Abril traz o lançamento de alguns dos maiores filmes do ano, mas há uma produção muito mais modesta pronta para cativar os espectadores. Ela marca o retorno do subestimado diretor Gore Verbinski após 10 anos e é uma excelente adição ao gênero de viagem no tempo: Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra.
Qual é a história de Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra?
Escrita por Matthew Robinson, a trama gira em torno de um homem que afirma ser do futuro e invade uma cafeteria em Los Angeles dizendo que precisa de voluntários para uma missão crucial para o futuro da humanidade. O problema é que ele não sabe qual combinação de pessoas precisa, já que o que vemos é a sua 117ª tentativa.
Briarcliff Entertainment
Apresentado no último Festival de Cinema de Berlim, Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra recebeu ampla aclamação da crítica, a ponto de ter uma classificação positiva de 83% no Rotten Tomatoes, onde o consenso é que se trata de um filme engenhoso e descontraído no qual o vencedor do Oscar, Sam Rockwell, absolutamente brilha.
Orçamento modesto, diversão explosiva
Com grandes ambições, mas um orçamento um tanto limitado, Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra custou 20 milhões de dólares – quantia insignificante para os padrões de Hollywood. Isso também significa que o elenco não conta com grandes estrelas, mas há muitos rostos conhecidos, incluindo Haley Lu Richardson, Michael Peña, Zazie Beetz e Juno Temple.
O longa não vem tendo um grande desempenho nas bilheterias, mas vale destacar que ele só chegou a muitos países – incluindo o Brasil, onde estreou em 9 de abril de 2026 –, meses depois do lançamento nos EUA.
Pessoalmente, espero que dê a volta por cima, porque precisamos de filmes de ficção científica tão ousados e divertidos quanto Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra, que também critica a inteligência artificial.