O filme da Sessão da Tarde de hoje (26 de fevereiro) é um drama nacional que retrata os bastidores de atletas olímpicas A partir das 15h25 (horário de Brasília) desta quinta-feira, a TV Globo exibe o longa 4x100 - Correndo por um Sonho, de 2017. Bateu a curiosidade? Leia a sinopse e algumas curiosidades sobre a trama a seguir!
Qual é a história de 4x100 - Correndo por um Sonho, filme da Sessão da Tarde na Globo hoje (26/02)?
O filme parte de uma derrota na final do revezamento feminino de atletismo nos 4x100, que marca para sempre as vidas das atletas. Três anos depois, Maria Lúcia (Fernanda de Freitas), a responsável pela eliminação, segue brilhando no esporte e na mídia. Já Adriana (Thalita Carauta) que trabalhou duro na competição, vive de pequenas lutas de MMA.
Em 2020, elas têm uma nova chance de reescrever essa história nas Olimpíadas de Tóquio. Será que essa dupla conseguirá deixar suas desavenças de lado pelo grupo, e provar que o atletismo brasileiro feminino segue mais forte do que nunca?
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Talentos nacionais
Além de Thalita Carauta e Fernanda de Freitas, Roberta Alonso, Cíntia Rosa e Priscila Steinman completam o time das corredoras. O elenco ainda conta com nomes como Augusto Madeira e participações de Zezé Motta, Cláudio Jaborandy, entre outros.
Lesões no set
Para encarar o desafio de interpretar atletas, as atrizes seguiram uma dieta rica em proteínas e uma rotina intensa de treinos de musculação, incluindo uma temporada de um mês no NAR-SP (Núcleo de Alto Rendimento de São Paulo), onde atletas profissionais suam a camisa diariamente. A experiência não foi fácil e resultou em alguns hematomas e lesões.
“Eu descobri o que é canelite em 2017, quando filmamos. É uma dor insuportável, às vezes eu não conseguia botar o pé no chão. Tivemos que recorrer a fisioterapia, acupuntura, banheira de gelo. Então, tudo que um atleta tem direito", contou Fernanda de Freitas ao g1.
Uma das melhores séries da Netflix está de volta: O drama viciante com 4 temporadas que você vai maratonar rapidinhoUma grande ideia
A ideia do filme partiu da atriz Roberta Alonso, que interpreta Rita, uma das atletas, e desejava fazer um longa sobre atletismo, algo raro no Brasil. O diretor Tomás Portella embarcou no projeto e, então, a equipe de roteiro deu início à pesquisa.
Pesquisa profunda
A equipe passou meses fazendo entrevistas com atletas, ex-atletas e treinadores, além de enfrentar anos de batalha para captar de recursos e quatro semanas e meia de filmagens. “Fizemos milhões de entrevistas" contou Portella ao g1.
Gravações em Tóquio
Com as Olimpíadas de Tóquio como foco, o diretor escolheu a capital japonesa para filmar a grande final. “Tivemos quatro dias para gravar lá, cenas da cidade mesmo. As competições foram gravadas entre Rio e São Paulo”, afirmou o diretor.