Em 1993, Jurassic Park, dirigido por Steven Spielberg, apresentou ao público uma visão inesquecível de como poderia ser um parque temático habitado por dinossauros. Mais de duas décadas depois, a franquia retornou às telonas com Jurassic World, reacendendo o fascínio pelo universo jurássico — filme que hoje pode ser encontrado na Netflix, ao lado de sua continuação, Jurassic World: Reino Ameaçado.
O parque abre seus portões novamente
O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados.
Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.
Embora Jurassic World, com seu visual futurista, já tenha deixado para trás o charme dos anos 90, ainda evoca um certo sentimento de nostalgia. Diversos easter eggs contribuem para isso.
O filme também oferece uma aventura emocionante e variada estrelada por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard e, claro, muita ação com dinossauros. Os raptores domesticados representam um pequeno ponto negativo, mas o filme ainda oferece entretenimento de primeira qualidade.
Jurassic World 2: a ação com dinossauros continua
Em Jurassic World: Reino Ameaçado, três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente.
Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela.
Após Colin Trevorrow assumir a cadeira de direção do primeiro filme, Juan Antonio Bayona dirige a segunda parte tendo já demonstrado sua habilidade em criar cenários de desastres naturais em O Impossível, embora estes não representem a maior ameaça na sequência.
Enquanto o segundo filme apresenta uma atmosfera e um suspense significativamente maiores, com alguns momentos genuinamente assustadores, o roteiro é consideravelmente mais fraco. Isso fica particularmente evidente na segunda metade, quando a trama se afasta dos dinossauros e se concentra em uma conspiração que a maioria dos fãs provavelmente preferiria evita.
Mesmo com algumas críticas, a maratona de filmes de hoje vale a pena. Afinal, podemos ver cenas incríveis, muita aventura, um parque recém-inaugurado e dinossauros completamente desvairados, tudo isso proporcionando emoção, ação e entretenimento de primeira qualidade.