Lincoln
Média
4,1
768 notas

83 Críticas do usuário

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Luis R.
Luis R.

24.053 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de dezembro de 2016
Filme é bem conduzido mostrando de maneira interessante o esforço para acabar com a escravidão nos E.U.A,realça o presidente Lincoln de maneira cativante e intrigante,as interpretações do elenco estão fascinantes.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2015
Para mim foi um bom filme, embora no começo seja meio amarrado, depois desenrola.
Pode-se dizer que foi o mensalão do Lincoln.
E fica a pergunta, pelo peso da causa, os fins justificaram os meios?
Como era uma causa nobre, o preço seria pago em dinheiro ou em sangue, pela guerra, logo concluo que foi justo o preço pago.

O pessoal da maquiagem e figurino deixaram o Daniel Day Lewis impecável e muito parecido com o Lincoln, fora sua atuação de gala.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2019
Pra um apaixonado por política como eu, esse filme é um obra - prima e sem dúvida um grande filme de 2012.Mais ele peca no ponto que é um filme parado,sem muita cena que faz o telespectador fica concentrado no longa e ainda figurino que parece roupa suja.Atuação de Daniel Day - Lewis salva o filme.
CRIXLOM
CRIXLOM

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2014
Bom filme para quem gosta de histórias que envolvem discussões políticas, já que a narrativa é focada justamente nessa área. Conta um dos momentos mais importantes da historia política dos E.U.A, da visão de Lincoln, uma das mais belas atuações que já presenciei, incumbência do grande ator Daniel Day Lewis. Fica entediante e confuso em alguns momentos, principalmente nos primeiros minutos. Não o indicaria para a disputa do Oscar, como foi feito pela Academia, mas se tiveres um tempinho sobrando assista, pelo menos para conheceres uma passagem importante da história.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 30 de novembro de 2013
O que realmente faltou em Lincoln?Talvez se desse a chance da história voltar um pouco mas na história,onde não se temos a infância de Lincoln,onde com certeza seria algo tão interessante quanto ao resto do iria passar pelo o momento crítico onde perde sua mãe,e que teve que ir para o campo trabalhar e dar dinheiro ao seu me perguntei se isso não caberia na história do ção foi resumida ao má o propósito de focar apenas na grande história que consolidou Lincoln,a da Escravidão sofrida pelo o seu povo naquela época.O filme se concentra apenas em diálogos que ás vezes são belos,mas que na maioria das vezes são extremamente salvo apenas pelas aparições de Daniel Day-Lewis,onde se mostra a cada cena que foi escolhido com o máximo de perfeição em seu ndo uma caracterização fantástica,com traços idênticos e falatórios que eram a cara de u o Oscar de Melhor Ator,mas do que merecido.
João M.
João M.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2013
Baseado no livro “Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln”, “Lincoln” retrata os últimos quatro meses de vida do presidente Abraham Lincoln (1809 – 1865), período este que A. Lincoln propôs na Câmara dos Representantes a 13ª Emenda, que visava legitimar a ilegalização da escravatura.

Para além deste tema central, “Lincoln” explora, de uma forma bastante limitada, outros temas periféricos como o sangrento desfecho da Guerra Civil Norte-Americana, que ocorreu entre os anos de 1861 e 1865. Biograficamente, “Lincoln”, deixa bastante a desejar, porque através desta obra de Steven Spielberg pouco ou nada podemos acrescentar ao já sabido e conhecido sobre a vida do 16º Presidente dos Estados Unidos da América.

Já era sabido que “Lincoln” não iria abordar toda a existência de A. Lincoln, mas sim os seus últimos meses de vida. Este período, apesar de se revelar trágico, foi a melhor época do 16º presidente dos Estados Unidos da América, já que a guerra civil estava praticamente terminada, o povo idolatrava-o, a sua vida familiar passava uma fase estável, o seu partido apoiava-o e nem os rivais políticos apresentavam grandes razões de queixa, assim sendo, esta seria sempre a melhor época da sua vida para ser retratada no grande ecrã. Basicamente “Lincoln” mostra-nos apenas o complicado apogeu da carreira desta importante figura histórica que, após acabar com uma guerra que partiu o seu país em dois e de ter conseguido abolir o flagelo da escravatura, foi assassinado de uma forma brutal e dramática.

Este trama, que para muitos pode ser brilhante, a meu ver é bastante incompleto, ficando muito por mostrar da vida deste ícone do século XIX, como por exemplo, as consequências psicológicas e negativas que a loucura da sua mulher ou a morte prematura de um dos seus filhos teve na sua vida. Apesar deste tema ser abordado é, a meu ver, abordado de uma forma muito limitada. A infância, bastante traumática e complicada de A. Lincoln, é outro aspecto pouco explorado por Steven Spielberg nesta obra cinematográfica. Enfim, como produto biográfico e histórico “Lincoln” deixa bastante a desejar, já como produção política, podemos considerar que Steven Spielberg conseguiu uma boa obra, capaz de nos prender ao ecrã e que apesar da sua duração excessiva nunca chega a ser tedioso.

O principal aspecto negativo deste filme é, na minha opinião, o final do filme. Já todos sabemos como termina a história de vida de A. Lincoln, mas Steven Spielberg conseguiu torná-la bastante pior, não sendo o evento fatalista directamente retratado, antes fosse. A alusão à morte é feita indirectamente pela menção da trágica notícia e pela reacção directa da pessoa que mais ama o presidente, sendo esta reacção compreensiva mas largamente desnecessária para o objectivo do filme. Posto isto, “Lincoln” tem um final bastante mau.

É nas representações que podemos retirar os melhores aspectos desta obra, principalmente na performance do actor britânico Daniel Day-Lewis. A sua interpretação de Abraham Lincoln é sublime, carimbando mais um trabalho magistral e sem falhas, merecendo, sem qualquer contestação, a sua indicação ao Óscar para melhor actor principal. Tommy Lee Jones está perfeito como uma espécie de aliado mascarado de Abraham Lincoln que, ao longo do filme, envolve-se em diálogos muito fortes e alguns até cómicos, que tornam “Lincoln” muito mais apelativo. Sally Field também conseguiu um bom papel, conseguindo na plenitude representar o papel de Mary Todd Lincoln. A interpretação de Joseph Gordon-Levitt, representando o filho mais velho do presidente, foi também ela bastante satisfatória, apesar do pouco “tempo de antena” que esta personagem teve ao longo deste trama.
Mateus F.
Mateus F.

40 seguidores 77 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de setembro de 2013
O filme em si é muito legal, não é um filme de imagens (como é O Resgate do Soldado Ryan do mesmo brilhante diretor) mas é um filme de diálogos. Mas não me cativou muito, ainda mais sendo indicado a 12 Óscar, algo altamente exagerado! O filme dividiu opiniões pelo mundo "Ruim" "Legal" "Terrível! Me fez dormir o filme todo" "Não consegui acabar." "Mais uma obra do mestre Spielberg!". Acredito que não seja uma grande obra apesar da perfeita interpretação do sempre brilhante Day Lewis. Os professores de História julgam que Spielberg tentou buscar um Lincoln heroico e bonzinho que não realmente existiu por fatos em que foi pressionado e não eram verídicos, o cinema dificilmente se preocupa com a história. Mas poderia ter feito algo melhor.. No mais, é um filme bacana.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2013
Lincoln , da mesma maneira que outras recentes cinebiografias (Sete Dias com Marilyn, Hictchcock), não pretende contar a vida do retratado, mas sim fixar-se em um momento-chave dela, no caso, o empenho do presidente americano para ver aprovada a Emenda que garantiu erradicar a escravidão nos Estados Unidos.
Steven Spielberg há muito tempo vem oscilando entre gêneros e abordagens. Se ficou famoso junto ao grande público por filmes que eram puro entretenimento - como a série Indiana Jones, E.T., Parque dos Dinossauros - também gosta de mostrar que é um diretor sério, produzindo filmes como A Lista de Schindler e O Resgate do Soldado Ryan. Às vezes, ele cede à tentação do melodrama - O Império do Sol, Cavalo de Guerra - por outras, faz filmes frios e cerebrais - Munique.
Neste Lincoln, Spielberg resolveu adaptar para o cinema o polêmico livro que defendia a tese que a abolição da escravatura nos Estados Unidos exigiu do presidente Abraham Lincoln seguir a máxima "os fins justificam os meios". E sua abordagem, embora contando com um excelente material, um ótimo roteiro e um elenco afinadíssimo, ficou no nível de um filme ou minissérie da HBO. Não que isto seja de forma alguma um demérito, porque faz tempo que a rede americana de TV por assinatura tem produzido material excelente, na maioria das vezes bem superior ao que Hollywood faz ultimamente. Mas do aclamado diretor americano, era esperado algo um pouco mais excitante, ou que ao menos ele colocasse um pouco mais de linguagem cinematográfica no filme, que parece o tempo todo apoiar-se somente nos diálogos e interpretações.
Daniel Day-Lewis é um caso à parte no filme. Ele é um dos principais motivos para se assistir o filme, pois não parece que está interpretando Lincoln, mas sim que ele é Lincoln. Depois desse filme, na memória do espectador, o presidente americano terá sempre a voz, os gestos e a postura que ele emprestou à sua interpretação. O resto do elenco, com destaque especial para Sally Field - como a primeira-dama - e Tommy Lee-Jones - como Thaddeus Stevens - é responsável por aquela magia do cinema que nos faz mergulhar na história, esquecendo que é apenas um filme. Dentre tantos coadjuvantes excelentes, não se pode deixar de destacar a participação de um James Spader quase irreconhecível no papel de Bilbo - talvez sua melhor interpretação até hoje.
A produção do filme é excelente, é claro - como é sempre de se esperar de um filme com a assinatura de Spielberg e Kathleen Kennedy. Cenários, figurinos, maquiagem, trilha sonora, tudo é orquestrado para nos fazer sentir na época retratada, com grande riqueza de detalhes. A fotografia do habitual colaborador de Spielberg, o polonês Janusz Kamininski, optou por tons pastéis, criando uma paleta de cores suave e com poucos contrastes - um primor de fotografia.
Mas talvez a maior colaboração do filme seja mesmo a intenção primeira do livro em que se baseia, que é desmistificar a história e um presidente quase endeusado pelo povo americano, revelando os bastidores nada nobres de um grande momento histórico dos Estados Unidos. As artimanhas para conseguir a aprovação da 13ª Emenda, retratadas pelo filme, fizeram muita gente no Brasil encontrar paralelos com o nosso recente "mensalão". Talvez esta curiosa e inusitada observação justifique o sucesso inesperado que o filme alcançou por aqui - onde já superou a marca dos 700.000 espectadores - fato raro para um filme histórico, gênero pouco apreciado pelo público em geral. Nos Estados Unidos, seja pelo nome de Spielberg, seja pelo marketing da boa recepção crítica, Lincoln acabou alcançando a melhor bilheteria dentre os 9 indicados ao Oscar de melhor filme este ano, superando os populares As Aventuras de Pi, Django Livre e O Lado Bom da Vida.
Átila V.
Átila V.

9 seguidores 34 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de junho de 2013
Daniel Day-Lewis foi simplesmente impecável no papel do próprio Lincoln, o Oscar da categoria foi mais do que merecido para ele. O mesmo vale para Tommy Lee Jones como Thaddeus Stevens, um republicano radical. Porém, o filme focou-se demais num só tema: os esforços do presidente em aprovar a 13ª Emenda à Constituição americana, que abolia a escravidão nos EUA, antes do fim da guerra civil, deixando sua vida particular em segundo plano. Faltou detalhes de sua vida, como sua infância no Indiana e como aos poucos ele conquistou popularidade. Foi um bom filme, mas que poderia ter ficado melhor.
Renan S.
Renan S.

18 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de abril de 2013
Apesar das falas inteligentes, o roteiro bem montado e bons atores, o patriotismo americano já cansou a muito tempo.
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