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Um visitante
4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom filme! De fato fecha com chave de ouro uma das maiores e mais bem sucedidas trilogias de Hollywood. este terceiro capítulo aborda a questão do poder e interesses presentes no domínio de bairros ligados aos chefões da máfia, além de também inserir o mais alto escalão da igreja nesses jogos.
O filme mantém suas características com diálogos poderosos, a lealdade e hierarquia da família Corleone e traz novas bem interessantes. A questão de gangues rivais é deixada um pouco de lado, e o diretor Francis Ford Coppola e Mario Puzzo procuram dar uma maior ênfase em Michael, agora mais velho e doente, e como ele lida com os acontecimentos e decisões que tomou durante toda sua vida, especialmente com os seus parentes mais próximos. Além de questioná-lo e fazê-lo se confrontar com a relação atual e de toda vida com seus filhos e com sua ex-esposa Kay.
Esse filme nos traz lembranças dos primeiros filmes, onde Michael apresenta o berço da família Corleone à Kay, e procura mostrar uma amior humanidade, arrependimento e fraquezas de Michael já no fim da vida. E acaba como o primeiro, com um novo personagem assumindo a chefia da família e com um fim triste para "o poderoso chefão" dos Corleone.
Contém, como os primeiros, cenas clássicas e de alto impacto, como a morte de personagens principais dentre outras, em especial nas cenas finais. Como disse, o roteiro procurou explorar novos aspectos da maturidade da maioria dos personagens e perde um pouco das reviravoltas e amior complexidade da trama, sendo por isso na minha opinião o mais fraco da trilogia e não envolve tanto o espectador, não que seja um grande demérito, pois ainda sim é um dos grandes filmes da história do cinema. É que se formos comprar com os dois primeiros é covardia, já que eles são igualmente perfeitos em todos os quesitos.
Elenco entrosado e sempre competente, cokm destaque absoluto para Al Pacino que brilhou, especialmente em algumas cenas chave, Diane Keaton e Andy Garcia, além de ótimos coadjuvantes, incluindo aí jovens promessas, como a futura competente diretora Sofia Coppola e a perfeita e belíssima Bridget Fonda. Mais uma vez vemos uma fotografia, uma direção de arte, figurinos, edição e trilha sonora irretocáveis e um Coppola mais experiente e ainda mais preciso pilotando com extrema tranquilidade e maestria mais esse capítulo da série mostrando um ótimo e épico final para a família Corleone. Imperdível e obrigatório, assim como os demais!
Como sempre nos filmes de coppola a parte tecnica esta impecavel como figurino, direçaõ de arte e etc. a não ser a edição, mas dessa vez coppola deixou a desejar a historia não é tão envolvente como nos anteriores da saga e o filme da cansaço de ver fica cansativo, al pacino e os outros atores das sagas anteriores já não estão bons, andy garcia parece ser o melhor, enfim a direção de coppola é boa mais o filme fica até chato e é um lixo comparado aos anteriores.
...Jamais haverá filme q supere a trilogia O Poderoso Chefão. Mesmo se regravassem nos dias de hoje nunca ia chegar a ser tão bom como o original, não há oq dizer, voce tem q assistir pra intender e depois q assistir, nunca mais vai esquecer dessa trilogia, tem gente q vai dizer q não é tudo isso e vai criticar, mas é por que essas pessoas nao admiram filmes com historias bem elaboradas, elas gostam de assistir filmes tipo transformers, essas coisas assim, sem elegancia nenhuma e sem historia, muitas vezes até mal elaborados com a pressa de lançar o filme logo e arrecadar grana. O negocio é o seguinte, assiste a trilogia O Poderoso Chefão. NOTA 10
Muito bom, fechou ótimo a serie, final espetacular e é claro não é tão bom quanto o 1 e 2 mas achei ótimo, obra-prima, com certeza até agora a melhor trilogia de filmes que eu já vi, Filme muito charmoso e honroso , a gente tem até respeito pelos mafiosos, final de Michael Corleone foi ótimo. dou 8,0 pro filme.
Fechou com chave de ouro, continuou um filme charmoso, honroso, digno de aplausos esse filme. Andy Garcia se parecia muito com Robert De Niro no papel de Vito Corleone jovem. Clássico que deixa saudades.
Um filme bom, muito bom. Não chega ser excepcional e fantástico como os dois anteriores, verdadeiros clássicas da história do cinema mundial, mas é um filme muito bom. E vale a pena conferi-lo, pois apresenta um desfecho para a história da família Corleone, iniciada em 1972, que deve ser conferido por todos aqueles que se encantaram com a história do Godfather.
O filme apresenta pontos negativos e pontos positivos. A meu ver peca um pouco na condução do roteiro, um pouco "megalomaníaco" ao apresentar a temática religiosa e costurar alguns fatos históricos. Não que tal temática não seja interessante e empolgante, p.ex. para um roteiro como "O Código DaVinci", mas acaba por se destoar bastante dos dois roteiros iniciais. Talvez ai esteja o maior ponto fraco: em diversos sentidos a parte 3 parece um pouco desconexa com as partes anteriores, de modo que um espectador desatento poderia ver o filme e não ter grandes dificuldades mesmo sem ter visto a primeira e a segunda parte.
Outro ponto fraco são alguns momentos iniciais do filme, que lhe dá um toque de filme dramático-familiar, de encontros e desencontros (com o perdão do trocadilho), à la "A Época da Inocência" [filme esplêndido do Scorcese]. Isso fica nítido na relação de Michael com seu filho Anthony e, principalmente, com a ex-mulher Kay.
Mas, como não poderia deixar de ser, até mesmo por ser uma obra de Francis Ford Coppola, o filme apresenta muitos pontos positivos. O destaque principal vai para o perfeito Al Pacino, que trouxe sensibilidade e dramaticidade na medida certa para o personagem Michael, de modo a fundamentar de forma maravilhosa o que, para mim, é o ponto-chave da trilogia como um todo: o modo como Michael, apesar do mostrado no início da primeira parte, acaba trilhando os mesmos passos do pai, Vito. A atuação de Al, junto com a de Andy Garcia, vale o filme, que consegue fechar, se não com chaves-de-ouro, mas, ao menos, de forma digna e interessante, a fantástica trilogia iniciada na décade de 70 por Coppola.
O último filme que conclui a saga dos Corleone não chega atingir o mesmo alto nível dos dois primeiros, mas ainda assim é muito bom e podemos afirmar que fecha a trilogia com chave de ouro. Al Pacino e Diane Keaton mais uma vez estão ótimos. Andy Garcia como o futuro sucessor da família também está bem e Bridget Fonda numa pequena participação merece destaque. Quem compromete mesmo o resultado final é Sofia Coppola numa participação desastrada, tendo recebido até o Framboesa de Ouro como a pior atriz do ano.
Não tenho palavras para descrever. Devo dizer que a emoção tomou conta de mim depois do final do filme. Não consegui conter as lágrimas. Injustiça por não ter ganho nenhum Oscar. Al Pacino entrou, definitivamente, na lista dos meus atores prediletos.
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