O Piano
Média
4,1
144 notas

19 Críticas do usuário

5
8 críticas
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Jane C.
Jane C.

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5,0
Enviada em 25 de abril de 2014
Um dos mais belos, densos e intensos filmes que já vi.
Marcelo Lopez
Marcelo Lopez

55 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de janeiro de 2014
Incrível como alguns filmes marcam a gente... lembro a primeira vez que assisti "O Piano" fiquei estarrecido e o filme permaneceu em minha memória por um longo tempo. Na época de seu lançamento eu era uma criança e a classificação etária do filme estava bem acima da minha idade. Mas lembro que desde o momento em que comecei a assisti-lo fiquei totalmente envolvido pela aquela historia tensa e sedutora de amor. A historia em tom narrativo se desenvolve numa Nova Zelandia recém colonizada, onde a diretora Jane Campion encontrou cenários perfeitos para o uso da fotografia fria. A progressão é lenta e sensível mostra o resgate de uma mulher sofrida através da música e do amor. Lindo filme com ótimas atuações, sobretudo das ganhadoras do Oscar Holly Hunter e Anna Paquim (vencedora aos onze anos de idade).
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de abril de 2013
Gostei.... arrastado e pesado..... mas prende a atenção até o final....
Sílvia Cristina A.
Sílvia Cristina A.

109 seguidores 45 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2013
Alguns filmes encantam pela história em si; pelos fatos vividos pelos personagens. Outros nos fascinam pela forma como os fatos são contados. "O piano" poderia ser mais uma história de amor e adultério como tantas outras. Porém, o excelente roteiro de Jane Campion vai além , nos enredando em um mundo de erotismo e mistério; submissão e revolta ; insensatez e lucidez. Como tantas outras mulheres , Ada , vivida por Holly Hunter , atravessa o oceano para fazer um casamento arranjado. Ada é muda desde os 6 anos de idade; perdeu a fala sem motivo aparente: um aspecto muito interessante do filme. Como tantas outras mulheres , ela aparentemente se submete a um mundo marcado pelo patriarcado. Só que Ada não é como todas as mulheres. Apesar de aparentemente frágil e indefesa , possui uma obstinação feroz , que beira a teimosia; é altiva , misteriosa e luta com todas as forças para recuperar a sua voz , que é o seu piano. Ada fala por meio do piano, que é abandonado na praia por seu marido, devido à dificuldade de transportá-lo. Ele lhe nega sua voz e ela lhe nega qualquer tipo de afeto físico ou emocional. Além das belas imagens ; da trilha sonora vigorosa e coerente com o filme ; além das grandes interpretações , “O piano” tem outro mérito que deve ser destacado: a aura de mistério; o que não podemos compreender totalmente , mesmo depois de assisti-lo muitas vezes. Existe algo de impenetrável em “O piano” por meio da personagem de Ada . Para o cineasta espanhol Luis Buñuel, o que falta há maioria dos filmes é o mistério, ingrediente essencial a qualquer obra de arte. Em “O piano” não falta mistério, sondagem psicológica ; personagens paradoxais e um profundo intimismo sensual transmitido não apenas pelo enredo em si ; também pelos movimentos de câmera , que valorizam os rostos, os gestos e parecem acompanhar os estados de espírito dos personagens, proporcionando ao filme uma grande fluidez das imagens , muito plásticas , subjetivas , quase um raio-X do mundo interior dos personagens , principalmente o da protagonista. Em uma cena , a câmera aproxima-se gradativamente até mergulhar no coque de Ada, como se o olhar do espectador pudesse penetrar em sua subjetividade , em seu feminino. É o ápice do voyeurismo. Não podemos nos esquecer de que as formas circulares dizem respeito às mulheres. As cores escuras dos trajes somadas ao excesso de lama do local onde a trama decorre proporciona um clima hostil ao filme , que nos remete a um mundo externo que pouco concede e a outro interior : misterioso e insondável. Merece destaque a cena em que Ada joga-se no mar com o seu piano, por ser talvez o momento mais misterioso do filme ; em que a protagonista mergulha literalmente nas possibilidades infinitas da liberdade. Uma obra densa , intimista , visualmente vigorosa e eroticamente visceral.
Ceci O.
Ceci O.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2012
Assisti esse filme há muitos anos, para mim se tornou cult. Paisagem belíssima, interpretações de tirar o fôlego por sua intensidade. Este é um filme para pessoas sensíveis, que enxergam além da monotonia das cenas que foram descritas nas críticas anteriores. Este filme me coloca em contato com meu lado mais humano. A verdade nua e crua. Com certeza quem gosta de filmes de ação, jamais entenderá a mensagem dessa película.
Lucas Loula
Lucas Loula

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Que filme fascinante. Holly Hunter me fez ficar tenso com sua expressão e seu olhar. A menina (Anna Paquin) me surpreendeu por sua excelente atuação mesmo sendo tão jovem. Trilha sonora e fotografias impecáveis ( Aqui sou suspeito ao falar pois amo a Nova Zelândia). No mais recomendo a todos que assistam.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme tem vários pontos positivos mass também alguns negativos. Em primeiro lugar realmente não sei como o filme conseguiu ganhar o Oscar de melhor roteiro, isso é um grande mistério pois não há nada de original, inovador e qualquer elemento que o fizesse levar a estatueta, porém isso não quer dizer que seja um roteiro totalmente fraco, evidente que não. A ideia da devolução do piano em troca de favores sexuais é interessante e as cenas de tensão dos personagens ao piano foram muito bem dirigidas. É um filme chato por ser longo ou longo por ser chato? Até agora não consegui me decidir. É de fato um drama monótono sem grandes acontecimentos e reviravoltas e que deixa tudo muito para o fim, taslvez culpa da edição arrastada e lenta que buscava mostrar aquele clima bucólico, afastado, silencioso onde as ações se desenrolavam. Porém a última meia hora do filme é bem interessante e algumas cenas são chocantes e perturbadoras.

Os grandes destaques da obra sem dúvida são as interpretações de Holly Hunter e de Anna Paquim, merecedoras de fato dos Oscars que ganaharam como melhor atriz e atriz coadjuvante respectivamente. A primeira mostrou como atuar com verdade nos olhos e sem pronunciar uma só palavra conseguiu ser premiada. Já Anna esdpanta com a naturalidade diante das telas e com suas expressões faciais e com as variações de sua personagem.

É um bom filme sem dúvida alguma e o veria novamente sempre que pudesse, mas o filme é supervalorizado em vários aspectos. Para que gosta de um bom drama é um prato cheio. Um filme de interpretações e de beleza estética magníficas (grande fotografia e figurino). É um filme que merece ser visto pelo emnos uma vez na vida!
Fernando Vasconcelos
Fernando Vasconcelos

10 seguidores 45 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme como um todo é fraco, e não entendi como conseguiu ganhar o Oscar de melhor roteiro. O único destaque do filme foi a interpretação eficiente de Holly Hunter e Anna Paquin, ambas premiadas com o oscar de atriz principal e de coadjuvante, respectivamente,
Junior Krüger
Junior Krüger

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Belíssimo filme, trilha sonora arrebatadora, interpretação impecável de Holly Hunter!
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