Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema: Meu Nome é Jaque e El Debut vencem os prêmios principais

Festival carioca celebra produções que tratam de temas LGBTQ.

O Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema, um festival internacional que celebra novas linguagens e estéticas do cinema com a temática LGBTQ, premiou o documentário nacional Meu Nome é Jacque e o drama espanhol El Debut

Meu Nome é Jacque participou da mostra Panorama Nacional e foi eleito pelo júri como o melhor longa-metragem nacional. Dirigido por Angela Zoé, o filme acompanha a trajetória da ativista Jacqueline Rocha Côrtes, uma mulher transexual que milita a favor dos direitos para as pessoas trans portadoras do HIV e da AIDS.

O drama espanho El Debut, de Gabriel Olivares, venceu o prêmio de melhor longa internacional. O filme acompanha uma equipe de atores que começa a formular, durante um workshop, a trama e a encenação de um longa-metragem. Durante o processo, brotam sentimentos reais nos atores que fazem parte daquela história.

Neste ano, o festival contou com as mostras competitivas Panorama Nacional e Panorama Internacional para os longas. Entre os curtas, foram realizadas as mostras Competição de Curta, Div.A (Diversidade em Animação), Mostra Nacional de Curta, Mostra Internacional de Curta, Transcinema ("obras híbridas mais fluidas"), e o Sombrio (terror, horror e comédia assustadora).

Veja a lista completa de vencedores do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016 abaixo.

Longas e médias

Melhor longa nacional

Meu Nome é Jacque, de Angela Zoé

Melhor longa internacional

El Debut, de Gabriel Olivares (Espanha)

Melhor direção internacional

Shaleece Haas, por Real Boy (EUA)

Menção honrosa - Internacional

Kumu Hina, de Dean Hamer (EUA)

Menção honrosa - Longa nacional

Âncora do Marujo, de Victor Nascimento

Menção honrosa

José Celso Martinez Correa, por sua atuação em Ralé

Menção honrosa

Lorna Washington - Sobrevivendo a Supostas Perdas, de Rian Córdova e Leonardo Menezes

Prêmio escolha do festival - Internacional

Where There is Shade, de Nathan Nicholovitch (França)

Prêmio escolha do festival - Nacional

Amores Santos, de Dener Giovanini

Menção honrosa - Escolha do festival

I Love You Thank You, de Charliebebs Gohetia (Filipinas)

Curtas

Melhor curta nacional

Submarino, de Rafael Aidar

Menção honrosa - Curta nacional

O Corpo Nu, de Diego Carvalho Sá

Melhor curta internacional

A Night in Tokoriki, de Roxana Stroe (Romênia)

Menção honrosa - Curta internacional

Lucid Noon, Sunset Blush, de Alli Logout (EUA)

Melhor curta internacional - Júri popular

Amore Prossimo, de Andrea Alessandro la Bozzetta (Itália)

Melhor curta nacional - Júri popular

Em Defesa da Família, de Daniella Cronemberger

Melhor DIV.A - Diversidade em Animação

Paper Thin, de Nataly Lebouleux (Reino Unido)

Melhor DIV.A - Diversidade em Animação

All Their Shades, de Chloé Allez (Bélgica)

Menção honrosa - DIV.A

Wayward Carnality, de Nataly Lebouleux (Polônia)

Melhor sombrio

Canto da Sombra, de Thiago Kistenmacker (Brasil)

Melhor transcinema

Famous Diamonds, de Daniel McIntyre (Canadá)

Melhor transcinema - Júri popular

Ingrid, de Maick Hannder (Brasil)

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