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Wanderlei Rainério Alves
1 crítica
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4,0
Enviada em 8 de dezembro de 2022
Entendi a parte do Nicolas Cage pedir o papel do Vincent Santini, e ser recusado. Mas não entendi porque ele aparece nos créditos, já que não aparece no filme.
3° filme da trilogia mais importante da história do cinema! Pacino e companhia dão mais um grande show de interpretação e nos entrega mais um grande filme. Grande é.
Lançado em 1990 e considerado por muitos o filme "menos forte" da trilogia, expõe a forma como Michael perdeu tudo aquilo que seu pai tanto preservou: a família. Ao longo dos dois primeiros filmes, entende-se, em partes, como ocorreu tudo isso, porém no desfecho da saga, Coppola se empenha em mostrar ao público os efeitos negativos causados pela personalidade difícil do protagonista. Ao longo dos anos construiu uma riqueza muito maior do que existia no segundo filme, só que para isso teve que abrir mão da família, a maior riqueza dita por Vito Corleone. Diferentemente do que acreditam muitos, não considero esse filme tão inferior assim. Obviamente, por ter sido feito quase duas décadas após, muita coisa mudou, alguns personagens não voltaram ao filme, o fator idade também acabou pesando e a presença da filha do diretor no filme contribuíram para isso, mas penso que conseguiram dar um final justo para a trilogia. Diferente dos outros, aqui há a inserção da corrupção nas Igrejas na trama, o que considero um ponto extremamente positivo, já que é uma temática existente. O Poderoso Chefão III não obteve nenhum Oscar, apenas indicações, ao todo sendo 7 indicações. Como disse, não considero o filme muito menos que os demais da trilogia, tanto que é considerada por boa parte do público como sendo a melhor trilogia da história, mas há sim alguns deslizes importantes, por isso: NOTA: 94
O fechamento da saga da Famíla Corleone é bom, porém, poderia ser melhor e manter o nível de qualidade dos filmes anteriores. Al Pacino, pela milésima vez, tem uma atuação respeitadíssima e faz jus ao seu legado na sétima arte.
Continuação da história apresentada na parte 1 e 2. É simplesmente impossível assistir qualquer uma das partes do filme separadamente, a história é uma só, dividida em três partes, pois em uma seria impossível de assistir. Filme sem dúvida alguma é o melhor da história do cinema. Sorte tem as pessoas que podem assistir pela primeira vez.
Assisti o I, I e III. Em resumo o III ñ era pra existir. Uma aberração perto do I e II. Está tudo invertido. O maior absurdo está no fato da personalidade do Michel ñ corresponder aos outros filmes. Ele passa de controlador a um quase legalzão. Uma porcaria. O Endy Garcia é sem comentários, esse personagem ñ encaixaria no I, II ou qualquer outro. Uma pena.
O filme é sim uma obra prima, e para mim, está pau a pau com o 2, não ultrapassando grande obra prima que foi o 1. A crítica ficou muito no pé porque pois foi um filme em família, com a produção do Nicolas Cage (sobrinho do Francis Ford Coppola) e a atuação da Sofia Coppola, que não achei nada ruim, além da ausência do Robert Duvall. Al Pacino interpreta o Michael arrependido e inseguro, querendo dar uma vida alternativa à família. Achei bacana colocar o pano de fundo a teoria conspiratória da morte do Papa João Paulo I, além de umas críticas pesadas a Igreja Católica. Destaque de atuação para Al Pacino e Andy Garcia. É o filme mais emocional e comovente da Trilogia. Falhas teve sim, como alguns furos de roteiro, como a morte dos gêmeos, os assassinatos teve várias coisas desconexas, aquele confessionário do Michael do nada, mas no mais encerra com chave de ouro. Ainda sonho com Poderoso Chefão 4, mas difícil ser produzido.
Encerrou a Trilogia com Dignidade, é um bom filme, para mim abaixo dos 2 primeiros, mais ainda sim bom, o Filme Mostra que com o Crime nunca se ganha, e pode te fazer perder pessoas queridas.
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