Grandes sagas de ficção científica e fantasia foram escritas com precisão nos detalhes para tornar seu desenvolvimento parte de uma experiência única que, quando levada às telonas, é o deleite de muitos de seus fãs. No entanto, às vezes detalhes importantes nessas histórias foram dados por mero acaso...
No universo de Star Wars, os nomes de planetas como Tatooine, Naboo e Coruscant são tão icônicos quanto os próprios personagens. No entanto, um deles nasceu de uma anedota curiosa e cotidiana envolvendo um barista e um nome escrito incorretamente.
Walt Disney Studios
A história começa com Gareth Edwards, diretor de Rogue One: Uma História Star Wars, que estava em meio à pré-produção e precisava decidir um nome para o planeta onde o terceiro ato do filme se passaria. Após várias tentativas frustradas, Edwards decidiu fazer uma pausa e ir a um Starbucks para clarear a mente e deixar a cafeína agir.
Ao fazer o pedido, o barista perguntou seu nome, ao que Edwards respondeu: "Gareth". No entanto, o barista se confundiu e escreveu "Scareth" no copo. Ao receber a bebida e ver o nome, Edwards achou que "Scareth" soava apropriado para um planeta de Star Wars.
Ao retornar ao estúdio, ele mostrou a xícara ao seu colega Gary Whitta, roteirista do filme, e disse: "Ele se chamará Scarif". Assim, uma confusão involuntária em um café deu origem a um dos planetas mais icônicos da saga.
A anedota mostra como grandes ideias surgem de momentos inesperados do cotidiano – e também demonstra que o universo de Star Wars é cheio de detalhes esperando para serem descobertos.