Lincoln
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4,1
768 notas

83 Críticas do usuário

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Marcio S.
Marcio S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de abril de 2013
Boas interpretações, mas parado demais! O filme todo retrata bem a costura política necessária para que a emenda de abolição da escravidão fosse aprovada, mas dá sono! Fiquei desapontado.
Carlos B.
Carlos B.

9 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de março de 2013
Filme show , Daniel Day Leiws mereceu o oscar com louvor e o mestre Spilberg de show de direção como sempre. Recomendo a todos.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de março de 2013
Um ótimo filme de Spielberg para quem não gosta de Spielberg. Eu, particularmente, sou indiferente, mas reconheço suas qualidades. Afinal, ele já fez grandes filmes, como "O Resgate do Soldado Ryan" e "Cor Púrpura". O elenco é fantástico, destaque absoluto para Daniel Day-Lewis, Sally Field e Tommy Lee Jones. A direção de arte, a fotografia e a maquiagem são primorosas. Senti falta de um pouco de peso da direção, que cumpre muito bem sua função, mas poderia ter dado mais carga emotiva, porém isso poderia resultar num dramalhão, então entendo essa escolha por mais sobriedade. O roteiro adaptado cumpre sua função, mas acho que faltou diálogos mais inspirados e explicar alguns fatos - principalmente, os pessoais de Lincoln - melhor. Porém, tudo é feito de maneira absolutamente correta e coerente. Enfim, mereceu as indicações ao oscar, mas mereceu, também, não ganhar quase nada.
Paula
Paula

4 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2013
O ator é brilhante, Oscar merecidíssimo. O visual do filme, o figurino, tudo muito bonito. O único problema é que o filme não se trata de uma biografia, ou algo assim. Se trata mais de sua política em algum momento da sua carreira (a sua luta para a abolição da escravatura). Para quem não entende de política, é um pouco difícil de acompanhar no início. Mas mesmo assim, interessante.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2013
Gostei do filme. Acho que algumas das críticas negativas, devem-se, em parte, porquanto as pessoas esperavam ver um Coração Valente, um Patriota, e não é o foco do filme. O filme é muito mais histórico e pensante do que emocionante, isso não significa que o filme é ruim. Eu assisti, achando, inclusive, que seria pior, devido a algumas críticas. Mas, tudo depende , como disse, do ponto de vista que a pessoa foi disposta a assistir. Se está querendo ver guerra e sangue, não assista.
Algumas pessoas queriam ver a história de Lincoln desde quando ele era um bebê. Não é o caso. O filme foca no período mais importante de seu mandato. Lincoln é tratado pela grande parte das pessoas que conhecem sua história porque leram um livrinho do Augusto Cury como herói. Mas, existe o lado negro de seu mandato, a guerra, as mortes, a luta para conquistar o pleito, o que não precisa ser focado nesse filme, embora vagamente mencionado. Porém, pode se demonstrar que mesmo esse herói precisa realizar articulações políticas (e nós sabemos o que isso quer dizer) para lograr êxito na consecução do fim almejado.
Isabel C.
Isabel C.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2013
Mostra o lado bom,paterno e sereno de Lincoln,mas a trama se perde em cenas de persuasão e compra de votos a favor da abolição da escravidão,tomando muito tempo do filme e fazendo assim,com que o tema principal não seja a vida do ex presidente Abraham Lincoln.
A grande "revelação" feita para muita gente é a corrupção pela qual passa o processo de abolicionista dos escravos do sul dos EUA.
Matheus A.
Matheus A.

25 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
Em "Lincoln", o renomado e versátil Steven Spielberg apresenta seu filme mais patriótico, retratando o conturbado ano de 1865, no qual um homem à frente de seu tempo lutou com todas as forças, enfrentando seus dilemas, desafiando as suas limitações e usufruindo de seu carisma e poder público pela abolição da escravatura através da aprovação da 13ª emenda, em prol de uma sociedade mais justa e unida, visando a tão almejada paz e harmonia entre as diferentes etnias.

Apesar da história centrar-se durante os derradeiros meses da Guerra Civil americana, os confrontos são totalmente deixados de lado, com intuito de manter-se fiel ao objetivo da película, que consiste em apresentar tais eventos seguindo totalmente a perspectiva de Lincoln e dos congressistas, o que consequentemente diminui o ritmo do filme, e por vezes, o torna sonífero para os espectadores que não se conectam à sua proposta.

O elenco dispensa comentários e conta com mais uma excelente atuação do provável melhor ator desta geração, Daniel Day-Lewis, que incorpora um Abe Lincoln focado, virtuoso, respeitado e disposto a cumprir sua meta a qualquer custo, nunca sequer cogitando a possibilidade de trair seus ideais. Sally Field também nos mostra uma competente atuação e não falha ao transmitir todas as angústias e medos da primeira-dama Mary Todd Lincoln, mas quem realmente rouba a cena é Tommy Lee Jones como o congressista republicano desbocado e ranzinza Thaddeus Stevens, que apoia a causa do presidente, mas questiona sua liderança.

O único demérito de "Lincoln" é o seu desfecho arrastado, excessivamente dramático e mal explorado, que acaba por destoar do restante do filme, porém isso não é o suficiente para arruinar a boa e agradável experiência de aprender um pouco mais sobre o legado do 16° presidente dos EUA, que foi acima de tudo, um grande homem.
Luis  G.
Luis G.

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3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
A abertura de “Lincoln” traz uma poderosa e rápida cena de batalha na etapa final da histórica “Guerra Civil Americana” muito semelhante às magistrais sequências de confronto nos recentes “O Resgate do Soldado Ryan” e “Cavalo de Guerra” (neste último, apesar de ser um filme problemático, não há como negar que há exuberantes momentos – mesmo que muitos digam o contrário). No caso, soldados lutam em um grande campo de terra enlamaçado pela forte chuva e espadas e rifles tiram centenas de vidas a cada segundo. De fato, Steven Spielberg já demonstrou que sabe fazer filmes com temática de guerra como poucos; porém, em “Lincoln”, após os primeiros minutos, o cineasta se dedica a nos contar a história dos últimos meses de vida do mais popular presidente americano de todos os tempos, Abraham Lincoln, deixando, assim, os momentos de batalha de lado e apostando, seguramente, em desenvolver uma minuciosa cinebiografia do presidente acerca de uma forte temática política com base em fatos que mudaram o curso da humanidade
.
Como já dito, a superprodução desenvolve uma cinebiografia do 16º presidente norte-americano que liderou o Norte dos Estados Unidos na vitória durante a Guerra Civil (também conhecida como “Guerra da Recessão”). O longa enfatiza os tumultuados meses finais do presidente no cargo. Em um país dividido pela guerra e varrido por fortes ventos de mudança, Lincoln (Daniel Day-Lewis) segue estratégia para encerrar a guerra, unir o país e abolir a escravidão. Com coragem moral e determinação férrea de vencer, suas escolhas nesse momento crítico mudaram o destino das gerações futuras.

Logo que Lincoln aparece em cena (em um belíssimo momento, por sinal) já temos a nítida impressão da tendência narrativa que Spielberg desenvolverá: endeusar a figura do herói americano (repare, por exemplo, no momento em que o quadro se abre aos poucos até que apareça o presidente – quase sempre em primeiríssimo plano ou em perfil, aliás). Além disso, o roteiro ainda faz questão de enfatizar os dramas familiares de Lincoln a fim de humanizá-lo e gerar maior familiaridade com o espectador, para que este, posteriormente, venha a se comover com a lamentável e histórica morte do presidente – e isso não é spoiler, obviamente. Porém, apesar de não ser um problema comprometedor, tal opção soa desnecessária no filme que traz, por si só, um herói que não precisa de nenhum excesso narrativo para carregar o filme do início ao fim – ainda mais quando interpretado por um dos melhores atores da atualidade, Daniel Day-Lewis (mais detalhes em um minuto).

Roteirizado por Tony Kushner, John Logan e Paul Webb (baseado na obra de Doris Kearns Goodwin), “Lincoln” é um dos melhores filmes sobre a política americana já feitos. As cenas de debate entre políticos com opiniões gritantemente divergentes a respeito da 13ª Emenda na constituição dos Estados Unidos da América (que, evidentemente, pôs fim a escravidão e justificou os direitos entre negros e brancos) são excepcionais. E, mesmo que certos termos políticos possam causar estranheza, o trabalho de pesquisa da equipe de Spielberg é admirável desde simples nomes a grandes acontecimentos – muitos deles envolvendo a corrupção de compra de votos de vários políticos. E é justamente nesses momentos – que são, sem dúvidas, os melhores e mais vibrantes do longa – que Tommy Lee Jones brilha em uma atuação excelente como coadjuvante (não precisa nem dizer que seria merecido caso ele viesse a ganhar o Oscar – apesar de que todos os indicados sejam fortíssimos e igualmente merecedores). O ator, facilmente, garante o êxito de todas as cenas onde Lincoln não aparece; porém, quando Daniel Day-Lewis está em cena não tem para ninguém. Chega a impressionar a facilidade com a qual o brilhante ator interpreta o presidente como se já tivesse atuado no papel toda a sua vida; Daniel, de fato, domina as características de Abraham Lincoln magistralmente, começando pelas pequenas expressões faciais, passando pelo jeito de andar e impressionando a todos com seu perfeito trabalho vocal (e, mesmo sendo admirador das atuações dos demais concorrentes ao prêmio de melhor ator no Oscar, seria um pecado não contemplar o divino trabalho do sempre perfeccionista Daniel Day-Lewis). Além deles, o roteiro também destaca as atuações de Sally Field (fazendo a primeira dama) e Joseph Gordon-Levitt (que, no caso, faz um dos filhos do presidente).

Contando com um desing de produção definitivamente impecável, “Lincoln” se torna um filme genuinamente exuberante. A direção de arte (de Curt Beech, David Crank e Leslie McDonald) é extraordinária, os figurinos são riquíssimos em detalhes, a maquiagem é formidável e a trilha musical – além de tocante – é quase sempre adicionada precisamente pela edição (mesmo que a composição de John Williams possa, em alguns momentos, soar insistente). Isso sem mencionar a primorosa fotografia de Janusz Kaminski, quase sempre azulada e nebulosa, transmitindo toda a tensão e tristeza daquela época (mas, mesmo em meio a tamanho temor, Spielberg faz questão de contrastar os escuros figurinos e os tristes cenários com a luz solar que constantemente resplandece através das janelas da Casa Branca remetendo diretamente à esperança que, em tempos sombrios, ainda persiste – sempre, claro, focalizando a figura do presidente de modo questionável).

Mas se, por um lado, Steven Spielberg, em trabalhos anteriores, esbanjava – em algumas vezes até mesmo exagerava – na dose de ação em marcantes cenas de batalhas; em “Lincoln”, por outro, o cineasta desenvolve uma narrativa lenta, com longos diálogos e monólogos e intermináveis cenas – o que, certamente, prejudica diretamente o ritmo do filme e exige maior paciência do espectador. E não é exagero algum dizer que em alguns momentos a narrativa se torne demasiada e excessiva (com inúmeros elementos desnecessários), fazendo com que tenhamos certeza de que Spielberg cometeu alguns erros ao concluir tal versão final do longa que, certamente, poderia ser editada (deméritos para a montagem que, embora seja inegavelmente cuidadosa, possui explícitos problemas de envolvência e fluidez).

Então, mesmo que vagarosamente, o filme chega a seu ótimo clímax que – aí sim – Spielberg conduz muito bem (repare, por exemplo, no ágil corte no momento chave do terceiro ato quando o diretor opta, ao invés de manter o foco na câmera dos deputados, em focalizar em outro lugar a face aflita de Lincoln, que, assim como a maioria, recebe a tão esperada notícia de que a 13ª Emenda havia sido aprovada por meio de fervorosas badalas no sino da Casa Branca, que anunciam a “paz” que estava por vim). E devo dizer que a abordagem da morte de Lincoln da forma que fora me pareceu descartável (um simples letreiro poderia enunciar tal fato, já que, em muitos momentos da narrativa, o diretor até mesmo exagera em sua didática), pois Spielberg, propositalmente ou não, acrescenta um melodrama prejudicial ao desfecho do filme.

Enfim, não há dúvidas de que “Lincoln” é um filme grandioso – justificando suas 12 indicações ao Oscar. Magistralmente produzido, com um roteiro ousado e seguramente colocado em prática por Steven Spielberg – no caso, adotando uma linguagem diferente de seu estilo habitual, que, sem dúvidas, dividiu e ainda dividirá opiniões. No mais, um longa que, apesar de seus problemas, nos conta convincentemente sua história baseada em fatos históricos que jamais serão esquecidos, e, sobretudo, presta uma homenagem mais do que merecida a um verdadeiro herói da humanidade – e não somente americano. Portanto, resta dizer que, sim, o filme cumpre seu papel como cinebiografia, que será lembrado mais pela poderosíssima atuação de Daniel Day-Lewis do que por ser uma obra memorável – até porque não é.

Vale a Pena!
Israel C
Israel C

48 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
É um filme bom com uma produção magistral, atuações impecáveis, porém, é tbm extremamente cansativo e arrastado. Vale a pena conferir pelo contexto histórico que é interessantíssimo e pq contém diálogos muito bem escritos mas não convido ninguém a sem empolgar.
Claudia D.
Claudia D.

6 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de janeiro de 2013
Um bom filme. Daniel Day Lewis está fantástico. Porém, os diálogos são bem cansativos e agradam apenas aos aficionados.
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