O Diabo Veste Prada
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4,4
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89 Críticas do usuário

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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

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4,0
Enviada em 2 de agosto de 2026
O diabo veste prada é um filme de comédia/drama que contou com a direção de David Frankel e roteiro de Aline Brosh McKenna. Na trama, acompanhamos Andrea (Anne Hathaway), que é uma jornalista recém formada, e na busca por um emprego, acaba conseguindo uma vaga para trabalhar em um renomada revista de moda, como assistente de uma de Miranda (Meryl Streep), a editora-chefe. Apesar de ser o emprego dos sonhos para a maioria, Andrea começa a perceber que trabalhar para Miranda não parece ser tão simples assim, podendo custar a sua pessoal. O filme tem uma montagem inteligente , no formato videoclipe, e com isso costuma estabelecer contrastes, entre eles, o mais relevante para a trama é o de Andrea, uma moça simples , que nao tem conhecimento algum do mundo da moda e as modelos de passarelas, com corpo "perfeito" e roupas que sao desse mundo. Como se nao bastasse a dificuldade de nao saber nada a respeito da moda, o pior passa a ser o trabalho para Miranda. Uma mulher que pode bagunçar a carreira profissional de qualquer um em segundo, além de sempre está pedindo e exigindo coisas que beiram o impossível para a sua assistente. Apesar dos seus clichês, a direção foi bem competente na construção de Miranda, pois é justificável a sua arrogância diante do tamanho do seu poder e influência no universo da moda. O filme tbm faz criticas sutis sobre o mundo corporativo, principalmente quando o trabalho invade o lado pessoal e estabelece um fracasso nas demais relações. Caso os seus relacionamento vai mal é pq o trabalho vai bem. Isso refletao tanto em Andrea quanto em Miranda. Evidentemente que fica mais forte e sensível em Andrea por ela ser a protagonista e inexperientes ainda nesse tipo de assunto. Aqui vemos, no segundo ato, a transformação de Andrea, quando passa a se interessar no universo da moda, passando a se vestir melhor e antecipando aquilo que Miranda quer. Com efeito, os personagens secundários foram essências para sustentar a trama como Emily (Emily Blunt), como a assistente mais antiga de Miranda, que servia para explicar a Andrea antecipadamente aquilo que Miranda exigia, uma vez que a chefe era de pouca conversa com suas funcionárias e o interessantíssimo Nigel (Stanley Tucci), um funcionário importante dentro da revista, que sempre era sarcástico e dava ótimos conselhos profissionais a Andrea. Ah e a Gisele Bundchen faz uma ponta no filme. O grande trunfo do filme é como a direção consegue ser eficiente a tratar um assunto sério e desgastante, navegando no drama para uma comédia confortável. Por outro lado, o filme trabalha com um desfecho óbvio e seco. Com Andrea buscando novo emprego, dessa vez em sua área e tendo a recomendação da sua ex-chefe. Mas o filme deixa um boa reflexão: quando de nós estamos sacrificando nossa verdadeira vida ( que é a pessoal) por conta de um emprego. Hoje essa discussão ainda é mais severa, pq nao estamos mais falando de um emprego que pague bem, com pessoas influentes e com ótimo netwok, mas de subemprego.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.779 seguidores 879 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2026
Revisto depois de ver o segundo... de fato foi um marco, de criatividade e tema. Um passo dentro de um mundo não muito explorado mas com problemas vistos em várias relações de trabalho. Um bom filme.
Vinicius Monteiro
Vinicius Monteiro

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de julho de 2026
Existe uma linha muito tênue entre a ambição que impulsiona carreiras e a obsessão que destrói o indivíduo de dentro para fora. Quando assisti novamente a esta obra recentemente, o brilho impecável das roupas de grife já não conseguia ofuscar a realidade dura do assédio moral corporativo que a narrativa escancara e, de certa forma, acaba perdoando. É uma experiência agridoce revisitar essa história com os olhos de quem já compreende bem o peso do mercado de trabalho moderno. O texto nos obriga a olhar para trás e questionar honestamente até que ponto estamos dispostos a sacrificar a própria essência para conquistar um espaço no topo da cadeia alimentar.

Adaptar um material de origem que soava basicamente como uma vingança literária pessoal não é uma tarefa simples. Aline Brosh McKenna consegue elevar o texto, entregando diálogos afiados e momentos de brilhantismo inquestionável na dinâmica profissional das personagens centrais. Só que a escrita sofre de falhas que comprometem a maturidade da obra. Enquanto a relação de poder entre Miranda e Andy concentra toda a complexidade moral da história, o núcleo de apoio é tratado com uma superficialidade evidente. O namorado e os amigos agem com uma hipocrisia brutal que o texto nunca tem a inteligência ou a coragem de questionar e punir. Fica nítida a falta de pulso firme para manter o cinismo corporativo até o fim. A tentativa de suavizar o roteiro para agradar o grande público resulta em uma mensagem final confusa, que passa a mão na cabeça de atitudes cruéis no ambiente de trabalho apenas para forçar uma redenção apressada.

A mão de David Frankel pesa de forma irregular durante a projeção. Ele demonstra segurança absoluta ao filmar o ambiente da moda como um espetáculo frio, usando os corredores opressivos da revista e as ruas de Nova York para ditar um ritmo quase predatório. Mas essa precisão se perde na metade do caminho. O diretor se apoia excessivamente em montagens musicais e na exaustão física da protagonista, esticando as esquetes de sofrimento no escritório além do limite tolerável. E isso tem um preço alto. A narrativa estagna. Em vez de construir a tensão psicológica que o embate entre chefe e assistente exigia através de atuações e silêncios, Frankel prefere um caminho visualmente ágil e repetitivo, o que torna o segundo ato consideravelmente arrastado antes da bem-vinda mudança de cenário para Paris.

Existe uma embalagem caríssima e impecável tentando disfarçar uma estrutura que qualquer espectador já conhece de cor. Por baixo de toda a grife e do verniz de crítica severa ao mercado de trabalho, o esqueleto do longa obedece cegamente à velha cartilha da comédia romântica tradicional. A protagonista passa pela clássica transformação visual do "patinho feio", é seduzida pelo glamour, rompe temporariamente com suas raízes e precisa de um choque dramático padronizado para reencontrar a própria essência. Não há qualquer espaço para desvios narrativos ou surpresas. O clímax aposta no encerramento mais conservador possível. E quando a narrativa descarta a verdadeira emancipação e independência da protagonista para jogá-la de volta aos braços de um relacionamento desgastado e controlador, a sátira perde os dentes. A produção escolhe o conforto de uma resolução mastigada, ignorando o final adulto e provocativo que vinha prometendo construir.

O meio da projeção sofre com uma certa fadiga. No início, acompanhar a rotina caótica da protagonista correndo pelas ruas de Nova York rende boas dinâmicas de montagem. A edição brinca bem com a exaustão visual e o absurdo do ambiente corporativo. Mas o roteiro insiste nessa piada por tempo demais. A sucessão interminável de tarefas impossíveis, como a busca por voos em meio a furacões ou manuscritos inéditos, acaba estagnando o avanço da narrativa. Em vez de aprofundar os dilemas éticos que dariam mais peso à história, a direção prefere focar em esquetes repetitivas de sofrimento no escritório. Isso deixa a estrutura do segundo ato visivelmente arrastada, enfraquecendo a tensão dramática que só vai ser retomada de fato bem mais tarde, nas locações europeias.

A direção acerta o compasso ao transitar por emoções bem distintas sem deixar a narrativa fraturada. Funciona muito bem como uma comédia de costumes, embalada por uma edição dinâmica e uma trilha sonora que acompanha o caos diário de uma metrópole. Mas o filme ganha peso de verdade quando a vida pessoal da protagonista começa a desmoronar. Esse choque entre a ascensão corporativa e a ruína íntima traz um drama adulto e com o pé no chão. Só que existe um pedágio cobrado no segundo ato. A sucessão infinita de tarefas impossíveis, por mais que divirta no início com seu tom de humor físico, faz a estrutura narrativa estagnar. O roteiro estica as dinâmicas de escritório além da conta e acaba retardando conflitos éticos mais densos, tornando o ritmo arrastado justamente quando a história deveria começar a incomodar o espectador.

Meryl Streep entrega um nível de complexidade que sustenta as quase duas horas de projeção. Ela desenha uma figura opressora não através de gritos, mas com o silêncio. Falar baixo e controlar cada mudança mínima de expressão gera um terror psicológico muito mais magnético do que qualquer explosão de raiva explícita. E a cinematografia entende isso perfeitamente. A câmera frequentemente a enquadra no centro de espaços frios, valorizando a estética visual milimétrica que o design de produção e o figurino constroem. O ambiente é estonteante, mas sufocante. Enquanto parte do elenco de apoio apresenta atuações apáticas — o interesse amoroso em Paris não passa de uma conveniência de roteiro sem vida —, Streep dita as regras em cena. Ela transforma o que facilmente seria uma caricatura unidimensional em uma presença humana e ameaçadora.

Anne Hathaway assume a responsabilidade de ser os nossos olhos dentro da engrenagem da Runway. Ela entrega uma performance bastante sólida ao conduzir a transformação de Andrea Sachs, marcando bem a transição da estagiária desleixada para a profissional implacável que aprendeu a usar o sistema a seu favor. Mas o grande problema não está no trabalho da atriz. O obstáculo real é a fundação da própria personagem. Andy é, em grande parte da projeção, insuportavelmente arrogante. Ela entra em uma indústria que despreza abertamente, ocupando uma vaga de prestígio, e trata a oportunidade com um desdém juvenil que nenhum profissional de verdade conseguiria sustentar no mundo corporativo.

Fica difícil criar uma conexão emocional autêntica com alguém que age o tempo todo como se fosse intelectualmente superior ao próprio ambiente de trabalho. E quando ela finalmente decide ceder e se adaptar, a mudança soa cínica. Andy abandona a sua suposta bússola moral com uma facilidade alarmante, deixando-se corromper pelo glamour e pelos benefícios em questão de dias. Hathaway até tenta injetar alguma vulnerabilidade no conflito interno da jornalista. O roteiro, no entanto, joga contra. O texto exige que o público torça por uma protagonista que abraça o elitismo e a frieza de forma muito voluntária, apenas para tentar redimi-la com um choque de realidade no terceiro ato que nunca chega a soar totalmente genuíno.

O roteiro encontra um respiro muito necessário na figura da primeira assistente, vivida por Emily Blunt. Ela entrega as falas mais venenosas com um tempo de comédia invejável, construindo uma profissional fútil, neurótica e ao mesmo tempo exausta. A atuação tira leite de pedra em várias cenas, revelando a vulnerabilidade de alguém que sacrificou a saúde e a sanidade por uma vaga em uma viagem a Paris. Mas o texto frequentemente a reduz a uma função mecânica. Por mais que Blunt roube a cena diversas vezes, a personagem acaba engessada em um ciclo repetitivo, servindo basicamente como um alerta caricato do que a protagonista não deve se tornar. Isso limita bastante um desenvolvimento que pedia muito mais profundidade e autonomia.

Do outro lado do espectro, Simon Baker entrega uma performance apática que quase compromete o segundo ato inteiro. Seu jornalista, Christian Thompson, existe na narrativa apenas como uma ferramenta conveniente e preguiçosa. Ele é o obstáculo romântico genérico, jogado na tela para facilitar a trama ao conseguir um manuscrito impossível ou para forçar um flerte sem brilho. Falta química com Anne Hathaway. Não há qualquer esforço da direção para dar peso às suas motivações, e a falta de carisma em cena transforma o personagem em uma figura perfeitamente esquecível. Ele é a personificação literal de uma peça de tabuleiro sem vida, movendo-se unicamente quando o roteiro precisa de um atalho rápido para avançar a história.

Já Stanley Tucci tenta equilibrar essa balança ao transformar Nigel na bússola moral do filme. A dinâmica com a protagonista rende os diálogos mais honestos sobre a engrenagem fria da indústria da moda, mesclando sarcasmo com uma ternura muito bem dosada. Tucci entende perfeitamente a melancolia de um diretor de arte que anulou a própria identidade e aceitou a submissão para sobreviver naquele ecossistema predatório. E mesmo com um trabalho de atuação cirúrgico, que eleva o nível dramático do núcleo de apoio, o roteiro acaba o descartando de maneira bastante utilitária no clímax. Seu desfecho melancólico e silencioso até funciona para expor a crueldade do mercado corporativo, mas também evidencia como o texto trata quase todos os seus coadjuvantes apenas como degraus descartáveis para a resolução das protagonistas.

É inegável que o trabalho de figurino liderado por Patricia Field é um espetáculo visual à parte. Cada peça de roupa, acessório e escolha de estilo funciona ativamente como uma ferramenta narrativa. A transformação de Andy não é apenas estética. O guarda-roupa traduz perfeitamente a sua assimilação pelas regras do jogo e o distanciamento gradual da sua própria essência. O design de produção constrói um universo luxuoso, onde os cenários da Runway e as locações em Paris exalam um status que dita o poder de cada figura em tela. E a execução técnica de tudo isso beira a perfeição. Mas essa mesma excelência estética acaba cobrando um preço alto da própria obra. A lente da câmera fetichiza de tal forma as marcas e o glamour que o filme, por diversas vezes, se perde na própria vaidade e esquece a crítica estrutural que propõe. O excesso de beleza anestesia o incômodo. Em vez de repudiarmos a cultura de esgotamento e o assédio moral da chefia, o visual estonteante cria a ilusão perigosa de que a humilhação diária é um preço justo a se pagar por um par de botas da Chanel. Essa ambiguidade transforma o figurino impecável em uma faca de dois gumes: ele enriquece o atrativo comercial do longa, mas serve como uma cortina de fumaça lustrosa que enfraquece e contradiz a denúncia sobre a crueldade daquele mercado de trabalho.

O roteiro encontra seu ponto de maior lucidez em uma única cena. O famoso discurso sobre a origem e o impacto econômico de uma simples peça de roupa azul é um exemplo raro de texto afiado e muito bem amarrado. A direção desacelera de propósito e dá espaço para Meryl Streep mastigar cada palavra com um desdém contido, expondo a engrenagem invisível que dita o consumo global e o comportamento de massas. É um choque de realidade para a protagonista e para quem assiste. Mas esse brilhantismo pontual também escancara o quanto o resto da obra prefere caminhos fáceis. Quando o filme foca em diálogos precisos e críticas estruturais desse tipo, ele atinge o nível de um cinema realmente maduro. Pena que essa inteligência seja tão diluída nas sequências repetitivas de correria que tomam conta de grande parte da narrativa.

Existe uma ingenuidade quase fantástica na premissa profissional da protagonista. A ideia de que suportar um ano de humilhações, servindo café e buscando vestidos em uma revista de moda, abriria magicamente as portas para vagas de reportagem investigativa em jornais de prestígio beira o ridículo. Essa desconexão brutal com o funcionamento prático da indústria e do próprio jornalismo esvazia bastante o dilema ético de Andy. Ela repete exaustivamente para si mesma que o sofrimento é apenas um sacrifício estratégico. Só que, no mundo real, competência técnica e networking não funcionam como um passe de mágica após um período de abusos em uma área editorial totalmente diferente. O texto exige que o público simplesmente engula essa lógica falha, e isso acaba prejudicando a credibilidade de toda a jornada de amadurecimento que a história tenta nos vender.

E aqui batemos na questão mais incômoda da obra. A representação do ambiente de trabalho oscila de forma irresponsável entre a denúncia e a glorificação do esgotamento mental. O filme expõe as exigências desumanas, a completa invasão de privacidade e os claros crimes trabalhistas cometidos pela chefia. Mas tenta embalar tudo isso com uma aura de genialidade incompreendida. Fica a sugestão amarga de que o assédio moral continuado é um rito de passagem perfeitamente aceitável, até necessário, para alcançar o respeito profissional. Ao humanizar a figura da chefe abusiva no final sem exigir dela nenhuma consequência real, a história romantiza a figura do carrasco corporativo. A narrativa nos esfrega a toxicidade do mercado na cara para, logo em seguida, oferecer um sorriso cúmplice que passa pano para atitudes que destruiriam vidas fora das telas.

O clímax em Paris divide águas de um jeito bastante incômodo. A famosa cena do descarte do telefone celular na fonte, que a direção tenta vender visualmente como o grande momento de libertação de Andy, tem um gosto amargo de regressão. Parece mais um ataque de birra irresponsável do que uma decisão pensada e madura. A personagem simplesmente joga fora todo o capital profissional, o networking e a resiliência que construiu a duras penas durante a trama. O roteiro escolhe o caminho mais fácil e menos coerente para encerrar essa jornada. O fato de ela buscar refúgio logo em seguida no ex-namorado — alguém que sabotou ativamente seu crescimento para manter sua própria zona de conforto — soa como um forte passo para trás. Fica a sensação de que um desfecho onde ela seguisse sozinha, assumindo o controle da própria carreira com o que aprendeu na revista, respeitaria muito mais a evolução que o filme passou quase duas horas tentando construir.

No final das contas, a experiência de revisitar este universo é um misto inevitável de fascínio e frustração. A obra se sustenta com maestria na presença magnética de Meryl Streep e no espetáculo visual que seduz quem assiste logo nos primeiros minutos. Mas a mesma lente que denuncia o esgotamento mental e os abusos da chefia acaba recuando, quase anestesiada pelo próprio luxo que deveria criticar. É uma sátira que mostra os dentes para a toxicidade corporativa, mas que no último segundo prefere o conforto de uma resolução conservadora a bancar as consequências reais do cenário cruel que expôs de forma tão crua.

Vale muito a pena tirar as suas próprias conclusões, principalmente se você já vivenciou as exigências irreais e os desgastes do mercado de trabalho moderno. A dinâmica opressiva dos escritórios continua assustadoramente atual, transformando a história em um excelente ponto de partida para questionar o que realmente significa ter sucesso na carreira hoje em dia. Separe algumas horas para dar o play com essa perspectiva mais atenta e adulta. E depois que os créditos subirem, observe se o charme inegável de uma grife famosa ainda consegue esconder as marcas deixadas por uma cultura de pura submissão.
Lohan Galvao de Oliveira
Lohan Galvao de Oliveira

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2026
O Diabo Veste Prada conta a história de Andrea Sachs, uma jovem que sonha em ser jornalista e acaba conseguindo um emprego na revista de moda Runway. Lá, ela passa a trabalhar para Miranda Priestly, uma das figuras mais influentes do mundo da moda. No início, Andrea encontra muitas dificuldades para se adaptar ao trabalho e às exigências de sua chefe, mas, com a ajuda de sua colega Emily, ela aprende a lidar melhor com a rotina e acaba se tornando uma das principais assistentes de Miranda. Consideramos este filme nota 10 porque ele mostra de forma interessante como funciona o mercado de trabalho em ambientes muito competitivos. Andrea precisa lidar com pressão constante e fazer vários sacrifícios para crescer profissionalmente, o que faz o público refletir sobre os desafios da vida profissional. Outro ponto importante é a crítica à indústria da moda e aos seus impactos no meio ambiente. Em uma cena, Miranda rejeita uma peça já produzida e manda fazer outra, demonstrando o desperdício de materiais e recursos que ao serem descartados de maneira descuidada contribuem para a degradação ambiental, principalmente nos oceânos. Desse jeito, o filme nos faz refletir em como a industria da moda pode ser perigosa para o meio ambiente ao incentivar o consumismo. Além disso, o filme mostra como muitas pessoas desse meio julgam os outros pela aparência. Andrea só passa a ser mais respeitada por seus colegas quando muda seu estilo de vestir, o que evidencia a importância exagerada dada à moda e à imagem. No geral, gostamos muito do filme porque ele vai além do universo da moda e traz reflexões sobre trabalho, aparência e sucesso. É uma obra interessante, divertida e que recomendo bastante.

Crítica feita pelo grupo O diabo veste Prada, da eletiva Cine Debate, no CEEFMTI Maria Penedo, Cariacica - ES.
A. C de M. M. F
A. P. C
J. A. M. A. F
L. de A. V
R. dos S. F
R. L. dos P
T. M. A. De J. dos S. F
Y. R. B. F
Pedro Pino Veliz
Pedro Pino Veliz

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de maio de 2026
Eu e minha esposa, ambos de +70 somos empresarios e executivos de nossa empresa +30 anos. E estamos exatamente na situacao onde os novos tempos exigem mudancas nas empresas. Uma aula de administracao professional de poucos segundos esta nas cenas com os novos consultores da organizacao. Onde cada novo elemento esta a tomar conta de cada area da Empresa. Orcamento, marketing, RH, tecnologia. Etc. Tudo o que uma nova empresa precisa aplicar para ser sucesso. A outra importante contribucao eh sobre o fato de empresas que nao se adaptatem aos novos tempos fecham. E por fim, o filme. Muito bom. Para quem viu o filme original uma excelente lembranca. Merryl e Anne impagaveis.
Juliana Alves
Juliana Alves

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de maio de 2026
O filme traz à tona competências essenciais constantemente testadas no ambiente corporativo: adaptação, resiliência, proatividade e autoconhecimento.
Andy inicia sua trajetória na revista acreditando que aquele seria um passo estratégico para alcançar seu verdadeiro objetivo: o jornalismo. Desde o começo, é colocada à prova e desacreditada, mas mantém a convicção de que tem potencial, faltava apenas conquistar seu espaço. Com o tempo, passa por uma transformação, inclusive no visual, alinhando-se às exigências do universo da moda.
No entanto, ao mesmo tempo em que se adapta e ganha reconhecimento, percebe que está se distanciando de quem realmente é e do que deseja para sua vida. É nesse momento que sua essência fala mais alto. Andy entende que, apesar de todo o aprendizado e da experiência adquirida, aquele não era o caminho que a completaria.
Ao final, ela segue mais madura, consciente de si mesma e melhor preparada para buscar aquilo que realmente faz sentido para sua realização pessoal e profissional.
Quanto à Miranda, o filme também mostra que alcançar o topo exige um alto nível de exigência, atenção aos detalhes e padrões elevados. Sua liderança, embora muitas vezes dura, revela competência, visão e consistência, características fundamentais para sustentar uma posição de destaque. Ainda assim, é importante reconhecer que há limites: excelência não precisa vir acompanhada de desrespeito ou humilhação.
Enfim, o filme é excelente e é perfeito pra quem está se sentindo "engolido" em um novo desafio na vida e no lado profissional. 
Viviane De Holanda
Viviane De Holanda

6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de maio de 2026
É um bom filme. Bom passa tempo. Não causa grandes emoções, mas vale à pena. Dei várias risadinhas assistindo. ✨
#BRUNO #
#BRUNO #

8 seguidores 380 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de maio de 2026
Um clássico do cinema, que mostra o mundo da moda por trás das revistas!!!!

A jovem Andrea Sachs (Anne Hathaway), recém-formada em jornalismo, consegue um emprego que "um milhão de garotas matariam para ter": assistente da poderosa Miranda Priestly (Meryl Streep), editora-chefe da revista de moda Runway — inspirada na real Vogue e em sua icônica editora Anna Wintour.
Nelson J
Nelson J

51.054 seguidores 1.984 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2026
Filme bem divertido e dramático sobre a ambição e o poder. Andrea acidentalmente irá escalar o mundo da moda, de forma heróica e desmedida.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

11 seguidores 281 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2026
Comédia agradável para se assistir. Anne Hathaway e Meryl streep tem uma química incrível como empregada esforçada e patroa cruel . O final é muito emblemático. Mostra que realmente as vezes a gente consegue executar um trabalho mas isso não significa que tenhamos o perfil para ele .
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