mulher-Maravilha bissexual nas telonas a transformaria na primeira heroína abertamente LGBTQ e ia solidifcar seu espaço como modelo para mulheres de todas as idades e identidades", afima a petição que já tem 1.800 assinaturas. Para ajudar, clique aqui.

    Elogiado pela crítica (inclusive do AdoroCinema!), Mulher Maravilha vai ganhar uma continuação em dezembro de 2019 com o retorno de Patty Jenkins na cadeira de direção. Antes disso, Gal Gadot reprisa a personagem em Liga da Justiça, com lançamento marcado para novembro.

     

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