Duna: Parte 2 foi um dos filmes de maior sucesso dos últimos anos. Aclamado pela crítica, amado pelo público e um sucesso de bilheteria mundial, o trabalho de Denis Villeneuve deixou uma marca indelével nas telonas este ano. Da mesma forma, nos últimos meses, também vimos grandes filmes de ficção científica e aventura como Pecadores, Extermínio 3: A Evolução e Predador: Assassino de Assassinos.
No entanto, ainda este ano, também teremos uma produção indiana que tem passado despercebida em boa parte do mundo, mas que certamente fará sucesso com muitos fãs quando chegar aos cinemas. Estamos falando de Kalki 2898 AD, o filme mais caro da história do cinema indiano, com um orçamento entre 72 e 75 milhões de dólares.
Com duração de 3 horas e 1 minuto, Kalki 2898 AD é dirigido por Nag Ashwin a trama vai falar sobre um avatar moderno de Vishnu, um deus hindu, que se acredita ter descido à terra para proteger o mundo das forças do mal. Inspirado nas escrituras hindus, o filme se passa em um mundo pós-apocalíptico, no ano 2898 AD.
Neste período, a cidade desertificada de Kasi é agora a única cidade conhecida por existir, governada por uma elite totalitária, liderada pelo rei deus Supremo Yaskin (Kamal Haasan), a partir de uma megaestrutura piramidal invertida pairando acima da cidade, conhecida como o Complexo. Tendo como pano de fundo a antiga mitologia hindu indiana e uma sociedade distópica, a história narra a jornada que abrange milênios, desde os eventos do Mahabharata.
Prime Video
Espera-se que este filme asiático, além de recuperar seus altos custos de produção, também crie seu próprio universo cinematográfico, o que sem dúvida será um conceito inovador para o cinema indiano.
A franquia planejada, que em breve será expandida com mais filmes, abrangerá um período de milhares de anos, desde o épico indiano O Mahabharata até o ano homônimo de 2898. O projeto segue sem previsão de estreia no Brasil.